Cidades

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Um dos melhores vinhos do mundo chega ao Brasil por R$ 25

Um dos melhores vinhos do mundo chega ao Brasil por R$ 25

terra

16/06/2012 - 07h00
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O vinho espanhol Toro Loco Tempranillo causou furor quando, apesar de custar apenas 3,59 libras (aproximadamente R$ 11,50), foi apontado como um dos melhores do mundo. Porém, o rótulo, que ganhou a medalha de prata na Competição Internacional de Vinhos e Destilados do Reino Unido, ainda não era exportado para o Brasil. Isso está prestes a mudar, pois a webstore Wine anunciou deve trazer o vinho com exclusividade. O valor do rótulo será R$ 25. O produto estará disponível a partir de agosto, porém já é possível fazer a reserva de garrafas.

O vinho Toco Loco Tempranillo, produzido na região Utiel-Requena, foi degustado no “teste cego” da competição e superou rótulos até dez vezes mais caros. “Estamos muito felizes de poder oferecer com exclusividade esse vinho, que tem qualidade e preço justo”, afirma Rogerio Salume, presidente da Wine.

OPERAÇÃO

Em Campo Grande, GAECO investiga chefe de gabinete de deputado

Alvo da operação, Junior Vasconcelos é chefe de gabinete do deputado estadual Jamilson Name e ex-prefeito de Fátima do Sul

07/07/2026 09h15

Deputado Jamilson Name e o chefe de gabinete Junior Vasconcelos

Deputado Jamilson Name e o chefe de gabinete Junior Vasconcelos Divulgação: ALEMS

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Na manhã desta terça-feira (7), equipes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), que faz parte do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), realizou uma operação em prédios residenciais, em Campo Grande. De acordo com informações preliminares, a alvo das investigações é Junior Vasconcelos, ex-prefeito de Fátima do Sul e atualmente ocupa o cargo de chefe de gabinete do deputado estadual Jamilson Name (PP).

Deputado Jamilson Name e o chefe de gabinete Junior Vasconcelos
Residencial Olavo Bilac, onde ocorreu uma das batidas do GAECO / Foto: Paulo Ribas / Correio do Estado 

As equipes do GAECO fizeram batidas no edifício Olavo Bilac, localizado na Avenida Ricardo Brandão, no gabinete do deputado Jamilson Name, no Complexo Regulador Estadual (Core) e em uma construtora chamada Incorpore Realty, que está na rua Dr. Arthur Jorge, no bairro São Francisco.

Além da equipe do GAECO, uma viatura do Batalhão de Choque da Polícia Militar faz buscas no prédio do Core. Mais informações ainda estão sendo apuradas.

CAMPO GRANDE

Vereadora aciona PF para investigar aplicação de recursos no Master

Em abril de 2024, foram aplicados R$ 1,2 milhão do patrimônio do IMPCG em títulos do Banco Master.

07/07/2026 08h45

Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) aplicou dinheiro no Banco Master

Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) aplicou dinheiro no Banco Master Gerson Oliveira

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A vereadora Luiza Ribeiro (PT) acionou a Polícia Federal em Campo para protocolar uma denúncia-crime, solicitando a abertura de investigação sobre supostas irregularidades envolvendo recursos do Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG), a atuação do Banco Master e agentes públicos municipais.

Na denúncia, Luiza Ribeiro aponta indícios de possíveis crimes relacionados à aplicação de recursos do fundo previdenciário dos servidores municipais em Letras Financeiras do Banco Master, além de questionamentos sobre o credenciamento da instituição para operar empréstimos e cartões consignados com descontos em folha de pagamento de servidores ativos, aposentados e pensionistas do município.

Em abril de 2024, foram aplicados R$ 1,2 milhão do patrimônio do IMPCG em títulos do Banco Master. O documento sustenta que a operação teria ocorrido sem a devida observância dos princípios de segurança previstos na Política Anual de Investimentos do instituto e sem a aprovação do Conselho Deliberativo.

Pontos abordados no documento

A denúncia destaca ainda que a aplicação dos recursos ocorreu apesar dos alertas feitos por membros do Conselho Deliberativo do IMPCG durante as discussões sobre o investimento. Conforme registrado em ata da reunião, conselheiros manifestaram preocupação com a segurança da operação e defenderam que os recursos fossem direcionados para instituições financeiras consideradas mais sólidas.

De acordo com a representação, a conselheira Ângela, representante do Poder Executivo, questionou a procedência do Banco Master, ocasião em que foi informado que se tratava de um banco relativamente novo.

Já o conselheiro David, representante do Sindicato dos Odontologistas de Mato Grosso do Sul (SIOMS), alertou para a maior segurança dos investimentos em bancos públicos diante de eventuais crises financeiras.

Outro ponto levantado pela vereadora refere-se à atuação do Banco Master no mercado de crédito consignado junto aos servidores municipais. A representação questiona o cumprimento dos requisitos exigidos pela legislação municipal para o credenciamento de instituições financeiras que realizam descontos diretamente na folha de pagamento dos servidores.

Além disso, a denúncia relata reclamações de servidores ativos, aposentados e pensionistas sobre descontos consignados em favor do Banco Master. Segundo a representação, há relatos de cobranças que permaneceriam sendo realizadas por longos períodos e de descontos relacionados a cartões consignados, mesmo sem a utilização dos serviços pelos beneficiários.

Para Luiza Ribeiro, os fatos apresentados exigem uma investigação rigorosa por parte das autoridades federais, especialmente por envolverem recursos que pertencem aos servidores públicos municipais.

“Estamos falando do patrimônio construído pelos trabalhadores ao longo de toda uma vida de serviço público. Os indícios apresentados são graves e precisam ser apurados com profundidade. Não podemos permitir que recursos destinados a garantir aposentadorias e pensões sejam colocados em risco. É dever das instituições investigar e esclarecer todos os fatos”, afirmou a vereadora.

A representação cita o presidente e controlador do Banco Master, Daniel Bueno Vorcaro, a prefeita Adriane Lopes, o atual diretor-presidente do IMPCG, Marcos César Malaquias Tabosa, e a ex-diretora-presidente do instituto, Camila Nascimento de Oliveira, requerendo que os fatos sejam investigados pela Polícia Federal.

Ao protocolar a denúncia, Luiza Ribeiro destacou que a iniciativa busca garantir transparência, proteger os direitos dos servidores municipais e assegurar que eventuais responsabilidades sejam devidamente apuradas pelos órgãos competentes.

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