Cidades

REPARANDO ESTRAGOS

Segunda-feira marca início das obras e retorno da chuva na Chácara dos Poderes

Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos começou a limpeza e desobstrução do local, que terá "buracão" nivelado e correção das caixas de contenção

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Ainda que primeiros maquinários já marquem presença na região, moradores da Chácara dos Poderes seguem com apenas um acesso ao bairro e, sem uma trégua da chuva, sem terem previsão de quando as obras devem ser concluídas. 

Conforme a Prefeitura, as obras por parte da Secretaria Municipal De Infraestrutura E Serviços Públicos (Sisep), já começaram nas estradas SE1 e NE2. 

Na primeira estrada, onde árvores foram derrubadas na cratera aberta pela chuva, segundo o executivo municipal, equipes começaram os processos de limpeza e desobstrução, para ser colocado um material com a intenção de nivelar o buraco e recuperar a via. 

"Além da correção das caixas de contenção da bacia na rua de cima, a NE2. A Defesa Civil também está no local para apoio e levantamento, sendo que a via continua interditada pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran)", confirma a Prefeitura. 

Com isso, moradores tem apenas a Rua Água Azul como rota alternativa. Ainda no sábado (11), o Correio do Estado abordou a situação e conversou com moradores que classificavam o ocorrido como "um momento de caos". 

Professora de geografia, Ana Paula vive há cinco anos na região e comenta que apesar de as obras terem iniciado, permanece a apreensão com cada chuva ou tempo fechado, sem que os moradores saibam de fato se irão conseguir voltar para casa.

"As ações são paliativas. Precisamos sentar com a prefeitura e definir um projeto de hídrico que solucione o problema.  A apreensão só será superada quando um planejamento urbano adequado a especificidade desse bairro for definido", relata. 

Segundo a moradora, com a ação da imprensa os maquinários chegaram com velocidade ao local, porém, ela aponta que os cidadãos do local precisam ser ouvidos através da Associação bairro. 

"Permanecemos tensos, pois sabemos que a cada chuva intensa teremos danos e perdas", conclui. 

Outros pontos

Como detalha a prefeitura, as demandas por manutenção das vias públicas se intensificaram neste período de chuvas constantes. 

"Toda e qualquer reclamação sobre pontos de alagamento, buracos no pavimento, necessidade de encascalhamento e patrolamento, que chegam através dos canais de comunicação da prefeitura FALA CG 156 (App, telefone,presencial), provoca o envio de equipes da Sisep para avaliação do problema e a consequente calendarização para o reparo ou manutenção da via em questão", expõe o executivo municipal. 

Em nota, eles esclarecem que diversos critérios, técnicos e logísticos, são considerados na hora de elencar a prioridade e emergência das demandas, nem sempre sendo atendidos "por ordem de chegada". 

"No entanto, todos serão atendidos no mais curto prazo possível, sempre observando o cronograma e os critérios técnicos mencionados", finaliza o texto.  

Mais de dois meses após o primeiro estrago, a cratera do Lago do Amor segue aumentando, com 40 metros de comprimento e crescendo em largura a ponto de "engolir" parte da ciclovia. 

Outra região duramente castigada, que também acumula estragos "pós-chuvarada", é a ponte no bairro Alves Pereira que, como noticiado pelo Correio do Estado em 27 de fevereiro, abriu uma cratera e "engoliu" um carro no fim da tarde do último domingo daquele mês. 

Além desses pontos, fevereiro começou já com a notícia da cratera que se abriu embaixo da ponte da Fernando Correa com José Antônio. **(Colaborou Bárbara Cavalcanti)

 

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Oportunidade

Correios promove leilão de imóveis em Campo Grande

As licitações estão agendadas para acontecer nos dias 14 e 22 de abril e serão realizadas em formato eletrônico.

03/04/2025 17h46

Correios promove leilão de imóveis em Campo Grande

Correios promove leilão de imóveis em Campo Grande Foto: Emerson Nogueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

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Durante o mês de abril, os Correios irão promover dois leilões de imóveis localizados em Campo Grande. As licitações estão agendadas para acontecer nos dias 14 e 22 de abril e serão realizadas em formato eletrônico. 

O leilão do dia 14/04 é referente a uma sala comercial com 35,64 m² no Condomínio Terminal do Oeste, Antiga Rodoviária (licitação nº 1066180). No dia 22/04, o leilão será de um prédio com 353,24 m² na Rua João Rosa Pires, nº 211, Bairro Amambaí (licitação nº 1065541). Os dois imóveis estão localizados em uma região central, ocupada predominantemente por locações comerciais. 

Segundo a assessoria de imprensa dos Correios, as alienações fazem parte das ações de reestruturação da carteira imobiliária dos Correios realizada pela atual gestão da empresa. A assessoria ressalta que imóveis históricos e de valor simbólico para a empresa não serão alienados. Nestes casos, os Correios irão avaliar a concessão a órgãos públicos, permitindo a recuperação e reforma dos imóveis por parceiros que os utilizarão para serviços de interesse público. 

Como participar

As licitações serão realizadas em formato eletrônico. Para participar, os interessados devem obter uma chave de acesso em uma agência do Banco do Brasil. Após o cadastro, tanto pessoas físicas como pessoas jurídicas poderão dar suas propostas por meio da plataforma Licitações-e, para competir na disputa on-line. 

Para visualizar imagens como fotos e vídeos dos imóveis além de informações detalhadas de cada propriedade, e possível acessar o site www.imovelcorreios.com.br. Nele também é possivel conferir as datas e editais das licitações. 

Meio Ambiente

Governo antecipa programa que visa prevenção e combate a incêndios florestais

A decisão foi anunciada pelo secretário adjunto da Semadesc, Artur Falcette, na abertura do Seminário Internacional de Manejo Integrado do Fogo no Pantanal

03/04/2025 17h13

Incêndio no Pantanal sul-mato-grossense

Incêndio no Pantanal sul-mato-grossense Foto: Divulgação / IHP

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Visando reforçar a prevenção e combate aos incêndios florestais em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) anunciou a antecipação para abril do lançamento do edital de um dos subprogramas do PSA Bioma Pantanal: o PSA “Prevenção e Combate a Incêndios Florestais”. 

A decisão foi anunciada pelo secretário adjunto da Semadesc, Artur Falcette, na abertura do Seminário Internacional de Manejo Integrado do Fogo no Pantanal, realizado na última quarta-feira (2). Segundo ele, o Governo do Estado pretende intensificar as medidas de prevenção aos incêndios florestais na região pantaneira. 

“Apresentamos algumas das ações do governo do Estado voltadas para os eixos de prevenção, combate e responsabilização no contexto dos incêndios florestais. Também discutimos medidas específicas relacionadas ao MIF (Manejo Integrado do Fogo), que são projetos desenvolvidos para áreas do Pantanal e de outras regiões do estado, com foco especial, neste momento, no Pantanal”, apresentou o secretário adjunto.

O edital será lançado até o fim de abril e tem como objetivo a destinação de recursos a projetos de prevenção e combate a incêndios para comunidades indígenas, organizações da sociedade civil e produtores para que se formalizem junto ao Corpo de Bombeiros como brigadistas. 

“Essas iniciativas vão receber apoio financeiro para estruturação, aquisição de equipamentos e capacitação de brigadas”, informou Artur Falcette. 

Conforme levantamento realizado pelo Imasul, cerca de 150 propriedades rurais no Pantanal foram classificadas como críticas para a incidência de incêndios florestais e que poderiam realizar o MIF. 

“A expectativa é que seja lançado um novo procedimento para essas áreas mapeadas pelo Imasul, permitindo que seus proprietários iniciem os projetos de forma mais ágil e desburocratizada. Essa iniciativa fortalece as ações de prevenção, preparando essas propriedades para a próxima temporada de seca”, comentou o secretário adjunto. 

Ainda de acordo com Artur Falcette, o uso MIF tem como objetivo planejar o uso do fogo de forma controlada, permitindo eliminar o material combustível acumulado, como capim, pastagens e plantas invasoras que, na estação seca, pode causar incendios ou favorecer a propagação de queimadas vindas de fora das áreas das propriedades. 

“O MIF busca planejar estrategicamente esse manejo, garantindo segurança e controle para reduzir a biomassa acumulada e, consequentemente, diminuir a incidência de incêndios nessas áreas”, acrescentou. 
 

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