Cidades

Operação Aeges 5

Suspeito de armazenar material de abuso sexual é preso pela PF em Campo Grande

Investigação da Polícia Federal visa desarticular redes de compartilhamento de material ilícito na internet

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Investigação da Polícia Federal visa desarticular redes de compartilhamento de material ilícito na internet

Na manhã desta quarta-feira (29), a Polícia Federal cumpriu ordem judicial em Campo Grande e resultou na prisão de homem que armazenava conteúdo de abuso sexual infantojuvenil.

A batida policial faz parte da “Operação Aeges 5”, que visa combater crimes de abuso sexual infantojuvenil na internet. 

Durante a abordagem policial na residência do rapaz foi apreendido também um aparelho celular e um notebook, que serão encaminhados à perícia com o objetivo de aprofundar as investigações e de identificar eventual participação de outros envolvidos.

A operação faz parte de um conjunto realizado para combater este tipo de crime e já ocorreu outras vezes no estado, sendo uma delas em Anastácio, no último mês de abril e outra mais recente que aconteceu no início do mês de julho.

OPORTUNIDADE

UFMS abre 2,8 mil vagas para idosos em mais de 100 atividades gratuitas

Atividades contemplam as áreas de cultura, esporte, lazer, saúde, tecnologia, artes, idiomas, meio ambiente, formação continuada e conhecimentos gerais

29/07/2026 10h05

Aula de violão para idosos na UFMS

Aula de violão para idosos na UFMS Fotos: Arquivo Agecom

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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) oferece 2.864 vagas para idosos em 98 atividades (extensão, cultura e esporte) e 37 disciplinas (cursos de graduação), para ingresso no segundo semestre de 2026.

As atividades contemplam as áreas de cultura, esporte, lazer, saúde, tecnologia, artes, idiomas, meio ambiente, formação continuada e conhecimentos gerais. Cada participante poderá se inscrever em até cinco atividades e em até duas disciplinas de graduação.

As vagas são para os municípios de Campo Grande, Aquidauana, Chapadão do Sul, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Três Lagoas e Pantanal (Corumbá).

O custo é zero, ou seja, as atividades são gratuitas.

Podem se inscrever pessoas com 60 anos ou mais, completos ou a completar até 31 de dezembro de 2026.

Em Campo Grande, as inscrições vão de 27 a 31 de julho de 2026 e podem ser feitas presencialmente na Secretaria da Unapi ou virtualmente neste site. Nos demais municípios, as inscrições devem ser realizadas exclusivamente de forma presencial, nos locais e períodos previstos no edital.

As atividades terão início entre 3 e 20 de agosto, conforme o calendário de cada unidade.

Os participantes que obtiverem frequência mínima de 75% da carga horária terão direito à certificação no final do semestre letivo.

O objetivo é promover o envelhecimento ativo e a inclusão social de pessoas com 60 anos ou mais no ambiente universitário, através de oficinas educativas, de modo a proporcionar aprendizagem, habilidades, autonomia, independência e cidadania.

O projeto faz parte das ações de ensino, extensão, cultura e esporte oferecidas pelo programa institucional de extensão Universidade Aberta à Pessoa Idosa (Unapi).

MATO GROSSO DO SUL

Justiça condena empresários por fraude na venda de máscaras ao Estado durante pandemia

Justiça reconhece irregularidades em contratação emergencial, entrega de máscaras e determina ressarcimento de quase R$ 600 mil, além de multas que somam R$ 1,2 milhão.

29/07/2026 10h00

Operação Parasita investigou fraudes em contratos firmados durante a pandemia da Covid-19 e já apontou prejuízo milionário aos cofres públicos.

Operação Parasita investigou fraudes em contratos firmados durante a pandemia da Covid-19 e já apontou prejuízo milionário aos cofres públicos. Divulgação - MPMS

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A Justiça de Mato Grosso do Sul voltou a condenar empresários investigados por irregularidades em contratos firmas durante a pandemia da Covid-19. Em nova decisão, a 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande responsabilizou quatro empresários por fraude em uma contratação emergencial para fornecimento de máscaras hospitalares ao Estado. 

A sentença acolheu, em grande parte, a ação de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc). Os envolvidos já haviam sido condenados criminalmente pelos mesmos fatos. 

De acordo com a decisão, o grupo atuou para beneficiar empresas ligadas aos investigados durante o processo de aquisição, realizado em 2020, de 20 mil máscaras do tipo PFF2 (N95). A Justiça concluiu que houve combinação prévia entre as propostas apresentadas, o que comprometeu a concorrência e aumentou o valor da contratação. 

Segundo os documentos, na época, o Estado investiu R$ 29,99 em cada unidade das máscaras, enquanto dados apresentados apontaram que o preço médio de mercado para produtos semelhantes, na mesma época, era de R$ 2,92.

Além do superfaturamento, as investigações apontaram que parte das máscaras entregues era atribuída a um fabricante considerado inexistente pelos órgãos de controle e sem registro regular para comercialização. 

Relatórios técnicos e auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) concluíram que os equipamentos não atendiam às especificações previstas no contrato e não ofereciam a proteção necessária aos profissionais de saúde que atuavam no enfrentamento da Covid-19, expondo-os ao risco de contaminação.

A Justiça determinou que os condenados ressarçam R$ 599,9 mil aos cofres públicos estaduais. Também foram aplicadas multas civis que, juntas, totalizam R$ 1.199.800.

Com isso, as condenações financeiras chegam a R$ 1.799.700, valor correspondente ao ressarcimento dos danos causados ao erário e às penalidades impostas pela prática de atos de improbidade administrativa.

O caso integra um dos desdobramentos da Operação Parasita, deflagrada pelo Gecoc em conjunto com a 29ª Promotoria de Justiça da Capital para investigar fraudes em compras destinadas ao Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS).

As apurações envolvem suspeitas de simulação de fornecimento de produtos, emissão de documentos falsos, pagamento de propina e desvio de recursos públicos destinados à saúde.

Quando a operação foi deflagrada, em dezembro de 2022, o Ministério Público informou que o prejuízo estimado aos cofres públicos ultrapassava R$ 14 milhões.
 

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