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Homem que tentou matar a própria mãe a facadas é preso em Campo Grande

Idosa de 70 anos foi encaminhada para Santa Casa e não corre risco de morte

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Homem, de 48 anos, que não teve a identidade divulgada, foi preso em flagrante após tentar matar a própria mãe, de 70 anos, em um condomínio localizado no Jardim Veraneio, em Campo Grande.

Ele desferiu golpes de faca contra o pescoço e costas da idosa. Os vizinhos presenciaram a situação e acionaram a Polícia Civil e Corpo de Bombeiros.

Investigadores da Academia de Polícia Civil (Acadepol) e do Grupo de Operações e Investigações (GOI) deslocaram-se rapidamente até o endereço e prenderam o homem.

A mãe foi socorrida pelos bombeiros e encaminhada ao Hospital Santa Casa de Campo Grande. Ela não corre risco de morte.

O filho foi encaminhado à Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), onde está preso e à disposição da justiça.

Ele poderá responder pelos crimes de feminicídio na forma tentada e violência doméstica e familiar.

TENTATIVA DE FEMINICÍDIO

De acordo com o Código Penal brasileiro, a tentativa de feminicídio ocorre quando alguém tenta matar uma mulher pelo fato de ser mulher, ou seja, questões de gênero que envolvem violência doméstica, física, verbal, sexual ou patrimonial. 

A vítima sobrevive por circunstâncias alheias à vontade do agressor, por exemplo, porque foi socorrida a tempo ou porque a tentativa falhou.

Dados divulgados pela Secretaria de Estado e Justiça Pública (Sejusp-MS) apontam que houve 74 tentativas de feminicídio, entre 1º de janeiro e 5 de setembro de 2026, em Mato Grosso do Sul. 

Violência contra mulher deve ser denunciada em qualquer circunstância, seja agressão física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial.

Os números para denúncia são 180 (Atendimento à Mulher), 190 (Polícia Militar) e 153 (Guarda Civil Metropolitana).

O sinal "X" da cor vermelha, escrita na mão, significa que a vítima quer alertar que sofre violência doméstica. Portanto, o cidadão deve ficar atento, acolhê-la e acionar as autoridades. 

Denuncie!

ARAL MOREIRA (MS)

Mãe de bebê assassinado com foice é transferida para hospital de Dourados

Mãe e filho foram atacados por uma foice no domingo (30); filho faleceu e mãe segue internada

31/08/2026 10h25

Fachada do Hospital da Vida, em Dourados

Fachada do Hospital da Vida, em Dourados Foto: Governo de MS

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Regina Ramires, mãe do bebê de cinco meses morto com golpes de foice, foi transferida do Hospital Municipal de Coronel Sapucaia para o Hospital da Vida em Dourados. 

Ambos ficam a cerca de 175 quilômetros de distância um do outro. O hospital de Dourados tem mais estrutura, suporte e profissionais especializados para lidar com o caso. Regina segue internada em estado grave com ferimentos pelo corpo.

Mãe e filho foram atacados por golpes de foice, na madrugada de domingo (30), em Aral Moreira. O bebê faleceu no local do crime e a mãe foi socorrida com vida e encaminhada ao hospital de Coronel Sapucaia, a 70 quilômetros de distância. 

O assassino é Rafael Romero Escobar, que pertence a mesma vizinhança das vítimas. De acordo com populares, ele confessou o crime e alegou que teria agido por vingança, pelo fato do esposo de Regina e pai do bebê ter queimado sua motocicleta no sábado (29).

HOMICÍDIO

Conforme apurado pela reportagem, a Polícia Civil foi acionada pela Polícia Nacional do Paraguai para auxiliar em uma ocorrência de homicídio e tentativa de homicídio. Então, a equipe policial seguiu até o local, o qual estava preservado pelas autoridades paraguaias.

De acordo com o boletim de ocorrência, o autor, Rafael Romero, invadiu a casa onde estava Regina Ramires (mãe) e seus dois filhos, de 5 meses e de 5 anos e os atacou.

O filho de 5 anos conseguiu fugir da residência e pediu socorro a populares. Em seguida, a Polícia Paraguaia e o Corpo de Bombeiros Militar foram acionados.

Regina foi socorrida pelos bombeiros e encaminhada ao hospital. A foice, com resquícios de sangue, foi apreendida no local dos fatos.

Polícia Científica e Polícia Militar estiveram no local para realizar a perícia e isolar a área. O corpo da criança foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) de Ponta Porã.

O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Aral Moreira como “homicídio qualificado por motivo fútil” e “homicídio qualificado por motivo fútil na forma tentada”.

ARAL MOREIRA (MS)

Bebê de cinco meses é morto com foice e mãe fica ferida na fronteira

Autor do crime alegou que teria agido por vingança, pois o pai do bebê queimou sua motocicleta

30/08/2026 15h15

Fachada da Delegacia de Polícia Civil de Aral Moreira

Fachada da Delegacia de Polícia Civil de Aral Moreira DIVULGAÇÃO/PCMS

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Bebê de cinco meses, do sexo masculino, foi morto com golpes de foice, na madrugada deste domingo (30), em Aral Moreira, município localizado a 386 quilômetros de Campo Grande, na fronteira Mato Grosso do Sul (Brasil)/Paraguai.

A mãe da criança, Regina Ramires, também foi agredida e está internada no hospital.

O assassino é Rafael Romero Escobar, que pertence a mesma vizinhança. De acordo com populares, ele confessou o crime e alegou que teria agido por vingança, pelo fato do esposo de Regina e pai do bebê ter queimado sua motocicleta no sábado (29).

Conforme apurado pela reportagem, a Polícia Civil foi acionada pela Polícia Nacional do Paraguai para auxiliar em uma ocorrência de homicídio e tentativa de homicídio. Então, os policiais civis seguiram até o local, o qual estava preservado pelas autoridades paraguaias.

De acordo com o boletim de ocorrência, o autor, Rafael Romero, invadiu a casa onde estava Regina Ramires (mãe) e seus dois filhos, de 5 meses e de 5 anos e os atacou.

O filho de 5 anos conseguiu fugir da residência e pediu socorro a populares. Em seguida, a Polícia Paraguaia e o Corpo de Bombeiros Militar foram acionados.

Regina foi socorrida pelos bombeiros e encaminhada ao hospital. Não se sabe o estado de saúde dela. A foice, com resquícios de sangue, foi apreendida no local dos fatos.

Polícia Científica e Polícia Militar estiveram no local para realizar a perícia e isolar a área. O corpo da criança foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) de Ponta Porã.

O pai do bebê teve que reconhecer o corpo do filho no IMOL. O corpo da criança deve ser liberado nas próximas horas para velório e sepultamento.

O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Aral Moreira como “homicídio qualificado por motivo fútil” e “homicídio qualificado por motivo fútil na forma tentada”.

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