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Resultado da Dupla-Sena de hoje, concurso 3004, quarta-feira (02/09)

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 3004 da Dupla Sena na noite desta quarta-feira, 2 de setembro de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 2 milhões.

Confira o resultado da Dupla-Sena de hoje!

Os números da Dupla Sena 3004 são:

Primeiro sorteio

  • 28 - 09 - 16 - 18 - 46 - 10 

Segundo sorteio

  • 03 - 10 - 16 - 45 - 08 - 01

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Como jogar na Dupla-Sena

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais: às segundas, quartas e sextas, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer.

Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com seis dezenas e preço de R$ 2,50, a probabilidade de acertar 6 números e ganhar o prêmio milionário é de 1 em 15.890.700 segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 3.174, ainda segundo a Caixa.

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Operação Nêmesis

Após festa do PCC, força-tarefa faz pente-fino na Máxima de Campo Grande

Operação Nêmesis reúne Polícia Penal e Força Penal Nacional em revistas e procedimentos de segurança após vídeo mostrar comemoração de integrantes da facção dentro do presídio

02/09/2026 18h38

Força-tarefa realiza pente-fino na Máxima de Campo Grande após vídeo mostrar comemoração de presos em alusão ao PCC.

Força-tarefa realiza pente-fino na Máxima de Campo Grande após vídeo mostrar comemoração de presos em alusão ao PCC. Foto: Foto: Divulgação: Senappen e Agepen/MS.

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Uma força-tarefa formada pela Polícia Penal de Mato Grosso do Sul e pela Força Penal Nacional (FPN) realiza um pente-fino no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, a Máxima de Campo Grande, nesta quarta-feira (2). A ação faz parte da Operação Nêmesis, desencadeada após a identificação de uma manifestação coletiva em alusão ao Primeiro Comando da Capital (PCC) dentro do presídio.

A operação é um novo desdobramento do caso revelado após a circulação de um vídeo gravado dentro da unidade. Nas imagens, detentos aparecem reunidos em uma comemoração em referência aos 33 anos da facção criminosa.

Durante a gravação, um preso faz um discurso e, sobre uma mesa, aparecem diversas porções de uma substância branca, semelhante à cocaína, organizadas em fileiras.

Nesta quarta-feira, porém, o foco das autoridades avançou para dentro da estrutura da Máxima. Policiais realizam revistas gerais, fiscalização de celas e demais dependências e procedimentos destinados a identificar irregularidades e possíveis materiais ilícitos, além de ações para dificultar a atuação de organizações criminosas de dentro do sistema penitenciário.

Força-tarefa realiza pente-fino na Máxima de Campo Grande após vídeo mostrar comemoração de presos em alusão ao PCC.Agentes da Força Penal Nacional e da Polícia Penal atuam durante a Operação Nêmesis na Máxima de Campo Grande. Foto: Divulgação: Senappen e Agepen/MS.

A operação também busca identificar outros internos eventualmente envolvidos em irregularidades.

Força-tarefa realiza pente-fino na Máxima de Campo Grande após vídeo mostrar comemoração de presos em alusão ao PCC.Operação Nêmesis mobiliza forças estaduais e federais em revistas e procedimentos de segurança na Máxima. Foto: Divulgação: Senappen e Agepen/MS.

Os presos apontados como participantes da comemoração começaram a ser transferidos, conforme noticiado anteriormente.

A Agepen não informou a quantidade de detentos retirados da Máxima nem revelou as unidades para as quais foram encaminhados, sob a justificativa de questões de segurança.

Além das transferências, os envolvidos estão sendo submetidos a Procedimento Administrativo Disciplinar do Interno (Padic), responsável por individualizar as condutas e definir as medidas disciplinares cabíveis.

Segundo a administração penitenciária, manifestações coletivas de apoio ou alusão a organizações criminosas podem configurar falta disciplinar grave nos termos da Lei de Execução Penal.

Força-tarefa realiza pente-fino na Máxima de Campo Grande após vídeo mostrar comemoração de presos em alusão ao PCC.
Agente da Força Penal Nacional durante fiscalização em uma das celas da Máxima de Campo Grande. Foto: Divulgação: Senappen e Agepen/MS.

Até o momento, não foi divulgado um balanço de eventuais materiais apreendidos especificamente durante o pente-fino realizado na Máxima.

Força Penal Nacional

A Operação Nêmesis coloca lado a lado policiais penais de Mato Grosso do Sul e integrantes da Força Penal Nacional, coordenada pela Polícia Penal Federal.

Força-tarefa realiza pente-fino na Máxima de Campo Grande após vídeo mostrar comemoração de presos em alusão ao PCC.
Equipes realizam fiscalização de celas e outras dependências durante a Operação Nêmesis. Foto: Divulgação: Senappen e Agepen/MS.

A mobilização ocorre em meio ao reforço das medidas destinadas a impedir a articulação de organizações criminosas dentro das penitenciárias e a entrada de materiais proibidos nas unidades.

O nome escolhido para a operação faz referência a Nêmesis, figura da tradição grega associada à resposta diante da transgressão da ordem e à aplicação de consequências.

Segundo a administração penitenciária, somente até julho deste ano foram realizadas 56 revistas em unidades prisionais de Mato Grosso do Sul, além dos procedimentos de segurança que fazem parte da rotina dos estabelecimentos penais, com acompanhamento da Gerência de Inteligência.

O diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, afirmou que a mobilização na Máxima integra uma atuação permanente contra o crime organizado.

“A Operação Nêmesis faz parte do trabalho permanente da Polícia Penal de Mato Grosso do Sul no enfrentamento ao crime organizado e no combate à entrada de ilícitos nas unidades prisionais. É uma atuação contínua e incansável para garantir a ordem, a disciplina e a segurança no sistema prisional e, consequentemente, contribuir para a segurança de toda a sociedade”, afirmou.

Drones na mira

Outra frente das forças de segurança é o combate ao uso de drones para transportar drogas, celulares e outros objetos para dentro dos presídios.

Desde 25 de agosto, a Polícia Penal de Mato Grosso do Sul e a Força Penal Nacional atuam em unidades de Campo Grande e Dourados com monitoramento e interceptação dessas aeronaves.

No período, foram apreendidos dois drones, 14 celulares, cinco carregadores e um rolo de linha reforçada utilizado para acoplar cargas.

Também foram recolhidos aproximadamente 1,7 quilo de substância com características semelhantes à maconha e cerca de 250 gramas de material semelhante à cocaína.

As apreensões correspondem ao conjunto das ações desenvolvidas nas unidades de Campo Grande e Dourados desde 25 de agosto e não são, necessariamente, materiais encontrados durante o pente-fino realizado nesta quarta-feira na Máxima.

Segundo a administração penitenciária, outras tentativas de lançamento de materiais ilícitos por drones também foram frustradas pelas equipes.

Para o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, a presença conjunta das forças estaduais e federais amplia a capacidade de atuação contra organizações criminosas dentro dos presídios.

“O enfrentamento ao crime organizado exige presença operacional, inteligência e integração”, afirmou.

A Operação Nêmesis permanece em andamento na Máxima de Campo Grande.

Tentativa de Fuga

Preso usa ferro para cavar parede de cela e levanta suspeita de fuga em MS

Jovem de 18 anos teria usado peça retirada de um tanque quebrado para abrir a estrutura do banheiro; caso é investigado como possível tentativa de fuga.

02/09/2026 17h48

Estabelecimento Penal de Bataguassu, onde dano em parede de cela levantou suspeita de preparação para fuga.

Estabelecimento Penal de Bataguassu, onde dano em parede de cela levantou suspeita de preparação para fuga. Foto: Divulgação Agepen.

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Uma abertura encontrada na parede do banheiro de uma cela do Estabelecimento Penal de Bataguassu colocou a unidade em alerta e terminou com a transferência de detentos para Campo Grande. O dano teria sido provocado por um preso de 18 anos com um pedaço de ferro retirado da estrutura de um tanque usado pelos internos.

A alteração na parede foi identificada na manhã de segunda-feira (31), durante procedimentos realizados na troca de plantão na Cela 2 da Galeria A. Diante das características do dano, surgiu a suspeita de que a abertura pudesse estar sendo preparada para uma tentativa de fuga.

Segundo informações da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), o buraco não chegou a atravessar completamente a parede da unidade prisional.

Após a descoberta, a cela foi isolada e passou por uma revista. A direção do estabelecimento também iniciou uma averiguação para identificar como o dano havia sido provocado e se outros internos poderiam estar envolvidos.

Durante os procedimentos, um dos presos assumiu a responsabilidade pela abertura na parede. Ele estava recolhido na unidade por furto e deverá responder também pelo dano causado ao patrimônio público.

Os detentos teriam quebrado um tanque utilizado para lavar roupas dentro da própria cela e retirado um pedaço de ferro da estrutura. A peça teria sido usada para começar a escavar a parede do banheiro.

Transferência para Campo Grande

Como medida de segurança, o jovem que assumiu a autoria e os demais presos alojados na mesma cela foram retirados do Estabelecimento Penal de Bataguassu.

Na terça-feira (1º), o grupo foi transferido para a Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira I, em Campo Grande.

O episódio também foi comunicado à Polícia Civil, que registrou o caso como dano qualificado contra o patrimônio público e deverá investigar as circunstâncias em que a estrutura da unidade prisional foi danificada.

A direção do presídio solicitou ainda a realização de perícia técnica na cela. O exame deverá apontar a extensão do dano, as características da abertura e fornecer elementos que ajudem a esclarecer qual seria a finalidade da escavação.

Suspeita de fuga será investigada

Embora a abertura não tenha atravessado a parede, a forma como o dano foi realizado levantou a hipótese de preparação para uma fuga. A suspeita, no entanto, ainda dependerá das diligências e do resultado da perícia para ser confirmada.

Além do preso que assumiu a autoria, deverão ser ouvidos os demais internos que estavam na cela e os policiais penais envolvidos no atendimento da ocorrência.

A investigação também deverá verificar se o jovem agiu sozinho ou se houve participação de outros detentos na quebra do tanque e na abertura da parede.

Com os depoimentos, a análise da cela e o laudo pericial, a Polícia Civil deverá esclarecer se o episódio se limitou ao dano à estrutura do presídio ou se fazia parte de uma tentativa de violação do perímetro de segurança para possibilitar uma fuga.

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