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MS ganha 479 novos policiais militares a partir desta quarta-feira

Grande parte dos policiais serão lotados em Campo Grande e os demais em áreas especializadas, como Choque, BOPE, BPMrv, PMA e DOF

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Mato Grosso do Sul ganha centenas de novos policiais militares a partir desta quarta-feira (18).

Ao todo, 479 soldados, do 37º Curso de Formação de Soldados (CFSD) da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS), se formaram na manhã desta quarta-feira (18), no Comando Geral da Polícia Militar, localizado na avenida Desembargador Leão Neto do Carmo, número 1203, Jardim Veraneio, Campo Grande.

Durante a solenidade militar, houve desfile da tropa e guarda de honra. Ao todo, três mil pessoas, entre civis e militares, compareceram no evento.

Os militares formados são do último concurso público, realizado entre setembro de 2022 e agosto de 2023.

Esta é a maior turma feminina de soldados já formada na história da PMMS e a primeira a exigir curso de nível superior.

Primeiro colocado do curso prestando continência ao governador. Foto: Marcelo Victor

Grande parte dos policiais serão lotados em Campo Grande e os demais em áreas especializadas, como Batalhão de Choque (BPMChoque), Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Polícia Militar Ambiental (PMA), Departamento de Operações de Fronteira (DOF), Polícia Militar Rodoviária (BPMrv), entre outros.

O curso de formação ocorreu de 15 de janeiro a 16 de setembro de 2024 no Centro de Ensino, Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar (CEFAP).

Ao todo, foram oito meses e 2.192 horas-aula de instruções teóricas e práticas militares. O curso de formação custou R$ 2.367.000,00 aos cofres públicos.

Algumas das disciplinas teóricas que constaram na grade curricular são Direitos Humanos, Direito Constitucional e Administrativo, Direito Penal, Defesa Pessoal, Atendimento Pré-Hospitalar, Psicologia e Saúde Mental, Educação Física, Policiamento de Choque, entre outras.

O salário de soldado da Polícia Militar é de R$ 5.451,00.

De acordo com o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, o policial militar, em uma operação, cai atirando e se levanta trocando o carregador da arma.

“Vocês saíram da condição de civil para se tornarem policiais militares do estado que tem a honra de ser sim a melhor polícia militar do Brasil e a gente fala isso com muito orgulho. A segurança pública é fundamental para tudo o que realizamos no Estado, não tenho medo de errar em investir na segurança pública do Estado de Mato Grosso do Sul”, saudou o governador.

De acordo com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, os policiais têm a missão de proporcionar segurança pública a toda a população de Mato Grosso do Sul.

“Eu fico orgulhoso de ter esses novos policiais nesse nível de excelência. Vocês são a melhor polícia militar do Brasil, certamente. Nós os recebemos civis, vocês nos emprestaram seus filhos, esposos e familiares e estão recebendo um policial que tem a missão não apenas de defender vocês, mas a toda família do Mato Grosso do Sul”, ressaltou o secretário.

O primeiro colocado do curso de formação é o SD PM Jean Fernando Vernaschi Lemes, o segundo é o SD PM Afonso Henrique Rocha Perrupato e o terceiro é o SD PM Rodrigo Monteiro Gomes de Moura. 

Em 2025, Mato Grosso do Sul ganhará mais 500 soldados da PMMS. Os novos militares são da segunda turma, remanescentes do concurso público de 2022, que começarão o curso de formação em 7 de outubro de 2024, com previsão de término em junho de 2025.

Polícia

Lula diz que vive 'melhor momento' político da Presidência e da relação com parlamentares

Em seu discurso na cerimônia desta sexta-feira, 6, Lula cobrou prefeitos e militantes aliados que se engajem na disputa eleitoral

06/02/2026 23h00

Crédito: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vive o seu "melhor momento do ponto de vista político", além de também se sentir melhor fisicamente em relação a mais de 20 anos atrás, quando foi eleito presidente da República. Lula afirmou que também é o melhor momento de relação com os parlamentares.

"Eu vivo meu melhor momento do ponto de vista político, do exercício da minha Presidência, da minha relação com os companheiros parlamentares de todos os partidos políticos. Não tenho inimigos. Só é meu inimigo quem quiser ser. E se quiser, seja de graça, porque não vou pagar para ser meu inimigo", afirmou o presidente durante entrega de ambulâncias e equipamentos do Novo PAC Saúde em Salvador (BA).

"Tenho 80 anos, hoje estou melhor fisicamente do que quando fui eleito presidente em 2003. Naquele tempo, andava na esteira a 4km/h cansando e bufando. Hoje, com 80 anos, ando a 6km/h, com 5º de inclinação, faço musculação porque determinei que vou viver até os 120 anos", afirmou.

Em seu discurso na cerimônia desta sexta-feira, 6, Lula cobrou prefeitos e militantes aliados que se engajem na disputa eleitoral deste ano a seu favor. Repetiu que será uma eleição da "verdade contra a mentira" e "do bem contra o mal".

"Este ano não é um ano de eleição. É o ano da verdade. É o ano em que a gente vai ter que provar que a verdade e o bem pode vencer o mal e a mentira. Cabe a vocês prefeitos, vereadores, dirigentes sindicais, mulheres e homens deste País não permitir que haja uma prevalência da mentira. Não é possível conviver com a quantidade de mentiras que essas pessoas falam todos os dias", declarou.

Lula disse que sua campanha será focada em fazer "comparação em cada área, tudo o que aconteceu no País depois do impeachment, três anos de (Michel Temer) e quatro da coisa que governou este País (Jair Bolsonaro)".

"Quero fazer comparação de qual foi o presidente que mais teve relação com prefeitos na história. Nunca perguntei para um prefeito que partido ele é. Isso não me interessa, o que me interessa é se a cidade dele está precisando, se tem um projeto bom", declarou.

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Polícia

Escala 6x1 não tem impacto fiscal, mas tarifa zero tem, diz Haddad, citando medida sustentável

O ministro defendeu nesta sexta-feira, 6, que o cumprimento de promessas de campanha seja feito de maneira responsável e com sustentação

06/02/2026 22h00

Crédito: Marcelo Camargo / Agência Brasil

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta sexta-feira, 6, que o cumprimento de promessas de campanha seja feito de maneira responsável e com sustentação. O ministro citou a aprovação de projetos, como o aumento da isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5 mil.

"(Escutei): 'Haddad é uma promessa, tem de fazer e ponto'. Eu sei, companheiro. Eu não estou dizendo que não vou fazer. Eu estou pedindo tempo para fazer direito (...) Vou trabalhar para a gente fazer uma coisa sustentável. Estou pedindo tempo para fazer bem feito", declarou o ministro em Salvador (BA), durante evento de celebração do aniversário de 46 anos do PT.

Em tom eleitoral, Haddad afirmou que o grupo cumprirá a "promessa de campanha do jeito certo", mas voltou a dizer que ainda estuda como mitigar a tarifa zero para transporte público antes de incluir no plano de governo.

"A escala 6x1 não tem impacto fiscal. Mas, por exemplo, as tarifas zero têm. Então, eu preciso desenhar um programa que tenha consistência. Se não tiver consistência, vai ter de voltar atrás. Agora, se for uma coisa consistente, sustentável, como é que vamos financiar o transporte público se não for por tarifa?", perguntou o ministro da Fazenda.

E continuou: "Tem jeito? Tem. Temos de desenhar isso. Não é uma coisa simples abdicar da tarifa para financiar um serviço público. Mas estamos trabalhando em cenários que permitirão ou não ao presidente incluir, ou não, essa proposta do seu plano de governo."

Haddad disse também que nenhuma medida da Fazenda visou à "concessão para A, B ou C", mas para construir uma trajetória sustentável dos indicadores econômicos.

Defesa das contas públicas

Afirmou ainda que sempre defendeu a reorganização das contas públicas. "Se eu estiver aqui ou na Faria Lima, vou estar falando a mesma coisa, porque senão você não vai ter credibilidade. Sou a favor, desde o começo do governo, da reconstrução das contas públicas."

Crítica à condução econômica do governo Bolsonaro

Haddad voltou a criticar a condução econômica do governo Jair Bolsonaro (PL) e afirmou que o Brasil não está numa "situação normal" de alternância de poder, por conta das medidas adotadas pelos adversários.

"Não estamos numa situação normal, em que você tem uma alternância no poder e você tem uma mudança de trajetória, mas consistente com uma visão de bem-estar, uma visão de enfrentamento das mazelas sociais", falou o ministro.
 

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