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Pré-candidato pelo PT, Delcídio afirma que vice será do PR

Pré-candidato pelo PT, Delcídio afirma que vice será do PR

Jéssica Benitez

26/05/2014 - 11h05
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No encontro regional do Partido da República, nesta manhã, o pré-candidato ao governo do Estado pelo PT, senador Delcídio do Amaral afirmou que a indicação de seu vice será do PR, assim como a participação numa aliança para proporcional forte e também na futura administração estadual.

Delcídio disse ainda que já conversou com o PT e ressaltou que vai honrar os compromissos assumidos durante os entendimentos com os correligionários do PR.

O PR irá pesquisar com cada diretório municipal sugestões para o nome que indicará ao cargo de vice-governador.

Ao abrir o encontro estadual do PR nesta manhã, o presidente regional Londres Machado destacou que preside a legenda há mais de dez anos e que sempre esta sempre vitoriosa daí o porquê de ser ''cobiçada'' pelos candidatos que ''desejam chegar ao poder''.

Perante a um plenário lotado de filiados - são mais de 400 participantes -, Londres fez uma explanação sobre os entendimentos com os pre-candidatos ao Governo do Estado.

Ele disse que há 1 ano e 3 meses foi procurado por Nelson Trad Filho, quando este desejava se lançar candidato ao Governo. "Depois nunca mais procurou o PR''.

Também disse que Reinaldo Azambuja o procurou quando tinha interesse em disputar o Senado. Depois de decidir disputar o Governo também, segundo Londres, não mais procurou o PR.

O PR tem sete vices, sete prefeitos, um deputado federal e 73 vereadores em Mato Grosso do Sul.

zona de conflito

Libaneses ligados a MS seguem em alerta, apesar de cessar-fogo

Familiares de Campo Grande e pessoas que ainda moram no Líbano continuam apreensivos diante do cenário de instabilidade na guerra entre Israel e o Hezbollah

12/10/2026 09h12

Márcio Jamil esteve em agosto no Líbano para visitar suas irmãs e sua mãe, que moram lá desde 1994

Márcio Jamil esteve em agosto no Líbano para visitar suas irmãs e sua mãe, que moram lá desde 1994 arquivo pessoal

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Desde junho, Israel e o Hezbollah, grupo terrorista que é do Líbano, estão em cessar-fogo. No entanto, mesmo que os bombardeios tenham sido reduzidos gradativamente em relação ao primeiro semestre deste ano, libaneses com ligações com Campo Grande relatam que o perigo e o medo ainda existem diante do cenário de instabilidade da guerra.

Há pouco mais de sete meses, o Correio do Estado reportou a preocupação de famílias com conexões campo-grandenses e libanesas em meio à guerra no Oriente Médio. 

Diante do número de mortos e feridos que aumentava dia após dia nos países envolvidos no conflito, um cessar-fogo foi acordado entre Israel e o Líbano, intermediado pelos Estados Unidos. Porém, a continuidade de relatos de violências mútuas e ataques esporádicos tornaram o acordo algo mais teórico do que prático, sendo costumeiramente quebrado.

FAMILIARES

Secretário da Junta Militar, Márcio Jamil nasceu em Campo Grande, mas tem raízes libanesas, e sua mãe e sua irmã moram no país asiático desde 1994, na cidade de Zahlé, que fica a 30 quilômetros da área dos bombardeios. Ao Correio do Estado, ele contou que a quantidade de mísseis lançados diminuiu com o cessar-fogo, mas a região sul ainda tem sofrido com algumas tentativas.

“Não vou falar que terminou a guerra, mas está bem mais calmo. Acho que se atribui isso às negociações que estavam havendo, porque aparentemente eles conseguiram o que eles queriam, que era acabar com o sul do Líbano. Então, eu acredito que pode ser a intervenção dos países, pedindo uma trégua para ver se conseguem resolver a situação do Líbano”, disse à reportagem.

O comentário feito por Márcio Jamil realmente se confirma. Na segunda-feira, Israel voltou a bombardear o sul do Líbano, resultando na morte de uma pessoa e 12 feridos. Segundo o exército israelense, o ataque foi uma resposta a flagrantes violações do acordo de cessar-fogo por parte do Hezbollah.

Antes do retorno desses momentos de tensão, Márcio Jamil aproveitou o cessar-fogo e visitou o Líbano por duas semanas, em agosto. Se antes, em março, ele relatava que a tensão estava “maior que nos outros momentos”, agora ele conta que a “situação aparentemente já está melhor” e que “graças a Deus está todo mundo bem”.

ABDALA E CÔNSUL

Intérprete das Nações Unidas no sul do Líbano e orientador da religião muçulmana, Abdala Dakour nasceu e mora no Líbano, mas mantém conexões em Campo Grande por já ter morado na capital sul-mato-grossense e ainda ter uma propriedade na Rua 14 de Julho, além de um sobrinho residir no Município.

Atualmente, Dakour mora com seus filhos e sua esposa em Rafid, uma vila no distrito de Rashaya com habitantes predominantemente muçulmanos sunitas. Mesmo sem pisar em Campo Grande desde 2001, o líder religioso pensa em voltar à cidade ainda este ano ou em 2027, mas depende dos imbróglios políticos libaneses.

Em nova conversa com o Correio do Estado, ele relata que a situação está um “pouco melhor”, mas que a continuidade desse momento menos tenso “depende da política do Trump”, fazendo uma referência às mediações feitas pelos Estados Unidos nos últimos meses nas negociações de paz entre Israel e Líbano. Inclusive, o bombardeio de segunda-feira ocorreu um dia depois de mais uma rodada de negociações de paz entre os dois países.

Cônsul honorário do Líbano em Mato Grosso do Sul, Eid Toufic Anbar também conversou com a reportagem sobre o momento atual. 

“Os bombardeios continuam onde tem pessoas dos partidos Hezbollah e Hamas, que são financiados pelo Irã e estão infiltrados no meio dos libaneses. Além do sul, os bombardeios têm ocorrido também na capital do Líbano”, contou.

TRÊS ANOS

Na semana passada, a guerra no Oriente Médio completou três anos, após os ataques do grupo Hamas (movimento político e militar palestino sunita) ao sul de Israel, a partir de Gaza. A operação resultou na morte de aproximadamente 1.200 pessoas e no sequestro de 251 reféns. 

Em resposta, bombardeios comandados por Benjamin Netanyahu, líder israelense, mataram mais de 74 mil palestinos.

Em 9 de outubro de 2025, cerca de dois anos depois das ofensivas, um acordo de cessar-fogo, considerado extremamente frágil, foi oficializado, com o intermédio dos Estados Unidos. 

Desde então, quase 1.500 pessoas morreram, média de quatro óbitos por dia.

risco permanente

Empresário morto em acidente de moto em MS será sepulato do PR

Acidente com uma motocicleta de altas cilindradas aconteceu no entroncamento da BR-267 com a BR-163, em Nova Alvorada do Sul

12/10/2026 08h22

Fabrício Gustavo Silvino Barbosa, de 34 anos, será sepultado na cidade de Morumbi, no interior do Paraná

Fabrício Gustavo Silvino Barbosa, de 34 anos, será sepultado na cidade de Morumbi, no interior do Paraná

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Fabrício Gustavo Silvino Barbosa, de 34 anos, dono de um lava-jato em Nova Alvorada do Sul, morreu após sofrer um acidente com sua moto de alta cilindrada na tarde deste domingo (11), no entroncamento da BR-267 com a BR-163, na saída de Nova Alvorada do Sul para Dourados e Bataguassu. Ele será sepultado no interior do Paraná.

Segundo informações do site Alvorada Informa, o motociclista estava almoçando com familiares e saiu para fazer uma compra no posto Jumbo, na BR-267. Ao retornar para a cidade, perdeu o controle da moto na rotatória e teria batido com a cabeça em um poste de iluminação pública. O capacete se soltou e ele sofreu traumatismo craniano e outras fraturas.

Fabrício chegou a ser reanimado pelos socorristas do Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Hospital Municipal Francisca Ortega, mas cerca de três horas depois foi anunciada sua morte.

Conforme anúncio da Pax Primavera, ele foi velado durante quatro horas na capela da empresa em Nova Alvorada do Sul e, ainda durante a madrugada desta segunda-feira (12) o corpo foi levado para a cidade de Marumbi, no Paraná, onde será sepultado.

As circunstâncias do acidente ainda não foram divulgadas e a Polícia Civil estava em busca de imagens de câmeras instaladas na região para tentar descobrir se algum outro veículo teve participação no acidente. As imagens também podem revelar se o acidente foi resultado de um possível excesso de velocidade, já que a motocicleta conduzida é de alta cilindrada.

Embora o acidente tenha acontecido na BR-267, as imagens da concessionária que controla a BR-163 podem ajudar na investigação, já que a fatalidade aconteceu na rotatória que serve de entroncamento para as duas rodovias. 
 

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