Cidades

Flagrante

Preso homem que levava droga de MS para o Paraná

Preso homem que levava droga de MS para o Paraná

DA REDAÇÃO

28/04/2014 - 09h31
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A Polícia Militar Rodoviária apreendeu 249,6 quilos de maconha, no último final de semana, na cidade de Rosana (SP). Um homem foi preso em flagrante. T.G.F.C. confessou que foi pago para transportar o entorpecente de Dourados (MS) até o Paraná.

A apreensão ocorreu durante vistoria de policiais da 2ª Companhia do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) em um Peugeot preto, com placas de Campinas.

O ajudante geral T.G.F.C., de 30 anos, tentou fugir, mas foi abordado na Avenida Barrageiros. No porta-malas e no banco traseiro do automóvel, os policiais encontraram 198 tijolos de maconha, que totalizaram 249,6 quilos.

Ele foi levado à Delegacia de Polícia de Rosana, onde foi indiciado por tráfico de drogas. O ajudante permanece preso, à disposição da Justiça.

Votação

Disputa acirrada pode contribuir para reduzir abstenção no 2º turno, diz TRE

Tendência é de que disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula para a Presidência seja a mais apertada da história das eleições brasileiras

24/10/2026 08h00

Urnas eletrônicas foram entregues até sexta-feira para os presidentes de seção eleitoral

Urnas eletrônicas foram entregues até sexta-feira para os presidentes de seção eleitoral Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) acredita que a tendência de que a disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja a mais acirrada da história das eleições brasileiras pode ser crucial para diminuir a abstenção vista no primeiro turno. Na data, quando quase um a cada quatro sul-mato-grossenses faltaram, ocorreu a maior taxa de abstenção entre os estados brasileiros e o recorde estadual em eleições presidenciais.

No dia 4 deste mês, mais de 2 milhões de eleitores estavam aptos a votar em Mato Grosso do Sul. Porém, 23,87% do eleitorado estadual se ausentou do direito ao voto, gerando a maior abstenção em todo o território nacional nesse pleito. 

Para efeito de comparação, o segundo colocado neste posto foi o estado do Rio de Janeiro, que registrou 23,32%, seguido ainda por Minas Gerais, que fechou a eleição com 22,81%. No cenário nacional, 33,4 milhões não compareceram, o que corresponde a 21,08% do eleitorado total.

Ainda, em comparação com as eleições presidenciais anteriores, a deste ano também teve a maior abstenção da história. Mesmo em 2022, 2018 e 2014, a taxa de abstenção foi abaixo dos 23,87% de três semanas atrás. 

Ao comparar com eleições municipais, os 23,87% registrado neste ano ainda fica atrás do primeiro turno de 2024 e 2020, quando 23,89% (485.583 eleitores) e 25,12% (485.443), respectivamente, preferiram não tomar partido nos prefeitos de suas cidades.

Vale destacar que, desta vez, o dia do primeiro turno foi marcado por chuvas em diversos municípios sul-mato-grossenses, o que dificultou a locomoção da população e pode ter contribuído para a abstenção recorde.

Tanto que, em Campo Grande, maior colégio eleitoral do Estado, a chuva forte que atingiu desde as primeiras horas provocou alagamentos em diferentes pontos da cidade e deixou moradores sem energia elétrica. Para o TRE-MS, esse foi o principal motivo para a abstenção recorde.

“A grande dificuldade foram as condições climáticas. Registrou-se chuva forte em quase todo território do Estado, com mais de 20 cidades com falta de energia. Municípios com população considerável, como Nova Andradina e Ponta Porã, ficaram grande parte sem energia elétrica quase todo o dia, só tendo sucesso na votação graças ao fato de as urnas eletrônicas terem baterias internas”, aponta o TRE-MS, em nota.

Agora, com a previsão climática indicando volume de chuva mais controlada durante o segundo turno, o órgão acredita que neste domingo a taxa deverá ser menor. 

Além disso, há o fato da disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula ser uma das mais apertadas da história, o que também deve contribuir para uma diminuição no número de faltosos.

“Não é possível antecipar com precisão qual será o porcentual de abstenção no segundo turno, contudo, como a previsão é de que não ocorram chuvas tão fortes, o esperado é um índice menor. Fora isso, não há como desconsiderar que se está diante de uma eleição acirrada, e em casos como esses é comum que os adversários passem a buscar os eleitores faltosos”, disse.

Por ter ficado atrás do candidato liberal por 1,87% (cerca de 2,2 milhões de votos), o petista adotou o convencimento sobre os faltosos como uma das principais estratégias para conseguir uma virada inédita, o que, segundo as pesquisas mais recentes, tem surtido efeito durante a campanha, visto que ambos estão basicamente empatados nos votos válidos. Diante disso, o TRE-MS reafirma que cada voto importa.

“Destaca-se que o eleitor que não compareceu no primeiro turno pode comparecer normalmente no segundo, desde que esteja com a situação eleitoral regular. Não é necessário justificar a ausência anterior para votar agora. Cada voto faz parte da construção do resultado de uma eleição. Por isso, a participação individual importa. Mesmo que uma pessoa acredite que seu voto não fará diferença, é importante lembrar que o resultado é formado pela soma das escolhas de cada eleitor”, disse.

O vencedor deste domingo terá que ter, pelo menos, 50% dos votos válidos mais um voto para ser declarado eleito. Até o momento, a eleição mais apertada da história brasileira aconteceu em 2022, quando Lula fechou com 50,90% (60.345.999 votos) contra Jair Bolsonaro (PL), que conquistou aproximadamente 2,1 milhões de votos a menos.

DADOS

De acordo com o TRE-MS, o eleitorado do Estado soma 2.024.884 pessoas aptas a votar espalhadas pelos 79 municípios de Mato Grosso do Sul. Campo Grande é o responsável pela maior parte desse eleitorado, com 640.427 pessoas, o que corresponde a 31,6% do total de eleitores, seguido por Dourados (8,2%) e Três Lagoas (4,3%).

As mulheres são maioria, representando 52,8% (1.069.380) do eleitorado sul-mato-grossense, contra 47,2% (955.504) de homens. Por faixa etária, os adultos de 35 anos a 44 anos lideram a proporção, com 19,8% (401.457). Mesmo que não sejam obrigadas, as pessoas com 70 anos ou mais representam quase 10% do eleitorado, com 202.096 aptos.

Com 8.415 eleitores, a Escola Padre Tomaz Ghirardelli, localizada no Dom Antônio Barbosa, concentra o maior número de votantes em Campo Grande. A escola está localizada na 53ª zona eleitoral, que contempla 26 seções.

Os demais locais com maior número de votantes no Estado são o Centro Universitário da Grande Dourados (Unigran), com 7.893 eleitores, além da Escola Estadual Teotônio Vilela, situada no Núcleo Habitacional Teotônio Vilela, com 7.885 eleitores.

A Capital conta com 2.242 urnas eletrônicas, uma para cada seção eleitoral. Em todo o Estado, são 7.106 urnas. A Justiça Eleitoral conta com 908 urnas de contingência, ou seja, equipamentos de reserva, disponíveis para eventuais substituições durante a votação.

ORIENTAÇÕES

A preparação do eleitor para ir votar tem que começar antes de sair de casa, com a conferência do local de votação. O endereço e a seção eleitoral podem ser consultados pelo aplicativo e-Título ou pelo portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A verificação antecipada ajuda a evitar que o eleitor se dirija ao lugar errado.

Cabe pontuar que não houve alterações nos locais de votação do Estado entre o primeiro e o segundo turno das eleições, sendo mantidas apenas as mudanças registradas antes do primeiro turno, que permanecem válidas para o segundo.

“A orientação dos tribunais eleitorais é que os eleitores se organizem com antecedência para chegar ao local de votação. Não ocorreu a alteração de nenhum local de votação em Mato Grosso do Sul, de tal sorte que os eleitores já têm plena consciência de onde devem comparecer. Os eleitores escolherão apenas o presidente da República, o que gera uma perspectiva de uma votação rápida”, comunica o órgão.

Também é necessário separar um documento oficial com foto. São aceitos carteira de identidade (RG), Carteira Nacional de Habilitação (CNH), passaporte, carteira de trabalho física, certificado de reservista e carteira de categoria profissional reconhecida por lei. Não é obrigatório apresentar o título eleitoral impresso, desde que a identidade seja comprovada.

Quem pretende utilizar o e-Título como identificação deverá conferir se o aplicativo apresenta sua fotografia. Caso esteja sem foto, será preciso mostrar outro documento oficial com a imagem. Certidões de nascimento e de casamento não são aceitas como prova de identidade para votar.

Ao chegar à seção, o eleitor deverá apresentar o documento aos mesários e seguir os procedimentos de identificação. Quem tem biometria cadastrada passará pela conferência das impressões digitais. Se o reconhecimento não funcionar, a equipe fará a verificação dos dados conforme os procedimentos da Justiça Eleitoral.

A ausência de cadastro biométrico não impede o voto. Segundo o TSE, quem estiver com o título regular poderá votar mediante a apresentação de documento oficial com foto. Antes de seguir para a cabine, o eleitor deverá deixar o celular no local indicado pelos mesários, mesmo que tenha utilizado o aparelho para apresentar o e-Título.

menos agressivo

Lula e Flávio mudam o tom, debatem propostas e exploram pontos fracos

Uma mudança na regra foi que apenas o candidato com a palavra pôde se movimentar livremente no palco, enquanto o adversário aguardava no púlpito

24/10/2026 07h25

Os três blocos iniciais foram dedicados a assuntos predefinidos que precisavam ser relacionados a regiões

Os três blocos iniciais foram dedicados a assuntos predefinidos que precisavam ser relacionados a regiões

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O último debate presidencial antes do segundo turno das eleições, realizado na noite desta sexta-feira, 23, pela TV Globo, foi um resumo da campanha dos candidatos nos últimos dias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentou enfatizar que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) colocará em risco programas sociais e levará a uma piora do serviço público. Flávio, por sua vez, prometeu não fazer ajuste fiscal às custas dos mais pobres e acenou às famílias endividadas com a promessa de refinanciar dívidas e recuperar o poder de compra dos brasileiros.

Diferentemente do encontro anterior, os candidatos conseguiram expor suas propostas e visões de País, deixando acusações de corrupção e ataques pessoais para o último bloco, único em que o tema foi livre. Os três blocos iniciais foram dedicados a assuntos predefinidos que precisavam ser relacionados a regiões brasileiras.

Uma mudança na regra foi que apenas o candidato com a palavra pôde se movimentar livremente no palco, enquanto o adversário aguardava no púlpito. No debate anterior, a campanha do PT reclamou que Flávio tentou desconcentrar Lula ao se posicionar atrás ou muito próximo do presidente enquanto ele falava.

Um dos raros confrontos pessoais antes da reta final ocorreu após o senador se referir ao presidente como "nove dedos". Lula se irritou, chamou Flávio de "miliciano" e o acusou de ter sido funcionário fantasma quando era jovem. "Ele nunca trabalhou na vida", disse. Flávio se desculpou em seguida. "Se eu te ofendi, peço desculpas de verdade".

O investimento para aumentar as exportações brasileiras foi o primeiro tema do debate. Flávio disse que o País voltou a ser um "cemitério de obras" sob o governo Lula e prometeu "rasgar o Brasil" com ferrovias e realizar concessões rodoviárias com isenção de pedágio para motociclistas.

Segundo aliados, essa pergunta foi uma sugestão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que ajudou Flávio a se preparar para o debate. Ao longo do programa, o candidato do PL mencionou Tarcísio em diversos momentos. A avaliação na campanha é que há espaço para Flávio ampliar sua votação em São Paulo.

Lula mencionou o novo Programa de Aceleração de Crescimento e disse que há obras em andamento em todas as regiões. Ele afirmou que o governo federal está "colocando dinheiro" para fazer o túnel Santos-Guarujá, que é uma das bandeiras de Tarcísio.

O petista defendeu a política de valorização do salário mínimo implementada por ele - que prevê ganhos reais - e disse que, se o rival vencer, não concederá reajuste acima da inflação para o mínimo nem para as aposentadorias.

A fala foi imediatamente rebatida por Flávio, que se comprometeu a corrigir o piso salarial e os benefícios dos aposentados acima da inflação, além de não privatizar a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.

"Não vou fazer economia em cima dos mais pobres", afirmou o senador, acusando o petista de "dar com uma mão" e tirar com "nove dedos" com a elevação da carga tributária.

Flávio também tentou explorar a idade avançada de Lula, que completa 81 anos daqui a pouco dias. Ele disse que não conseguia entender o que o adversário falava e que o presidente tinha dificuldade em ouvir suas respostas. Lula também se atrapalhou com o tempo em uma ocasião, quando terminou sua resposta com mais de um minuto disponível no relógio.

Após o candidato do PL dizer que o rival trata mal o agronegócio, Lula respondeu que "nunca se exportou tanto" e que procurou abrir novos mercados para os produtos brasileiros após o tarifaço imposto pelos Estados Unidos. "É por isso que quando meu adversário ficou lambendo Trump para taxar o País, eu não fiquei preocupado", declarou.

A discussão migrou então para a região Norte. Flávio criticou o PT por ter votado contra o Marco Legal do Saneamento, medida que, na visão dele, melhorará os índices de abastecimento de água e de tratamento de esgoto, um dos principais problemas da região.

"Ele não conhece o Brasil. Só ouviu falar de Manaus quando o pai dele apareceu rindo e imitando uma pessoa morrendo por falta de oxigênio", respondeu Lula, mencionando uma fala de Jair Bolsonaro (PL) durante a pandemia.

Flávio negou que o pai estivesse debochando das pessoas que morreram com falta de ar na capital do Amazonas. Quando o tema mudou, prometeu construir uma ferrovia ligando todas as capitais do Nordeste e completou: "Vou ser o carioca mais nordestino da face da Terra".

Políticas sociais abrem segundo bloco

No segundo bloco, Lula escolheu abordar políticas sociais e perguntou a Flávio por que ele se referiu ao Bolsa Família como "bolsa-farelo" - o senador apagou publicações antigas no X em que utilizava o termo - e o motivo de ter votado contra o aumento do período de licença-maternidade para as mulheres quando era deputado estadual do Rio de Janeiro.

Flávio disse que, à época, pensou que a medida atrapalharia as mulheres a conseguir emprego, mas que mudou de ideia após casar e ter filhos. "Eu estava errado", disse.

Sobre o Bolsa Família, o candidato do PL não respondeu diretamente à questão, mas disse que Lula precisa pedir desculpas aos beneficiários do programa por tê-los deixado quatro anos sem reajuste - o reajuste foi anunciado pelo petista já durante a campanha eleitoral.

Em seguida, Flávio insistiu no debate econômico, afirmando que o governo Lula gasta mais do que arrecada, endividando o País e, por tabela, reduzindo o poder de compra dos brasileiros por causa da inflação e da elevação de impostos. Ele disse que a mera perspectiva de que se torne presidente levou à queda dos juros futuros e abriu espaço no orçamento. Parte do dinheiro, disse Flávio, será utilizado para refinanciar a dívida da população.

"Eu vou comprar sua dívida dos bancos e refinanciar", prometeu. Lula acusou o oponente de copiar uma proposta já apresentada por ele e aproveitou para citar medidas do pacote de bondades que anunciou na reta final da campanha, como aquelas direcionadas aos microempreendedores individuais (MEIs).

Na rodada seguinte, o petista disse que Cláudio Lottenberg, médico escolhido por Flávio para comandar o Ministério da Saúde em caso de vitória, já defendeu que recursos públicos não fossem destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O senador rechaçou essa possibilidade, disse ter orgulho do SUS e que é "óbvio" que haverá dinheiro para a saúde pública. Ele prometeu reajustar os valores pagos pela União por exames e cirurgias realizados por hospitais estaduais e municipais.

Após Flávio criticar suas posições na segurança pública, contrárias ao fim das saídas temporárias e à redução da maioridade penal, Lula trouxe para o debate o caso da menina Ana Clara Gomes Machado, morta com um tiro de fuzil durante uma ação policial.

Flávio integrou em 2024 a defesa do policial Bruno Dias Delaroli, acusado de efetuar o disparo. A equipe do PT levou a mãe da menina, Cristiane Gomes da Silva, para acompanhar o debate no estúdio.

Lula questionou Flávio o motivo dele ter atuado como defensor do policial. O bolsonarista afirmou que a morte de Ana Clara ocorreu em um território dominado por "narcoterroristas" que o presidente não quer combater e saiu em defesa de Delaroli. Porém, nesta ocasião, Flávio se confundiu e chamou a mãe, Cristiane, pelo nome de sua filha, Ana Clara.

"Foi uma tragédia o que aconteceu. [...] Era uma troca de tiros numa comunidade conflagrada, com tráfico de drogas. Eu quero ajudar a senhora a saber quem foi o autor desse disparo, porque eu tenho a confiança que não foi esse policial. Ele nem foi julgado ainda", declarou ele.

As bets apareceram na discussão de forma superficial. Lula disse que Flávio não gostou de ele ter proibido o funcionamento das casas de apostas. O senador respondeu que o petista é o "pai do tigrinho" e dos cassinos online, afirmando que foi o presidente que liberou as atividades durante seu governo.

As apostas foram legalizadas no final do governo Michel Temer (MDB), em 2018, e passaram pelo governo Bolsonaro sem serem regulamentadas. As regras para o funcionamento das bets foram propostas pelo governo Lula e aprovadas pelo Congresso Nacional em 2023.

Ataques pessoais no último bloco

As acusações e ataques pessoais ficaram para o último bloco e pouco acrescentaram à discussão discussão. Lula citou o caso do jogador Richarlison, que diz ter perdido a posse de uma ilha em Angra dos Reis (RJ) para uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio. O senador nega ter relação com o caso.

O petista também mencionou o pedido de R$ 134 milhões feito por Flávio ao banqueiro Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse, que conta a história de Jair Bolsonaro.

Flávio, por sua vez, perguntou a Lula sobre uma suposta garrafa de uísque de R$ 500 mil que o presidente teria recebido de presente de Vorcaro, mencionou as investigações sobre a lobista Roberta Luchsinger e Fábio Luís da Silva, o Lulinha, e rememorou os casos do sítio de Atibaia e do triplex do Guarujá, que resultaram na condenação, anuladas posteriormente, de Lula na Operação Lava Jato.

O debate terminou, mais uma vez, com Lula desafiando Flávio a abrir os sigilos das contas bancárias perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O senador devolveu o desafio ao presidente. As campanhas já concordaram em proceder com o levantamento dos sigilos, mas não há qualquer indicativo que isso ocorrerá antes da votação no domingo, 25.

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