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CIDADE MORENA

Prefeitura paga R$ 18,72 no kg do frango da alimentação escolar

Mais de R$ 2 milhões são gastos em sassami enviado para Superintendência que destina alimento para compôr a merenda do município de Campo Grande

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Após ajustes e realinhamentos em contrato com a empresa S.E de Oliveira, a prefeitura municipal de Campo Grande conseguiu fechar o preço do quilo do frango - que segundo o Executivo vai direto para a merenda escolar - em R$ 18,72.

Mais recente, o Correio do Estado abordou que, o valor da contratação inicial - firmada em R$ 1.305.505,35 -, saltou para R$ 2.011.445,28, conforme texto publicado no Diário Oficial de Campo Grande da última quarta-feira (06)

Ou seja, houve um aumento recente de 54% no contrato firmado em 23 de abril, pouco mais de R$ 705 mil de acréscimo pago após o reequilíbrio entre o município e a Empresa S.E. de Oliveira Avila Ltda. 

Em reposta, a prefeitura afirma que, apesar do contrato firmado em abril deste ano, esse deriva de um pregão, aberto ainda no quarto mês de 2023, "que gerou a ATA 87/2023 publicada em agosto de 2023, com preço do kg do Frango a R$ 12,15", expõe. 

Através da Secretaria Municipal de Educação (Semed), o Executivo detalha que o reequilíbrio pedido pelo fornecedor era quase oito reais mais caro do que esse valor inicial de R$ 12. 

"O fornecedor pediu reequilíbrio para R$ 19,95 e o Município concedeu, conforme documentação e pesquisa de preços, a R$ 18,72", expõe a Secretaria Municipal de Educação em nota. 

Frango para merenda

Ainda, o Executivo faz questão de ressaltar que, hoje, o fornecedor adquire frangos da marca Bello, pagando R$ 16,80 no quilo, que são somados aos impostos e margem do lucro. 

"Mas, o Município conseguiu realinhar em R$ 18,72 com aceite do mesmo", complementa a Semed.

Também, a Secretaria faz questão de apontar que esse corte sassami será enviado à chamada Superintendência de Alimentação Escolar, conhecida no município como Suale. 

Por sua vez, a Superintendência destina os cortes de frango sassami para compôr a merenda infantil de 205 unidades escolares campo-grandenses. 

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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