Cidades

CHUVAS INTENSAS

Temporal destrói parte da cidade e prefeita de Sonora decreta emergência

Município registrou temporal nos dias 7 e 8 de janeiro, que causaram alagamentos, erosões e outros estragos

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A prefeita de Sonora, Maria Clarice Ewerling, decretou situação de emergência no Município, devido à diversos estragos causados pelas chuvas intensas que caíram na cidade na última terça-feira (7). O decreto é válido por 120 dias.

O decreto foi publicado nesta quinta-feira (9) em Diário Oficial.

Conforme a publicação, a forte chuva causou impactos em ruas, casas, comércios e prédios públicos nas zonas urbana e rural.

Entre os impactos, estão listados alagamentos, erosões, rompimento de pavimentação asfáltica urbana e de tubulações em estradas vicinais e acesso ao balneário interrompido.

Desta forma, por considerar "urgente necessidade de adoção de medidas para mitigação dos danos econômicos e sociais decorrentes da chuva extrema", além da "necessidade de garantir e manter a continuidade do serviço público, a segurança de pessoas, o bem-estar social no município", foi declarada a situação de emergência.

Com ele, fica autorizada a mobilização de todos os órgãos municipais para atuar sob a coordenação da Defesa Civil, com objetivo de executar de medidas de resposta e recuperação dos impactos causados.

Também fica autorizada a solicitação de apoio estadual e federal para obtenção de recursos financeiros e técnicos destinados ao
suporte à população e à recuperação das áreas afetadas.

Além disso, a prefeitura pode convocar voluntários para reforçar as ações de resposta e a realização de campanhas de
arrecadação de recursos perante a comunidade com objetivo de facilitar as ações de assistência a população.

Conforme determina a lei, nos casos de emergência ou de calamidade pública, quando caracterizada urgência no atendimento de situação que possa ocasionar prejuízos ou comprometer a continuidade dos serviços públicos ou a segurança de pessoas, ficam dispensadas de licitação as obras, serviços, equipamentos, entre outros, públicos ou particulares, e somente para aquisição dos bens necessários ao atendimento da situação emergencial e para as parcelas de obras e serviços que possam ser concluídas no prazo máximo de um ano, contado da data de ocorrência da emergência ou da calamidade.

Temporal

Na terça-feira (7), foram cerca de 60 milímetros de chuva em um curto espaço de tempo, que causaram enxurradas e alagamentos em vários pontos da cidade, deixando estradas intransitáveis, além da água invadir casas de moradores e prédios públicos.

A chuva continuou na quarta-feira (8). Conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Sonora foi a décima cidade do País com o maior acumulado de chuva no dia, com 67 mm.

Ainda segundo o Inmet, a previsão para os próximos dias é de mais chuva, com trovoadas isoladas, pelo menos até segunda-feira (13).

temporada 2026

Pesca de tainha na modalidade arrasto de praia está suspensa

Medida foi tomada após país atingir limite de 90% da cota para 2026

07/06/2026 20h00

Pesca de tainha na modalidade arrasto de praia está suspensa

Pesca de tainha na modalidade arrasto de praia está suspensa Foto: Brenda Uliano/MPA

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O Ministério da Pesca e Aquicultura informou que a pesca de tainha (Mugil liza), na modalidade arrasto de praia, deve ser suspensa a partir deste domingo (7).

De acordo com o ministério, a medida é necessária após o país atingir o limite coletivo de 90% da cota autorizada para a temporada de pesca de 2026.

A cota de 8.168 toneladas foi definida em uma portaria conjunta entre os ministérios da Pesca e do Meio Ambiente.

“A medida possui caráter preventivo e tem por objetivo evitar o excedente da cota de captura estabelecida para a modalidade”, informou a pasta.

Conforme as orientações do ministério, os barcos que estão no mar devem realizar o desembarque do pescado no prazo de 24 horas após a captura.

Após o período, os pescadores poderão retomar a pesca das demais espécies.

O procedimento adotado pelo ministério foi consolidado a partir de informações que constam no Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha.

Por terminação de lei, empresas pesqueiras devem reportar ao governo a quantidade de pescado que foi retirada do mar.

TRAGÉDIA

Um ano após morte da irmã, ciclista morre durante prova de mountain bike em MS

Homem passou mal durante o percurso e foi encontrado já em óbito por outros competidores; irmã morreu em acidente ocorrido há exatamente um ano

07/06/2026 17h33

Empresário participava de competição de moutain bike

Empresário participava de competição de moutain bike Foto: Reprodução / redes sociais

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O empresário Marcelo Costa de Souza, 42 anos, morreu após passar mal durante uma prova de mountain bike neste domingo (7), em Nova Andradina. A morte ocorreu um ano após a morte da irmã do ciclista, que faleceu em acidente de trânsito no dia 6 de junho do ano passado.

De acordo com informações do site Nova News, o ciclista, conhecido como Pitú, morava em Ivinhema e estava em Nova Andradina para participar da competição.

Ele fez a largada normalmente, junto aos demais competidos. Durante o percurso, alguns colegas perceberam a ausência do colega e retornaram parte do trajeto para procurá-lo, encontrando o ciclista caído.

Souza utilizava um equipamento de GPS e monitoramento e, no momento em que foi encontrado, os amigos perceberam que não havia mais registro de batimentos cardíacos.

Equipes de socorro que trabalhavam no evento realizaram os primeiros socorros e militares do Corpo de Bombeiros fizeram o transporte da vítima até um hospital. 

Foram feitas manobras de ressuscitação por cerca de 40 minutos, mas não houve reação e foi constatado o óbito.

As causas e circunstâncias da morte serão investigadas, mas a suspeita inicial é de que ele tenha sofrido um mal súbito e parada cardiorrespiratória durante a prova.

Segundo o site Vale do Ivinhema, Marcelo Costa de Souza era empresário no ramo automotivo e bastante conhecido na cidade.

Morte da irmã

No dia 6 de junho do ano passado, uma das irmãs do empresário, Marciele Costa de Souza,36 anos, morreu em um acidente na BR-376, próximo ao distrito de Vila Amandina.

Na ocasião, Marciele era passageira de um Corolla, que tinha como motorista um rapaz de 23 anos. Conforme informações divulgadas pela PRF na época, por motivos desconhecidos, o motorista perdeu o controle da direção, o carro saiu da pista e capotou diversas vezes.

Durante a capotagem, Marciele foi arremessada para fora do veículo e morreu na hora. Já o condutor teve ferimentos considerados leves e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros.

Empresário participava de competição de moutain bikeMarciele Souza morreu em acidente ocorrido no dia 6 de juno de 2025 (Foto: Iviagora / Arquivo)

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