A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul prendeu, nesta sexta-feira (27), em Rio Brilhante, município localizado a 161 quilômetros de Campo Grande, um professor de 28 anos, que não teve o nome divulgado, suspeito de estupro.
Conforme informações da polícia, o crime teria ocorrido em 2025. A investigação teve início após a estudante, de 14 anos, contar o ocorrido.
Durante o levantamento do caso, a equipe solicitou a prisão preventiva do suspeito, que foi acatada pela Justiça. Ele foi detido em casa e levado para a delegacia do município, onde deve passar por audiência de custódia.
A polícia informou que o caso segue sob investigação.
Divulgação PCMSOutro caso
Ainda na sexta-feira, em Aquidauana, município localizado a 272 quilômetros de Rio Brilhante, onde o professor foi preso, durante a Operação Mulher Segura, a polícia cumpriu mandado de prisão definitiva contra um homem de 71 anos, condenado por estupro de vulnerável.
A ação foi coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e ocorreu por intermédio da 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Campo Grande.
O condenado estava foragido da Justiça desde 2024, quando o mandado de prisão foi expedido após ele ter sido julgado e condenado pelo crime de estupro de vulnerável contra a enteada.
Durante a madrugada, enquanto a mãe não suspeitava de nada, ele aproveitava-se da fragilidade da menina para cometer o estupro.
Para que a criança não contasse a ninguém, ele chegou a ameaçá-la de morte e até a agredi-la fisicamente, mantendo a menina em constante situação de medo.
O crime foi comprovado por meio de laudo pericial de sexologia forense realizado pelo Instituto de Medicina Legal (IML).
Quando a investigação encerrou, em 2014, a vítima estava com 14 anos de idade. O padrasto foi condenado a 18 anos de prisão em regime inicialmente fechado.
Doze anos após o fim das investigações, equipes da 1ª Deam seguiram no rastro do condenado e conseguiram localizar o paradeiro do foragido que estava morando em uma aldeia, localizada no Distrito de Taunay.
Quando a polícia chegou, ele não ofereceu resistência, foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia de Aquidauana, onde está à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.



Crédito: Agehab

