Polícia

SUPOSTO ATENTADO

Polícia Federal detém deputado Loester Trutis em operação em Campo Grande

Deputado do PSL foi detido por posse ilegal de arma de fogo, durante investigação contra suposto atentado ocorrido em fevereiro

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O deputado federal Loester Trutis (PSL), foi detido na manhã desta quinta-feira (12) pela Polícia Federal. Ele é um dos alvos da Operação Tracker da Polícia Federal, que investiga suposto atentado contra o próprio deputado, ocorrido em 16 de fevereiro deste ano.  

Trutis, conforme apurou o Correio do Estado, foi detido por posse ilegal de armas de fogo, encontradas durante cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua casa, em Campo Grande. Ele deve pagar fiança, e ser libertado ainda nesta quinta-feira. As armas encontradas são de uso restrito das forças de segurança. 

Os dez mandados de busca e apreensão foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que comanda o inquérito que investiga o atentado contra o parlamentar. A investigação está sob sigilo, mas o Correio apurou que a Polícia Federal ainda não encontrou provas da autoria do atentado.  

Em abril do ano passado, o Correio noticiou que a hipótese de que o atentado tivesse sido forjado, era uma das linhas de investigação da Polícia Federal, além da busca por possíveis autores.  

Trutis, no dia 16 de Fevereiro, foi às redes sociais, e reivindicou ter sido alvo de uma emboscada na BR-060, entre Campo Grande e Sidrolândia. O carro em que ele estava, um Toyota Corolla, foi alvo de vários disparos, nenhum deles acertou o deputado ou seus assessores.  

O Correio do Estado procurou o deputado federal para mais esclarecimentos. Ainda não obteve resposta.

Nestas eleições para prefeito de Campo Grande, Trutis tentou candidatar-se, mas teve seu pleito indeferido pela Justiça Federal, após longa batalha com seu correligionário, o vereador Vinícius Siqueira, que assumiu a candidatura. 

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Crime

Homem é detido após lavar mandiocas em pia batismal de igreja em MS

Segundo a PM, suspeito teria xingado padre, se recusado a deixar o templo e resistido à abordagem policial

14/08/2026 14h30

Situação aconteceu em Antônio João

Situação aconteceu em Antônio João Reprodução/

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Um homem foi detido após entrar em uma igreja católica e usar a água da pia batismal para lavar raízes de mandioca, em Antônio João, a cerca de 320 quilômetros de Campo Grande. O caso foi registrado pela Polícia Militar e envolveu acusações de resistência, perturbação do sossego e discriminação religiosa.

Segundo o boletim de ocorrência, a PM foi acionada para atender à situação dentro da igreja. O padre José Eduardo relatou aos policiais que o homem entrou na igreja carregando um balde e começou a enchê-lo com água para lavar as mandiocas.

O religioso teria pedido que ele pegasse a água e deixasse o local. Conforme o relato, porém, o homem se recusou a sair e, em seguida, levou as raízes até o tanque batismal, onde passou a lavá-las.

Ainda segundo a ocorrência, durante o episódio, o homem teria proferido xingamentos contra o padre. O religioso também afirmou que, em determinado momento, o suspeito tentou atingi-lo com o balde.

A PM realizou buscas nas proximidades e localizou o homem, identificado como Ronaldo Machado da Silva. Ele estava com um balde contendo aproximadamente 13 pedaços de raízes de mandioca.

Abordagem

De acordo com a Polícia Militar, durante a abordagem, o homem apresentou comportamento agitado e agressivo e resistiu à ação policial. Os agentes utilizaram instrumentos de menor potencial ofensivo e algemas.

O homem foi encaminhado à autoridade competente para os procedimentos cabíveis. O caso foi registrado como resistência, perturbação do trabalho ou do sossego alheio.

Tráfico

PF apreende quase 5 kg de drogas sintéticas em ações contra tráfico internacional em Corumbá

Quatro bolivianos foram presos em flagrantes distintos; entorpecentes teriam como destino Santa Cruz de la Sierra

13/08/2026 14h00

Reprodução PF

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A Polícia Federal (PF), em ação conjunta com a Receita Federal, apreendeu quase 5 quilos de drogas sintéticas em duas operações realizadas em Corumbá, na fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia. Quatro bolivianos foram presos durante os flagrantes.

As apreensões ocorreram em ações integradas de inteligência, investigação e fiscalização. Ao todo, foram encontrados aproximadamente 3,9 quilos e 1 quilo de substâncias com características compatíveis com ecstasy, incluindo MDA, MDMA e MDEA, em formas como pó, cristais e outros materiais sólidos.

Segundo as investigações, os entorpecentes teriam como destino o mercado boliviano, principalmente a cidade de Santa Cruz de la Sierra. A origem das drogas é investigada, mas os primeiros elementos levantados indicam que os carregamentos podem ter saído da região Sudeste do Brasil.

A PF também apura o uso de uma estratégia conhecida como logística reversa do tráfico, utilizada por organizações criminosas para dificultar a identificação da origem, do destino e dos responsáveis pelas remessas de drogas.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e esclarecer toda a cadeia logística utilizada no transporte dos entorpecentes até a região de fronteira.

As substâncias apreendidas serão submetidas aos procedimentos periciais para confirmação da composição e das quantidades.

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