Cidades

Ensino superior

Sisu termina nesta sexta-feira com 6,4 mil vagas em MS

IFMS oferece 960 vagas, UEMS 1.284, UFGD 957 e UFMS 3.233

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Inscrições do Sistema de Seleção Unificado (Sisu) 2026 terminam nesta sexta-feira (23) em todo o Brasil. Ao todo, foram cinco dias de inscrições, de segunda (19) a sexta-feira (23).

Em Mato Grosso do Sul, 6.434 vagas estão disponíveis. Desse número, 960 são ofertadas pelo Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), 1.284 pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), 3.233 pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e 957 pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

As inscrições devem ser feitas neste site. O candidato poderá se inscrever em até duas opções de curso, podendo alterá-los durante o período de inscrição.

O resultado da primeira chamada será divulgado em 29 de janeiro e as matrículas começam a partir de 2 de fevereiro.

O candidato que não foi selecionado na chamada regular pode manifestar interesse na lista de espera entre 29 de janeiro e 2 de fevereiro.

O Sisu é um programa do Ministério da Educação (MEC) que reúne vagas em universidades federais brasileiras, por meio da concorrência de notas do Enem.

Neste ano, podem participar do Sisu candidatos que tenham realizado o Enem em 2023, 2024 e 2025, pois o sistema irá selecionar automaticamente a melhor nota do candidato.

O Sisu usa a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), que foi divulgada em 16 de janeiro.

Para concorrer as vagas, é necessário:

  • Ter concluído o Ensino Médio
  • Obter nota maior que zero na redação
  • Não ter participado como treineiro

ENEM 2025

As provas do ENEM ocorreram em dois domingos, 9 e 16 de novembro de 2025. A primeira prova foi de Redação; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias, com duração de 5 horas e meia.

A segunda prova foi de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias. A duração é de 5 horas.

O exame possui 180 questões de múltipla escolha e uma redação. As matérias cobradas na prova são português, literatura, matemática, química, física, biologia, história, geografia, sociologia, filosofia, artes e inglês ou espanhol.

O valor da taxa de inscrição foi de R$ 85,00 para quem não pediu isenção. O período de inscrição foi de 26 de maio a 13 de junho de 2025.

Ao todo, 57.941 pessoas se inscreveram no ENEM, em 2025, em 41 municípios de Mato Grosso do Sul. O número representou 1,2% dos inscritos do Brasil (4,8 milhões). A taxa de abstenção no ano passado foi de 27%. Mulheres (60,15%) representaram a maioria dos inscritos, enquanto homens (39,85%) a minoria.

Mato Grosso do Sul

Consórcio liderado pela XP assume Rota da Celulose no fim de janeiro

Termo de transferência deve ser assinado na terça-feira (27) e a cobrança de pedágio começa até 1 ano após o cumprimento de exigências

23/01/2026 05h00

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, deve assinar termo de transferência da Rota da Celulose à XP Investimentos na próxima semana

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, deve assinar termo de transferência da Rota da Celulose à XP Investimentos na próxima semana Gerson Oliveira

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As rodovias federais e estaduais que integram a Rota da Celulose em Mato Grosso do Sul serão entregues à iniciativa privada neste mês e, no início de fevereiro, o governo do Estado de Mato Grosso do Sul e a concessionária, a XP Investimentos, pretendem realizar um evento para marcar a transferência dos ativos para a empresa vencedora da concorrência realizada no ano passado.

A assinatura do termo de transferência dos ativos está prevista para terça-feira, segundo informou o governador Eduardo Riedel (PP). Após essa formalização, a XP Investimentos passa a ser responsável por 870,3 quilômetros de rodovias federais e estaduais na região leste do Estado.

Os trechos que ficarão sob responsabilidade da XP são os da BR-262, entre Campo Grande e Três Lagoas; da MS-040, entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo; da MS-338, entre Santa Rita do Pardo e Bataguassu; e da BR-267, entre Bataguassu e Nova Alvorada do Sul.

A companhia sob controle da XP Investimentos que administrará o conjunto de quatro rodovias receberá um nome semelhante ao do conjunto de rodovias denominado no edital do leilão: “Caminhos da Celulose”.

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, deve assinar termo de transferência da Rota da Celulose à XP Investimentos na próxima semanaMS-040 é uma das rodovias que integram a Rota da Celulose

O contrato entre a XP Investimentos e o governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio do escritório de parcerias estratégicas (EPE), prevê investimentos de mais de R$ 10 bilhões nas rodovias ao longo dos próximos 30 anos.

Entre os investimentos previstos ao longo da concessão estão a duplicação de 115 km de rodovias, 245 km de terceiras faixas, 38 km de contornos urbanos e 12 km de vias marginais, além da criação de 22 passagens de fauna e 20 alargamentos de pontes.

“As primeiras obras serão as adequações de sinalização, pavimento, construção de serviços de atendimento ao usuário, entre outras melhorias”, explicou ao Correio do Estado o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel.

PEDÁGIO

O contrato prevê que a Rota da Celulose só passe a cobrar pedágio depois de atender a todas as exigências contratuais para tal. 

Até o início das cobranças, as rodovias sob responsabilidade da XP terão de apresentar padrões mínimos de regularidade do pavimento; sinalização horizontal e vertical em conformidade com as normas vigentes, inclusive com elementos retrorefletivos; revisão completa dos sistemas de drenagem, com ausência total de trechos com empoçamento de água; correção de todos os aterros da rodovia, de modo a zerar qualquer risco de deslizamento; além da adoção de práticas de manutenção permanente, como roçada das margens da rodovia e correção do pavimento.

O cumprimento de todas essas exigências deve fazer com que o usuário das rodovias já perceba uma grande diferença ao trafegar por elas.

Depois que as exigências forem cumpridas, a Rota da Celulose instalará o sistema de pedágio no modelo free flow, um sistema eletrônico que elimina praças físicas e cancelas e permite que os veículos passem sem parar, com a cobrança feita automaticamente por pórticos que leem tags ou placas (OCR) e registram a passagem e o trecho percorrido.

Serão 12 pórticos de cobrança, e o valor da tarifa variará de R$ 5,15 por veículo ou eixo a até R$ 16,55.

O consórcio Caminhos da Celulose, que vai administrar as rodovias, é composto pelas empresas XP Infra V Fundo de Investimento em Participações (FIV), CLD Construtora, Ética Construtora, Distribuidora Brasileira de Asfalto, Conter Construções e Comércio e Conster Construções e Terraplanagem.

As obras de duplicação devem ter início no segundo ano da concessão, já com a cobrança de pedágio em vigor. O contrato prevê que as duplicações na BR-262, em um trecho de 86 km entre Campo Grande e Ribas do Rio Pardo, e de 3,2 km próximo a Três Lagoas, estejam concluídas até o sexto ano da concessão.

O trecho de duplicação da BR-267, entre Bataguassu e o Rio Paraná, com extensão de 13,5 quilômetros, deve começar no sétimo ano da concessão e ser concluído no oitavo ano.

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, deve assinar termo de transferência da Rota da Celulose à XP Investimentos na próxima semana

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INVESTIDORA-ANJO

Mulher cobra devolução de R$300 mil investidos em empresa de avistador de E.T

Ana Carolina Vieira acusa Urandir Fernandes de Oliveira de usar a propriedade como fachada para arrecadar investimentos

22/01/2026 18h20

Local onde deveria estar a empresa de Urandir e Alan Fernandes de Oliveira

Local onde deveria estar a empresa de Urandir e Alan Fernandes de Oliveira

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A investidora-anjo Ana Carolina Vieira Franco de Godoy Reginato entrou com uma ação monitória no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) contra a empresa BKC Distribuição Limitada, pertencente a Urandir Fernandes de Oliveira, conhecido por seus relatos de contato com extraterrestres e por criar colônias místicas, como a cidade de Zigurats, em Corguinho. Seu filho e sócio, Alan Fernandes de Oliveira, também é réu no processo.

A mulher cobra a quantia de R$ 805 mil, referente aos R$ 300 mil investidos e mais os juros atualizados em novembro de 2025.

O caso começou em 23 de abril de 2019, quando Ana Carolina fechou contrato de "Investidor-Anjo", realizando o aporte financeiro para fomentar atividades da empresa de Urandir e Alan.

De acordo com a defesa da mulher, o contrato previa que o valor poderia ser resgatado a partir de abril de 2021, devendo necessariamente ser quitado até o prazo máximo de dois anos, sob pena de a própria sociedade ser obrigada a realizar o pagamento do montante à investidora. Porém, os responsáveis não efetuaram o pagamento nem apresentaram justificativa para o inadimplemento.

Após o vencimento da obrigação, a autora realizou diversas pesquisas cadastrais para confirmar a existência da pessoa jurídica indicada no contrato. Ao consultar o número do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa, a mensagem deu como "CNPJ inválido" nos sistemas especializados Sniper Credlocaliza e Credlocaliza, evidenciando a inexistência de qualquer inscrição ativa, inativa ou histórica nos cadastros da Receita Federal.

Ela alega que o mesmo ocorreu quando procurou pelo nome "BKC Distribuição LTDA" em sites de pesquisa processual, como o JusBrasil.  Além disso, também aponta que o endereço indicado no contrato como sede não possui indícios de atividade empresarial, levando a crer que a empresa foi usada apenas como fachada para captar o investimento.

Diante desta situação, a investidora Ana Carolina entrou com a ação na Justiça, solicitando o reconhecimento da inexistência material da empresa e responsabilizar diretamente os sócios Urandir Fernandes de Oliveira e Alan Fernandes de Oliveira.

Além disso, requer também o pagamento do valor atualizado da dívida, que em novembro de 2025 totalizava R$ 805.680,62, incluindo correção pelo IGP-M, juros de 1% ao mês e multa contratual de 10%.

O Correio do Estado procurou contato com as empresas de Urandir. Não houve resposta até a publicação. O espaço segue aberto para manifestação.

Quem é Urandir Fernandes de Oliveira?

Urandir Fernandes de Oliveira é empresário, ufólogo, fundador e CEO do Ecossistema Dakila, rede de empresas que atua no ramo de economia e pesquisa. Ele ficou conhecido em todo o Brasil por seus relatos de contato com extraterrestres e por criar colônias místicas, como a cidade de Zigurats, em Corguinho. 

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