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Secretaria de Educação esclarece aglomeração de pais e diz que problema não ocorrerá novamente

Após reunião desorganizada, pais repensam em mandar filhos para escola

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Após aglomeração e falta de organização de gestão escolar em reunião de volta as aulas, Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande (Semed) se manifestou diz que problema foi resolvido e não voltará a acontecer.

Procurada pelo Correio do Estado, a secretaria informou que a aglomeração de pais na Escola Municipal Carlos Vilhalva na noite de quarta-feira (21) foi falta gestão e técnicos foram enviados para complementar equipe da instituição.

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"A SEMED enviou técnicos à escola para que o problema não se repita e fez as adequações necessárias para que a unidade possa receber os alunos de forma presencial escalonada com total segurança a partir de segunda-feira (26)".

Segundo Vanderson Penha Cavalheiro de 36 anos, a reunião foi completamente desastrosa e irresponsável, e isso mostra que o retorno pode não ser tão seguro para sua filha e seus sobrinhos.

"Eu fui na reunião e aquilo parecia carnaval, estava lotado de pessoas sem respeitar o distanciamento, se eles não conseguem fazer uma reunião com oa país, quem me garante que vão conseguir executar uma volta segura para as crianças", disse.

Vanderson relatou que a polícia foi acionada, mas não resolveu a situação."Ligamos para polícia para eles resolverem aquela confusão toda, mas eles não fizeram nada"., afirma.

Ainda de acordo com a SEMED, as 202 unidades escolares da REME estão preparadas para o retorno presencial escalonado com segurança, em caso de problemas os pais podem ligar na Ouvidoria da pasta, 2020-3919. 

Termo de Compromisso 

Pais ou responsáveis por estudantes da Rede Municipal de Ensino deverão se manifestar, por escrito, sobre o retorno ou não dos alunos às aulas presenciais.

Para isso, eles deverão preencher um termo de compromisso, que também traz uma série de diretrizes estabelecidas no protocolo de segurança para o retorno às aulas, que os pais devem se comprometer a cumprir.

O aluno que retornar às aulas presenciais, não poderá fazer uso das atividades integralmente não presenciais, salvos em casos de doença ou quando forem propostas pela unidade escolar.

Assim como quem optar pelo ensino remoto, não poderá ir às aulas presencialmente.

Caso os responsáveis optem, no primeiro momento, pelo ensino remoto, e depois decida pelo ensino presencial, eles deverão comunicar a escola, assinar outro termo de compromisso e aguardar 10 dias para o retorno do aluno.

Colaboração: Mariana Moreira

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Festival América do Sul

Governo de MS contrata show de Dilsinho por R$ 450 mil

Artista vai subir ao palco por 1h30min para cantar sucessos do pagode no dia 17 de maio

24/04/2026 10h45

Cantor de pagode brasileiro, Dilsinho

Cantor de pagode brasileiro, Dilsinho Reprodução/Instagram Dilsinho

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Governo de Mato Grosso do Sul contratou o pagodeiro Dilsinho, por R$ 450 mil, para cantar em show no Festival América do Sul (FAS 2026).

O cantor vai subir ao palco por 1h30min para cantar sucessos do pagode, às 22 horas de 17 de maio, domingo, em Corumbá.

A contratação foi realizada por meio da empresa GH Music Produção Musical Editora e Gravadora LTDA, responsável pela exclusividade do artista.

Conforme publicado no Diário Oficial Eletrônico (DOE), inexistiu licitação para a contratação do artista, por inviabilidade de competição. Confira o trecho redigido no DOE:

Cantor de pagode brasileiro, Dilsinho

FESTIVAL

O Festival América do Sul (FAS-2026) ocorrerá entre 14 e 17 de maio, no Porto Geral, em Corumbá, município localizado a 416 quilômetros de Campo Grande.

Os artistas que vão se apresentar são Marcelo D2 (16 de maio), Dennis DJ (15 de maio) e Dilsinho (17 de maio). A expectativa é que outros nomes sejam divulgados nos próximos dias.

O evento é realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura, Fundação de Cultura (Setesc) e apoio da Prefeitura Municipal de Corumbá

De acordo com dados da Fundação de Turismo do Pantanal, a edição de 2025, realizada entre 15 e 18 de maio, contabilizou 1,9 mil turistas, ocupação hoteleira de 61,25%, saldo de 170 trabalhadores no evento e movimento de R$ 2,7 milhões na economia local.

O diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), Eduardo Mendes, ressaltou a importância do festival

“O Festival América do Sul é um espaço onde a cultura cumpre seu papel mais essencial: aproximar. Em Corumbá, essa vocação se intensifica, porque a cidade já nasce encontro. O que fazemos é potencializar essa força, criando oportunidades para que diferentes povos e expressões se conectem por meio da arte”.

O evento reúne atrações culturais, artísticas e musicais e é considerado um dos principais do calendário sul-mato-grossense.

É um dos principais eventos culturais de Mato Grosso do Sul e reúne atrações nacionais e internacionais, além de promover integração cultural entre países vizinhos.

Realizado no Porto Geral, o festival é fruto de parceria entre o Governo do Estado, a Prefeitura de Corumbá e instituições públicas e privadas, consolidando-se como um dos principais motores culturais e econômicos da região.

FIGUEIRAS CENTENÁRIAS

Deputado pede que MP investigue a remoção de árvores históricas na Avenida Mato Grosso

A medida visa apurar possíveis danos ao patrimônio ambiental e cultural da Capital

24/04/2026 10h30

Soro com medicamentos foram injetados em figueiras centenárias no centro de Campo Grande para tratamento

Soro com medicamentos foram injetados em figueiras centenárias no centro de Campo Grande para tratamento Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O deputado estadual Pedrossian Neto protocolou uma representação no Ministério Público Estadual (MPE), pedindo a apuração da remoção das figueiras centenárias (Ficus microcarpa), localizadas na Avenida Mato Grosso, em frente ao Colégio Dom Bosco. A medida visa investigar possíveis danos ao patrimônio ambiental e cultural da Capital.

Pedrossian Neto requer que a Prefeitura de Campo Grande e a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) apresentem a cópia integral do processo administrativo que autorizou a remoção das árvores. O pedido inclui a exigência de laudos e pareceres técnicos que justifiquem a ação, a identificação individualizada de cada exemplar e a documentação de compensação ambiental, caso tenha sido prevista.

Além disso, a representação propõe que o MPE recomende ou determine a suspensão imediata de qualquer nova retirada, poda drástica ou mutilação no trecho entre a Rua Pedro Celestino e a Avenida Calógeras.

Segundo o deputado estadual, o objetivo é evitar que novas intervenções ocorram antes de uma análise técnica aprofundada sobre a legalidade das ações executadas.

Se forem comprovadas as irregularidades ou a intervenção em bens especialmente protegidos sem o amparo legal, o documento pede que responsabilizem os órgãos públicos na esfera administrativa, por meio de multas e sanções; e na esfera civil, para a reparação do dano ambiental e paisagístico.

A denúncia baseia-se no Decreto Municipal nº 11.600, de 17 de agosto de 2011, que dispõe sobre o tombamento de 22 árvores da espécie e dos canteiros centrais da Avenida Mato Grosso, no trecho entre a Rua Pedro Celestino e a Avenida Calógeras.

De acordo com o acervo de bens tombados da Fundação Municipal de Cultura ( Fundac), esses exemplares são reconhecidos como patrimônio histórico e paisagístico do município de Campo Grande, o que impõe restrições a qualquer tipo de alteração.

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