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Capital

Preso homem que roubou e estuprou mulheres na Capital

Cleyton da Cruz Nunes, 31 anos, foi preso ontem em poder de três celulares roubados

Danielle Valentim e Laura Holsback

11/08/2015 - 09h45
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Cleyton da Cruz Nunes, 31 anos, apontado como o autor em quatro roubos foi preso ontem (10), no residencial onde morava, localizado na Rua São Nicolau, no Bairro Santa Luzia, em Campo Grande. Cleyton tinha como alvo mulheres, sendo que em duas situações cometeu estupro e tentativa do abuso sexual. Ele agia em uma moto Biz, na região central da cidade. 

De acordo com o delegado Carlos Delano, a polícia chegou até Cleyton por meio de análise de assaltos que é feita diariamente para verificar características de autores e locais onde os crimes mais ocorrem. Por meio dessa avaliação, investigadores perceberam a semelhança de dois roubos, em que, em um deles, a vítima foi estuprada e no outro houve tentativa da violência. 

O primeiro havia ocorrido no dia 4 de agosto, na Rua Abrão Júlio Rahe, próximo da Avenida Ceará. A vítima, de 21 anos, estava indo para a faculdade, por volta das 6h30, quando foi agarrada. Segundo ela, o assaltante tentou tirar a blusa que vestia, mas reagiu e lutou com o criminoso. Com isso, Cleyton desistiu e fugiu levando o telefone celular da estudante.

O segundo caso aconteceu na madrugada da última sexta-feira (7), quando uma mulher, de 30 anos, havia se envolvido em um acidente de trânsito, na mesma imediação, na Avenida Ceará. Cleyton observou toda a movimentação de longe e quando o outro envolvido na colisão foi embora, aproximou-se e obrigou a vítima a entrar no carro e se sentar no banco do passageiro, ao lado dele, que assumiu a direção.

Conforme o delegado, a vítima disse ter sido obrigada a ficar nua e perambulou pela região durante 40 minutos. Neste tempo, Clayton fazia paradas e passava as mãos pelo corpo da mulher. Na fuga, levou o celular e uma quantia em dinheiro.

Para cometer os roubos, o autor utilizava uma motocicleta Biz e estacionava próximo ao local da abordagem. Segundo o delegado, os crimes foram praticados sem o uso de arma. Há suspeita, de que ele possa estar envolvido em outros roubos e o delegado pede para que vítimas que ainda não procuraram a polícia façam denúncias.

O delegado ressalta que, mesmo sem o uso de armas, é comum vítimas de estupro não terem reação. "Na situação de estupro a mulher fica bastante vulnerável. Poucas tem impulso de reagir. Mesmo sem ver a arma, se é ameaçada de que levará uma facada, não vai pagar pra ver", diz o delegado.

MAIS CASOS

Ainda de acordo com o Delano, no último domingo (9) Clayton cometeu outros dois roubos também contra mulheres. Um deles, ocorreu na Antônio Maria Coelho. Quando duas vítimas entravam no carro ele correu e tomou a bolsa delas. O outro ocorreu da mesma maneira, na Avenida Afonso Pena próximo a Rua Paraíba.

Cleyton já tinha passagens por receptação, furto e desacato e foi indiciado por roubo, estupro e tentativa de estupro. O autor alega ser viciado em drogas e que cometeu os roubos para sustentar o vício, mas nega o estupro.

Preso

Suspeito de oferecer R$ 25 mil para matar idoso é preso em MS

Investigação da DHPP aponta que homem de 51 anos prometeu R$ 25 mil e parte do gado da vítima aos executores; dois suspeitos de participação direta no crime já estão presos desde junho.

16/07/2026 18h29

Foto: Divulgação Policia Civil

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A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (16), Acrísio Jabra Paraguassu, de 51 anos, apontado pelas investigações como o mandante do assassinato do produtor rural Antônio Ormondes Pereira, de 72 anos, que desapareceu em junho e teve o corpo localizado dias depois em uma área de desova próxima ao Assentamento Conquista, situado na divisa entre os municípios de Campo Grande e Rochedo.

A prisão foi realizada durante uma operação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que também cumpriu mandados de busca e apreensão ligados à investigação.

De acordo com a Polícia Civil, Acrísio Jabra Paraguassu é investigado por planejar o homicídio e contratar os executores do crime. Conforme as apurações, ele teria oferecido R$ 25 mil, além da divisão do gado pertencente à vítima, como recompensa pela execução

No entanto, conforme a Polícia Civil, a recompensa não chegou a ser entregue porque os envolvidos foram presos antes da conclusão do acordo.

O crime veio à tona após o desaparecimento de Antônio Ormondes Pereira, registrado no dia 20 de junho. Durante as diligências, equipes da DHPP localizaram o corpo da vítima em um ponto de desova, dando início a uma investigação que levou à identificação dos primeiros envolvidos.

Ainda durante a fase inicial da apuração, Ari Xavier Silva Araujo, de 55 anos, e José Viana da Silva, de 50, foram presos em flagrante, apontados como responsáveis pela execução do homicídio e pela ocultação do cadáver.

Posteriormente, a Justiça converteu as prisões em flagrante em preventivas, mantendo ambos detidos enquanto o inquérito avançava.

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil reuniu novos elementos que reforçaram a hipótese de que o crime foi encomendado. Com base nas provas colhidas, a Justiça decretou a prisão preventiva de Acrísio Jabra Paraguassu, apontado como o suposto mandante do homicídio.

O investigado foi localizado em uma chácara situada nas proximidades do local onde o assassinato ocorreu. Além da prisão, os agentes cumpriram mandados de busca em imóveis vinculados ao suspeito em busca de materiais que possam contribuir para o esclarecimento do caso.

Durante o interrogatório, Acrísio Jabra negou qualquer participação no homicídio.

Concluída a investigação policial, o inquérito foi encaminhado ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul e ao Poder Judiciário, que darão sequência ao processo.

O preso deverá passar por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça enquanto o caso segue em tramitação.

Relembre o crime

Antônio Ormondes Pereira, de 72 anos, desapareceu no dia 20 de junho, após sair para negociar a venda de cabeças de gado. A ausência do idoso mobilizou familiares e deu início às investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Dias depois, o corpo da vítima foi localizado em uma área de mata utilizada para desova, nas proximidades da região onde o crime ocorreu. A partir da análise de imagens, depoimentos e outras diligências, a Polícia Civil identificou os primeiros envolvidos no assassinato.

Segundo a investigação, Ari Xavier Silva Araujo, de 55 anos, teria participado diretamente da execução do homicídio.

Já José Viana da Silva, de 50 anos, é apontado como responsável por prestar apoio aos autores, auxiliando na ocultação do cadáver e na tentativa de dificultar o trabalho da polícia após o crime.

Os dois foram presos em flagrante durante as investigações iniciais. Posteriormente, a Justiça converteu as prisões em preventivas, e ambos permanecem detidos.

Com o aprofundamento das investigações, a DHPP concluiu que o crime teria sido encomendado. Segundo a Polícia Civil, Acrísio Jabra Paraguassu, de 51 anos, preso nesta quinta-feira (16), teria planejado o homicídio e prometido aos executores o pagamento de R$ 25 mil, além da divisão de parte do rebanho da vítima

O pagamento, porém, não chegou a ser efetuado porque os envolvidos foram presos antes da conclusão do plano criminoso.

Acrísio Jabra Paraguassu nega envolvimento no crime. Com a conclusão das investigações, o inquérito foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

Oportunidade

Detran-MS abre cadastro para instrutores de trânsito; veja como se inscrever

Candidatos aprovados integrarão banco de cadastro com validade de dois anos

16/07/2026 17h51

Candidatos aprovados integrarão um banco de cadastro com validade de dois anos

Candidatos aprovados integrarão um banco de cadastro com validade de dois anos Gerson Oliveira/Correio do Estado

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O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS) está com inscrições abertas para formar um cadastro de profissionais interessados em atuar como instrutores, coordenadores de cursos e colaboradores em ações de educação e segurança no trânsito. O prazo para participar segue até 31 de julho, e a inscrição deve ser feita exclusivamente por e-mail.

Os candidatos aprovados integrarão um banco de cadastro com validade de dois anos, podendo ser prorrogado. O Detran-MS ressalta que até mesmo profissionais que já atuaram ou possuíam credenciamento anterior precisam realizar uma nova inscrição e apresentar novamente toda a documentação exigida.

Os interessados devem se inscrever por meio do ([email protected]), com todos os documentos digitalizados em formato PDF. Os interessados devem possuir: Carteira Nacional de Habilitação (CNH), currículo, diploma, histórico escolar e certificados de cursos, pós-graduações, palestras e eventos realizados nos últimos três anos.

O cadastro somente será efetivado após a confirmação do setor responsável por meio do e-mail encaminhado pelo candidato. A ausência de qualquer documento obrigatório impede a inclusão no banco de profissionais.

Para atuar como instrutor, é necessário ter idade mínima de 21 anos, ensino superior completo e formação compatível com a disciplina que pretende lecionar. Dependendo da área de atuação, também será exigida formação específica como Instrutor de Trânsito ou Instrutor Especializado.

Já candidatos com ensino médio completo poderão concorrer às funções de coordenação, apoio aos cursos e colaboração em programas, projetos e campanhas educativas promovidas pelo Detran-MS.

O cadastro contempla profissionais para ministrar cursos destinados a condutores de transporte coletivo de passageiros, transporte escolar, veículos de emergência, transporte de produtos perigosos e cargas indivisíveis. Também estão previstas atividades ligadas aos cursos de primeira habilitação, reciclagem de condutores infratores, formação de instrutores e capacitação de agentes de fiscalização de trânsito.

Cabe destacar que não há definição sobre a quantidade de profissionais que serão convocados, as cidades onde as atividades serão desenvolvidas nem os valores que serão pagos. As convocações ocorrerão conforme a necessidade do órgão e de acordo com a qualificação dos profissionais cadastrados.

Selecionados receberão incentivo financeiro pelas atividades desempenhadas. No entanto, a prestação dos serviços não gera vínculo empregatício com o órgão.

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