Depois de 30 dias de reforma, a Lojas Americanas reabre as portas na próxima quinta-feira (23). A loja, localizada na Rua Marechal Rondon, ao lado do Pátio, o Shopping do Centro, passou 10 dias fechada e abre as portas totalmente reformada nesta semana a partir das 10h.
Essa é uma das 29 lojas da franquia espalhadas pelo Mato Grosso do Sul, sendo quatro delas em Campo Grande.
Loja reabre na próxima quinta-feira (23) às 10h em Campo Grande / FOTO: Gerson Oliveira/Correio do EstadoA loja teve sua área de vendas otimizada, com um novo layout que melhora a circulação dos clientes para fornecer uma experiência de compra ainda mais fluida.
A unidade oferece, ainda, uma ampla gama de produtos variados, como de alimentos, bebidas, higiene pessoal, beleza, brinquedos, papelaria, utilidades domésticas, entre outros, atendendo às necessidades de cada consumidor.
A loja também tem um espaço destinado ao atendimento virtual, e uma categoria chamada de "Prateleira Infinita", que amplia a variedade física ao disponibilizar produtos do digital diretamente no ponto de venda.
A estratégia faz parte de ações voltadas à estabilização de bases físicas da franquia, após o fechamento de mais de 300 lojas em todo o País.
De acordo com o presidente da Companhia, Fernando Soares, esse ciclo deve ser voltado à reestruturação e reorganização para uma retomada no número de consumidores.
Virtual
Atualmente, a Americanas opera em mais de 800 cidades e registra aproximadamente 95 milhões de visitas mensais, considerando lojas físicas, site e aplicativo. A base digital também inclui mais de 35 milhões de seguidores nas redes sociais.
Além da expansão física, a Americanas aposta na evolução do canal digital. Hoje, contudo, o digital representa apenas cerca de 4% das vendas totais.
Segundo Soares, o foco é elevar a frequência e o tíquete médio dos consumidores, mais do que a aquisição de novos clientes. Nesse contexto, iniciativas como o programa Cliente A tendem a ampliar o gasto e a recorrência nas lojas.
A Americanas avalia que sua rede de lojas físicas pode ser utilizada como plataforma logística para parceiros, em um movimento que reforça o papel das unidades como hubs de distribuição dentro do novo modelo de negócios da companhia.
Segundo Soares, a capilaridade da empresa abre espaço para parcerias com plataformas digitais interessadas em ampliar sua presença no País.
"Será que algum marketplace não precisa de cerca de 1.500 pontos de entrega no Brasil? Eu acho que sim", afirmou o executivo, durante teleconferência.
*com informações Estadão Conteúdo


