Cidades

Mudança

Restaurantes e bares pressionam governo para flexibilização do toque de recolher

Os estabelecimentos desejam permanecerem abertos até as 23h

Continue lendo...

Uma  reunião com os representantes do governo de Mato Grosso do Sul e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), foi realizada na tarde de ontem (08), para discutir uma possível flexibilização do toque de recolher para as 23h00.  

Durante a reunião foi pedido pela Abrasel, que o toque de recolher seja alterado em âmbito estadual, das 22h para às 23h para o impulsionamento do setor comercial alimentício,como informou o presidente da entidade, Juliano Wertheimer.

Últimas Notícias

“Essa uma hora a mais dará um fôlego aos estabelecimentos, pois os clientes poderão consumir com mais tranquilidade, melhorando o faturamento e ajudando a diminuir o impacto negativo que o setor bem sofrendo".

Atualmente a medida adotada como parte das ações de contenção da transmissão da Covid-19, estipula que entre os horários das 22h00 às 05h00 é estritamente proibida a movimentação de pessoas fora de suas residências, assim como estabelecimentos não essenciais se manterem abertos.  

Após a reunião ficou decidido que os secretários de Saúde do Estado (SES), Geraldo Resende  e Município, José Mauro Filho, irão se reunir para definir os detalhes dos decretos, que deverão ser publicados antes do próximo fim de semana.

A reportagem do Correio do Estado entrou em contato com o secretário Geraldo Resende, que, pontuou que ainda não existe nada decidido, tanto para o estado, quando para Campo Grande e que a decisão depende do governo do Estado.  

Decreto válido  

circulação de pessoas ficam proibida durante o intervalo de sete horas. Os únicos que estão liberados para transitar entre às 22h e às 05h são os trabalhadores de serviços essenciais ou aqueles que precisarem utilizá-los.

É necessário que cada um tenha uma forma de comprovação da urgência em estar fora de casa.

Estão inclusos em serviços essenciais: postos de combustíveis, farmácias e serviços de saúde, que podem funcionar em horário estabelecido no alvará de localização e funcionamento respectivo, bem como aos serviços de delivery, de coleta de resíduos e demais ações destinadas ao enfrentamento do novo Coronavírus.

Além dos horários, também há alerta para a capacidade de lotação de estabelecimentos.

Locais destinados a atividades para o público só podem funcionar com 40% da sua capacidade máxima, sendo que este número precisa obedecer a seguinte regras: nenhum estabelecimentos pode conter mais de 80 pessoas aglomeradas ao mesmo tempo.

Assine o Correio do Estado

OPERAÇÃO BACKBONE

Mulher e filho de Marcinho VP são presos em operação da PF

Familiares de traficante preso em Campo Grande são investigados em esquema de controle ilegal da internet no Rio de Janeiro

19/10/2026 11h00

Operação Backbone investiga esquema de exploração ilegal de internet em comunidades dominadas pelo Comando Vermelho no Rio de Janeiro

Operação Backbone investiga esquema de exploração ilegal de internet em comunidades dominadas pelo Comando Vermelho no Rio de Janeiro Polícia Federal / Divulgação

Continue Lendo...

A mulher e um dos filhos do traficante Márcios dos Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, que está preso na Penitenciária Federal de Campo Grande, foram presos nesta segunda-feira (19), durante uma operação da Polícia Federal contra um esquema milionário de exploração ilegal de serviços de internet no Rio de Janeiro.

Conforme informações divulgadas pelo portal de notícias UOL, Márcia Gama dos Santos Nepomuceno e Lucas Santos Nepomuceno estão entre os presos na Operação Backbone, que investiga a atuação de integrantes do Comando Vermelho (CV) no controle do fornecimento de internet em comunidades da capital fluminense.

A ofensiva resultou, até o momento, em 19 prisões. Ao todo, foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) 23 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão, além de medidas para bloquear até R$ 558 milhões em bens e valores vinculados aos investigados.

As ações ocorrem no Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Teresópolis, Maricá e Magé. Parte dos mandados também é cumprida em unidades prisionais, incluindo estabelecimentos do Sistema Penitenciário Federal.

Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa utilizava ameaças e violência para controlar o mercado de internet nos complexos do Alemão, da Penha e do Chapadão, impedindo a atuação de empresas que não tinham autorização da facção.

Os criminosos cortavam cabos, incendiavam caixas de distribuição e ameaçavam profissionais responsáveis pela manutenção das redes. Com isso, moradores e comerciantes ficavam sem alternativas e eram obrigados a contratar os serviços oferecidos por provedores ligados ao grupo.

Além de impor o serviço à população, a facção cobrava mensalidades das empresas autorizadas a atuar nos territórios sob seu domínio. Os pagamentos representavam uma fonte significativa de recursos para a organização.

Documentos contábeis analisados pelos investigadores apontam que, em apenas um mês, o dinheiro arrecadado com o fornecimento de internet representou mais de 40% da receita do grupo criminoso no Complexo da Penha.

A investigação também identificou a utilização de empresas para movimentar e ocultar os valores obtidos ilegalmente. Entre os negócios suspeitos estão provedores de internet, produtoras de eventos, empresas de publicidade e estabelecimentos de fachada.

Os recursos também teriam sido utilizados na aquisição de imóveis pagos em dinheiro e em operações com criptoativos, dificultando o rastreamento da origem do patrimônio.

Marcinho VP

Marcinho VP está preso desde agosto de 1996 e é apontado pelas autoridades como uma das principais lideranças históricas do Comando Vermelho. Atualmente, ele permanece custodiado na Penitenciária Federal de Campo Grande, unidade de segurança 

máxima localizada na capital sul-mato-grossense.

Embora esteja encarcerado há aproximadamente três décadas, investigações policiais apontam que ele continuaria exercendo influência sobre a estrutura da facção.

No comunicado sobre a Operação Backbone, a Polícia Federal informou que um dos líderes da organização, atualmente custodiado no Sistema Penitenciário Federal, continuaria controlando atividades empresariais exploradas nos territórios dominados pelo grupo, com a participação de familiares e outras lideranças.

Conforme as investigações, o dinheiro arrecadado pelo esquema era movimentado por empresas e intermediários financeiros até chegar a familiares de uma liderança da organização criminosa.

Além das prisões, a Justiça determinou medidas contra 42 empresas e 40 pessoas físicas investigadas. As atividades econômicas das pessoas jurídicas envolvidas deverão ser suspensas.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também será comunicada para adotar providências relacionadas à cassação das autorizações de funcionamento dos provedores investigados.

Segundo a Polícia Federal, as medidas deverão considerar a necessidade de manter o fornecimento de internet aos moradores das regiões afetadas, evitando a interrupção de um serviço essencial.

Os investigados poderão responder por crimes como extorsão majorada, lavagem de dinheiro, interrupção de serviços de telecomunicações, exploração clandestina de telecomunicações e domínio social estruturado.

A Operação Backbone integra a força-tarefa Missão Redentor II, coordenada pela Polícia Federal para combater organizações criminosas que atuam no Rio de Janeiro.

 

OPERAÇÃO PROTECTOR

Faccionado morre em confronto com policiais militares em Nova Andradina

A Operação Protetor investiga atentados relacionados à disputa entre organizações criminosas no município

19/10/2026 10h45

Arma usada pelo suspeito durante a abordagem policial

Arma usada pelo suspeito durante a abordagem policial Divulgação: Batalhão de Choque

Continue Lendo...

Na madrugada desta segunda-feira (19), por volta das 4h, um homem, identificado como Wilton Lucas da Costa Queiroz, de 31 anos, morreu após entrar em confronto com policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar. O conflito ocorreu na Rua José Gomes da Rocha, bairro Vicente de Paulo, no município de Nova Andradina. 

Equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar realizavam a Operação Protetor, que investiga os atentados relacionados à disputa entre organizações criminosas no município.

Durante as diligências, as equipes do Batalhão de Choque localizaram e deram cumprimento a um mandado de prisão contra um suspeito de envolvimento em homicídio no município. Na continuidade da operação, outros dois indivíduos foram localizados em posse de armas de fogo. Conforme informações levantadas pelas equipes, ambos estariam envolvidos no apoio logístico a uma organização criminosa atuante na região.

Com o avanço da ação, novas informações indicaram que um integrante de um grupo criminoso rival estaria armado em uma residência e também seria responsável por prestar apoio logístico à organização.

Diante das informações, as equipes deslocaram-se até o endereço indicado, onde visualizaram Wilton Lucas. De acordo com o relato dos militares, durante a intervenção policial, após receber ordem de abordagem, o suspeito teria efetuado disparos de arma de fogo contra a equipe, que reagiu para cessar a agressão.

Após o confronto, o indivíduo foi desarmado e encaminhado ao Hospital Regional Francisco Dantas Maniçoba, onde foi constatado o óbito.

Foram acionadas as autoridades competentes, incluindo a Polícia Civil, a Perícia Criminal e representantes da Polícia Militar, para a adoção dos procedimentos legais e a apuração das circunstâncias da ocorrência.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).