Cidades

Risco

Três rios do interior de MS estão em alerta para risco para transbordamento

Na manhã desta segunda (25), o Boletim do Imasul, notificou alerta para os rios Aquidauana, Coxim e Miranda

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Após o plantão de final de semana, realizado pela Sala de Situação do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), para monitorar o nível dos rios Aquidauana, Coxim, Miranda e Taquari que se encontravam em estado de crítico. 

O Boletim Diário publicado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil desta segunda-feira (25) emitiu um alerta para a população de Miranda devido o nível do rio Miranda, que atingiu a cota de emergência de 700 cm nesta manhã. 

Últimas Notícias

As Defesas Civis estaduais, municipal e autoridades locais encontram-se em alerta ao monitoramento, para um possível acolhimento de famílias que residem nas áreas de risco de inundações.  

Os rios Aquidauana e Taquari no município de Aquidauana e Coxim, permanecem em situação de alerta. 

Na medição atualizada nesta segunda-feira, Coxim está em 426 cm, bem próxima ao nível de emergência que é de 500 cm. 

Já em Aquidauana, a atualização mostra cota de 641 cm, enquanto o nível de emergência é de 800 cm.

Observações do Boletim emitido pela Sala de Situação do Imasul apontam que a estação Mt-738 (Distrito Águas de Miranda), no Rio Miranda, atingiu o pico de 989 cm no dia 22/01; Aquidauana o pico de 781 cm em 22/01 e Coxim o pico de 461 em 20/01/2021.

Orientações

A Defesa Civil orienta, que as pessoas que residam em áreas de risco, permaneçam em estado de alerta e acompanhem diariamente a previsão do tempo.

O cadastro no serviço de SMS da Defesa Civil para receber alertas e avisos é gratuito. Basta enviar uma mensagem de texto para o número 40199 com o CEP da residência. 

Feito o cadastro, o telefone e o endereço serão incluídos automaticamente na lista de envio dos alertas de possíveis fenômenos adversos de tempo.

Previsão do Tempo  

A previsão para esta semana em Mato Grosso do Sul é de muita chuva, tempo abafado e céu encoberto por nuvens.

Estima-se que até sábado (30), chova 70 mm em todas as regiões do Estado. Ventos úmidos e ar quente facilitam a ocorrência de precipitações.

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Costa Leste

Estado mantém pronto atendimento no Hospital Regional da Costa Leste após acordo com município

Governo garante continuidade do pronto atendimento em hospital de Três Lagoas após reunião

20/04/2026 18h15

Estado mantém pronto atendimento no Hospital Regional da Costa Leste após acordo com município

Estado mantém pronto atendimento no Hospital Regional da Costa Leste após acordo com município Foto: André Lima

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O Governo de Mato Grosso do Sul decidiu manter em funcionamento o Pronto Atendimento Médico do Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, em Três Lagoas, após alinhamento entre equipes técnicas da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e representantes da gestão municipal.

A decisão ocorre após a própria SES ter anunciado mudanças no modelo de atendimento da unidade, que passaria a operar, a partir de maio, exclusivamente por meio do sistema de regulação, com o fim da chamada “porta aberta”.

Agora, a manutenção do serviço foi definida de forma conjunta, considerando as demandas apresentadas pelo município e a necessidade de garantir assistência contínua à população da região da Costa Leste.

De acordo com a SES, o entendimento foi construído durante reunião realizada na sede da secretaria, em Campo Grande, na semana passada.

No encontro, Estado e município discutiram o funcionamento da rede pública de saúde e pactuaram a continuidade do pronto atendimento, com ajustes que ainda serão detalhados de forma integrada.

Participaram da reunião a secretária de Estado de Saúde em exercício, Crhistinne Maymone; o superintendente de Governança Hospitalar, Edson da Mata; a diretora-geral do hospital, Letícia Carneiro; o diretor-técnico Marllon Nunes; a secretária municipal de Saúde, Juliana Rodrigues Salim; e a diretora-geral de Saúde do município, Jamila de Lima Gomes.

Segundo Crhistinne Maymone, o objetivo é assegurar atendimento eficiente à população, com organização da rede e diálogo permanente entre os entes públicos.

“Nosso foco é garantir que a população tenha acesso ao atendimento de forma organizada e eficiente, com responsabilidade na gestão da rede”, afirmou.

A SES reforça que o Hospital Regional da Costa Leste permanece como unidade estratégica da rede estadual, atuando no atendimento de urgência e emergência, além de fortalecer especialidades de média e alta complexidade.

A organização dos fluxos assistenciais continuará sendo aprimorada com apoio do Complexo Regulador Estadual, que direciona os pacientes conforme a necessidade clínica.

O diálogo entre Estado e município deve continuar nos próximos dias, com foco no aprimoramento dos atendimentos e na adequação dos serviços às necessidades locais.

Dia 27

Após 8 mortes, prefeitura de Dourados espera vacinar 43 mil contra chikungunya

Imunização tem início já na próxima segunda-feira

20/04/2026 17h15

Imunização deve ser iniciada já na próxima segunda-feira (27)

Imunização deve ser iniciada já na próxima segunda-feira (27) Foto: Divulgação / Prefeitura de Dourados

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Com vacinação prevista já a partir da próxima segunda-feira (27), a Prefeitura de Dourados espera imunizar cerca de 43 mil moradores em campanha de vacinação contra a chikungunya. Com oito mortes, o município é considerado epicentro da arbovirose em Mato Grosso do Sul. 

A imunização seguirá critérios definidos pelo Ministério da Saúde e será destinada a pessoas entre 18 e 59 anos. A meta é imunizar ao menos 27% do público-alvo. 

O esquema vacinal foi anunciado nesta segunda-feira (20) pelo secretário municipal de Saúde, Márcio Figueiredo, e faz parte das ações emergenciais diante da epidemia que levou à decretação de situação de calamidade em saúde pública no município.

Antes do início da vacinação, os profissionais da linha de frente passarão por capacitação técnica nos dias 22 e 23 de abril. Segundo o secretário, a preparação é necessária devido às diversas contraindicações do imunizante, o que exigirá avaliação individual dos pacientes antes da aplicação. “Esse esquema vacinal será mais lento, já que o público-alvo precisa passar por triagem”, destacou.

As doses começaram a chegar ao município na última sexta-feira (17), e a distribuição para as unidades de saúde, incluindo a rede indígena, está prevista para ocorrer na sexta-feira (24). Já no feriado de 1º de maio, a prefeitura realizará uma ação especial em formato drive-thru, das 8h às 12h, no pátio da sede administrativa.

Regras

O imunizante foi desenvolvido pela farmacêutica Valneva em parceria com o Instituto Butantan e aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril de 2025.

Um dos pontos que mais preocupa as autoridades de saúde é o número de óbitos registrados. Sete das vítimas eram moradores das Reserva Indígena Jaguapiru e Bororó. Os dados reforçam a gravidade da epidemia no município e evidenciam o impacto desproporcional sobre populações mais vulneráveis, além de pressionar ainda mais a rede de atendimento local.

A estratégia de vacinação em Dourados integra um plano nacional que contempla cerca de 20 municípios em seis estados, selecionados com base em critérios epidemiológicos e operacionais, como circulação do vírus e capacidade de implementação da campanha.

De acordo com o boletim mais recente do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), o município contabiliza 4.972 casos prováveis de chikungunya, sendo 2.074 confirmados, 1.212 descartados e 2.900 ainda em investigação.

Restrições 

Gestantes, lactantes, pessoas imunossuprimidas, pacientes em tratamento contra o câncer, transplantados recentes, portadores de HIV/Aids e indivíduos com doenças autoimunes não podem se vacinar. Também estão fora do público pessoas que tiveram chikungunya nos últimos 30 dias, que estejam com febre grave ou que tenham recebido recentemente outras vacinas.

O avanço da doença, aliado à pressão provocada por outros agravos como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), levou o município a decretar estado de calamidade em saúde pública por 90 dias. A medida considera o risco de colapso da rede assistencial diante da alta demanda por atendimentos e internações.

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