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Vídeos enganam ao indicar ivermectina para o tratamento da dengue

A ivermectina produz efeitos colaterais e não deve ser tomada indiscriminadamente

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Não há comprovação científica da eficiência da ivermectina, um antiparasitário, na prevenção e tratamento de pacientes com dengue e nem seu uso é recomendado para tratamento da doença. Estudo usado como base para a afirmação feita por alguns profissionais da saúde nas redes sociais foi realizado apenas com ensaios in vitro.

São necessários estudos clínicos para comprovar a eficácia em seres humanos. A ivermectina produz efeitos colaterais e não deve ser tomada indiscriminadamente.

Conteúdo investigado: Profissionais da saúde afirmam em vídeo nas redes sociais que a ivermectina, um medicamento antiparasitário, serviria para o tratamento do vírus da dengue.

Um deles usa um artigo científico para embasar a defesa, estudo em que o medicamento é utilizado in vitro (apenas em ambiente laboratorial).

Onde foi publicado: X (antigo Twitter), WhatsApp e Instagram.

Conclusão do Comprova: Vídeos que circulam nas redes sociais mostram profissionais da saúde afirmando que a ivermectina seria eficaz no combate à dengue, o que já foi desmentido pelo Ministério da Saúde (MS) em 5 de fevereiro de 2024.

De acordo com a pasta, a ivermectina — um antiparasitário usado principalmente para combater vermes— não é eficaz e não diminui a carga viral da dengue. O MS alerta ainda que não reconhece qualquer protocolo que inclua o medicamento no tratamento da doença.

Em uma das gravações, o biomédico Dermeval Reis mostra um estudo publicado em uma revista científica que embasaria as afirmações.

Nos outros vídeos, o médico Leandro Almeida nega que haja um aumento incomum nos casos de dengue no Brasil e sugere que o “alarde” é porque “agora existe uma vacina”. Ele também diz que médicos que negam a eficiência da ivermectina no tratamento de infecções virais e bacterianas “não estudam ou têm viés ideológico”.

A vacina contra a dengue, conhecida como Qdenga, da farmacêutica Takeda, foi incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) e já está sendo aplicada em adolescentes de 10 a 14 anos. O Brasil foi o primeiro país do mundo a oferecer a vacina no sistema público universal.

A eficácia e a segurança da vacina foram comprovadas por estudos científicos validados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que liberou o imunizante, neste primeiro momento, apenas para adolescentes de 10 a 14 anos – faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações, depois dos idosos.

O laboratório não apresentou à Anvisa resultados de testes com pessoas acima de 60 anos, então o imunizante só pode ser aplicado nesse público em caso de indicação médica.

Casos prováveis da doença quintuplicaram em janeiro de 2024 no comparativo com o mesmo período do ano passado: subiram de 93.298 para 472.129, segundo o Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde, um aumento de 406,04%.

Em ambos os casos, a disseminação de informações sem comprovação científica é feita por profissionais da saúde, o que leva parte da população a acreditar na veracidade da informação sem buscar por uma verificação.

Entretanto, nenhum estudo ou órgão oficial de saúde endossa o uso do medicamento para prevenção e tratamento da dengue. Aqueles que seguem a recomendação de tais profissionais se submetem ao risco de ter a saúde prejudicada, uma vez que o medicamento pode provocar efeitos colaterais.

O antiparasitário ivermectina voltou a circular nas redes sociais em postagens falsas e enganosas como um possível medicamento para tratar doenças virais, assim como ocorreu na pandemia de covid-19.

À época, Ministério da Saúde e Organização Mundial de Saúde (OMS) ressaltaram a ineficácia do medicamento no combate ao coronavírus.

Em novembro de 2023, com o avanço da vacinação global da covid, a OMS chegou a atualizar diretrizes terapêuticas da doença e reiterou o veto ao uso da ivermectina.

Os conteúdos são enganosos, pois usam um estudo real, para chegar a uma conclusão falsa, que pode ser prejudicial aos pacientes com dengue, segundo especialistas.

Há pesquisas em laboratório que testam o uso da ivermectina contra o vírus da dengue, mas ainda não existe nenhum teste clínico em humanos em larga escala que comprove sua eficácia.

Enganoso, para o Comprova, é o conteúdo retirado do contexto original e usado em outro de modo que seu significado sofra alterações; que usa dados imprecisos ou que induz a uma interpretação diferente da intenção de seu autor; conteúdo que confunde, com ou sem a intenção deliberada de causar dano.

Alcance da publicação: O Comprova investiga os conteúdos suspeitos com maior alcance nas redes sociais. Até 16 de fevereiro, os vídeos tinham 135,6 mil visualizações, 2 mil compartilhamentos e 5 mil curtidas no X. Somadas, no Instagram, as publicações foram vistas por 705 mil pessoas e tiveram 37 mil compartilhamentos.

Como verificamos: Buscamos o artigo citado em um dos vídeos pelo título. Após constatar que se tratava de um estudo real publicado em uma revista científica, entramos em contato com especialistas para entender se apenas aquela pesquisa seria suficiente para confirmar a suposta eficácia da ivermectina contra o vírus da dengue – o que eles negaram. Também procuramos posicionamento do Ministério da Saúde sobre os boatos.

Experimentos in vitro não podem ser usados para confirmar eficácia de medicamento

O coordenador científico da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alexandre Naime Barbosa, verificou o artigo citado em um dos vídeos e explicou que pesquisas feitas em tubos de ensaio ou com animais não podem ser tomadas como definitivas para conduta médica. “São estudos que prospectam a possível ação de uma droga, ou seja, dão algumas pistas”, disse.

“Não existe comprovação de eficácia [da ivermectina contra a dengue] em seres humanos. Esse estudo foi feito com amostra de seres humanos, mas foi um estudo in vitro. Portanto, não serve para tomada de decisão e, por isso, nenhum organismo recomenda. Até porque o mecanismo de ação da ivermectina não é esse: ele atua contra vermes, parasitas, não tem nada a ver”, afirmou.

Na mesma linha de raciocínio, André Prudente, médico infectologista e professor do Departamento de Infectologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), explica que um medicamento testado in vitro, isto é, somente no laboratório, não necessariamente será eficaz in vivo, no organismo humano, para combater ou tratar determinada doença.

“Eu conheço o trabalho. Esse artigo publicado não prova absolutamente nada. É um artigo que foi feito in vitro. Inibir uma proteína do vírus não quer dizer que seja tratamento para o vírus. Portanto, não há estudos bem conduzidos, com metodologia adequada, o que a gente chama de ‘ensaio clínico randomizado’, que mostrem qualquer eficácia da ivermectina em dengue ou qualquer outro vírus”, detalha.

Para conseguir verificar se o medicamento é, de fato, eficaz contra uma condição, seriam necessários ensaios clínicos com pacientes infectados pela doença, de acordo com os especialistas. O coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Dengue, Mauro Teixeira, diz que um trabalho de 2021 concluiu que a ivermectina não tem eficácia clínica contra o vírus da dengue.

“Não há evidência óbvia na literatura, que eu consiga achar em fontes confiáveis, que [a ivermectina] funcione para pacientes com dengue. Se não há evidências, não há recomendação de uso”, declarou.

Ele lembrou ainda que a ivermectina, assim como todo medicamento, produz efeitos colaterais e não deve ser tomada indiscriminadamente. A bula da ivermectina cita dores, vômitos, reações na pele e dispneia (falta de ar) como algumas das reações adversas mais comuns.

Recomendações do Ministério da Saúde

Na nota citada anteriormente, o órgão aconselha que pessoas com sintomas da dengue procurem a unidade de saúde mais próxima, para serem orientadas por um profissional.

Além disso, não é indicado se automedicar, porque uma série de remédios comuns, como a aspirina, podem ter efeitos colaterais indesejados.

A recomendação para casos leves da doença é de repouso, enquanto durar a febre, e hidratação. Na maioria dos casos, os sintomas desaparecem após 10 dias. Caso haja dor forte e sangramentos, é indicado procurar um serviço de saúde.

“As condutas clínicas indicadas pelo Ministério da Saúde são sustentadas em bases científicas e evidências de eficácia que garantem a segurança do paciente. Os medicamentos prescritos para o tratamento têm aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e constam na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais do SUS (Sistema Único de Saúde)”, informa a pasta.

O ministério ainda orientou não confiar em tudo que circula na internet. “Não existe receita milagrosa quando o assunto é saúde”, afirma o comunicado . “Não repasse conteúdos duvidosos, cheque os dados em fontes oficiais e informe a todos que você conhece sobre o perigo da desinformação. Fake news pode matar”.

O que diz o responsável pela publicação: Leandro Almeida insistiu na falsa eficácia da ivermectina contra o vírus da dengue, e disse que “existem vários artigos mostrando eficácia, porém, cada veículo de informação irá postar somente aquilo que é do seu interesse, mesmo que a verdade se mostre outra”.

Ele indicou três artigos que, assim como o checado por Comprova, também foram limitados a testes em laboratório e em animais e, portanto, não comprovam nenhum benefício da ivermectina em pacientes humanos. Um deles, inclusive, teve os resultados questionados pelo conselho editoral da revista científica. Dermeval Reis não respondeu até o fechamento desta verificação.

O que podemos aprender com esta verificação: Interpretações de estudos científicos podem ser usados para chegar a conclusões falsas. Desconfie de publicações que não tragam link para a fonte dos estudos citados. E, na dúvida, procure as autoridades da área, como a OMS e o Ministério da Saúde, e dados na imprensa profissional para ter informações confiáveis.

Por que investigamos: O Comprova monitora conteúdos suspeitos publicados em redes sociais e aplicativos de mensagem sobre políticas públicas e eleições no âmbito federal e abre investigações para aquelas publicações que obtiveram maior alcance e engajamento. Você também pode sugerir verificações pelo WhatsApp +55 11 97045-4984.

Outras checagens sobre o tema: Além do Ministério da Saúde, veículos de imprensa também desmentiram a suposta eficácia da ivermectina contra a dengue, como a Folha de S.Paulo e o g1. O Comprova também verificou outro vídeo falso de Leandro Almeida, de julho de 2022, que relacionava a vacina da covid-19 a herpes-zóster.

Na pandemia, o Comprova verificou ainda que não havia prova de que a ivermectina curasse a covid-19, ao contrário do que afirmava uma médica. Além disso, uma publicação no Twitter sobre um estudo que supostamente provava a eficácia da ivermectina contra a covid-19 foi desmentida.

campo grande

Marcha para Jesus reúne milhares de fiéis e organização barra campanha política

Evento começou debaixo de chuva, mas precipatações deram uma trégua e público aumentou; politicos que levaram bandeiras foram orientados a guardá-las

26/08/2026 17h00

Público acompanhou Marcha até o Parque das Nações, onde mais fiéis aguardavam

Público acompanhou Marcha até o Parque das Nações, onde mais fiéis aguardavam Foto: Paulo Ribas

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A tradicional Marcha para Jesus reuniu milhares de fieis na tarde desta quarta-feira (26), em Campo Grande. O evento começou com chuva, mas as precipitações deram uma trégua e o público aumentou ao longo da tarde. Políticos que tantaram usar o evento para campanha foram barrados pela organização.

A organização, Polícia Militar e Guarda Municipal não deram estimativa oficial do número de participantes, que passou da casa do milhar.

O evento começou às 13h, ainda sob chuva, na Praça do Rádio Clube, onde houve a concentração e show com a banda nacional Get Worship e outras três regionais. Com capas e guarda-chuvas, cerca de 400 pessoas acompanharam o início da Marcha.

O organizador do evento, presidente do Conselho Municipal de Pastores de Campo Grande (Consepacg), Apóstolo Gladiston Amorim, disse que a expectativa era reunir, ao todo, cerca de 40 mil pessoas, contando as que participaram da concentração, da marcha, e as que esperavam no Parque das Nações Indígenas, onde será o encerramento e que, segundo ele, é onde há a maior concentração de público.

No entanto, com a instabilidade do tempo, a expectativa de participação foi reduzida. "Com a mudança no tempo, provavelmente vai diminuir esse número, mas isso não é problema, não dá para saber", disse.

O evento reuniu ainda alguns políticos, como a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), na abertura, e o governador Eduardo Riedel (PP), no encerramento, além de alguns candidatos a deputados estaduais e federais.

Alguns chegaram a levar bandeiras e material de campanha, mas foram orientados pela organização a guardarem por não ser local para campanha. Não foi informado quais foram os candidatos advertidos, mas entre eles está Giselle Marques (PT), que concorre a deputada federal.

A prefeita disse a Marcha já é histórica e que neste ano, a chuva foi benção. "Campo Grande recebe não só uma palavra, mas recebe também homens e mulheres que oraram até aqui para que a cidade seja cada dia mais abençoada. Quero louvar a Deus pela vida de cada pessoa que se levantou em oração nesse período, em especial no dia de hoje, onde a marcha acontece mesmo com chuva, mas trazendo bençãos para as famílias da Capital e para a cidade", disse.

O pastor explicou que apesar de ser um movimento do segmento evangélico, a Marcha é aberta ao público em geral.

"Esse é um evento que a gente tem só uma vez por ano, é um evento que acontece não só no Brasil, mas em muitos lugares do mundo, milhares de cidades realizam a Marcha para Jesus, que é uma celebração da nossa fé, é um culto de adoração a Cristo Jesus. Cada igreja, seja evangélica ou católica, nós nos reunimos para cultuar o nosso Senhor, mas uma vez nós saímos da igreja para cultuar em ambiente público em unidade, então esse é um evento de união do corpo de Cristo, para adorar nosso Senhor", acrescentou.

Chuva não desanimou

A massoterapeuta Kelly Martins participou do evento e disse que os cristãos devem mostrar ao mundo a importância de louvar a Deus, além de também ir ao local para prestigiar a sua igreja, a Igreja Evangélica Irmãos Menonitas .

"A chuva não desanimou, tudo o que vem Deius é bem-vindo, se Ele quis assim, a gente tem que glorificar", disse.

A estudante Ana Clara Martins também enfrentou a chuva. Ela, que não conseguiu ir a Marcha para Jesus no ano passado por estar trabalhando, afirmou que sentiu no coração que deveria prestigiar a edição deste ano.

"Esse ano, mesmo com a chuva, eu senti no coração que eu devia estar aqui para louvar a Deus independente do tempo, por tudo o que Ele faz para a gente, não importa se está sol ou está chuva, Ele está sempre do nosso lado cuidando de nós, então nada mais justo do que estar aqui independente do tempo", afirmou.

Por volta das 16h, já sem chuva,  os fieis saíram da Praça do Rádio Clube e iniciaram a marcha, rumo ao Parque das Nações Indígenas, acompanhando trio elétrico, onde havia show e pregação ao longo do caminho. Com a trégua nas chuvas, o público aumentou.

Os fiéis seguiram pela Avenida Afonso Pena e pararam em frente ao Paço Municipal para fazer uma oração pela cidade e pela gestão municipal, continuando a marcha em seguida. 

No Parque das Nações Indígenas, foi montado um palco onde a programação segue até 21h. Estão previstos shows com John Dias e Maria Marçal e outras três regionais, além de uma palavra do Apóstolo Luiz Hermínio.

Público acompanhou Marcha até o Parque das Nações, onde mais fiéis aguardavam Foto: Evento começou com chuva, na Praça do Rádio Clube

Direitos autorais

Justiça barra repertório musical às vésperas do Festival de Inverno de Bonito

Por falta de pagamento de direitos autorais ao Ecad, decisão judicial proíbe músicas protegidas

26/08/2026 16h00

Seu Jorge está entre as principais atrações do evento neste ano

Seu Jorge está entre as principais atrações do evento neste ano Foto: Reprodução

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A Justiça determinou a proibição e a suspensão da execução pública de músicas e fonogramas protegidos por direitos autorais durante o 25º Festival de Inverno de Bonito 2026.

A decisão liminar, expedida pela 2ª Vara da Comarca de Bonito, atende a um pedido incidental de urgência do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad).

Apesar da restrição ao repertório musical, a organização do festival confirmou que a abertura oficial está mantida para as 20h desta quarta-feira (26).

De acordo com o magistrado Ronaldo Gonçalves Onofre, o município de Bonito e a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) devem se abster de promover ou viabilizar a execução de obras musicais e lítero-musicais enquanto não comprovarem o licenciamento junto ao Ecad.

A medida também autoriza a presença de fiscais técnicos do Ecad no evento para monitorar o cumprimento da ordem. Caso a regularização seja apresentada nos autos do processo, a proibição é derrubada automaticamente. O juiz manteve ainda uma multa cominatória em caso de descumprimento.

O próprio despacho do juiz esclarece que a decisão não cancela o Festival de Inverno de Bonito 2026. O evento pode prosseguir normalmente com todas as atividades que não envolvam o uso de músicas protegidas e sem autorização.

Na prática, palestras, peças teatrais sem trilha protegida, exposições de artes visuais e a gastronomia operam sem restrições.

A Fundação de Cultura de MS tentou argumentar no processo que estava em negociações administrativas com o órgão de arrecadação, incluindo mediações por meio da Câmara Administrativa de Solução de Conflitos (CASC/PGE-MS).

Apsar das alegações, o juiz Ronaldo Gonçalves Onofre destacou que tais providências revelam intenção de regularização, mas não equivalem ao licenciamento exigido pela legislação autoral. Oficiais de Justiça foram acionados para intimar os envolvidos com urgência devido ao início imediato do festival.

Programação 

A cerimônia oficial está prevista para as 20h, no Palco Sol. Antes, às 18h30, o Balé Municipal de Bonito e a Cia. Juvenil de Bonito apresentam o espetáculo “Luma”.

Depois da abertura, o Corpo de Dança Sesc MS apresenta “Te Amo”, às 20h30. No Palco Lua, DJ Mixxel toca a partir do mesmo horário e, às 21h, entra a Orquestra Jovem Sesc MS.

A programação segue com Karla Coronel, às 21h10, no Palco Sesc Estrela, e com a Cia. Selma Azambuja, que apresenta “Diálogo”, às 21h40, no Palco Sol.

Às 22h, o Grupo Municipal de Porto Murtinho apresenta o Touro Encantado. O show Canta Bonito começa às 22h30 e DJ Fred Canhão fecha a programação do Palco Lua, a partir das 23h30.

Shows principais

 Ferrugem está na programação de quinta-feira (27), com apresentação prevista para as 22h30, no Palco Lua.

Na sexta-feira (28), quem ocupa o mesmo palco e horário é Léo Foguete. A programação do dia também inclui atrações locais e regionais, apresentações de dança, teatro, DJs e atividades espalhadas por diferentes espaços de Bonito.

Seu Jorge é a principal atração musical de sábado (29). O cantor tem show previsto para começar às 22h30, também no Palco Lua.

O festival termina no domingo (30). Entre as atrações previstas para o último dia está a dupla Humberto e Ronaldo, com show das 21h30 às 23h.

Além dos shows, a programação dos cinco dias inclui atividades de gastronomia, artesanato, moda, literatura, cultura geek, dança, circo e artes visuais.

A identidade desta edição usa o udu-de-coroa-azul e o conceito “A Arte que Voa Alto, Pousa em Bonito”.

PROGRAMAÇÃO DE HOJE

  • 15h – Contação de história “Zeca Bigode e Tio Manoel”
  • 16h – Início das atividades do roteiro cultural
  • 17h – Live painting com Anelise Godoy
  • 17h30 – “Os Saltimbancos”, no Palco Sol
  • 17h30 – Cortejo de abertura, com saída da Prefeitura
  • 18h – Abertura do Lounge Geek-Literário e espaços de artesanato
  • 18h30 – Espetáculo “Luma”
  • 20h – Abertura oficial
  • 20h30 – Espetáculo “Te Amo” e DJ Mixxel
  • 21h – Orquestra Jovem Sesc MS
  • 21h10 – Karla Coronel
  • 21h40 – Espetáculo “Diálogo”
  • 22h – Touro Encantado
  • 22h30 – Canta Bonito
  • 23h30 – DJ Fred Canhão

 

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