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Rally Dakar começa hoje em Buenos Aires

Rally Dakar começa hoje em Buenos Aires

Redação

01/01/2010 - 13h15
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     Da redação
        A aventura começa nesta sexta-feira. A 31ª edição do Rally Dakar, e segunda na América do Sul, terá largada em Buenos Aires, na Argentina. Ao todo, os 378 veículos participantes irão percorrer 9.030 quilômetros, passando também pelo Chile, até o dia 17 de janeiro. No primeiro dia, porém, haverá apenas deslocamento de 317 quilômetros até a cidade de Colón - sem tempos cronometrados.
         Uma das grandes novidades desta edição é a presença de brasileiros nas principais equipes do Rally Dakar. Ao todo, são 25 representados do Brasil, um recorde. E Guilherme Spinelli, em sua segunda participação, vai competir pela equipe francesa JMB, ganhadora de 12 edições da corrida, enquanto Maurício Neves estreará pela equipe de fábrica da Volkswagen, vencedora entre os carros em 2009.
         Cada um tem uma história diferente para contar. O "namoro" entre Guilherme Spinelli e seu atual time começou há alguns anos, quando o piloto foi buscar suporte técnico na sede japonesa da Mitsubishi para competir no Brasil. Uma coisa levou a outra e o brasileiro começou a fazer contato com os franceses especializados no Rally Dakar, então equipe de fábrica da montadora (que se retirou dos ralis no ano passado). No segundo semestre, o piloto participou de eventos do Mundial de Rali. Seu desempenho agradou, garantindo a vaga para um dos carros da JMB Stradale no rali mais tradicional do mundo.
         "Isso foi o fruto de anos de trabalho no cross country", ressalta Guilherme Spinelli. Para o Rally Dakar, o piloto passou por uma fase de treinamentos e adaptação no Marrocos. O objetivo era preparar melhor carros e pilotos para o desafio das regiões desérticas.
         Maurício Neves, por sua vez, venceu forte concorrência pela vaga no Rally Dakar. "A Volks brasileira queria colocar um piloto do País no Dakar e, pela minha experiência em várias provas, como o Rali dos Sertões, fui selecionado", contou ele. Mas o processo foi demorado - dependeu de longas negociações entre a matriz alemã e a filial brasileira. Quando tudo foi acertado, a equipe já estava com a preparação para a prova em andamento. "Perdi algumas etapas do processo, mas acho que participei das mais importantes."
         Guilherme Spinelli e Maurício Neves são comedidos quanto às possibilidades de vitória. Mas sabem que, pela estrutura que possuem, terão de mostrar alto nível de desempenho se quiserem seguir em seus respectivos times em 2011.
         Também com objetivo de fazer uma boa participação está a equipe brasileira Petrobrás-Lubrax, que terá Jean Azevedo e Rodolpho Mattheis nas motos, João Franciosi e Lourival Roldan nos carros e André Azevedo e Maykel Justo nos caminhões. Klever Kolberg vai encarar um novo desafio, que é o de pilotar um carro movido a etanol, pela Valtra Dakar Eco Team.
         Para Guilherme Spinelli, os principais desafios do rali ocorrerão do lado chileno do percurso, mais especificamente nos dois dias de travessia do deserto do Atacama. "Serão dias longos", revela. "Eu, especificamente, suo muito. Mas, ainda bem, a equipe instalou um bom ar condicionado dentro do veículo. Quando do lado de fora faz 40 graus Celsius, dentro do carro - sem o ar condicionado - pareceriam que fossem 60 graus."
         FAVORITOS
        Com a saída da Mitsubishi no ano passado, Volkswagen, BMW e Hummer deverão disputar a vitória entre os carros do Rally Dakar. O piloto mais cotado para o título é o atual campeão, o sul-africano Ginel De Villiers (Volkswagen). Os grandes rivais são o francês Stéphane Peterhansel (BMW) e o espanhol Carlos Sainz (Volkswagen).
         Ginel De Villiers foi o único entre os concorrentes a terminar a prova do ano passado, em sua primeira edição na América do Sul. Peterhansel teve problemas mecânicos, enquanto Sainz abandonou após ao cair em um enorme buraco no trajeto da competição.
         Nas motos, o espanhol Marc Coma vai tentar o bicampeonato adotando a tática de estabelecer um ritmo próprio durante a corrida. "O primeiro rival sempre foi a própria competição. Superar os quase 10 mil quilômetros já é um obstáculo de fôlego", ressalta. Segundo ele, seu maior rival será o companheiro da KTM, o francês Cyril Despres, campeão em 2007.
         DESAFIOS
        Em sua segunda edição na América do Sul, o rali tem alguns desafios. O primeiro deles é acalmar a ira dos ambientalistas. Os chilenos estão protestando contra a realização do Rally Dakar no Deserto do Atacama, no norte do país. Segundo os integrantes da ONG Ação Ecológica, na prova realizada no ano passado, os pilotos participantes destruíram seis áreas arqueológicas.
         Outro problema é conseguir maior eficiência das equipes de resgate. No ano passado, o francês Pascual Terry foi encontrado morto vários dias depois de ser vítima de um edema pulmonar originado por uma disfunção cardíaca. 31/12/2009 15:25 - CN/ES/RALLY DAKAR/APRESENTA
        
         Rally Dakar dá largada nesta sexta-feira em Buenos Aires
        
         Por Ariel Palacios e Valéria Zukeran
        
        Buenos Aires, 31 (AE) - A aventura começa nesta sexta-feira A 31ª edição do Rally Dakar, e segunda na América do Sul, terá largada em Buenos Aires, na Argentina. Ao todo, os 378 veículos participantes irão percorrer 9.030 quilômetros, passando também pelo Chile, até o dia 17 de janeiro. No primeiro dia, porém, haverá apenas deslocamento de 317 quilômetros até a cidade de Colón - sem tempos cronometrados.
        
         Uma das grandes novidades desta edição é a presença de brasileiros nas principais equipes do Rally Dakar. Ao todo, são 25 representados do Brasil, um recorde. E Guilherme Spinelli, em sua segunda participação, vai competir pela equipe francesa JMB, ganhadora de 12 edições da corrida, enquanto Maurício Neves estreará pela equipe de fábrica da Volkswagen, vencedora entre os carros em 2009.
        
         Cada um tem uma história diferente para contar. O "namoro" entre Guilherme Spinelli e seu atual time começou há alguns anos, quando o piloto foi buscar suporte técnico na sede japonesa da Mitsubishi para competir no Brasil. Uma coisa levou a outra e o brasileiro começou a fazer contato com os franceses especializados no Rally Dakar, então equipe de fábrica da montadora (que se retirou dos ralis no ano passado). No segundo semestre, o piloto participou de eventos do Mundial de Rali. Seu desempenho agradou, garantindo a vaga para um dos carros da JMB Stradale no rali mais tradicional do mundo.
        
         "Isso foi o fruto de anos de trabalho no cross country", ressalta Guilherme Spinelli. Para o Rally Dakar, o piloto passou por uma fase de treinamentos e adaptação no Marrocos. O objetivo era preparar melhor carros e pilotos para o desafio das regiões desérticas.
        
         Maurício Neves, por sua vez, venceu forte concorrência pela vaga no Rally Dakar. "A Volks brasileira queria colocar um piloto do País no Dakar e, pela minha experiência em várias provas, como o Rali dos Sertões, fui selecionado", contou ele. Mas o processo foi demorado - dependeu de longas negociações entre a matriz alemã e a filial brasileira. Quando tudo foi acertado, a equipe já estava com a preparação para a prova em andamento. "Perdi algumas etapas do processo, mas acho que participei das mais importantes."
        
         Guilherme Spinelli e Maurício Neves são comedidos quanto às possibilidades de vitória. Mas sabem que, pela estrutura que possuem, terão de mostrar alto nível de desempenho se quiserem seguir em seus respectivos times em 2011.
        
         Também com objetivo de fazer uma boa participação está a equipe brasileira Petrobrás-Lubrax, que terá Jean Azevedo e Rodolpho Mattheis nas motos, João Franciosi e Lourival Roldan nos carros e André Azevedo e Maykel Justo nos caminhões. Klever Kolberg vai encarar um novo desafio, que é o de pilotar um carro movido a etanol, pela Valtra Dakar Eco Team.
        
         Para Guilherme Spinelli, os principais desafios do rali ocorrerão do lado chileno do percurso, mais especificamente nos dois dias de travessia do deserto do Atacama. "Serão dias longos", revela. "Eu, especificamente, suo muito. Mas, ainda bem, a equipe instalou um bom ar condicionado dentro do veículo. Quando do lado de fora faz 40 graus Celsius, dentro do carro - sem o ar condicionado - pareceriam que fossem 60 graus."
        
         FAVORITOS - Com a saída da Mitsubishi no ano passado, Volkswagen, BMW e Hummer deverão disputar a vitória entre os carros do Rally Dakar. O piloto mais cotado para o título é o atual campeão, o sul-africano Ginel De Villiers (Volkswagen). Os grandes rivais são o francês Stéphane Peterhansel (BMW) e o espanhol Carlos Sainz (Volkswagen).
        
         Ginel De Villiers foi o único entre os concorrentes a terminar a prova do ano passado, em sua primeira edição na América do Sul. Peterhansel teve problemas mecânicos, enquanto Sainz abandonou após ao cair em um enorme buraco no trajeto da competição.
        
         Nas motos, o espanhol Marc Coma vai tentar o bicampeonato adotando a tática de estabelecer um ritmo próprio durante a corrida. "O primeiro rival sempre foi a própria competição. Superar os quase 10 mil quilômetros já é um obstáculo de fôlego", ressalta. Segundo ele, seu maior rival será o companheiro da KTM, o francês Cyril Despres, campeão em 2007.
        
         DESAFIOS - Em sua segunda edição na América do Sul, o rali tem alguns desafios. O primeiro deles é acalmar a ira dos ambientalistas. Os chilenos estão protestando contra a realização do Rally Dakar no Deserto do Atacama, no norte do país. Segundo os integrantes da ONG Ação Ecológica, na prova realizada no ano passado, os pilotos participantes destruíram seis áreas arqueológicas.
        
         Outro problema é conseguir maior eficiência das equipes de resgate. No ano passado, o francês Pascual Terry foi encontrado morto vários dias depois de ser vítima de um edema pulmonar originado por uma disfunção cardíaca.(informações do Estadão)
        

        
        

campo grande

Marcha para Jesus reúne milhares de fiéis e organização barra campanha política

Evento começou debaixo de chuva, mas precipatações deram uma trégua e público aumentou; politicos que levaram bandeiras foram orientados a guardá-las

26/08/2026 17h00

Público acompanhou Marcha até o Parque das Nações, onde mais fiéis aguardavam

Público acompanhou Marcha até o Parque das Nações, onde mais fiéis aguardavam Foto: Paulo Ribas

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A tradicional Marcha para Jesus reuniu milhares de fieis na tarde desta quarta-feira (26), em Campo Grande. O evento começou com chuva, mas as precipitações deram uma trégua e o público aumentou ao longo da tarde. Políticos que tantaram usar o evento para campanha foram barrados pela organização.

A organização, Polícia Militar e Guarda Municipal não deram estimativa oficial do número de participantes, que passou da casa do milhar.

O evento começou às 13h, ainda sob chuva, na Praça do Rádio Clube, onde houve a concentração e show com a banda nacional Get Worship e outras três regionais. Com capas e guarda-chuvas, cerca de 400 pessoas acompanharam o início da Marcha.

O organizador do evento, presidente do Conselho Municipal de Pastores de Campo Grande (Consepacg), Apóstolo Gladiston Amorim, disse que a expectativa era reunir, ao todo, cerca de 40 mil pessoas, contando as que participaram da concentração, da marcha, e as que esperavam no Parque das Nações Indígenas, onde será o encerramento e que, segundo ele, é onde há a maior concentração de público.

No entanto, com a instabilidade do tempo, a expectativa de participação foi reduzida. "Com a mudança no tempo, provavelmente vai diminuir esse número, mas isso não é problema, não dá para saber", disse.

O evento reuniu ainda alguns políticos, como a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), na abertura, e o governador Eduardo Riedel (PP), no encerramento, além de alguns candidatos a deputados estaduais e federais.

Alguns chegaram a levar bandeiras e material de campanha, mas foram orientados pela organização a guardarem por não ser local para campanha. Não foi informado quais foram os candidatos advertidos, mas entre eles está Giselle Marques (PT), que concorre a deputada federal.

A prefeita disse a Marcha já é histórica e que neste ano, a chuva foi benção. "Campo Grande recebe não só uma palavra, mas recebe também homens e mulheres que oraram até aqui para que a cidade seja cada dia mais abençoada. Quero louvar a Deus pela vida de cada pessoa que se levantou em oração nesse período, em especial no dia de hoje, onde a marcha acontece mesmo com chuva, mas trazendo bençãos para as famílias da Capital e para a cidade", disse.

O pastor explicou que apesar de ser um movimento do segmento evangélico, a Marcha é aberta ao público em geral.

"Esse é um evento que a gente tem só uma vez por ano, é um evento que acontece não só no Brasil, mas em muitos lugares do mundo, milhares de cidades realizam a Marcha para Jesus, que é uma celebração da nossa fé, é um culto de adoração a Cristo Jesus. Cada igreja, seja evangélica ou católica, nós nos reunimos para cultuar o nosso Senhor, mas uma vez nós saímos da igreja para cultuar em ambiente público em unidade, então esse é um evento de união do corpo de Cristo, para adorar nosso Senhor", acrescentou.

Chuva não desanimou

A massoterapeuta Kelly Martins participou do evento e disse que os cristãos devem mostrar ao mundo a importância de louvar a Deus, além de também ir ao local para prestigiar a sua igreja, a Igreja Evangélica Irmãos Menonitas .

"A chuva não desanimou, tudo o que vem Deius é bem-vindo, se Ele quis assim, a gente tem que glorificar", disse.

A estudante Ana Clara Martins também enfrentou a chuva. Ela, que não conseguiu ir a Marcha para Jesus no ano passado por estar trabalhando, afirmou que sentiu no coração que deveria prestigiar a edição deste ano.

"Esse ano, mesmo com a chuva, eu senti no coração que eu devia estar aqui para louvar a Deus independente do tempo, por tudo o que Ele faz para a gente, não importa se está sol ou está chuva, Ele está sempre do nosso lado cuidando de nós, então nada mais justo do que estar aqui independente do tempo", afirmou.

Por volta das 16h, já sem chuva,  os fieis saíram da Praça do Rádio Clube e iniciaram a marcha, rumo ao Parque das Nações Indígenas, acompanhando trio elétrico, onde havia show e pregação ao longo do caminho. Com a trégua nas chuvas, o público aumentou.

Os fiéis seguiram pela Avenida Afonso Pena e pararam em frente ao Paço Municipal para fazer uma oração pela cidade e pela gestão municipal, continuando a marcha em seguida. 

No Parque das Nações Indígenas, foi montado um palco onde a programação segue até 21h. Estão previstos shows com John Dias e Maria Marçal e outras três regionais, além de uma palavra do Apóstolo Luiz Hermínio.

Público acompanhou Marcha até o Parque das Nações, onde mais fiéis aguardavam Foto: Evento começou com chuva, na Praça do Rádio Clube

Direitos autorais

Justiça barra repertório musical às vésperas do Festival de Inverno de Bonito

Por falta de pagamento de direitos autorais ao Ecad, decisão judicial proíbe músicas protegidas

26/08/2026 16h00

Seu Jorge está entre as principais atrações do evento neste ano

Seu Jorge está entre as principais atrações do evento neste ano Foto: Reprodução

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A Justiça determinou a proibição e a suspensão da execução pública de músicas e fonogramas protegidos por direitos autorais durante o 25º Festival de Inverno de Bonito 2026.

A decisão liminar, expedida pela 2ª Vara da Comarca de Bonito, atende a um pedido incidental de urgência do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad).

Apesar da restrição ao repertório musical, a organização do festival confirmou que a abertura oficial está mantida para as 20h desta quarta-feira (26).

De acordo com o magistrado Ronaldo Gonçalves Onofre, o município de Bonito e a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) devem se abster de promover ou viabilizar a execução de obras musicais e lítero-musicais enquanto não comprovarem o licenciamento junto ao Ecad.

A medida também autoriza a presença de fiscais técnicos do Ecad no evento para monitorar o cumprimento da ordem. Caso a regularização seja apresentada nos autos do processo, a proibição é derrubada automaticamente. O juiz manteve ainda uma multa cominatória em caso de descumprimento.

O próprio despacho do juiz esclarece que a decisão não cancela o Festival de Inverno de Bonito 2026. O evento pode prosseguir normalmente com todas as atividades que não envolvam o uso de músicas protegidas e sem autorização.

Na prática, palestras, peças teatrais sem trilha protegida, exposições de artes visuais e a gastronomia operam sem restrições.

A Fundação de Cultura de MS tentou argumentar no processo que estava em negociações administrativas com o órgão de arrecadação, incluindo mediações por meio da Câmara Administrativa de Solução de Conflitos (CASC/PGE-MS).

Apsar das alegações, o juiz Ronaldo Gonçalves Onofre destacou que tais providências revelam intenção de regularização, mas não equivalem ao licenciamento exigido pela legislação autoral. Oficiais de Justiça foram acionados para intimar os envolvidos com urgência devido ao início imediato do festival.

Programação 

A cerimônia oficial está prevista para as 20h, no Palco Sol. Antes, às 18h30, o Balé Municipal de Bonito e a Cia. Juvenil de Bonito apresentam o espetáculo “Luma”.

Depois da abertura, o Corpo de Dança Sesc MS apresenta “Te Amo”, às 20h30. No Palco Lua, DJ Mixxel toca a partir do mesmo horário e, às 21h, entra a Orquestra Jovem Sesc MS.

A programação segue com Karla Coronel, às 21h10, no Palco Sesc Estrela, e com a Cia. Selma Azambuja, que apresenta “Diálogo”, às 21h40, no Palco Sol.

Às 22h, o Grupo Municipal de Porto Murtinho apresenta o Touro Encantado. O show Canta Bonito começa às 22h30 e DJ Fred Canhão fecha a programação do Palco Lua, a partir das 23h30.

Shows principais

 Ferrugem está na programação de quinta-feira (27), com apresentação prevista para as 22h30, no Palco Lua.

Na sexta-feira (28), quem ocupa o mesmo palco e horário é Léo Foguete. A programação do dia também inclui atrações locais e regionais, apresentações de dança, teatro, DJs e atividades espalhadas por diferentes espaços de Bonito.

Seu Jorge é a principal atração musical de sábado (29). O cantor tem show previsto para começar às 22h30, também no Palco Lua.

O festival termina no domingo (30). Entre as atrações previstas para o último dia está a dupla Humberto e Ronaldo, com show das 21h30 às 23h.

Além dos shows, a programação dos cinco dias inclui atividades de gastronomia, artesanato, moda, literatura, cultura geek, dança, circo e artes visuais.

A identidade desta edição usa o udu-de-coroa-azul e o conceito “A Arte que Voa Alto, Pousa em Bonito”.

PROGRAMAÇÃO DE HOJE

  • 15h – Contação de história “Zeca Bigode e Tio Manoel”
  • 16h – Início das atividades do roteiro cultural
  • 17h – Live painting com Anelise Godoy
  • 17h30 – “Os Saltimbancos”, no Palco Sol
  • 17h30 – Cortejo de abertura, com saída da Prefeitura
  • 18h – Abertura do Lounge Geek-Literário e espaços de artesanato
  • 18h30 – Espetáculo “Luma”
  • 20h – Abertura oficial
  • 20h30 – Espetáculo “Te Amo” e DJ Mixxel
  • 21h – Orquestra Jovem Sesc MS
  • 21h10 – Karla Coronel
  • 21h40 – Espetáculo “Diálogo”
  • 22h – Touro Encantado
  • 22h30 – Canta Bonito
  • 23h30 – DJ Fred Canhão

 

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