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BELÉM (PA)

Riedel e Verruck apresentam Carbono Neutro de MS na COP30

Autoridades prometem apresentar o triunfo de Mato Grosso do Sul para o mundo, mostrando que o Estado é um dos que mais crescem e mais preservam o meio ambiente no Brasil

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Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP); secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck e o secretário-adjunto da Semadesc, Artur Falcette marcarão presença na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), nesta quarta (12), quinta (13) e sexta-feira (14), em Belém do Pará.

O trio promete apresentar o triunfo de Mato Grosso do Sul para o mundo, mostrando que o Estado é um dos que mais crescem e mais preservam o meio ambiente no Brasil.

No evento, MS será exaltado como exemplo a ser seguido pelos demais países do mundo, com políticas econômicas aliadas às ambientais, de modo a demonstrar que é possível aliar agronegócio e preservação ambiental.

Confira os temas que as autoridades sul-mato-grossenses apresentarão na COP30:

  • MS Carbono Neutro: neutralização das emissões de gases do efeito estufa – diminuição dos gases poluentes na atmosfera
  • Investimento verde (FCO Verde): linha de crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) voltada para projetos com foco em sustentabilidade e mitigação de impactos ambientais
  • Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA): incentivo financeiro ao produtor rural que protege e restaura ecossistemas
  • Conservação do Meio Ambiente aliada ao desenvolvimento do agronegócio: geração de empregos, evolução do PIB e preservação da fauna e flora
  • Maior polo de celulose do Brasil: expansão de florestas - crescimento de 500% na área plantada em uma década

Confira a agenda das autoridades sul-mato-grossenses na COP30 em Belém:

EDUARDO RIEDEL

  • 12 de novembro, quarta-feira: Painel no Espaço FNP (Frente Nacional dos Prefeitos)
  • 13 de novembro, quinta-feira: Lei Geral do Licenciamento Ambiental e o papel dos estados em sua execução na Green Zone da Abema (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente)

JAIME VERRUCK

  • 13 de novembro, quinta-feira: Painel 'Inovação e Inteligência Ambiental: Tecnologia
  • a Serviço da Sustentabilidade' na Abema
  • 14 de novembro, sexta-feira: Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) na Casa da Biodiversidade e Clima

COP30

A COP30 é realizada entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, na capital Paraense, coração da Amazônia. A Cúpula de Líderes ocorreu nos dias 6 e 7 de novembro.

O evento é o encontro global anual onde líderes mundiais, cientistas, Organizações não Governamentais (ONGs) e representantes da sociedade civil se reúnem para discutir e negociar ações de combate às mudanças climáticas no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC).

Os principais temas incluem financiamento climático, transição energética, preservação florestal e justiça climática.

Pré-COP30 Bioma Pantanal foi realizada em 30 de setembro de 2025 no auditório da Faculdade Instead, localizada na avenida Fernando Corrêa da Costa, número 845, Centro, em Campo Grande.

O tema foi “Clima e Biodiversidade: o papel dos estados e municípios na COP30”.

O evento debateu clima e biodiversidade, além de discutir como o Pantanal pode se tornar referência mundial em políticas de mitigação, adaptação e financiamento climático. Riedel, Verruck e outras diversas autoridades participaram do evento.

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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