Cidades

R$ 12 milhões

PRF intercepta maior carregamento de cigarros contrabandeados no país

Seis carretas ‘bitrem’ carregadas com 2,4 milhões de maços

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A carga interceptada no estado foi avaliada em R$ 12 Milhões em cigarros contrabandeados. Seis carretas ‘bitrem’ carregadas com 2,4 milhões de maços seguiam para Rondonópolis/MT

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) aprendeu na tarde de ontem seis carretas ‘bitrens’ carregadas com aproximadamente 2,4 milhões de maços de cigarros contrabandeados do Paraguai. A apreensão ocorreu na BR-163, próximo da Unidade Operacional da PRF em Jaraguari.

Os policiais suspeitaram de uma das carretas que seguia na frente e durante fiscalização constataram o transporte de cigarros contrabandeados nos dois reboques. As outras cinco carretas foram abordadas na sequência. Todos os motoristas foram presos.

Os seis homens que faziam o transporte do ilícito confessaram que os cigarros contrabandeados foram adquiridos no Paraguai, próximo da fronteira como Mato Grosso do Sul e levariam para a cidade de Rondonópolis/MT. Todos presos alegaram ser de Goiânia/GO; pelo menos dois já foram presos por contrabando de cigarros.

A carga de cigarros contrabandeados apreendida pela PRF está avaliada em pelo menos R$ 12 Mi (doze milhões de reais).Os presos, carretas e cigarros contrabandeados foram encaminhados para a Polícia Federal em Campo Grande/MS.

saúde

Dra. Mariana Vilela alerta: o que você realmente injeta ao usar 'canetas emagrecedoras' ilegais?

A especialista enfatiza que, além dos riscos imediatos de contaminação e reação adversa, o uso desacompanhado desses produtos frequentemente resulta em perda de peso à custa de massa muscular

29/01/2026 15h05

Divulgação / Governo de MS

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A busca por um emagrecimento rápido e a preços acessíveis tem levado milhares de brasileiros a ignorar um risco fatal: o uso de "canetas emagrecedoras" (como a Tirzepatida ) adquiridas ilegalmente no Paraguai.

Mas, afinal, o que está realmente sendo injetado no corpo? A Dra. Mariana Vilela, especialista em emagrecimento e saúde metabólica, lança um alerta veemente e revela a verdade por trás do mercado ilegal, que tem sobrecarregado UPAs e causado óbitos no Brasil.

O que você está prestes a ler pode mudar sua decisão antes de buscar um atalho para a perda de peso.

A Crise humanizada: de Luana a Kellen, o preço da ilegalidade

A busca por soluções rápidas para o emagrecimento tem levado milhares de brasileiros a ignorar os riscos, com consequências trágicas. A Dra. Mariana Vilela cita casos notórios que expõem a gravidade da situação, humanizando o alerta:

"Estamos vendo uma crise de saúde pública. Postos de saúde e UPAs estão sobrecarregados com pacientes que apresentam complicações graves. Casos como o óbito de Luana, no Guarujá, e a internação em UTI de Kellen, em Belo Horizonte, com problemas neurológicos, são evidências claras de que estamos lidando com algo muito perigoso."

A especialista enfatiza que, além dos riscos imediatos de contaminação e reação adversa, o uso desacompanhado desses produtos frequentemente resulta em perda de peso à custa de massa muscular (sarcopenia), comprometendo a saúde geral e a longevidade do paciente, em vez de promovê-las.

O Elo fraco da regulação: por que o paraguai se tornou o risco

A raiz do problema reside na disparidade regulatória entre Brasil e Paraguai. Enquanto a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) mantém um controle rigoroso, exigindo receita médica para medicamentos de alto risco, o cenário no país vizinho é drasticamente diferente.

A DINAVISA, o equivalente paraguaio da ANVISA, possui um controle notoriamente frouxo. A Dra. Mariana Vilela revela que essa flexibilidade permite a venda livre de substâncias perigosas, como hormônios de cavalo (Trembolona), para qualquer pessoa, inclusive crianças, sem qualquer prescrição ou acompanhamento médico.

Feito por Denis Felipe com IA

Contaminação e falsificação: os riscos ccultos da cadeia ilegal

A Dra. Mariana Vilela levanta sérias dúvidas sobre a integridade dos medicamentos que chegam ao Brasil por vias ilegais.

  1. Produção Desregulada: Embora a lei de patentes permita a fabricação local de genéricos, a especialista questiona as condições de higiene e controle de qualidade nas fábricas paraguaias, levantando o risco de contaminação.
  2. Transporte Comprometido: O transporte desses produtos para o Brasil é clandestino e proibido, sendo realizado em condições inadequadas (como pneus de caminhão ou motores). A exposição a temperaturas extremas e a falta de armazenamento ideal alteram a eficácia e a segurança do medicamento, transformando-o em um risco desconhecido.
  3. Mercado de R$ 600 Milhões: O mercado ilegal é vasto e lucrativo. Estima-se que apenas cerca de 5% dos medicamentos falsificados que entram no Brasil são apreendidos, alimentando um comércio que movimenta mais de R$ 600 milhões. O consumidor final não tem como verificar a procedência ou a composição real do que está injetando em seu corpo.

A recomendação inegociável da especialista

Diante do cenário de risco iminente, a Dra. Mariana Vilela é categórica: a única forma segura e eficaz de buscar o emagrecimento é através do acompanhamento médico sério e regulamentado.

"A clínica médica não pode vender medicamentos. Isso é crime pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). O medicamento deve ser parte de um tratamento médico acompanhado por um profissional, com receita e adquirido em farmácias regulamentadas. Não existe atalho seguro quando o assunto é a sua vida."

A mensagem final da Dra. Mariana Vilela é um apelo à cautela e à responsabilidade: a saúde e a longevidade não podem ser negociadas por um preço mais baixo ou uma solução mais rápida. O emagrecimento deve ser um processo que promove a saúde, e não que a coloca em risco.

Dra. Mariana Por-Deus Vilela, CRM 12830 - MS é a médica responsável pela sua mudança de vida. Já ajudou vários paciente no auxílio em emagracimento saudável e perfomance, coleciona cursos e intermináveis horas de aprendizado para poder trazer o que há de melhor para Campo Grande. Seu profundo conhecimento em implantes de reposição hormonal e terapias com injetáveis, torna a Dra. Mariana uma referência em emagrecimento saudável em Campo Grande. Agenda agora mesmo uma consulta.

Plano estadual

Estado aposta em emprego formal e renda para combater trabalho escravo em MS

Iniciativa estabelece ações integradas de prevenção, fiscalização e proteção às vítimas

29/01/2026 14h45

Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Com foco na ampliação do trabalho formal e na redução da extrema pobreza, o Governo de Mato Grosso do Sul lançou nesta quarta-feira (28) o Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo. A iniciativa estabelece ações integradas de prevenção, fiscalização e proteção às vítimas, organizadas nos eixos de governança, prevenção, repressão e proteção social, ação que tem vigência prevista de dez anos e será revista ao fim da prmeira metade. 

O Plano foi apresentado em evento no Bioparque Pantanal, na Capital, e é resultado de um processo iniciado em maio de 2025, conduzido pela Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MS), com orientação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e participação de instituições públicas e da sociedade civil.

Entre as diretrizes centrais estão políticas voltadas à geração de emprego e renda, ao desenvolvimento regional e à qualificação profissional, consideradas estratégicas para reduzir a exposição de trabalhadores a formas precárias de inserção laboral e à migração forçada por falta de alternativas locais.

No campo da qualificação, o Estado estruturou instrumentos para ampliar o acesso da população à formação profissional, como a plataforma MS Qualifica Digital, que reúne informações sobre cursos gratuitos, presenciais e a distância ofertados por instituições públicas e parceiras. A proposta é facilitar o acesso à informação e ampliar as oportunidades de inserção produtiva, especialmente entre trabalhadores em situação de vulnerabilidade.

Em todo o país,  2.004 trabalhadores de condições análogas às de escravo foram resgatados em 2024, segundo dados oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número foi de 3,2 mil trabalhadores em 2023 e os 2,5 mil de 2022. Ao longo do último ano, 92 pessoas foram resgatadas em situações de trabalho escravo em MS. 

O Plano também prevê ações específicas voltadas a públicos mais expostos ao risco de exploração, como povos indígenas, por meio de iniciativas de qualificação adequadas às realidades territoriais e do monitoramento de fluxos de migração laboral sazonal, especialmente em atividades agrícolas em outras regiões do país.

Durante o lançamento, o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, afirmou que o Plano consolida uma política pública de longo prazo voltada ao desenvolvimento com justiça social.

“Não existe desenvolvimento econômico sem respeito aos direitos humanos. O plano consolida uma atuação integrada do Estado para prevenir, combater e erradicar o trabalho escravo, garantindo dignidade, proteção social e oportunidades aos trabalhadores”, disse.

Além das ações preventivas, o documento prevê o fortalecimento da fiscalização, a criação de um fundo estadual específico, medidas de acolhimento pós-resgate e estratégias de reintegração socioeconômica das vítimas.

A procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul (MPT-MS), Cândice Arosio, destacou que o lançamento ocorre no Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo e reforça a atuação articulada entre as instituições envolvidas.

“O plano estabelece responsabilidades claras entre os parceiros e trata o tema de forma mais efetiva, a partir dos eixos de governança, prevenção, repressão e proteção às vítimas”, afirmou.

A coordenadora da Coetrae-MS, Janaína Carlin, explicou que o Plano também institui um Fluxo Estadual de Atendimento às Vítimas, com procedimentos padronizados que abrangem desde a denúncia e o resgate até o acompanhamento pós-resgate.

“O fluxo garante atendimento integrado às vítimas, assegurando acesso a direitos, proteção social, saúde, qualificação profissional e oportunidades de reinserção produtiva”, ressaltou.

De acordo com a coordenação, o Plano busca alinhar o crescimento econômico do Estado à proteção dos trabalhadores, em um cenário de expansão das atividades produtivas e avanço tecnológico nos setores agropecuário e industrial.

O evento de lançamento reuniu representantes da Semadesc, do Ministério Público do Trabalho, da Coetrae-MS, além de instituições parceiras e entidades da sociedade civil.

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