Cidades

IMUNIZAÇÃO

Vacinas contra a Covid-19 e contra gripe devem ter intervalo mínimo de 14 dias

A partir de março, campanhas devem ocorrer simultaneamente, mas uma mesma pessoa deve respeitar intervalo para tomar as diferentes doses

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A vacinação contra a Covid-19 já está ocorrendo, oficialmente, desde o dia 18 de janeiro em todo o Brasil. 

Como a campanha nacional de vacinação contra a Influenza começa em março, haverá coincidência na realização das campanhas neste ano.

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De acordo com o Ministério da Saúde, não há disponíveis resultados estudos de coadministração entre as vacinas da Covid-19 e demais vacinas contra outros tipos de vírus.

Devido a coincidência na realização das campanhas de vacinação e após avaliação da Câmara Técnica Assessora de Imunizações, foi estabelecido pelo Plano Nacional de Imunização que o intervalo mínimo entre a vacina da Covid-19 e da Influenza deverá ser de 14 dias.

A informação conta no Plano Municipal de Vacinação contra a Covid-19, de Campo Grande.

Segundo especialistas, a vacina contra influenza não tem eficácia contra o coronavírus, porém, auxilia os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para covid-19.

Alguns dos sintomas da gripe são comuns aos infectados pela Covid-19.

Pesquisa realizada pelo Centro Médico Acadêmico Cleveland Clinic, nos Estados Unidos, e publicada na revista científica Journal of Clinical and Translational Science, demonstrou que a vacina contra a Influenza não tem qualquer relação com a piora nos casos ou mortalidade pela doença causada pelo coronavírus.

O pneumologista Joe Zein, que liderou os estudos, afirmou que "as descobertas indicam que devemos proceder, como de costume, com a estratégia de vacinação global contra a gripe".

"Tomar a vacina anual contra a doença continua sendo a melhor proteção tanto para o indivíduo quanto para as pessoas ao redor", acrescentou.

Campanha contra a gripe

Anualmente, a campanha nacional de vacinação contra a Influenza começa em março, apenas para o grupo prioritário.

Neste ano, no entanto, conforme já noticiado pelo Correio do Estado, o Ministério da Saúde não contatou o governo de Mato Grosso do Sul para repassar informação referente a campanha e o Estado ainda não tem um cronograma de imunização.

As clínicas particulares de Campo Grande, no entanto, já têm estoque de vacina garantido para iniciar a campanha de imunização contra Influenza, e as regras para o atendimento se mantêm.

Em Mato Grosso do Sul, no ano passado, a campanha teve duração de três meses. Do dia 23 de março até 30 de junho, foram imunizados 90,78% do público-alvo do Estado, uma média maior que a esperada. Só em Campo Grande, mais de 67 mil pessoas receberam as doses.

Saúde

Vírus respiratórios ainda estão em alta no país, alerta Fiocruz

Novos casos semanais de SRAG por covid-19 estão baixos no país

08/10/2026 22h00

Arquivo

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por vírus respiratório demonstram que o rinovírus, o metapneumovírus e o Sars-CoV-2 apresentam tendência de aumento em nível nacional. Porém, novos casos semanais de SRAG por covid-19 estão baixos no país. 

O alerta está no boletim semanal InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (8). 

Os pesquisadores ressaltam que “a população prioritária verifique se está em dia com a vacinação contra a covid-19”. 

“No caso das gestantes, é fundamental também se vacinar contra o Virus Sincicial Respiratório [VSR]”, recomendam. 

Em nível nacional, segundo o boletim, observa-se um leve sinal de retomada do crescimento dos casos de SRAG nas crianças e adolescentes de 2 a 14 anos de idade e estabilização dos casos nas demais faixas etárias.

O boletim aponta ainda que “os casos de SRAG por VSR e influenza B estão em queda e as hospitalizações por influenza A estão estáveis em níveis baixos de incidência”.

SRAG

Em nível regional, o boletim alerta que Alagoas, Roraima e Sergipe apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas com indícios de crescimento nas últimas seis semanas.

O aumento de SRAG nesses estados ocorre principalmente em crianças e adolescentes. Em Alagoas e Sergipe esse incremento está associado ao metapneumovírus. Em Roraima, ainda não há dados suficientes para determinar o vírus responsável pela doença.

O estudo aponta ainda que cinco unidades também apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Cinco das 27 capitais - Aracaju, Porto Alegre, Rio Branco, São Luís e Vitória - apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas.

Mortalidade

A incidência e mortalidade semanal média, nas últimas oito semanas epidemiológicas, segundo o InfopGripe, mantém o cenário típico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. Enquanto a incidência de SRAG apresenta impacto mais elevado nas crianças até os 2 anos de idade, os casos de mortalidade impactam a população a partir de 65 anos de idade.

Justiça

Homem é retirado do STF após tentar entrar dizendo ser "imperador"

Ele proferia frases desconexas e não chegou a ser preso

08/10/2026 21h00

Foto: Divulgação / STF

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Um homem foi contido nesta quinta-feira (8) pela equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) após tentar entrar no edifício-sede da Corte, onde está localizado o plenário.

O episódio ocorreu após ele se aproximar da marquise do prédio e começar a proferir frases desconexas. O homem se identificou como "imperador das Forças Armadas do Brasil".

Segundo o STF, ele não chegou a ser preso e foi conduzido para a parte externa do tribunal.

Na semana passada, o Supremo registrou uma tentativa de invasão. Um homem foi preso pela Polícia Judiciária, que realiza a segurança interna do STF, ao tentar pular as grades que fazem a proteção do edifício-sede.

O esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) precisou ser chamado após o homem jogar uma mochila em uma parada de ônibus localizada em frente ao Supremo.

Após a realização do trabalho de varredura, a PM descartou a presença de explosivos.

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