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previsão do tempo

Temperatura volta a subir a partir desta terça-feira em Campo Grande

Tempo continua fresco e sem chuvas nesta segunda-feira (18); A previsão é de calor moderado para os próximos dias

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Apesar da queda das temperaturas neste final de semana, a capital sul-mato-grossense vai se despedir gradualmente do tempo ameno nos próximos dias. 

Na previsão parcial, feita entre este o sábado e domingo, até às 14h, a Capital registrou queda de 10ºC na temperatura máxima, sendo, 31º C no sábado, e 21ºC neste domingo (17). 

A expectativa para a semana subsequente é de tempo firme, com a presença de algumas nuvens e temperatura máxima na casa dos 30ºC, a partir desta quarta-feira (20). 

Conforme o meteorologista Olívio Bahia, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o clima continuará ameno nesta segunda-feira, com maior elevação da temperatura entre as 14h e 16h. O meteorologista ressaltou que o tempo poderá esquentar agradavelmente ao longo do dia.

“ Amanhã ainda fica “frio”, porque há algumas nuvens presentes no Estado, junto a uma frente fria, que devem sair na segunda. Isso faz com que a temperatura aumente e a umidade volte a cair. Deve esfriar um pouco durante a madrugada de domingo para segunda, mas o sol volta a esquentar o termômetro ao longo do dia. Com máxima de 26º C e mínima de 11ºC”, relatou. 

Ainda de acordo com Olívio Bahia, este domingo foi o dia mais fresco, ou seja, os campo- grandenses não precisarão se preocupar com a temperatura, porque o frio não estará presente durante a semana.

Próximos dias

A partir de terça-feira (19) as temperaturas começarão a subir progressivamente. Em Campo Grande, o tempo volta a ficar quente, com máxima de 29ºC e mínima de 18ºC.

Já na quarta, esquenta ainda mais, com mínima de 19ºC e máxima de 30ºC. Na quinta-feira, a previsão é de tempo estável, com poucas nuvens e mesma temperaturas registradas no dia anterior. 

Chuvas

O meteorologista, Bahia, explicou (conforme dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais,), que as chuvas não estão sendo suficientes para melhorar a seca na região Centro-Oeste. No estado de Mato Grosso do Sul a região em que a incidência de chuvas foi mais expressiva compreende ao município de Corumbá, com 10,7 milímetros registrados.  

“ Há condição para chuva só hoje (17), mas não em todo Estado. As chuvas estão bem fracas, chove 0,4 milímetros, para. Então volta a chover 0,4 mm. Não está chovendo nem um milímetro. Digo que as chuvas foram apenas garoas, bem localizadas”, pontuou.

Olívio acrescenta que se analisar o período das últimas 12h,Corumbá teve apenas 1.4 mm de chuvas, o que o meteorologista classifica como chuva fraca.

“Quando há uma frente fria, normalmente também vemos garoas e chuvas fracas! Previsão para semana é de tempo sem chuva, com um pouco de nebulosidade”, finaliza.

Umidade

Quanto a umidade relativa do ar, o índice volta a cair a partir desta quarta-feira (19). Olívio Bahia frisou que em alguns municípios do Estado a umidade poderá chegar a 30%. O que aumenta o risco de incêndios.

“A secura não melhorou, como não choveu para molhar, digo, a chuva não é contínua para molhar o solo e melhorar a umidade”, ressaltou.

Conforme o divulgado pelo Correio do Estado, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso do Sul emitiu um alerta a toda população para o risco de incêndios nesta época do ano. O comunicado foi publicado neste domingo (17). 

Outros municípios

Corumbá- Segunda: Mínima: 14ºC, máxima: 35ºC / Terça:  Mínima: 19ºC, máxima: 36ºC/ Quarta:  Mínima: 1ºC, máxima: 34ºC 

Três Lagoas-Segunda: Mínima: 17ºC, máxima: 34ºC / Terça:  Mínima: 19ºC, máxima: 32ºC / Quarta:  Mínima: 18ºC, máxima: 32ºC 

Ponta Porã-  Segunda: Mínima: 14ºC, máxima: 31ºC / Terça:  Mínima: 18ºC, máxima: 32ºC / Quarta:  Mínima: 18ºC, máxima: 31ºC 

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BRASIL

Ex-mulher do goleiro Bruno deixa CTI, mas segue internada em hospital de BH

Dayanne havia dado entrada no hospital após permanecer desaparecida por três dias

09/07/2026 19h00

No aparelho, os policiais localizaram mensagens trocadas com pessoas que se identificavam como agiotas e cobravam dívidas de Dayanne

No aparelho, os policiais localizaram mensagens trocadas com pessoas que se identificavam como agiotas e cobravam dívidas de Dayanne Divulgação

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A ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, de 39 anos, deixou o Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, após apresentar melhora no quadro de saúde. Ela permanece internada na unidade, agora na enfermaria. As informações sobre o estado de saúde de Dayanne são do portal Metrópoles.

Em nota enviada anteriormente ao Estadão, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) informaram que não divulgariam informações sobre a paciente em razão da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Dayanne havia dado entrada no hospital após permanecer desaparecida por três dias. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na noite de sábado, 4, e encaminhada para atendimento médico. As causas da internação não foram divulgadas

A corporação informou que apura as circunstâncias do caso. Conforme o registro da Polícia Militar, Dayanne foi vista pela última vez na manhã de quinta-feira, 2, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, onde morava com o marido e dois filhos.

De acordo com o relato do marido à PM, ela informou que iria à casa da mãe para deixar as crianças, mas não retornou. Ainda segundo o boletim de ocorrência, o homem encontrou o celular da esposa e cartas com "conteúdo de despedida" na residência do casal.

No aparelho, os policiais localizaram mensagens trocadas com pessoas que se identificavam como agiotas e cobravam dívidas de Dayanne. Na ocasião, a Polícia Civil informou que trabalhava com a hipótese de desaparecimento voluntário e que não havia indícios da prática de crime.

Transporte Coletivo

Interventor contesta divida de R$ 27 milhões denunciada pelo Consórcio Guaicurus

Comissão de intervenção afirma que valor alegado pela concessionária não possui comprovação documental e reforça que auditoria segue apurando a situação financeira e operacional do transporte coletivo de Campo Grande.

09/07/2026 18h35

Foto: Gerson Oliveira / Montagem

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A disputa entre o Consórcio Guaicurus e a Comissão de Intervenção do Sistema de Transporte Coletivo de Campo Grande ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (9).

Um dia após o Correio do Estado revelar que o Consórcio Guaicurus encaminhou uma interpelação extrajudicial à Comissão de Intervenção, cobrando da Prefeitura de Campo Grande uma suposta dívida superior a R$ 27 milhões, a equipe responsável pela administração temporária do sistema contestou a alegação e afirmou que os valores apresentados não possuem comprovação documental.

Em nota oficial, o interventor-geral Alexandro Adriano Lisandro de Oliveira informou que a comissão ainda não recebeu formalmente a interpelação extrajudicial, mas assegurou que responderá ao documento assim que ele for oficialmente protocolado.

Na manifestação, o interventor rebate os principais pontos apresentados pelo consórcio. Segundo ele, as empresas não contestaram os aproximadamente R$ 20 milhões em passivos identificados pela auditoria realizada durante a intervenção, mas divulgaram supostos créditos sem apresentar documentos, registros contábeis ou qualquer reconhecimento formal por parte do Município.

Ainda conforme Alexandro Oliveira, os R$ 27 milhões mencionados pelo Consórcio Guaicurus representam um valor apresentado de forma unilateral, sem comprovação documental. De acordo com a comissão, atualmente não existe crédito reconhecido, liquidado ou exigível nesse montante.

"Não existe crédito algum. Esses valores apresentados são meras expectativas unilaterais", afirmou o interventor.

Ele acrescentou que "eventuais documentos apresentados serão examinados com rigor e imparcialidade".

Auditoria apontou cenário financeiro e operacional crítico

A manifestação da comissão reforça as informações apresentadas na última segunda-feira (6), quando foram divulgados os primeiros resultados das auditorias financeira e contratual realizadas após a intervenção decretada pelo Município em 16 de junho.

O relatório preliminar identificou que uma das empresas integrantes do Consórcio Guaicurus acumula aproximadamente R$ 20 milhões em dívidas com instituições financeiras e fornecedores, incluindo empresas responsáveis pelo abastecimento de combustíveis.

Ainda conforme o interventor, a auditoria também apontou uma série de fragilidades na operação do transporte coletivo, entre elas deficiência na manutenção preventiva da frota, envelhecimento dos veículos e problemas na gestão da concessão.

De acordo com o relatório apresentado pela intervenção, cerca de 190 ônibus em circulação possuem mais de dez anos de uso. O documento também registra atrasos no recolhimento de tributos desde 2014, situação que, segundo a comissão, evidencia dificuldades administrativas acumuladas ao longo dos últimos anos.

Trabalho de apuração continua

A Comissão de Intervenção afirmou que os trabalhos de auditoria prosseguem e que o objetivo permanece sendo identificar, de forma técnica e transparente, as causas que levaram à deterioração da qualidade do transporte coletivo em Campo Grande.

De acordo com o interventor, a equipe continuará reunindo documentos, analisando contratos, confrontando informações financeiras e garantindo o contraditório durante todo o processo, sem antecipar conclusões sobre eventuais responsabilidades.

A prioridade, segundo a comissão, é assegurar a continuidade do serviço prestado à população enquanto as investigações administrativas avançam. 

Com a troca pública de acusações entre concessionária e intervenção, o conflito em torno da gestão do transporte coletivo entra em uma nova fase, marcada pela disputa sobre a situação financeira do contrato e pela expectativa em torno dos próximos resultados das auditorias conduzidas pela Prefeitura.

Entenda a intervenção

A intervenção no Consórcio Guaicurus foi decretada pela prefeita Adriane Lopes (PP) em 16 de junho, com prazo de até seis meses para que uma comissão técnica assuma temporariamente a gestão do sistema de transporte coletivo de Campo Grande.

Durante esse período, os interventores têm acesso irrestrito aos documentos da concessionária para avaliar a situação financeira, operacional e administrativa do contrato.

Ao final dos trabalhos, será elaborado um relatório que poderá recomendar desde a devolução da gestão ao consórcio até a aplicação de sanções ou a decretação da caducidade da concessão.

Interventor já havia alertado para risco de paralisação

Em entrevista concedida ao Correio do Estado no último dia 7 de julho, o interventor-geral Alexandro Adriano Lisandro de Oliveira afirmou que o transporte coletivo de Campo Grande poderia parar "mais cedo ou mais tarde" caso a intervenção não tivesse sido decretada.

Segundo ele, a situação financeira do Consórcio Guaicurus e as condições de segurança da frota colocavam em risco a continuidade do serviço.

Na ocasião, Alexandro também afirmou que não descarta a possibilidade de o Município decretar a caducidade da concessão ao término da intervenção, caso as irregularidades constatadas pelas auditorias confirmem o descumprimento das obrigações contratuais.

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