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Predador sexual do Coronel Antonino confessa ter cometido abusos

Homem foi preso em 2017 por estupro e havia deixado a prisão há apenas 2 meses

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Maicon José Rodrigues de Souza, de 36 anos, foi preso na tarde de ontem (9) por uma equipe do Batalhão de Choque da Polícia Militar e confessou ter importunado e abusado sexualmente de ao menos três vítimas na última semana.

Conforme detalhou o Comandante Major Cleyton da Silva Santos, Maicon saiu do trabalho durante o horário de almoço e, por volta o 12h, se aproximou de uma menina de 9 anos que andava de bicicleta em frente de casa, no bairro Coronel Antonino. Maicon perguntou se a criança já tinha pêlos nas partes íntimas e, logo em seguida, passou a mão por baixo da saia da garota. Ela lhe deu um tapa e ele fugiu do local.

Pouco tempo depois, por volta das 12h35, uma adolescente de 17 anos foi vítima de Maicon, que se aproximou, fez perguntas cunho sexual e mostrou o pênis.

Após a repercussão dos dois casos de ontem, a Polícia Militar teve conhecimento de outra vítima recente. Na quarta-feira (7), uma mulher de 25 anos estava em seu carro quando Maicon parou sua moto e começou a se masturbar.

Modus operandi

Todos os crimes ocorreram no Coronel Antonino, com poucos quilômetros de diferença, e durante o horário de almoço de Maicon, que trabalhava em uma estética automotiva na região.

Segundo apurou a Polícia Militar, o homem saía deliberadamente à "caça" de possíveis vítimas. Para isso, ele chegava a tampar a placa da moto com fita isolante. Além disso, Maicon chegou a jogar fora a camiseta utilizada nos crimes e retirou os adesivos do seu capacete.

No entanto, apesar da tentativa de que o veículo não fosse identificado, os policiais conseguiram identificar a placa e encontraram a moto no local de trabalho do suspeito. 

A princípio, Maicon negou ser o abusador, mas, após os policiais explicarem que haviam conseguido identificar a motocicleta, ele confessou ser o autor dos crimes.

Reincidente

No momento da prisão, os policiais constataram que Maicon utilizava tornozeleira eletrônica e passava por ressocialização. 

Em 2017, le havia sido preso por estupro apos agarrar e ejacular em uma mulher na rua. Ele ficou detido até novembro de 2025, quando foi liberado para responder pelo crime em regime aberto.

Pelos casos cometidos nesta última semana, ele responderá a inquéritos por importunação sexual à mulher de 25 anos e à adolescente de 17 e por estupro de vulnerável pelo abuso sexual cometido contra a menina de 9 anos.

A Polícia Militar não descarta a possibilidade de haver outras vítimas e espera que com a repercussão do caso mais denúncias sejam feitas.

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BNDES financia R$ 1,98 bi para Bram construir 6 navios de apoio fretados pela Petrobras

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bi

21/01/2026 19h00

Sede da Petrobrás

Sede da Petrobrás Imagem: Agência Petrobras

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 1,981 bilhão para a Bram Offshore Transportes Marítimos construir seis embarcações híbridas de apoio marítimo à produção offshore de petróleo e gás, que serão afretadas pela Petrobras, informou o banco nesta quarta-feira, 21.

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bilhões.

Já as embarcações de apoio financiadas pelo BNDES decorrem de contratos da Petrobras para afretamento por 12 anos, e serão utilizadas para o transporte de suprimentos entre as plataformas de perfuração ou produção em alto mar e as bases em terra. A construção será no Estaleiro Navship, em Navegantes, Região Metropolitana da Foz do Rio Itajaí, em Santa Catarina.

A propulsão dos navios será híbrida, do tipo diesel-elétrica, com bancos de baterias que fornecerão energia suficiente para que, sem outra fonte, sejam capazes de manter a embarcação em posição por um tempo preestabelecido. Também serão dotadas de conector elétrico capaz de receber energia diretamente do porto, quando atracadas.

"O apoio do BNDES contribui para desenvolver e capacitar com emprego de tecnologias mais avançadas o parque nacional de estaleiros, a partir da produção de embarcações com banco de baterias e motores elétricos, que reduzem as emissões de gases de efeito estufa", afirmou em nota o presidente do banco, Aloizio Mercadante.

Segundo o BNDES, os recursos virão do Fundo da Marinha Mercante (FMM). A Bram vai adquirir, até julho de 2028, 6 embarcações da classe PSV 5000. Com o projeto, a expectativa é de criação de 620 empregos diretos no estaleiro durante a construção das embarcações e de 190 empregos diretos na Bram na fase operacional delas.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, no Estaleiro Navship, pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em cerimônia com a presença da diretora de Infraestrutura e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa.

"Esse tipo de investimento só acontece em um País que voltou a ter estabilidade econômica e confiança para investir. O resultado não poderia ser melhor: estaleiros cheios, mais de 50 mil empregos gerados no setor em 2025 e o fortalecimento da nossa economia", disse na ocasião o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

A Bram Offshore Transportes Marítimos Ltda é uma empresa do grupo americano Edison Chouest, de capital fechado, com presença no Brasil desde 1991. Atualmente, é a maior companhia de apoio offshore do país, operando uma frota de 77 embarcações.

Ponta Porã

Fronteira: PF deflagra operação contra uso irregular de substâncias químicas

Investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque

21/01/2026 18h20

Foto: Divulgação

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A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (21), uma operação contra empresas suspeitas de utilizar estruturas de fachada para o manuseio irregular de substâncias química, ação realizada em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai.

A investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque, que transportavam líquido transparente identificado como NAFTA, comumente empregada na adulteração de combustíveis. 

A ação contou com o apoio de fiscais da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e cumpriu mandados de busca e apreensão e a suspensão de atividades ilegais.

Operação visa prevenir práticas ilícitas, proteger o consumidor e fortalecer a coleta de provas para o aprofundamento das investigações. As apurações seguem em andamento, sob sigilo.

A substância apreendida estava em desacordo com as notas fiscais. Há indícios de que o líquido era carregado e armazenado clandestinamente em imóveis ligados às empresas investigadas.

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