Polícia

TRÊS LAGOAS

Ex-namorada confessa assassinato de músico, paga fiança e é solta

Mulher não aceitava o fim do relacionamento e não se conformava em ver o ex com outra mulher

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Maria das Graças Barbosa de Melo, 46 anos, confessou ter assassinado a tiros o ex-namorado, Eli Álvaro, de 40 anos, nesta terça-feira (21), em depoimento na Delegacia de Polícia Civil de Três Lagoas, município localizado a 326 quilômetros de Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, ela não aceitava o fim do relacionamento e não se conformava em ver o ex com outra mulher.

Músico, Eli Álvaro, foi assassinado com tiro no rosto, na madrugada deste domingo (19), na rua Idolino Garcia Leal, bairro Vila Haro, em Três Lagoas. Ele participava de um grupo de pagode e era muito conhecido na cidade.

Ela prestou depoimento, confessou o assassinato, mas pagou fiança e foi solta, passado o período de flagrante (três dias).

Revólver calibre .38, com 17 munições, envolvido em um tecido de crochê, utilizado no crime, foi apreendido pelos policiais.

O CRIME

Músico, Eli Álvaro, de 40 anos, foi assassinado com tiro no rosto, na madrugada deste domingo (19), na rua Idolino Garcia Leal, bairro Vila Haro, em Três Lagoas, município localizado a 326 quilômetros de Campo Grande.

Ele participava de um grupo de pagode e era muito conhecido na cidade.

Conforme apurado pela mídia local, a Polícia Militar recebeu uma denúncia de um possível homicídio que teria ocorrido em uma residência localizada na região sudeste do município.

Os vizinhos relataram à polícia que ouviram disparos de arma de fogo. Com isso, os militares entraram na casa e viram a vítima caída no chão com perfuração na cabeça.

Polícia Civil, Perícia, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros estiveram no local para efetuar os procedimentos de praxe. O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) e posteriormente liberado para velório e enterro. 

Parentes e familiares lamentaram a morte do rapaz nas redes sociais.

“Carta aberta para o meu amor: sua luz tudo em você me encantou desde o primeiro momento. Você me disse que todos os dias do meu lado foram os dias mais felizes da sua vida e o da minha também. Você foi meu dia de sol mais bonito, você me salvou de todas as formas que alguém poderia ser salvo. Eu lembro de todas nossas conversas de você me falando o quanto você estava feliz comigo e com a nossa família. Lembro do seu sorriso, do seu olhar dengoso, do seu cheiro e de quando você me abraçava me dizendo que me ama! Você foi a melhor coisa que orisa colocou em minha vida! Vou te amar pra sempre meu amor. Chorar para que? Nesse mundo ou no outro a gente vai se ver!”, disse a namorada da vítima em suas redes sociais.

CAMPO GRANDE

Cadáver é encontrado enforcado em área de mata no Jardim do Pênfigo

Corpo está pendurado em uma corda e lençol amarrados em uma árvore

04/09/2026 11h50

Corpo está enforcado e cabeça está quase decepada

Corpo está enforcado e cabeça está quase decepada Reprodução/WhatsApp

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Um cadáver, em estado avançado de decomposição, foi encontrado na manhã desta sexta-feira (4), em uma área de mata localizada na avenida Zilá Corrêa Machado, número 10.300, no Jardim do Pênfigo, região do Presídio Federal, em Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, o corpo é de um homem que aparentava ter entre 30 e 40 anos. Ainda não se a identidade dele.

Ele está enforcado e pendurado em uma corda e lençol amarrados em uma árvore, com a cabeça quase decepada. O corpo está baixo e ajoelhado no chão.

Ainda não se sabe se o caso se trata de suicídio ou assassinato. As circunstâncias serão apuradas pelas autoridades competentes. 

Polícia Militar (PMMS), Polícia Civil, Polícia Científica e funerária estão no local para isolar a área, apurar os fatos da ocorrência, realizar a perícia e retirar o corpo, respectivamente.

O cadáver foi achado há poucas horas e ainda não há boletim de ocorrência sobre o caso.

ARAL MOREIRA (MS)

Mãe de bebê assassinado com foice é transferida para hospital de Dourados

Mãe e filho foram atacados por uma foice no domingo (30); filho faleceu e mãe segue internada

31/08/2026 10h25

Fachada do Hospital da Vida, em Dourados

Fachada do Hospital da Vida, em Dourados Foto: Governo de MS

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Regina Ramires, mãe do bebê de cinco meses morto com golpes de foice, foi transferida do Hospital Municipal de Coronel Sapucaia para o Hospital da Vida em Dourados. 

Ambos ficam a cerca de 175 quilômetros de distância um do outro. O hospital de Dourados tem mais estrutura, suporte e profissionais especializados para lidar com o caso. Regina segue internada em estado grave com ferimentos pelo corpo.

Mãe e filho foram atacados por golpes de foice, na madrugada de domingo (30), em Aral Moreira. O bebê faleceu no local do crime e a mãe foi socorrida com vida e encaminhada ao hospital de Coronel Sapucaia, a 70 quilômetros de distância. 

O assassino é Rafael Romero Escobar, que pertence a mesma vizinhança das vítimas. De acordo com populares, ele confessou o crime e alegou que teria agido por vingança, pelo fato do esposo de Regina e pai do bebê ter queimado sua motocicleta no sábado (29).

HOMICÍDIO

Conforme apurado pela reportagem, a Polícia Civil foi acionada pela Polícia Nacional do Paraguai para auxiliar em uma ocorrência de homicídio e tentativa de homicídio. Então, a equipe policial seguiu até o local, o qual estava preservado pelas autoridades paraguaias.

De acordo com o boletim de ocorrência, o autor, Rafael Romero, invadiu a casa onde estava Regina Ramires (mãe) e seus dois filhos, de 5 meses e de 5 anos e os atacou.

O filho de 5 anos conseguiu fugir da residência e pediu socorro a populares. Em seguida, a Polícia Paraguaia e o Corpo de Bombeiros Militar foram acionados.

Regina foi socorrida pelos bombeiros e encaminhada ao hospital. A foice, com resquícios de sangue, foi apreendida no local dos fatos.

Polícia Científica e Polícia Militar estiveram no local para realizar a perícia e isolar a área. O corpo da criança foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) de Ponta Porã.

O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Aral Moreira como “homicídio qualificado por motivo fútil” e “homicídio qualificado por motivo fútil na forma tentada”.

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