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Suspensão de aulas presenciais da Rede Municipal de Ensino é prorrogada até julho

O decreto faz parte das ações adotadas pela prefeitura de Campo Grande para combater a disseminação do vírus

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As aulas presenciais na rede de ensino Municipal de Campo Grande continuarão suspensas até o dia 1º de Julho de 2021.  

A prorrogação da suspensão das aulas presenciais das escolas da Rede Municipal, foi publicada no Diário Oficial de Campo Grande desta quinta-feira (04).

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Conforme o decreto, a decisão faz parte das medidas de enfrentamento a situação de emergência, devido à pandemia da Covid-19.

Em primeiro momento, as aulas serão completamente remotas para todas as turmas, por causa da pandemia da Covid-19, mas a Secretaria Municipal de Educação (Semed) já avalia quando haverá a volta de forma híbrida, com atividades remotas e outras presenciais.  

A titular da Pasta, Elza Fernandes Ortelhado, avalia que neste ano não deve haver a volta de 100% dos estudantes de forma presencial.

Segundo a secretária, apesar de vacina, o retorno de todos os alunos para a sala de aula juntos ainda está longe de ser uma realidade. 

“Em virtude da quantidade de alunos que nós temos por sala, que é um número significativo. Então não devemos atingir o 100% presencial este ano”, afirmou Fernandes.

Atualmente, a Reme tem, aproximadamente, 75 mil alunos no Ensino Fundamental, cerca de 30 mil na educação infantil, além de uma escola que atende o Ensino Médio.  

A mudança para o sistema híbrido ainda não tem previsão para que aconteça, segundo a secretária. “Estamos acompanhando a evolução dos casos com a Secretaria de Saúde, mas ainda não sabemos quando deve voltar a ter aulas presenciais”.

“Vamos continuar com o ensino como foi feito no ano passado, com as aulas 100% on-line, com ferramentas como o caderno de atividades, que terá a impressão unificada e distribuída nas escolas aos alunos, também pela TV Reme no canal 4.2 e na Rádio Reme pelo YouTube, além de outros aplicativos”, completou a secretária.

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CAMPO GRANDE

Ex-PM usa escada improvisada e foge do Presídio Militar

Homem foi visto pela última vez durante a vistoria matutina; no pátio, agentes encontraram uma escada artesanal usada na fuga

12/01/2026 09h45

Homem foi visto pela última vez durante a vistoria matutina

Homem foi visto pela última vez durante a vistoria matutina Arquivo/ Correio do Estado

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O ex-policial militar José Heleno de Oliveira Lima fugiu do Presídio Militar de Mato Grosso do Sul localizado no Complexo Penal do Jardim Noroeste, na manhã deste domingo (11). A ausência foi percebida às 6h10 durante o confere matutino.

Na vistoria, agentes encontraram uma escada artesanal, com uma rede azul, encostada no muro da unidade. O ponto por onde ele deixou o presídio não possui câmeras de vigilância.

José Heleno estava preso por furto mediante fraude e, após a fuga, passou a ser procurado pelas forças de segurança.

Velho conhecido da polícia

Mesmo tendo integrado a Polícia Militar, José Heleno construiu uma longa trajetória no mundo do crime. Ele acumula prisões desde pelo menos 2013 e tem um modo de agir que se repete.

O ex-PM costuma se passar por prestador de serviços, como técnico de TV a cabo, instalador de cercas elétricas ou profissional de manutenção, para entrar em residências. Já dentro das casas, pede ajuda ao morador para ir até outro cômodo e aproveita a distração para furtar objetos.

Em outros casos, ele se apresenta como comprador de veículos, pede para fazer test drive ou distrai o vendedor e foge com o carro.

Em 2018, foi preso no Acre por furto de automóvel e acabou identificado como autor de outros crimes semelhantes.

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CAMPO GRANDE

Grupo de advogados divulga parecer contra aumento do IPTU

Entidade pede para Câmara, a suspensão do decreto que elevou a taxa de lixo e retorno do desconto de 20% no pagamento à vista

12/01/2026 09h15

Segundo a associação, a majoração foi realizada de forma indevida por meio de decreto

Segundo a associação, a majoração foi realizada de forma indevida por meio de decreto Marcelo Victor/Correio do Estado

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A Associação dos Advogados Independentes (ADVI) passou a integrar oficialmente o movimento contrário ao aumento do IPTU e da taxa de lixo em Campo Grande. A entidade protocolou, no domingo (11), ofício à Câmara Municipal solicitando providências legislativas urgentes para barrar o reajuste aplicado pelo Executivo para 2026.

No documento encaminhado ao presidente da Casa, vereador Epaminondas Vicente Silva Neto, o Papy, a ADVI pede a suspensão do decreto municipal que elevou a taxa de lixo acima da correção inflacionária de 5,32% do IPCA-E, além da restauração do desconto de 20% para pagamento à vista do IPTU e da taxa correlata.

Segundo a associação, a majoração foi realizada de forma indevida por meio de decreto, utilizando como base o chamado PSEI/2026, o que, conforme o parecer jurídico apresentado, teria resultado em aumento real da cobrança, prática que, de acordo com a ADVI, viola princípios constitucionais e a legislação tributária.

Entre as medidas propostas, a entidade defende a edição de um decreto legislativo pela Câmara para sustar os efeitos do ato do Executivo que alterou a base de cálculo da taxa de lixo. O argumento é de que a Prefeitura teria extrapolado o poder regulamentar ao promover aumento real sem autorização legislativa.

A associação cita que já existe, em tramitação na Casa de Leis, um Projeto de Decreto Legislativo com esse objetivo e reforça que a Câmara possui competência constitucional para sustar atos normativos do Executivo que exorbitem o poder regulamentar.

Desconto 

Outro ponto central do parecer é a defesa da volta do desconto de 20% para pagamento à vista do IPTU e da taxa de lixo, benefício que vinha sendo concedido há mais de cinco décadas e que deixou de constar na legislação de 2026.

A ADVI sustenta que o desconto integra a política fiscal do município desde 1973 e que sua supressão abrupta compromete a segurança jurídica, além de afetar o planejamento financeiro de famílias e empresas. Para a entidade, a medida também tende a impactar negativamente a adimplência e a arrecadação.

No documento, a associação informa ainda que já ajuizou Ação Civil Pública com o mesmo objetivo: suspender o aumento da taxa de lixo e garantir o retorno do desconto de 20%. A ação aguarda análise de pedido liminar.

A ADVI afirma que a iniciativa tem caráter cívico e colaborativo e que permanece à disposição da Câmara para contribuir com dados e análises técnicas sobre o tema.

Imbróglio

IPTU 2026 está polêmico em Campo Grande (MS).

Contribuintes discordam do valor cobrado no imposto, reivindicam a volta dos 20% de desconto para pagamento à vista e até mesmo contestam o recebimento do carnê para quem é isento.

De segunda (5) a sexta-feira (9), a Central de Atendimento ao Cidadão - William Maksoud amanheceu lotada, com filas gigantescas, de pessoas em busca de explicações sobre o valor abusivo do IPTU.

Em 7 de janeiro, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MS) exigiu esclarecimentos formais à prefeitura sobre os critérios adotados no reajuste do imposto e da taxa de coleta de lixo. O Tribunal queria saber qual foi a base legal utilizada, quais índices e parâmetros técnicos foram considerados, se houve atualização da Planta Genérica de Valores (PGV) ou de outros instrumentos de avaliação imobiliária e qual o impacto estimado do aumento na arrecadação do Município.

Em 8 de janeiro, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS) acionou a Justiça, por meio de mandado de segurança, para retomar o desconto de 20% no pagamento à vista e determinar que a prefeitura limite-se na cobrança apenas à correção monetária de 5,32% em relação ao ano anterior.

Ainda em 8 de janeiro, a Prefeitura de Campo Grande resolveu adiar o pagamento à vista para 12 de fevereiro.

Em 9 de janeiro, a Prefeitura de Campo Grande determinou que a primeira parcela do IPTU 2026 deve ser paga até 10 de dezembro, que, até então, venceria em 12 de janeiro.

IPTU

O IPTU é um imposto brasileiro, de competência municipal, que deve ser pago por pessoas que tenham propriedades dentro do perímetro urbano.

A arrecadação do tributo municipal é convertido em melhorias para a cidade, nas áreas de segurança, educação, saúde, infraestrutura e lazer.

O valor do imposto é composto por:

  • Valor venal (tamanho do terreno/área construída, tipo/padrão da construção, localização e uso)
  • Alíquota municipal
  • Taxa de Coleta de Lixo (TCL)

Quem não paga IPTU, corre risco de perder a posse do imóvel. De acordo com a Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG), o IPTU foi reajustado em 5,32% em 2026.

As formas de pagamento são:

  • À vista, com 10% de desconto – vencimento em 12 de fevereiro
  • Parcelado, em 12 vezes – vencimento em dias de feriados, finais de semana ou não úteis, o pagamento deverá ser feito no primeiro dia útil subsequente. A primeira parcela vence em 10 de dezembro

**Colaborou Naiara Camargo** 

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