Cidades

Achado de Cadáver

Vendedor encontra corpo no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande

O trabalhador relatou que caminhou até o meio do córrego Sóter, tentou chamar pela vítima e, ao não obter resposta, acionou a polícia

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Um vendedor ambulante, que trabalha há cerca de um mês no sinaleiro entre a Avenida Nelly Martins e a Rua Antônio Maria Coelho, encontrou, na tarde desta segunda-feira (16), o corpo de um homem no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande.

O corpo estava após o Córrego Reveilleau, segundo o trabalhador, depois da cerca na área interna do parque. Thiago Vinícius, de 25 anos, que vende sacos de lixo no sinaleiro, relatou que, ao atravessar a rua quando o sinal abriu, avistou o que inicialmente pensou tratar-se de uma pedra.

“Do nada, eu olhei para lá e parecia uma pedra. Pensei: ‘Está diferente, parece uma pessoa deitada, né?’”, contou o vendedor.

Ao se aproximar, ele identificou o corpo do homem, deitado de lado, com o braço estendido. Ele chegou até o meio do córrego, jogou uma pedra e, ao se aproximar mais, sentiu um odor forte.

“Gritei: ‘Ô, ô, senhor’. Aí, na hora em que pulei para o outro lado para chegar mais perto, senti um cheiro muito ruim, muito forte. Voltei e pedi para o meu monitor ligar para a polícia e para o Corpo de Bombeiros, para resgatar o corpo.”

O cadáver, segundo relatos de testemunhas, foi localizado após em área de mata do lado de dentro parque - Crédito: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Ele permaneceu no local até a chegada da Polícia Civil, quando foi liberado. Também estiveram no local uma equipe da Polícia Militar, que acompanhou a ocorrência.

Conforme apurado pelo Correio do Estado, devido ao cheiro e ao estado do corpo, é possível que o homem tenha morrido há mais de três dias. A perícia deverá determinar a causa da morte e realizar a identificação.

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Violência Doméstica

Mulher com sequelas de AVC é resgatada de cárcere privado em Campo Grande

A vítima relatou, ao ser resgatada, que a presença da polícia era uma resposta divina às orações e confirmou episódios de agressão e ameaça de morte

16/02/2026 17h30

Imagem Divulgação

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Uma mulher com limitações de locomoção e de fala foi resgatada nesta segunda-feira (16), por ser mantida em cárcere privado pelo marido, no bairro Jardim Monumento, em Campo Grande.

A situação veio à tona após um parente da mulher, que teve a idade preservada, relatar que o autor, identificado como A.S.S., foi denunciado por vizinhos, que informaram que ela era impedida de deixar a residência.

A Polícia Civil e a equipe plantonista da 1ª DEAM foram até o imóvel e localizaram o casal. Durante a apuração, perceberam que a vítima possui limitações físicas e de fala, decorrentes de um AVC.

Em conversa reservada com a polícia, ela mencionou que o socorro veio como resposta de Deus às suas orações, já que o portão da casa era trancado, o que a impedia de sair para registrar um boletim de ocorrência.

A mulher contou que era agredida constantemente e recebia ameaças de morte. Ela deixou claro que queria fugir ou buscar ajuda, mas não conseguia devido ao isolamento a que o marido a submetia.

Além disso, a equipe relatou que ela demonstrou alívio com a presença das autoridades.

Com a confirmação do crime, o homem recebeu voz de prisão em flagrante. Ele foi conduzido à unidade policial e responderá pelos crimes de cárcere privado, ameaça e lesão corporal no âmbito da violência doméstica, conforme prevê a Lei Maria da Penha.

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Trânsito

Motociclista é atingido por carro que não respeitou sinalização

Motorista ignorou o sinal vermelho, atingiu a vítima e fugiu sem prestar socorro; veja o vídeo

16/02/2026 16h00

Reprodução Redes Sociais

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O motorista que conduzia um veículo VW Gol atingiu um motociclista na noite de domingo (15), ao ignorar o sinal fechado, e não permaneceu no local para prestar socorro, em um cruzamento em Ribas do Rio Pardo.

O acidente aconteceu por volta das 20h, enquanto a vítima aguardava a abertura do semáforo.

A vítima, Milton Aparecido Gil da Silva, de 34 anos, que trabalha como servente de pedreiro, teve o corpo arremessado por cima do veículo e sofreu várias lesões, entre elas uma fratura exposta e fratura no maxilar.

Imagens de câmeras de segurança, divulgada pelo perfil Ribas Ordinário no Instagram, flagraram o momento da colisão, em que o VW Gol, de cor branca, atinge o motociclista e deixa o local sem prestar socorro.

 

 

 

Após a batida, o Corpo de Bombeiros foi acionado e prestou os primeiros socorros à vítima. 

Miltinho, como é conhecido na região, devido à gravidade do quadro, foi transferido para a Santa Casa de Campo Grande.

As autoridades do município seguem com as investigações para identificar o motorista.

Outro caso

Um veículo Fox, de cor branca, atropelou uma ciclista e fugiu sem prestar socorro, após permanecer parado por cerca três segundos observando o corpo da mulher no chão, na rotatória da Avenida Senador Filinto Müller com a Manoel da Costa Lima, em Campo Grande.

A estudante de marketing digital Nathalia Nantes, de 28 anos, relatou, no boletim de ocorrência, que, seguia de bicicleta quando acessou a rotatória e acabou sendo atingida pelo carro. Com a queda, ela sofreu ferimentos na cabeça, nos ombros e nas pernas.

Conforme o relato da estudante, o motorista manobrou o carro, pegou o acesso contrário, sentido Hospital Universitário, estacionou, desceu do veículo e seguiu caminhando até a vítima.

O homem se inclina sobre a estudante, que segue caída, e, cerca de três segundos depois, se afasta, voltando na direção do carro e olhando diversas vezes para trás, até entrar no veículo e ir embora sem prestar socorro.

Populares socorreram a estudante e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que a encaminhou para a Santa Casa.

No hospital, Nathalia passou por exames e pela limpeza dos ferimentos, sendo constatado que ela sofreu uma lesão na coluna.

“O atendimento do Samu foi bem rápido. As pessoas que me ajudaram foram muito humanas. Como eu bati com a cabeça, fiquei meio desorientada e não consigo lembrar do ocorrido, porque foi tudo muito rápido”, disse a estudante.

Com relação ao motorista, Nathalia acredita que ele se aproximou apenas para verificar se ela estava viva, em um comportamento que descreveu como "imprudente e desumano".

A estudante passou por exame de corpo de delito na tarde desta sexta-feira (10), no Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol).

 

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