Cidades

Congestionado

Trio é preso depois de perseguição policial
e tiroteio no Centro de Campo Grande

Grupo é suspeito de integrar quadrilha de estelionatários que agia em MS

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Três pessoas, sendo duas mulheres e um homem, suspeitas de integrarem quadrilha especializada em estelionato, foram presas na tarde de hoje, depois de perseguição policial e tiroteio no centro de Campo Grande.

De acordo com o delegado Enilton Zalla, a informação preliminar é de que o grupo veio de Goiás e agia em Mato Grosso do Sul. A partir de uma denúncia feita em Dourados, quadrilha começou a ser monitarada por equipe do Grupo de Operações e Investigações (GOI), da Polícia Civil.

Na tarde de hoje, trio foi flagrado cometendo outro crime e policiais iniciaram perseguição pela Avenida Afonso Pena. Suspeitos estavam em um Chevrolet Cruze e viraram na contramão na rua 13 de Maio, momento em que os policiais efetuaram vários disparos contra o pneu do veículo.

Juliana Gomes, 33 anos, testemunhou o fato e disse ao Portal Correio do Estado que depois dos tiros, carro dos suspeitos bateu em um Fiat Palio, que estava no sentido certo da rua e motorista saiu correndo e tentou fugir a pé, mas foi novamente perseguido e preso próximo a Rua 14 de Julho. 

Comerciante de 49 anos, que preferiu não ser identificado, diss que houve desespero por parte das pessoas que passavam pelo local por conta dos tiros. "Foi um susto só", disse.  Trecho da rua 13 de Maio foi bloqueado para o trabalho da polícia, que está no local.

Trânsito

Após restrição a caminhões, protesto impede tráfego total na MS-040; veja o vídeo

Moradores, produtores rurais e transportadores bloquearam a rodovia nesta sexta-feira em Santa Rita do Pardo

18/09/2026 13h45

Reprodução/Cenário MS

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Moradores, produtores rurais e profissionais do transporte bloquearam nesta sexta-feira (18) o tráfego na MS-040, em Santa Rita do Pardo, em protesto contra a restrição à circulação de caminhões e outros veículos pesados nas pontes dos quilômetros 205 e 223. O bloqueio ocorre depois de quase duas semanas de impedimento ao trânsito de cargas e amplia os impactos provocados pelas obras realizadas no trecho.

Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMR), a manifestação começou nas primeiras horas da manhã, mas foi encerrada antes da chegada das equipes ao local. A concessionária responsável pela rodovia acionou o batalhão por volta das 8h, após identificar um princípio de bloqueio. Duas viaturas foram enviadas para verificar a situação, mas, quando chegaram, o protesto já havia terminado e o fluxo havia sido retomado.

Apesar do fim da manifestação, a ponte da MS-040 permanece funcionando em sistema de pare e siga, com controle da Polícia Militar Rodoviária, e a passagem segue liberada apenas para veículos de passeio. Caminhões carregados continuam impedidos de atravessar a estrutura. 

O protesto começou nas primeiras horas da manhã, no trevo de acesso ao município, com uso de tratores e outros veículos. Durante a manifestação, a passagem de carros de passeio foi limitada, enquanto ambulâncias e outros veículos de emergência tiveram trânsito liberado. Os manifestantes cobram uma solução que permita a retomada do transporte de cargas pela rodovia.

De acordo com informações do Jornal Cenário MS, entre as reivindicações está a instalação de uma ponte metálica móvel que possibilite a passagem de carretas pelas áreas onde as estruturas estão em obras. Segundo os participantes do protesto, a restrição tem dificultado o transporte de gado, a chegada de insumos às propriedades rurais e o abastecimento do comércio local.

A mobilização ocorre após a Caminhos da Celulose, concessionária responsável pelo trecho, restringir a circulação de caminhões, carretas e ônibus nas duas pontes. A empresa afirma que a medida foi adotada de forma emergencial devido a problemas estruturais identificados durante as intervenções e que o bloqueio é necessário para garantir a segurança de usuários e trabalhadores.

Em contato com a assessoria de comunicação, a concessionária informou que o bloqueio emergencial ocorre em dois pontos da MS-040, nos quilômetros 205 e 223, em razão das obras de revitalização das pontes e reforçou que as intervenções são necessárias para garantir a segurança dos usuários e das equipes envolvidas nos trabalhos. "A concessionária está trabalhando na construção da melhor solução para viabilizar a liberação, ainda que parcial, do trecho", reiterou a empresa.

Restrição

O Correio do Estado acompanha desde o início do mês os efeitos da restrição na MS-040. Em reportagem publicada na segunda-feira (14), a publicação mostrou que a rodovia entrava na segunda semana sem tráfego de caminhões no trecho entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo. As intervenções começaram no início de setembro e mantiveram o trânsito de veículos leves no sistema de pare e siga.

Como não há uma rota alternativa próxima às pontes que comporte carretas, veículos pesados que seguem entre Campo Grande, Bataguassu e São Paulo precisam alterar o trajeto antes de chegar à MS-040. Uma das opções indicadas é seguir pela BR-163 até Nova Alvorada do Sul e, depois, acessar a BR-267.

A situação também já havia sido destacada pelo Correio no feriado de 7 de Setembro, quando a MS-040 passou a integrar uma lista de pelo menos cinco pontes de Mato Grosso do Sul com restrições de tráfego por causa de obras. Na ocasião, a reportagem apontou que a ausência de uma rota alternativa próxima fazia com que o tráfego de caminhões na MS-040 ficasse praticamente suspenso.

Além das duas pontes da MS-040, a relação inclui estruturas nas rodovias BR-163, BR-262 e MS-345. Na chamada “ponte-gangorra”, sobre o Rio Miranda, a recuperação também impôs restrições ao trânsito e teve o custo da obra elevado posteriormente para R$ 4,06 milhões.

 

Trânsito

Ruas de Campo Grande terão interdições nesta sexta e sábado

Bloqueios ocorrem em diferentes regiões da Capital por causa de eventos religiosos, ato político e passeata

18/09/2026 13h30

Agente de trânsito da Agetran pelas ruas de Campo Grande

Agente de trânsito da Agetran pelas ruas de Campo Grande Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Motoristas que circulam por Campo Grande devem ficar atentos a cinco interdições programadas para esta sexta-feira (18) e sábado (19). Os bloqueios vão ocorrer em diferentes regiões da cidade e podem alterar o trajeto de quem passar pelos locais nos horários dos eventos. A programação foi divulgada pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

Nesta sexta-feira, a Avenida Marajoara terá meia pista interditada das 18h às 23h, no trecho entre as ruas Guilherme Almeida Saraiva e Evaristo Roberto Ferreira, na região do Anhanduizinho. O bloqueio é motivado por um evento religioso e também está previsto para sábado, domingo (20) e segunda-feira (21) . Como alternativa, os motoristas poderão utilizar as ruas Guilherme Almeida Saraiva e Evaristo Roberto Ferreira.

Também na sexta, a Rua Armando Holanda será totalmente interditada das 18h30 às 23h, entre as ruas Rino Levi e Serafim Leite, na região do Imbirussu. O mesmo trecho terá novo bloqueio no sábado, no mesmo horário. As opções de desvio são pelas ruas Rino Levi e Serafim Leite.

Bloqueios no sábado

No sábado, a programação começa pela manhã. Uma passeata terá início às 8h, na Rua Barão de Ubá, nº 474, na região do Bandeira, e seguirá pelas ruas Marquês de Pombal, Ofaié Xavante, Dalva de Oliveira e José Nogueira Vieira. A previsão é de encerramento às 11h. As vias serão liberadas gradualmente conforme a passagem dos participantes.

Ainda pela manhã, a Rua Tupi, na região do Lagoa, ficará interditada das 9h às 22h, entre a Rua Benjamin Adese e a Avenida Paulo Corrêa da Costa, para um evento religioso. Os motoristas poderão utilizar a Rua Benjamin Adese e a Avenida Paulo Corrêa da Costa como alternativas.

No período da noite, a Rua Barueri, na região do Bandeira, será bloqueada das 18h às 22h, entre as ruas Peruíbe e Ipamerim, em razão de um evento político. As duas vias serão utilizadas como rotas alternativas.

A Agetran orienta os condutores a respeitarem a sinalização provisória e, quando possível, programarem o deslocamento com antecedência para evitar os trechos bloqueados.

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