Cidades

TERMOS ADITIVOS

Prefeitura prorroga contratos com André 'Patrola' e Edcarlos

Alvos da 'Operação Cascalhos de Areia', que desmantelou esquema de corrupção e lavagem de dinheiro (entre outros crimes), seguem pactuando acordos com o Executivo

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Com aval do Executivo da Capital, contratos com André Luiz (Patrola) dos Santos e Edcarlos Jesus Silva, réus por envolvimento em suposto esquema  milionário de corrupção em contratos de aluguel de máquinas e manutenção de ruas sem asfalto, seguem sendo prorrogados, conforme publicado hoje (20), no Diário Oficial de Campo Grande. 

Conforme o texto, foram prorrogados por 12 meses os respectivos contratos para locação de máquinas pesadas, caminhões e veículos leves e equipamentos:  

  • n. 29 -  1º/2/2024  (de André Patrola) 
  • n. 276- 28/6/2022 (Edcarlos, sendo o 5º termo aditivo)

Pelo Portal da Transparência de Campo Grande, o contrato com André "Patrola" foi firmado em 1º de fevereiro de 2024, pelo preço inicial de 900 mil reais, atingindo com a prorrogação o valor total de R$ 1.800.000,00. 

Já o quinto termo aditivo é referente ao contrato celebrado em junho de 2022 com a MS Brasil Comércio e Serviços, uma das empresas da qual Edcarlos seria dono, que à época tinha o valor inicial de R$ 4.649.039,52. 

Segundo consta no portal da transparência, mais de R$ 10,4 milhões estão acumulados em termos aditivos desde então, uma contratação que em valor total atinge R$ 15.099.698,74. 

Corrupção

Ambos se tornaram réus cerca de um mês após serem denunciados à Justiça, em meados de setembro do ano passado, como publicado no Correio do Estado, apontados como principais alvos da operação por serem os controladores das empresas AL dos Santos, Engenex e MS Brasil. 

Apesar da denúncia, eles seguem aptos e podem participar de licitações, o que não havia sido cessado sequer durante a época em que tudo ainda era tratado como "escândalo" por causa das operações do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, em junho de 2023. 

Isso porque, cerca de seis meses depois da  suspeita de fraudes em contratos da ordem de R$ 300 milhões, Edcarlos assinava pela MS Brasil Comércio e Serviços um contrato de R$ 13.389.556,80.

Patrola, três meses depois de se tornar réu, também garantiu o contrato de R$ 6,9 milhões para efetuar "manutenção de ruas sem asfalto". 

Envolvendo a prefeitura de Campo Grande no suposto desvio de R$ 46 milhões em contratos que superam R$ 300 milhões, o caso tramita em segredo de Justiça na 5ª Vara Criminal da Capital. 

O grupo de 12 réus, entre outros crimes, é denunciado por fraude em licitações, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro. 

 

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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