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Vestido mais caro do mundo custa mais de R$ 11 milhões

Vestido mais caro do mundo custa mais de R$ 11 milhões

terra

27/09/2012 - 00h00
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A estilista britânica Debbie Wingham levou sua mais nova criação para seu desfile na semana de moda ucraniana. O vestido, que custa mais de US$ 5,6 milhões (mais de R$ 11 milhões), foi apresentado como o mais caro do mundo. De acordo com o jornal Huffington Post, a peça é feita com 50 diamantes negros de dois quilates e pesa cerca de 13 kg. Segundo a estilista, o vestido é “um hino para uma bela mulher que ama a vida”.

A World Record Academy reconheceu a peça como o vestido mais caro do mundo, mas, o vestido de festa mais caro possui uma categoria própria e o vencedor, que contem 85 diamantes, custa US$ 15 milhões (mais de R$ 30 milhões). Já o ganhador na categoria vestido de formatura custa UU$ 14 mil (mais de R$ 28 mil).

Quase que um outro vestido faturou o status de mais caro do mundo quando, há alguns anos, o estilista Faisol Abdullah, da Malásia, desenhou um modelo que levaria cerca de US$ 30 milhões (mais de R$ 60 milhões) em diamantes. Um pouco mais humilde, o vestido de Wingham é certamente um pesado demais para ser usado no tapete vermelho. No entanto, isso não impede alguma celebridade de pensar em encarar esse desafio.

INFRAESTRUTURA

Obras do Parque do Céuzinho devem durar 540 dias em Campo Grande

A Prefeitura de Campo Grande oficializou nesta quarta-feira (1º) a ordem de início das obras do parque, previstas para a próxima semana

01/04/2026 16h14

Crédito: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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A ordem de serviço para a implantação do Parque Turístico Municipal Cachoeira do Céuzinho foi oficializada nesta quarta-feira (1º), com início das obras previsto para a próxima semana. A previsão é de que o parque fique pronto em 540 dias.

Como acompanhou o Correio do Estado, a Prefeitura de Campo Grande abriu licitação no dia 23 de setembro de 2025, com investimento estimado em R$ 8.643.966,02. Após leilão eletrônico, a empresa vencedora, Gimenez Engenharia Ltda., arrematou a obra por R$ 7.295.079,81.

Em comparação com o valor inicial, houve deságio de 15,6%. Com isso, a prefeitura obteve economia de R$ 1.348.887.

Nesta fase, serão investidos R$ 7.295.079,81, e o prazo estimado para entrega do parque é de 540 dias.

Cachoeira do Céuzinho

A região já recebe visitantes, mesmo com trechos de difícil acesso. A beleza do entorno e a localização, próxima ao Detran, estimulam a visitação de quem busca contato com a natureza em dias quentes.

Embora algumas pessoas recolham o próprio lixo, como fraldas e latas de bebidas, ainda é possível observar, em diversos pontos, o descarte irregular em meio à natureza.

Com a implantação do parque, o mato alto que toma conta do entorno em períodos chuvosos, e transforma o local em um "verdadeiro labirinto" para visitantes, deve deixar de ser um problema.

Parque

A Cachoeira do Céuzinho, como é conhecida, fica na Área de Proteção Ambiental (APA) do Córrego Ceroula e possui trilhas e quedas d'água. A proposta é atrair ainda mais visitantes nos fins de semana e feriados.

O pontapé inicial será a limpeza da área, seguida da execução da primeira fase do projeto, que inclui a instalação de estruturas básicas de acolhimento e lazer.

Na segunda etapa, está prevista a construção de mirantes, de onde será possível observar a cachoeira de cima,  um dos pontos com potencial para se tornar atrativo turístico e destaque nas redes sociais.

A prefeitura ressalta que a construção do parque seguirá critérios técnicos e ambientais, garantindo a preservação da vegetação nativa e da biodiversidade da APA do Ceroula.

O projeto tem como objetivo aliar desenvolvimento sustentável à conscientização ambiental, incentivando o uso responsável do espaço pela população.

Com a criação do parque, a proposta é transformar uma das áreas naturais mais bonitas da Capital em um espaço estruturado, seguro e adequado para visitação, com conforto e infraestrutura moderna.

Estrutura prevista no projeto:

  • Guarita e pórtico de entrada
  • Receptivo para visitantes
  • Estacionamento
  • Bloco de lojas
  • Lanchonete
  • Banheiros e vestiários
  • Salão de jogos
  • Playground
  • Quiosques
  • Redário
  • Restaurante
  • Área de apoio para trilhas
  • Receptivo exclusivo para ciclistas
  • Áreas de visitação e contemplação

O investimento na área, com a implementação de estrutura acessível, deve estimular o turismo local, movimentar o empreendedorismo e gerar novas oportunidades para pequenos negócios.

Etapas do projeto

  • Primeira etapa: contempla áreas básicas de acolhimento e lazer, como recepção, estacionamento, banheiros e playground.
  • Segunda etapa: prevê a construção dos mirantes, ampliando os espaços de contemplação e visitação.
     

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Investigação

Nome de médico é usado em receitas falsas para compra de substâncias ligadas à produção de drogas

O médico teve o nome e dados pessoais utilizados em receita para manipulação de medicamento associado à drogas alucinógenas

01/04/2026 16h00

Divulgação

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Um médico de Campo Grande procurou a Polícia Civil após descobrir que teve o nome usado em receitas falsas para obtenção de medicamentos controlados.

A denúncia partiu do pneumologista Henrique Ferreira Brito, que relatou às autoridades que terceiros utilizaram seu nome, número de registro médico, assinatura e timbre da clínica onde atua para emitir um receituário fraudulento. 

Ele foi alertado por uma mulher que afirmou que o amigo de seu filho havia jogado o frasco no lixo de sua casa. Ela encontrou o vidro com os dados no frasco adulterados, somente com o paciente identificado como “Sra. Maria”. 

A solução foi preparada pela empresa Pharmacêutica PH e continha Fosfato de Codeína 10mg/ml e solução de Cloridrato de Prometazina 6,25 mg. O resultado da combinação é um xarope utilizado para o alívio temporário de tosse seca e sintomas de alergias e resfriados. 

No entanto, o medicamento também continha 7% de álcool líquido. A combinação dos três fatores está associada ao abuso de substâncias, conhecido como “Purple Drank”, que pode reduzir a frequência respiratória a níveis perigosos, causando parada respiratória e morte. 

A mulher entrou em contato com o pneumologista para saber quem era a paciente em questão e a proximidade dela com seu filho. Foi aí que a clínica notou algo errado e averiguou que a paciente em questão nunca fez consulta na clínica, tão pouco a fórmula havia sido receitada pelo médico. 

Por ser um medicamento controlado, a farmácia foi intimada a fornecer a receita retida para liberação do remédio.

Assim, Henrique constatou que o documento, embora trouxesse dados reais pessoais, não seguia o padrão utilizado por ele e apresentava inconsistências, indicando que havia sido produzido por outra pessoa, com o objetivo de simular autenticidade. 

Ao formalizar o boletim de ocorrência, o médico afirmou que desconhece completamente da receita e da assinatura nela contida, alegando ser vítima de falsificação de documento e falsidade ideológica.

Ele também destacou preocupação com o uso indevido de seus dados profissionais, que pode comprometer sua reputação como médico e facilitar práticas ilegais. 

Com a abertura do inquérito, a Polícia Civil passou a investigar a origem do documento e identificar os responsáveis. 

Entre as medidas adotadas estão a solicitação da via original da receita à farmácia de manipulação responsáveis pelo medicamento, além da identificação de quem encomendou e retirou o medicamento. 

Na receita, consta o nome Maria Edelma Santos de Oliveira, bem como um número de telefone que pode ter sido utilizado no esquema. 

Purple Drunk

A “Purple Drank”, também conhecida como Lean, é uma droga recreativa à base de xarope da codeína, muitas vezes misturada com remédios anti-histamínicos, que causa efeitos de euforia e adrenalina. 

Geralmente, ela é feita a partir da junção da codeína e da prometazina com refrigerantes, como o Sprite, e balas de gomas.

A codeína provoca relaxamento, enquanto a prometazina causa um forte efeito sedativo. Quando consumida em excesso, a droga pode causar alucinações, desequilíbrio e convulsões, podendo levar à morte. 

A Purple Drunk tem efeitos similares ao do álcool, mas sem os efeitos típicos de ressaca. Assim, a mistura é popular em festas e encontros sociais, bebido em grande quantidade, o que aumenta os perigos, levando rapidamente à dependência. 

No Brasil, a Codeína é classificada pela Anvisa como entorpecente, sendo a venda ilegal sem receita médica. 

 


 

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