Cidades

ANO NOVO

Qual cor usar no Reveillon? Veja o significado de cada uma

Superstições indicam que as conquistas do próximo ano dependem do look de Réveillon

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A virada do ano 2022/2023 ocorre de sábado (31) para domingo (1º) e cor da roupa do Revellion pode dar uma "ajudinha" para atingir os objetivos e traçar como será o próximo ano.

De acordo com tradições e superstições, o esforço colabora para que as metas sejam alcançadas, mas a cor da roupa do Ano Novo também pode "dar um empurrãozinho".

A equipe de reportagem do Correio do Estado listou o significado de cada cor para o look da virada. Confira cada uma e escolha a sua:

BRANCO

Branco é a cor clássica para o look de Réveillon há anos. A cor simboliza paz e purificação e transmite calma e pureza, ideal para um 2023 tranquilo.

VERMELHO

Vermelho representa amor e paixão. A cor simboliza o sentimento, amor e desejo, perfeito para um 2023 cheio de emoções.

AMARELO

Amarelo, que faz alusão ao ouro, representa riqueza, dinheiro e sucesso. A cor é ideal para atrair muito dinheiro no ano que está por vir.

VERDE

Verde representa saúde, sorte, harmonia e esperança. A cor é ideal para começar o ano saudável e com boa saúde para encarar os desafios 'cara a cara'.

AZUL

Azul representa tranquilidade, bem-estar, serenidade e paciência. A cor é ideal para começar 2023 com a cabeça fria, relaxada e ter muita paciência no próximo ano. É uma coloração viável para quem vai fazer vestibular.

LARANJA

Laranja representa alegria, energia, entusiasmo e ânimo. A cor é ideal para começar 2023 bem disposto e enérgico para aproveitar a festa da virada e o novo ano que se inicia.

ROXO

Roxo simboliza o respeito. A cor é ideal para "dar a volta por cima", transformando negatividade em energia positiva em 2023.

ROSA

Rosa representa a beleza feminina, o amor de casais e sobretudo, o amor-próprio. A cor é ideal para começar 2023 se amando e ter a autoestima 'lá em cima' no próximo ano.

Acidente

Fotógrafo atacado por animal marinho no Mundial de Surfe passará por cirurgia

O profissional foi mordido no tornozelo por um animal durante a cobertura do esporte no último domingo (24)

25/05/2026 23h00

Divulgação

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O fotógrafo australiano Ed Sloane, que foi atacado por um animal marinho no último domingo, 24, durante a etapa da Nova Zelândia do Circuito Mundial de Surfe (WSL), publicou nas redes sociais fotos do ferimento em seu tornozelo.

O incidente aconteceu durante a semifinal, na bateria entre os brasileiros Yago Dora e Italo Ferreira, campeão da etapa. Apesar de dizer que está bem, Sloane disse que precisará passar por cirurgia.

"Estes foram os últimos registros que fiz antes de algo que pensei que veria apenas em filmes. Fomos tomar café da manhã e, logo depois, ocorreu o incidente", escreveu ele em publicação no Instagram acompanhada de algumas fotos de Yago e Italo.

O australiano também aproveitou para agradecer pelo resgate e pelo atendimento médico que recebeu após o incidente.

"Quero agradecer de verdade à World Surf League (WSL), à equipe, aos médicos e à patrulha aquática pela resposta profissional e extremamente rápida. Um pouco de cirurgia, e tudo deve ficar bem Também agradeço à prefeitura de Raglan por compartilhar esse lugar lindo, planejando uma viagem em família aqui para encontrar meu amigo", completou.

Por causa do ataque sofrido por Sloane, a competição chegou a ser interrompida para que ele fosse resgatado e recebesse atendimento médico. Em seguida, Yago e Italo contaram com a ajuda de jet-skis para sair do mar rapidamente. Ainda não há confirmação oficial se foi um tubarão ou um leão-marinho que atacou o fotógrafo.

Depois do resgate, a organização da etapa verificou que havia segurança necessária para retomar a bateria. Com isso, Italo Ferreira venceu Yago na semifinal e derrotou o australiano Morgan Cibilic na final da quarta etapa da temporada.

Com a vitória, o campeão mundial de 2019 e olímpico em Tóquio-2020 assumiu a liderança do ranking da WSL.

Astronomia

'Lua Azul' poderá ser vista no céu no próximo fim de semana; veja como observar

O termo é usado para indicar a segunda Lua Cheia em um mesmo mês.

25/05/2026 22h00

Lua Azul é o termo que se refere à segunda lua cheia no mês

Lua Azul é o termo que se refere à segunda lua cheia no mês Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O último fim de semana de maio será marcado por um fenômeno raro no céu, conhecido como "Lua Azul".

Apesar do nome, o satélite natural da Terra não ficará realmente azul. Segundo a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (Nasa, na sigla em inglês), o termo é usado para indicar a segunda Lua Cheia em um mesmo mês.

Como o ciclo lunar tem 29,5 dias - menos do que a duração média de um mês do calendário -, esse intervalo pode resultar em uma Lua Cheia no início do mês, com tempo suficiente para a ocorrência de um segundo ciclo completo dentro do mesmo mês.

No caso de maio, a primeira Lua Cheia ocorreu no início do mês. Por isso, antes da chegada de junho, haverá uma nova Lua Cheia na madrugada do próximo domingo, 31, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Apesar de não alterar a tonalidade do satélite, o fenômeno é considerado raro porque ocorre apenas a cada dois ou três anos, segundo a Nasa.

Como observar a ‘Lua Azul’?

A visibilidade da Lua Cheia pode variar conforme as condições do tempo, como a presença de nuvens, além da luminosidade do céu em cada região.

Segundo a Nasa, para ter uma melhor visão do fenômeno, é importante procurar um local escuro, distante da poluição luminosa.

Não é necessário o uso de telescópio ou binóculo, mas é importante considerar que condições climáticas podem atrapalhar, como umidade ou nuvens em excesso.

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