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Trânsito

Saiba quais regras para ciclomotores passam a valer a partir de hoje em Campo Grande

Em todo o MS, estão cadastrados mais de 4 mil veículos da categoria

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A partir desta segunda-feira (12), os motoristas de ciclomotores devem ficar atentos às novas regras de trânsito impostas à categoria pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). 

Os critérios passaram a valer no dia 1 de janeiro de 2026 em todo o território nacional, porém, em Campo Grande, a primeira semana foi voltada a ações e campanhas de conscientização aos motoristas que ainda não estavam regularizados. 

A partir de agora, os proprietários de bicicletas elétricas e motos com acelerador e motor de até 50 cilindradas devem registrar seus veículos no Departamento de Trânsito de seus respectivos estados. 

Além disso, passará a ser cobrado efetivamente o uso de capacete e a obrigatoriedade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de categoria A (moto) ou uma Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC). 

A resolução foi publicada e aprovada em 2023 e passou a valer agora, dando aos condutores tempo hábil para regularizarem cada situação. 

Além do registro no Detran, a resolução inclui o emplacamento e licenciamento do ciclomotor. Sem a documentação exigida, os veículos são proibidos de circularem nas vias.

Também é obrigatório a presença de retrovisores, farol dianteiro branco ou amarelo, lanterna traseira e luz de freio vermelho, velocímetro, buzina, pneus em boas condições e dispositivo para controle de ruído do motor.

Os veículos não podem circular em ciclovias, ciclofaixas ou calçadas, devem trafegar na rua, utilizando as faixas centrais ou da direita, não em vias rápidas.

A partir de hoje (12), quem estiver em desconformidade com as regras, receberá multa gravíssima no valor de R$ R$ 293,47 e perder 7 pontos na carteira de habilitação, além de ter o veículo apreendido. 

Bicicletas elétricas, skates e patinetes elétricos não são classificados como ciclomotores, então não estão incluídos nas novas regras. 

São classificados como ciclomotores os veículos de duas ou três rodas com motor de até 50 cc (combustão) ou 4 kW (elétrico), que tenham velocidade máxima de 50 km/h. 

Números em MS

De acordo com o Detran MS, o Estado tem, atualmente, 4.393 veículos ciclomotores cadastrados, sendo 4.300 movidos a combustível e 89, elétricos. 

Destes, 1.293 são registrados na capital Campo Grande; 1.103 estão em Dourados; 68 em Ponta Porã; 521 em Três Lagoas; 450 em Paranaíba; 168 em Nova Andradina; 80 em Jardim; 274 em Naviraí; e 88 em Aquidauana. 

O valor para compra de um ciclomotor varia, no Brasil, entre R$ 7 mil para os modelos mais simples, até R$ 19 mil para modelos mais robustos, dependendo do ano e das condições dos modelos. 
 


 

prazo acabando

Bolsonaro pede liberação de visitas de Flávio na prisão domiciliar

Prazo de suspensão perde a validade no dia 11 deste mês

05/10/2026 19h00

Bolsonaro cumpre pena em prisão domiciliar

Bolsonaro cumpre pena em prisão domiciliar Divulgação/UOL

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O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu nesta segunda-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a liberação das visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL) na prisão domiciliar. 

Na petição encaminhada ao Supremo, a defesa diz que a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a suspensão da visitação pelo prazo de 90 dias perde a validade no dia 11 de outubro.

"Não mais se mostra necessária a manutenção de regime excepcionalmente restritivo de visitas, sendo possível o restabelecimento, desde logo", disse a defesa.

Em julho, Flávio Bolsonaro foi proibido de visitar o pai, após publicar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente.

Bolsonaro tem contra ele uma restrição que o proíbe de usar a internet, inclusive por meio de terceiros.

No ano passado, ele  foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar. O ex-presidente se recupera de uma pneumonia bacteriana.

SEGURANÇA PÚBLICA

Homem é preso após disparo contra sede da Polícia Civil em Campo Grande

Suspeito de 25 anos foi localizado no bairro Monte Castelo; arma e motocicleta foram apreendidas durante a investigação.

05/10/2026 17h52

Sede da Corregedoria-Geral da Polícia Civil, em Campo Grande, foi alvo de disparo de arma de fogo.

Sede da Corregedoria-Geral da Polícia Civil, em Campo Grande, foi alvo de disparo de arma de fogo. Foto: Reprodução/Google Maps.

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Um homem de 25 anos foi preso suspeito de efetuar um disparo de arma de fogo contra a sede da Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, no bairro Santa Fé, em Campo Grande. A investigação levou à apreensão da arma apontada como utilizada no ataque, de uma motocicleta e de uma porção de substância semelhante à maconha.

O caso começou a ser apurado no último sábado (3), após policiais constatarem danos em uma parede de vidro de uma das salas do prédio, localizado na Rua das Garças.

Inicialmente, não havia confirmação sobre o que teria provocado a quebra. Com o avanço das diligências e a análise dos elementos reunidos no local, os investigadores concluíram que o dano havia sido causado por um disparo de arma de fogo direcionado ao edifício.

A partir daí, a Polícia Civil passou a reconstruir a dinâmica da ocorrência. Conforme a investigação, o suspeito teria ido até as proximidades da sede da Corregedoria em uma motocicleta e efetuado o disparo contra o prédio.

As diligências levaram os policiais até o homem, localizado no bairro Monte Castelo. Ele foi preso em flagrante.

Durante a ação, os agentes apreenderam a arma de fogo apontada como utilizada no disparo e a motocicleta que, segundo a apuração, teria sido empregada no deslocamento até a sede da Corregedoria.

Também foi encontrada uma porção de maconha. De acordo com a Polícia Civil, a investigação realizada até o momento indica que o entorpecente seria destinado ao consumo próprio.

Prisão preventiva

Após a prisão, o suspeito foi autuado em flagrante. Nesta segunda-feira (5), ele passou por audiência de custódia e teve a prisão convertida em preventiva.Com a decisão judicial, ele permanece preso e à disposição da Justiça enquanto as investigações prosseguem.

A Polícia Civil não informou, no comunicado divulgado sobre o caso, qual teria sido a motivação apresentada pelo investigado para o disparo.

Polícia descarta retaliação

A possibilidade de o ataque estar relacionado a alguma atuação recente ou anterior da Corregedoria-Geral chegou a ser levantada após o episódio.

No entanto, segundo a Polícia Civil, os elementos reunidos até esta fase da investigação não apontam para qualquer relação entre o disparo e os trabalhos desenvolvidos pelo órgão.

A apuração trata o episódio, até o momento, como um ato isolado, sem vínculo identificado com a atividade institucional da Corregedoria-Geral.

As investigações continuam para esclarecer completamente as circunstâncias e a motivação do disparo.

 

 

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