Cidades

Saúde Mental

UFMS disponibiliza serviço de atendimento psicológico para estudantes

O serviço de prevenção a saúde mental quer diminuir a evasão e auxiliar os acadêmicos na jornada acadêmica

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A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, disponibilizou aos acadêmicos o serviço de Atendimento Psicológico voltado para quadros de baixa e média complexidade.

A ação faz parte dos serviços de prevenção e promoção de saúde mental. O programa quer garantir o acesso, permanência e participação do estudante durante seu ciclo acadêmico. 

O acompanhamento psicológico é gratuito na Cidade Universitária como também nos Campus de Aquidauana, Chapadão do Sul, Paranaíba e Três Lagoas.

Para participar basta realizar a solicitação por meio do formulário online clicando aqui.

“A UFMS tem estado muito preocupada com a promoção de saúde mental dos nossos estudantes e oferece, por meio da Secretaria de Atenção à Saúde do Estudante (Sease), uma rede de apoio à saúde física e mental para todos os estudantes da graduação, presencial e a distância, e para pós-graduação. O nosso atendimento é uma escuta inicial e, dependendo da necessidade do nosso estudante o encaminhamos para um serviço de atendimento de longo prazo: para o Serviço Escola de Psicologia da Universidade, para o Sistema Único de Saúde ou para profissionais que atendem por meio de tabela social”, explica o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Albert Schiaveto de Souza. 

A psicóloga do Sease  Danielle Silveira da Cunha, explicou que a oferta do serviço para cuidados da saúde mental deve reduzir, por exemplo, a evasão e ainda pode contribuir com o rendimento dos estudantes.  Ainda apontou que o acadêmico precisa estar atento aos sintomas e procurar ajuda.

"Os principais indicativos de que uma pessoa precisa de ajuda é quando percebe alteração de sono, alimentação, choro frequente, sentimento de desesperança e até pensamentos sobre morte”.

O serviço é ofertado para todas as idades, no entanto, a maior procura tem sido pela faixa de idade entre 18 e 26 anos, sendo na maior parte dos casos as queixas estão ligadas a quadros de ansiedade. A psicóloga esclarece que quem faz acompanhamento psicológico por fora não deve abandonar o tratamento. 

“Não é recomendável a substituição do atendimento de psicólogo externo por atendimento de psicólogo da Sease, pois o serviço de psicologia no contexto escolar não se configura como psicoterapia, caracteriza-se por ser breve, orientativo e para prevenção”, detalha a psicóloga.

No preenchimento do formulário, o estudante precisa deixar um breve relato explicando o motivo da solicitação de participação do programa. Deste modo os profissionais podem filtrar os casos emergenciais que precisam de atenção imediata. 

“São oferecidas três sessões, nas quais se realiza o acolhimento do estudante, a análise de sua demanda, a busca de estratégias que contribuam para sua saúde mental e, se necessário, encaminhamento para outros serviços”, explica a secretária da Sease, Ana Lúcia Martins de Souza. A iniciativa dispõem de plantão psicológico, conforme disponibilidade de profissionais, e atendimentos presenciais e on-line.

A Universidade promove mensalmente ações de atenção à saúde mental por meio da campanha Eu Respeito, cada mês um tema é tema, uma cor são selecionados para o desenvolvimento de atividades que são estendidas inclusive aos colaboradores.

"E, se você é técnico, docente, estudante ou é um colaborador e está passando por um momento de sofrimento mental, entre em contato com a secretaria e solicite um atendimento”, orienta o pró-reitor. 

Caso o estudante pertença a outro campus em que o atendimento não é ofertando, a orientação é que procure o assistente social ou procure a secretaria para receber orientações. 

Serviço

Saúde Mental (https://saudemental.ufms.br/)

e-mail [email protected]  

WhatsApp 67 3345-7018 de segunda a sexta-feira das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Mais informações ou dúvidas podem ser consultadas nos contatos abaixo:

Cidade Universitária (Campo Grande) - Secretaria de Atenção à Saúde do Estudante
E-mail: [email protected] - Telefones: (67) 3345-7135/7918/7018 (WhatsApp).


Campus de Três Lagoas - E-mail: [email protected] - Telefone: (67) 3509-3749 (WhatsApp);


Campus do Pantanal - E-mail: [email protected] - Telefones: (67) 3234-6850 (Ligação e WhatsApp)/3234-6804 (Ligação);


Campus de Chapadão do Sul - E-mail: [email protected] - Telefone: (67) 3562-6328 (WhatsApp);


Campus de Paranaíba - E-mail: [email protected] - Telefone: (67) 3669-0120;


Campus de Aquidauana - E-mail: [email protected] - Telefone: (67) 3241-0412 ramal 2412;

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INTERIOR

Colisão entre carro e carreta de celulose deixa três mortos na BR-158

Acidente foi registrado próximo à ponte sobre o Rio Sucuriú, a suspeita é que chuva tenha dificultado visibilidade e que carro de passeio teria invadido pista contrária

20/09/2026 11h30

Veículo de passeio teve a frente completamente destruída

Veículo de passeio teve a frente completamente destruída Reprodução/24h MS News/Eliton Chaves

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Acidente registrado no fim de uma noite chuvosa de sábado (19), em Três Lagoas, terminou com três homens mortos após o carro de passeio em que estavam colidir frontalmente com uma carreta de celulose no quilômetro 251 da BR-158. 

Esse acidente aconteceu por volta de 21h30, conforme apurado in loco pelo portal local 24h MS News, próximo à ponte do Rio Sucuriú. 

Para o atendimento desta ocorrência foram mobilizadas equipes do Corpo de Bombeiros Militar, Perícia Criminal e das polícias Civil e Rodoviária Federal (PC e PRF). As forças de segurança ainda devem indicar as reais circunstâncias que levaram à batida. 

Porém, é possível observar pelos registros fotográficos do repórter Eliton Chaves que a pista no local do acidente ainda encontrava-se molhada, o que levanta a hipótese de chuva no trecho ainda no momento da colisão. 

Entenda

Apurações preliminares identificaram dois dos três mortos neste acidente, que tratam-se de: 

  • + Jeferson Mateus de Souza Andrade, 27 anos
  • + Hércules Douglas da Silva, 28 anos. 

Jeferson seria morador de Inocência, município distante aproximadamente 331 quilômetros da Capital, e ainda não há a identificação do terceiro óbito registrado, mas os três amigos estariam em um rancho que fica nas proximidades da ponte. 

Conforme narrado preliminarmente, esses indivíduos teriam se deslocado até um posto de combustíveis local em busca de comprarem alguns produtos e teriam batido o carro justamente na volta ao rancho. 

Contratado como motorista do veículo de carga, o carreteiro a serviço da empresa de celulose "Suzano" indicou aos agentes policiais que seguia no sentido Selvíria até Três Lagoas. 

Conforme o carreteiro, ele teria sido surpreendido pelo Pálio após atravessar a ponte, e afirma que o carro de passeio teria invadido a pista contrária durante uma curva. 

O veículo de passeio teve a frente completamente destruída, com os três ocupantes tendo ficado presos entre as ferragens, motivo pelo qual o Corpo de Bombeiros até foi acionado, mas já encontrou os três rapazes já sem vida.  

Com isolamento feito por parte da PRF, seus corpos somente puderam ser retirados após o trabalho da perícia. Houve o encaminhamento em seguida até o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) para os procedimentos necessários para proceder com a liberação aos familiares. 

 

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CAMINHOS

Veja como manifestar intenção de doar órgãos por meio de cartórios

Assunto ganha importância durante o Setembro Verde, em um país onde mais de 49 mil pessoas aguardam atualmente por um transplante

20/09/2026 08h47

Cerca de 45 mil dos que aguardam um transplante de órgão esperam por um rim

Cerca de 45 mil dos que aguardam um transplante de órgão esperam por um rim Divulgação

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Desde o lançamento da Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (Aedo), em 2024, mais de 32 mil brasileiros já usaram os cartórios para manifestar formalmente a intenção de doar órgãos. 

O assunto ganha importância durante o Setembro Verde, mês dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos, em um país onde mais de 49 mil pessoas aguardam atualmente por um transplante.

Segundo o Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF), o procedimento é gratuito e realizado integralmente pela internet. O interessado acessa a plataforma da Aedo, disponível no e-Notariado, preenche seus dados e escolhe um cartório de notas para realizar o procedimento.

Na sequência, participa de uma videoconferência com o tabelião para confirmar sua identidade e sua desejo de doar órgãos. O documento é assinado eletronicamente e passa a integrar a Central Nacional de Doadores de Órgãos, que pode ser consultada pelos profissionais autorizados do Sistema Nacional de Transplantes.

A pessoa pode indicar quais órgãos, tecidos ou partes do corpo deseja doar e revogar a autorização a qualquer momento. Todo o procedimento pode ser realizado sem necessidade de comparecimento presencial ao cartório.

Oferta e demanda

Dados dos Cartórios de Notas mostram que 32.587 solicitações de Aedo já foram realizadas no país. Foram 18.659 em 2024, 8.886 em 2025 e outras 5.042 em 2026, segundo os dados mais recentes da plataforma. Essa queda por ser atribuída a menos campanhas de divulgação da iniciativa. 

São Paulo concentra o maior número de manifestações desde a criação do serviço, com 9.399 solicitações, seguido por Paraná (3.818), Rio de Janeiro (2.930), Minas Gerais (2.172) e Rio Grande do Sul (2.012). A Aedo registra solicitações em todas as unidades da Federação.

Os números se inserem em um cenário no qual a demanda por transplantes permanece elevada no país. Dados do Ministério da Saúde divulgados este mês apontam que mais de 49 mil pessoas aguardam por um transplante no Brasil, sendo cerca de 45 mil por um rim.

Somente na fila por uma córnea estão 37.719 pessoas, segundo levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), número 15% maior que o registrado em dezembro de 2025.

Autorização familiar

Um dos principais desafios tem sido a autorização familiar. No Brasil, a retirada de órgãos após a morte depende da concordância da família, mesmo quando a pessoa manifestou em vida o desejo de ser doadora.

Atualmente, a taxa média de recusa familiar gira em torno de 45%, e entre os motivos apontados estão o desconhecimento sobre a vontade do potencial doador, além de dúvidas e receios relacionados ao procedimento.

É neste contexto que a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos permite que o cidadão deixe formalmente registrada sua decisão. 

“A decisão final continua sendo da família. Por isso, tão importante quanto registrar a vontade de ser doador é conversar sobre ela. A Aedo permite que essa manifestação fique formalizada e ajuda a levar esse assunto para dentro das famílias, para que elas conheçam previamente a decisão de quem deseja doar”, afirma Eduardo Calais, presidente do CNB/CF.

No próximo dia 27 de setembro, é celebrado o Dia Nacional de Doação de Órgãos, data criada para estimular a discussão sobre o tema e incentivar as pessoas a comunicarem aos familiares sua vontade de serem doadoras.

 

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