Cidades

SÃO PAULO

Revista da PM conclui que não há mais animais no Instituto Royal

Revista da PM conclui que não há mais animais no Instituto Royal

TERRA

19/10/2013 - 07h15
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Após inspeção na sede do Instituto Royal, em São Roque (SP), policiais militares afirmam que não há mais animais dentro do laboratório, acusado de maltratar bichos em pesquisas científicas.

Segundo informações da CBN, membros da PM entraram no prédio, acompanhados de advogados da empresa, após acordo com cerca de 50 ativistas que se concentraram no local na madrugada deste sábado. Fotos foram tiradas do interior para comprovar a ausência de animais.

Nesta sexta, a Justiça concedeu uma liminar para evitar novas invasões no instituto. Na última madrugada, ativistas entraram no prédio e retiraram animais como cães beagles e coelhos - muitos em más condições, segundo os manifestantes por maus-tratos cometidos pela empresa.

APREENSÃO

DOF apreende quase 70kg de cocaína durante bloqueio policial na MS-164

Homem confessou que receberia R$ 60 mil para transportar a droga por 120 quilômetros de Ponta Porã até Dourados

18/05/2026 11h00

Divulgação

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A Polícia Militar, por meio do Departamento de Operações da Fronteira (DOF), apreendeu no último sábado (16) quase 70 quilos de cocaína em Ponta Porã. Um homem de 30 anos que transportava a carga foi preso em flagrante.

Durante um bloqueio policial na MS-164, na região do Trevo do Copo Sujo, os militares realizaram a abordagem de um Honda Civic que seguia em alta velocidade. Ao ser questionado para onde estava indo o motorista apresenteu nervosismo excessivo e respostas desconexas sobre a viagem.

De acordo com a polícia, os militares notaram que o painel do veículo apresentava sinais de adulteração. O que fez com que o homem confessasse que realizava o transporte de drogas, e que estavam escondidas no painel e na caixa de ar do carro.

Os agentes realizaram a desmontagem do veículo para apreender a carga e foram localizados 18,5 quilos de cloridrato de cocaína, que signfica o pó e 48,2 quilos de pasta base do entorpecente divididos em blocos, totalizando 66,7 quilos da droga. O homem relatou que apenas foi contratado para transportar a carga.

Segundo a confissão do homem, ele pegou o carro em Ponta Porã, cidade fronteiriça com o Paraguai, e percorreria aproximadamente 120 quilômetros, até Dourados, pelo valor de R$ 60 mil.

O suspeito, as drogas e o veículo foram encaminhados à Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron). A estimativa das apreensões foi avaliada em aproximadamente R$ 4 milhões.

 

A ação aconteceu no âmbito do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, em parceria entre a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

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Desligamento

Após prisões, Adriane nomeia novos fiscais do serviço de tapa-buracos

Os servidores Edivaldo Aquino Pereira e Mehdi Talayeh foram destituídos de suas funções na Sisep

18/05/2026 10h45

Prefeitura anuncia novos nomes para substituir Edivaldo Aquino e Mehdi Talayeh

Prefeitura anuncia novos nomes para substituir Edivaldo Aquino e Mehdi Talayeh Marcelo Victor

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Presos desde a semana passada, os servidores municipais Edivaldo Aquino Pereira e Mehdi Talayeh foram afastados das funções de fiscais de contratos, conforme publicação desta segunda-feira (18) no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande). 

Edivaldo Aquino era um dos responsáveis por fiscalizas os serviços de tapa-buracos, que têm como propósito a manutenção de ruas por toda Campo Grande.

Ele atuava como Gestor de Projetos e também era responsável por fiscalizar e assinar as planilhas de realização dos serviços.

Já o engenheiro Mehdi Talayeh, atuava na Sisep, era tido como um homem de confiança. Seu nome também é vinculado em alguns contratos. 

De acordo com o Diogrande desta segunda-feira, Edivaldo estava responsável por sete contratos e foi destituído de todos eles.

 As assinaturas que estavam sob vigilância do até então Gestor de Projetos se tratava da manutenção de pavimentação asfáltica, visando o melhoramento das vias. A manutenção viária estava acontecendo em todas as regiões da capital.

Para substituir os nomes que foram destituídos de seus cargos, a prefeitura anunciou Débora dos Santos Barbosa, que assume no lugar de Edivaldo Aquino, enquanto Tiago Luander Ferreira, assume como suplente de Débora e será responsável por substituir a fiscal em caso de ausência. 

Relembre a Operação 

Na última terça-feira (12) promotores do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc) encontraram R$ 429 mil em dinheiro em dois dos endereços nos quais cumpriram sete mandados de prisão e 10 mandados de busca  e apreensão em  Campo Grande.

A operação teve como alvo principal uma empresa que presta serviços de tapa-buracos que, de acordo com a nota oficial do MP, faturou entre 2018 e 2025, "contratos e aditivos que somam o montante de R$ 113.702.491,02".

Entre os sete presos na operação da última terça-feira (12) está o ex-secretário municipal de obras, Rudi Fiorese, que estava à frente da Agesul. 

Além dele também foi preso o engenheiro Edivaldo Pereira Aquino, coordenador do serviço de tapa-buracos. Parte do dinheiro apreendido na operação estava na casa dele. 

Outro detido que teve o nome divulgado foi o engenheiro Mehdi Talayeh, que ocupa cargo de chefia na secretaria de obras.

 

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