Cidades

TRÁFICO DE DROGAS

PRF apreende meia tonelada de cocaína em Campo Grande

Droga estava dentro de um caminhão e tinha como destino o município de Ribas do Rio Pardo

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Em mais uma série de apreensões na capital, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na última quarta-feira (28), meia tonelada de cocaína em Campo Grande (MS)

Segundo a PRF, a apreensão ocorreu durante uma fiscalização de rotina na BR-163, após abordarem um caminhão Ford-F4000 com uma carga de feno sem amarração correta para a carga .

No veículo, foram encontrados cerca de 507kg de cocaína divididos em porções diferentes. Ao todo, a equipe policial aprendeu 212kg de pasta base e 288,7 Kg de cloridrato de cocaína.

O condutor e um passageiro foram presos em flagrante e informaram que a droga havia sido recebida em Rochedinho e tinha como destino o município de Ribas do Rio Pardo.

Conforme a PRF, a ocorrência foi encaminhada à Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (DENAR/MS)

Confira:

 

 

Histórico de Apreensões 

Campo Grande tem registrado um aumento significativo no número de apreensões de cocaína nos últimos meses. Desde o início do ano, a cidade contabilizou cerca de 3 toneladas de cocaína apreendidas. Em todo o estado de Mato Grosso do Sul, esse número chega a 10 toneladas.

Em outra ação contra o tráfico de drogas, a Polícia Federal (PF) sequestrou duas fazendas e 800 bovinos em Mato Grosso do Sul.

As investigações sobre a organização criminosa começaram após a prisão em flagrante de  um indivíduo no município de Agua Clara/MS, transportando cerca de 163 kg de cocaína, em um fundo falso entre a longarina e o assoalho do veículo automotor. O crime foi investigado na delegacia de Três Lagoas. 

Você pode conferir mais sobre a operação aqui

APORTE

Interventores pedem dinheiro aos sócios afastados do Consórcio Guaicurus

Os sócios das empresas responsáveis pelo transporte público de Campo Grande estão afastados da gestão desde junho

16/07/2026 12h00

Os sócios do Consórcio Guaicurus estão afastados desde o dia 16 de junho

Os sócios do Consórcio Guaicurus estão afastados desde o dia 16 de junho Foto: Marcelo Victor

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Em nota enviada nesta quinta-feira (16), o Consórcio Guaicurus afirma que, um mês após ser formada, a Comissão de Intervenção do Sistema de Transporte Público de Campo Grande enviou um ofício aos sócios afastados das empresas responsáveis pedindo um cronograma de novos aportes de recursos para garantir o funcionamento dos ônibus da Capital.

"O ofício é uma confissão. Um mês depois de assumir a administração, com acesso às contas das empresas por autorização judicial e com a diretoria afastada desde 16 de junho, a intervenção pede aos sócios do consórcio o dinheiro que a tarifa não cobre".

A nota também relata que o interventor-geral, Alexandro Adriano Lisandro de Oliveira, disse que a dívida de subsídios da Prefeitura era “falácia”, que havia recebido toda a documentação contábil e que a gestão municipal estava em dia.

"Se está em dia, e se o problema era de gestão, e a gestão foi afastada, não faz sentido a Comissão precisar de dinheiro novo dias depois. Só há duas hipóteses possíveis, e as duas são do interventor. Ou o diagnóstico apresentado à Câmara em 6 de julho estava errado, ou a dívida do Município existe. Não há obrigatoriedade de aportes financeiros no contrato de concessão nem na legislação aplicável".

Os sócios das empresas responsáveis pelo transporte público de Campo Grande estão afastados da gestão por decreto da Prefeitura.

"Não existe cronograma a apresentar. Todos os aportes anteriores foram voluntários. Nenhum decorreu de exigência contratual. Foram feitos porque a receita da tarifa não cobre o custo da operação e porque os repasses do Município atrasavam, afetando o fluxo de caixa. Foi esse dinheiro, e não a tarifa, que pagou combustível, manutenção e salários nos últimos anos".

De acordo com o Consórcio Guaicurus, o contrato, assinado em 2012, definia uma tarifa capaz de custear o serviço e investimentos em equipamentos e frota, e que esta passsaria por revisões econômicas periódicas para preservar o equilíbrio ao longo do tempo. Porém, afirma que as revisões previstas a cada sete anos não foram realizadas.

"Sem elas, a equação foi se deteriorando, e com ela a capacidade de manter o sistema de pé, da manutenção preventiva à renovação da frota. Pedir aporte aos sócios afastados diz, por outro caminho, o que o Consórcio afirma há anos: sem os reequilíbrios pactuados, a conta não fecha para quem estiver à frente da operação. Esse reequilíbrio é obrigação do Município contratualmente prevista e reiteradamente descumprida".

O Consórcio Guaicurus afirma que toda a documentação financeira solicitada já foi entregue à equipe de intervenção, ainda nos primeiros dias da medida.

aniversário

Miranda celebra 248 anos com show de Guilherme & Benuto

Feira, em comemoração ao aniversário, oferece exposição, rodeio, música, gastronomia, parque de diversões e muita alegria

16/07/2026 11h45

Miranda: cidade que nasceu de um presídio

Miranda: cidade que nasceu de um presídio Divulgação/Prefeitura de Miranda

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Miranda celebra 248 anos nesta quinta-feira, 16 de julho. O município foi fundado em 16 de julho de 1778.

Está localizado na região centro-oeste de Mato Grosso do Sul e a 202 quilômetros de Campo Grande.

O nome 'Miranda' é uma homenagem a Caetano Pinto de Miranda Montenegro, que foi o 6º Capitão-General das Capitanias de Mato Grosso e Cuiabá.

Foi por ordem dele que, em 16 de julho de 1778, o capitão João Leme do Prado fundou o Presídio de Nossa Senhora do Carmo do Rio Mondego, núcleo que deu origem ao atual município.

Prefeito, Fábio Florença, parabenizou o município em suas redes sociais e diz que tem orgulho de comandar a cidade.

“Parabéns, Miranda, pelos seus 248 anos de história! Tenho orgulho de ser prefeito desta terra que tanto amo e de seguir trabalhando, ao lado da minha esposa Carmem Florença, com respeito, dedicação e compromisso por cada mirandense. Que Deus continue abençoando nossa cidade e toda a nossa população. Viva Miranda!”, celebrou.

Miranda se destaca por sua localização estratégica entre o Pantanal e a Serra da Bodoquena, pela expressiva presença de comunidades indígenas (povo Terena) e por sua importância para o turismo ecológico, histórico e cultural de Mato Grosso do Sul.

PROGRAMAÇÃO DE ANIVERSÁRIO

Miranda vai celebrar aniversário em grande estilo.

Feira de exposição Comercial, Industrial e Rural (FECIR 2026) ocorre de quinta-feira (16) a domingo (19), no Parque de Exposições, localizado na Travessa 1, em Miranda. A festa é gratuita e aberta ao público.

O evento faz parte das comemorações dos 248 anos do município e oferece exposição, rodeio, shows, gastronomia, parque de diversões e muita alegria para os mirandenses e visitantes da região.

Confira a agenda de shows:

  • 16 de julho, quinta-feira: Guilherme & Benuto
  • 17 de julho, sexta-feira: Trazendo a Arca
  • 18 de julho, sábado: Fiorella
  • 19 de julho, domingo: Ícaro & Gilmar

A realização é da Prefeitura Municipal de Miranda, com apoio do Governo de MS e da Senadora Soraya Thronicke.

HISTÓRIA

A ocupação da área começou após as expedições do sertanista João Leme do Prado, que explorou os rios Miranda e Aquidauana e identificou vestígios da antiga cidade espanhola de Santiago de Xerez, fundada no século XVI e posteriormente destruída. Essas expedições forneceram informações estratégicas para a instalação de um posto militar português na região.

Em 16 de julho de 1778, por ordem do capitão-general Caetano Pinto de Miranda Montenegro, foram lançados os alicerces do Presídio de Nossa Senhora do Carmo do Rio Mondego, considerado o marco inicial da povoação. O presídio tinha como principal finalidade proteger a fronteira contra possíveis invasões espanholas vindas de Assunção e consolidar a presença portuguesa na região.

Nas décadas seguintes, o povoado desenvolveu-se lentamente devido às dificuldades de transporte e comunicação. Em 1797, já contava com cerca de 40 casas, uma igreja dedicada a Nossa Senhora do Carmo e aproximadamente 500 habitantes, entre colonizadores e indígenas pacificados.

A localidade foi elevada à categoria de vila pela Lei Provincial nº 1, de 30 de maio de 1857, desmembrando-se de Corumbá. Após os conflitos da Guerra do Paraguai, Miranda passou por um período de reconstrução e fortalecimento, impulsionado pela instalação de uma colônia militar destinada à defesa da região.

A inauguração da estação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, em 1912, e do serviço telegráfico favoreceu o desenvolvimento econômico e a integração de Miranda com outras regiões do país. Em 16 de julho de 1918, a vila foi elevada à categoria de cidade.

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