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coronavírus

Vacina de Oxford deve chegar na tarde deste domingo em Mato Grosso do Sul

Dos 2 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca que chegaram ao Brasil no sábado (23), Mato Grosso do Sul receberá 22 mil

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De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), 22 mil doses da vacina de Oxford/AstraZeneca devem chegar a Mato Grosso do Sul neste domingo (24). 

Os imunizantes serão transportados por companhia aérea privada e pousarão às 14h20 no Aeroporto Internacional de Campo Grande, onde serão recebidas pelo responsável pela pasta, Geraldo Resende.

As vacinas, desenvolvidas pela AstraZeneca com a Universidade de Oxford, foram importadas da Índia e chegaram ao Brasil ontem (23).

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Era para elas terem sido transportadas no dia 17 de janeiro. O atraso de cinco dias gerou críticas à equipe diplomática brasileira, que atribuiu a demora a pressões internas do país asiático para que, antes de ser encaminhada ao Brasil, a vacina fosse distribuída à sua população.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) negocia a compra de um segundo lote de vacinas prontas contra a Covid-19 com o laboratório AstraZeneca. A compra, no entanto, ainda está em negociação e não há data e quantidade definidos para o novo lote.

As primeiras doses da vacina chinesa produzidas pelo Instituto Butantan, CoronaVac, chegaram na tarde de segunda-feira (17) em Campo Grande. As 158 mil doses estão sendo destinadas para imunizar 79 mil pessoas dos grupos prioritários do plano de vacinação de Mato Grosso do Sul.

Segundo o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, o governo já articula com o Ministério da Saúde para adquirir novas doses para dar sequência na imunização de toda população do Estado.

Em Mato Grosso do Sul 11,4 mil pessoas já foram vacinadas contra Covid-19

No intervalo de quatro dias, 14% da população prevista para receber a vacina Coronavac em Mato Grosso do Sul já foi imunizada com a primeira dose.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), até a tarde de sexta-feira (22), 11,4 mil pessoas foram vacinadas com a primeira dose do imunizante contra Covid-19.

Do total de vacinados no Estado, 7,9 mil foram profissionais da saúde atuantes na linha de frente para o combate da pandemia, 2,3 mil indígenas e 783 idosos institucionalizados.

O balanço geral das vacinações durante a semana não conta com os dados de dez municípios, sendo eles; Campo Grande, Aral Moreira, Camapuã, Corguinho, Laguna Carapã, Porto Murtinho, Rio Verde, Santa Rita do pardo e Sete Quedas.

No entanto, apesar dos números de vacinados em Campo Grande não constarem no Boletim Oficial do Estado, a capital publicou um balanço na qual registra 5.375 pessoas vacinadas durante os quatro dias.

Segundo a Secretária Municipal de Saúde (Sesau), os dados não foram lançados no boletim do estado por um erro de comunicação.

Entre os municípios que enviaram as informações para a Secretaria de Estado de Saúde, Três Lagoas apresenta o maior número de imunizados, com 765 doses aplicadas, em seguida vem Dourados com 720 pessoas, Corumbá com 615 e Aquidauana com 533 pessoas imunizadas.

Ministério Público investiga desvios na aplicação de vacina em Mato Grosso do Sul

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) está investigando o desvio de vacinas contra a Covid-19 no Estado. 

Por meio de canal aberto na Ouvidoria do órgão já foi possível identificar até prefeito do interior de Mato Grosso do Sul que recebeu vacina nesta primeira etapa da campanha.

As denúncias podem ser feitas pelo telefone 127, a ideia é que as pessoas ajudem a fiscalizar a aplicação correta dos imunizantes, já que eles ainda podem ser aplicados apenas em trabalhadores da saúde que atuem na linha de frente da pandemia, pessoas indígenas moradoras de aldeias, idosos institucionalizados (em hospitais ou asilos) ou pessoas acima de 18 anos em moradias inclusivas (em algumas cidades).

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CLIMA

MS terá onda de calor no próximo trimestre causada pelo El Niño

O atual período registra forte aquecimento diurno, gera instabilidade e favorece as tempestades severas de curta duração com chuvas intensas

23/10/2026 11h30

A recomendação é reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde

A recomendação é reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde Gerson Oliveira

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O El Niño tem previsão de causar uma onda de calor e mudar os padrões de chuva em Mato Grosso do Sul. De acordo com o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), há tendência de precipitação com acumulados acima da média histórica no Estado, acompanhada por temperaturas elevadas e risco de ondas de calor.

O atual período registra forte aquecimento diurno, gera instabilidade e favorece as tempestades severas de curta duração com chuvas intensas, vendavais, raios e queda de granizo.

Valesca Fernandes, meteorologista e coordenadora do Cemtec, explica que apesar da tendência de precipitações acima da média, é importante destacar que essa condição não deverá ocorrer de forma homogênea em todo o Estado.

“Mato Grosso do Sul está inserido em uma zona de transição climática, apresentando elevada variabilidade espacial e temporal das condições atmosféricas, principalmente de precipitação. O trimestre, entre novembro e janeiro, tem tendência de chuvas acima da média, mas podem ocorrer períodos de estiagem, distribuição irregular, diferenças significativas entre regiões e municípios”.

O próximo trimestre também tem previsão de ser mais quente do que o normal, com temperaturas acima da média histórica, com permanência do El Niño e deve atingir uma categoria muito forte.

Episódios de calor intenso, associado a tendência geral de precipitações acima da média histórica em MS, além da variação típica do Estado, indicam que os períodos chuvosos podem ocorrer de maneira irregular.

“Embora o Estado já tenha registrado algumas ondas de calor e episódios de temperaturas acima da média histórica, o cenário atual difere de 2023 e 2024, quando sob o domínio de El Niño forte, ocorreu um intenso aquecimento acompanhado por expressivo déficit pluviométrico, criando um ambiente extremamente propício à propagação de grandes queimadas”, disse Valesca Fernandes.

 

Financiamento

UCDB receberá R$ 13,5 milhões para pesquisar sobre feridas

Pesquisa financiada pela FINEP e pela FUNDECT vai estudar peptídeos capazes de auxiliar na formação de novos tecidos e na cicatrização

23/10/2026 10h15

Universidade Católica Dom Bosco

Universidade Católica Dom Bosco Foto: Reprodução

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O Governo do Estado por meio do Diário Oficial, publicado na manhã desta sexta-feira (23), um Extrato de Convênio onde a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), irá receber investimentos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e da Fundação de Apoio e de Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT).  Os recursos serão destinados para o projeto “Plataforma Inteligente Baseada em Peptídeos para Tratamento de Feridas e Otimização da Cicatrização”

O convênio foi assinado em 24 de março de 2026 e terá prazo de até 36 meses para execução física e financeira. Além do valor previsto pela FINEP, o projeto contará com R$ 3,38 milhões da FUNDECT, totalizando até aproximadamente R$ 13,54 milhões em recursos.

O projeto foi intitulado “Plataforma Inteligente Baseada em Peptídeos para Tratamento de Feridas e Otimização da Cicatrização”. A proposta é desenvolver uma tecnologia capaz de auxiliar na recuperação de tecidos lesionados, especialmente em situações nas quais a cicatrização ocorre de forma lenta ou inadequada.

Feridas crônicas podem estar relacionadas a doenças como diabetes, problemas de circulação, infecções, queimaduras, traumas e lesões provocadas por pressão. Nesses casos, o processo de recuperação pode se prolongar e aumentar o risco de complicações.

A tecnologia poderá reunir a seleção dos peptídeos, a formulação do material utilizado na ferida e um sistema capaz de liberar as substâncias de maneira controlada.

Peptídeos são pequenas sequências formadas por aminoácidos, componentes básicos das proteínas. Algumas dessas moléculas podem desempenhar funções importantes no organismo e, por isso, são estudadas para aplicações médicas e biotecnológicas.

Esses peptídeos são importantes para o tratamento de feridas, pois possuem uma capacidade de estimular a manipulação e a migração de células, favorece a produção de colágeno, controla inflamações e auxilia na defesa contra microrganismos.

A pesquisa deverá investigar quais peptídeos apresentam potencial terapêutico, como eles podem ser aplicados na região lesionada e de que maneira podem contribuir para a formação de novos tecidos.

O financiamento dá início a uma etapa de pesquisa que pode incluir testes laboratoriais, desenvolvimento de protótipos, avaliação de segurança e estudos sobre a eficácia da tecnologia.

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