Cidades

MATO GROSSO DO SUL

Saúde começa hoje seminário que vai avaliar o SUS

Saúde começa hoje seminário que vai avaliar o SUS

DA REDAÇÃO

28/06/2012 - 00h00
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A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul inicia hoje (28), às 9h, no auditório do Grand Park Hotel, o Seminário Estadual de Controle, Avaliação e Auditoria do SUS (Sistema Único de Saúde). O evento contará com a presença da secretária de Estado de Saúde, Beatriz Dobashi, e de auditores do componente federal, estadual e municipal do Sistema Nacional de Auditoria.

O evento, que segue até amanhã  (29), também comemora os dez anos de criação dos cargos efetivos de Auditor de Serviços de Saúde do Poder Executivo do Governo de Estado de Mato Grosso do Sul, instituído por meio da Lei n° 2.401, de 09 de janeiro de 2002.

O seminário trará temas focados na Auditoria no Estado e no Brasil, seu cenário, desafios e perspectivas, o papel do Controle e Avaliação frente ao Contrato Organizativo de Ação Pública (COAP) e a relação da Ouvidoria com a Auditoria no SUS. Entre os palestrantes convidados estão Maria do Carmo, diretora do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas do Ministério da Saúde, e Adalberto Fulgêncio dos Santos Júnior, diretor do Departamento nacional de Auditoria do Ministério da Saúde.
 

MATO GROSSO DO SUL

Câmera registra momento de batida violenta em poste no interior do MS; vídeo

Recorte demonstra velocidade do Honda Civic que transitava por volta de 02h02 da madrugada pelo centro de Amambai

10/08/2026 09h15

Acidente fatal foi registrado na Avenida Pedro Manvailler

Acidente fatal foi registrado na Avenida Pedro Manvailler Reprodução/Montagem C.E

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Distante aproximadamente 352 quilômetros de Campo Grande, o município de Amambai foi palco de um violento acidente que foi captado por câmeras de monitoramento da região central na madrugada de domingo (09). 

Registrado na Avenida Pedro Manvailler, uma das principais vias da cidade, essas imagens de circuito de segurança também podem ajudar a esclarecer o trabalho das equipes de Perícia Técnica, sobre as devidas circunstâncias que levaram a vítima condutora a perder o controle. 

Apesar de curto, o recorte específico demonstra a velocidade do veículo, um Honda Civic, que transitava por volta de 02h02 da madrugada pelo centro de Amambai. Confira:

Vítima fatal

Após perder o controle da direção, nota-se que o veículo invade a calçada e colidiu contra um poste de energia com o que seria a lateral do motorista. Tanto o carro quanto a estrutura ficaram completamente destruídos neste acidente fatal. 

No município localizado na microrregião de Dourados, como bem apurado pelo portal douradense Ligado Na Notícia, para o atendimento desta ocorrência foram acionadas equipes tanto do Corpo de Bombeiros como da Polícia Civil. 

Este veículo era conduzido por uma vítima identificada como Gustavo Davalos, de 23 anos, que morreu preso às ferragens antes mesmo da chegada das equipes de socorro. 

Conforme apurações preliminares, o Honda Civic de Gustavo teria sofrido um desvio na pista, o que pode ter feito o carro bater lateralmente contra a estrutura, porém, as verdadeiras causas e real dinâmica deste acidente ainda não foram confirmadas. 

 

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Demissão

Agepen demite policial que atuava como "pombo-correio" do PCC dentro da Gameleira

Eder William Ador teria participado no planejamento de atentados contra policiais penais

10/08/2026 09h00

Segundo as investigações, Eder atuava como

Segundo as investigações, Eder atuava como "mensageiro" dentro da penitenciária da Gameleira, em Campo Grande Foto: Paulo Ribas / Correio do Estado

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A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) demitiu o policial penal Eder William Ador, 44 anos, apontado pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) como integrante de uma estrutura utilizada para transmitir ordens e atuar como uma espécie de "pombo-correio" do Primeiro Comando da Capital (PCC) dentro do sistema prisional de Mato Grosso do Sul.

Eder William Ador foi preso em 2022 durante uma operação do Gaeco e passou a responder por envolvimento com organização criminosa e participação no planejamento de atentados contra policiais penais.

Segundo as investigações, ele trabalhava na Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira, em Campo Grande, e utilizava o acesso proporcionado pela função para atuar como uma espécie de mensageiro da facção.

A demissão foi formalizada em publicação assinada pelo diretor-geral da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, na edição desta segunda-feira (10) do Diário Oficial do Estado.

Eder foi responsabilizado administrativamente por uma série de infrações previstas na legislação que rege os servidores públicos estaduais e os agentes do sistema penitenciário. Entre os dispositivos citados estão condutas relacionadas ao uso do cargo para obter vantagem pessoal ou para terceiros, recebimento de propina ou outras vantagens em razão das atribuições e comportamento incompatível com a função pública.

De acordo com a investigação conduzida no âmbito da Operação Bilhete, recados recolhidos com o policial penal continham informações sobre um plano de atentado contra ao menos cinco agentes penitenciários, além de integrantes de uma organização criminosa rival. As mensagens teriam sido utilizadas para transmitir ordens e informações entre integrantes da facção que estavam dentro e fora do sistema prisional, alguns investigados na Operação Omertà.

A atuação atribuída a Ador estaria relacionada a represálias contra integrantes da organização criminosa mantidos em presídios federais.

As investigações apontaram que lideranças do grupo pretendiam pressionar pela retirada desses presos das unidades federais e pelo retorno deles a estabelecimentos prisionais de São Paulo.

À época, uma lista com cerca de 2 mil nomes e endereços de agentes públicos de diferentes regiões do país que estariam sob ameaça.

Conforme informações divulgadas pelo colunista Josimar Jozino, do UOL, cópias dos arquivos teriam sido distribuídas a lideranças da organização criminosa, inclusive para integrantes que estavam fora dos presídios.

Em julho de 2024, Eder foi condenado a 8 anos e 5 meses de prisão por envolvimento com organização criminosa e pelos fatos relacionados ao planejamento dos atentados. 

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