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Virada no tempo traz tempestades e frio de até 12ºC para MS

Ainda hoje (13), para a região sul do Estado, estão previstas mínimas entre 12 e 15°C

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Desde a manhã desta quarta-feira (13), a virada no tempo começou a ser percebida em Campo Grande. Com o avanço de uma nova frente fria sobre Mato Grosso do Sul, o tempo fica instável e tempestades são esperadas ao longo do dia. 

Segundo o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de MS (Centec), O tempo ficará instável, com probabilidade para ocorrência de chuvas de intensidade fraca a moderada e, localmente, podem ocorrer tempestades com raios, rajadas de vento e eventual queda de granizo. 

As instabilidades ocorrem devido ao avanço de uma frente fria, aliado ao intenso transporte de calor e umidade e um cavado em médios níveis da atmosfera que favorece a formação de chuvas e tempestades. 

Ainda hoje (13), para a região sul do Estado, estão previstas mínimas entre 12 e 15°C e máximas entre 26 e 29°C. 

Para as regiões norte e bolsão mínimas entre 20-25°C e máximas de até 38°C. Em Campo Grande, mínima de 20°C e máximas de até 34°C. Pontualmente, podem ocorrer rajadas de vento com valores acima de 60km/h.

Na quinta-feira (14), com o avanço da frente fria para todas as regiões do estado, as temperaturas terão queda significativa. Entre quinta e sexta-feira deverão ocorrer as menores temperaturas associadas à passagem desta frente fria. 

Na região sul, mínimas entre 7 e 10°C e máximas de até 19°C. Na região norte, mínimas entre 15-17°C e máximas de até 25°C. E na capital, mínima de 13°C e máxima de até 20°C. 

Alerta de perigo 

Devido às condições do tempo, o Instituto Nacional de Meteorologia do Brasil (Inmet) publicou um alerta de perigo de tempestades em Mato Grosso do Sul.

Conforme o aviso, devem ser mais atingidas as regiões sudoeste e leste do Estado, mais especificamente em municípios como Amambai, Antônio João, Aral Moreira, Dourados, Mundo Novo, Naviraí, Sete Quedas, entre outros. 

Além disso, há também um alerta de perigo potencial para chuvas intensas, que devem atingir todo o Estado. 

Estragos em Corumbá

O município de Corumbá já enfrenta estragos causados pelas chuvas, desde ontem (12). Uma tempestade de grau severo deixou uma criança morta, casas, prédios e escolas destelhadas, árvores caídas, casas sem energia, embarcações deslocadas, semáforos desligados e buracos no asfalto.

Matheus Alves de Souza, de 7 anos, morreu após queda de telhado do ginásio da Escola Municipal Dr. Cássio Leite de Barros, localizada no bairro Nova Corumbá, durante vendaval que atingiu o município.Outras 11 crianças ficaram feridas.

No momento do temporal, as crianças da segunda e terceira série estavam participando de uma aula de educação física na quadra da escola.

De acordo com o meteorologista Natálio Abrahão, foram registrados 27 milímetros de chuva, 1.150 raios e ventos de 107,4 km/h em aproximadamente 15 minutos, das 14h30min às 14h45min.

Equipes da Defesa Civil de Mato Grosso do Sul se deslocaram de Campo Grande para Corumbá para levantar os danos causados pelo temporal, dar suporte às vítimas e prestar a ajuda necessária.

A Agência Estadual de Gestão e Empreendimentos (Agesul) está mobilizada com equipamentos de mão de obra para reconstruir os estragos deixados pela chuva.

DEMOCRACIA

Apenas 5 urnas apresentam defeito no início da votação em MS

Em todo o Estado são pouco mais de 7,1 mil urnas eletrônicas e somente uma teve de ser substituída no início da votação do segundo turno

25/10/2026 08h48

Votação está acontecendo em ritmo acelerado neste domingo em praticamente todas as seções eleitorais de MS

Votação está acontecendo em ritmo acelerado neste domingo em praticamente todas as seções eleitorais de MS Marcelo Victor

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Apenas cinco das 7,1 mil urnas eletrônicas instaladas para o início da votação em Mato Grosso do Sul apresentaram problemas logo no começo da votação, segundo boletim divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) relativo à contabilização feita até  08:00 horas.Porém, somente uma foi substituída. Nas demais foram feitos ajustes e a votação teve início com alguns minutos de atraso.

No primeiro turno, marcado pelas fortes chuvas, dez urnas eletrônicas apresentaram algum tipo de defeito logo no começo da votação.

Em todo o Estado são 6.990 seções, segundo o Tribunal Regional Eleitoral, e a única urna que teve de ser trocada foi em Ivinhema. O teclado apresentou defeito e o equipamento foi substituído. No município de Camapuã, dois equipamentos não funcionaram. Em um deles foi feito ajuste na mídia e no outro, e reinicialização acabou resolvendo o problema.

Situação parecida aconteceu com uma urna em Nioaque e outra em Aparecida do Taboado. Em todo o Estado são em torno de 1,8 mil servidores do TRE que estão organizado a eleição. Além destes, porém, existem 27.960 mesários que desde a madrugada estão a postos para receber os eleitores. 

Apesar de haver previsão de chuva, nas primeiras horas da manhã ela não chegou a Campo Grande, onde foram criados 237 locais de votação  e instaladas 2.242 urnas. Na Capital estão cadastrados 640.453 eleitores, segundo o TRE.

Em todo o Estado, 2.024.884 eleitores estão aptos a votar neste domingo (4), segundo o TRE. Em Campo Grande, onde está concentrado o maior eleitorado do, são 640.427 pessoas cadastradas.

No estado são em torno 860 urnas prontas para eventuais problemas. Todas elas passaram pelos procedimentos de preparação, carga e lacração e foram distribuídas aos locais de votação conforme o cronograma da Justiça Eleitoral.

Em todo Mato Grosso do Sul, são 7.272 seções. Os locais foram organizados com identificação das salas, sinalização e estrutura para receber os eleitores.
 

DEMOCRACIA

Lula tem 80,5% dos votos na Nova Zelândia, contra 19,4% de Flávio

Ao todo, 918.911 brasileiros residentes no exterior estão aptos a votar neste ano, segundo dados do TSE. O eleitorado está distribuído por 134 países

25/10/2026 07h32

Para que uma seção eleitoral seja instalada no exterior, é necessário haver pelo menos 30 eleitores aptos a votar na localidade

Para que uma seção eleitoral seja instalada no exterior, é necessário haver pelo menos 30 eleitores aptos a votar na localidade

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 80,54% dos votos na Nova Zelândia no segundo turno da eleição presidencial, contra 19,46% do senador Flávio Bolsonaro (PL). Os dados foram apurados pelo Estadão na madrugada deste domingo, 25, com base nos boletins de urna das cinco seções eleitorais de Wellington, capital do país.

Os boletins de urna (BUs), disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em seu site de resultados, são documentos emitidos por cada urna eletrônica ao fim da votação. Eles registram a quantidade de votos recebidos por cada candidato na respectiva seção eleitoral e permitem conhecer os resultados antes da totalização oficial pelo tribunal.

Na Nova Zelândia, os boletins das cinco seções de Wellington foram publicados na madrugada deste domingo. Dos 526 brasileiros que compareceram às urnas no país, 418 votaram em Lula e 101 escolheram Flávio Bolsonaro. Outros quatro eleitores votaram em branco e três anularam o voto.

No primeiro turno, Lula também foi o vencedor das eleições na Nova Zelândia. O candidato recebeu 234 votos (70,48%), enquanto Flávio Bolsonaro, do PL, teve 64 votos (19,28%). Renan Santos recebeu 13 votos (3,92%).

No primeiro turno, a diferença entre Lula e Flávio na Nova Zelândia foi de 170 votos a favor do petista. Agora, ela subiu para 317 votos. 

As urnas na Nova Zelândia foram abertas às 16h de sábado, 24, pelo horário de Brasília. No Brasil, a votação começa às 8h deste domingo, no horário oficial.

Ao todo, 918.911 brasileiros residentes no exterior estão aptos a votar neste ano, segundo dados do TSE. O eleitorado está distribuído por 134 países, em 1.361 seções eleitorais, que contam com 1.407 urnas eletrônicas.

Para que uma seção eleitoral seja instalada no exterior, é necessário haver pelo menos 30 eleitores aptos a votar na localidade.

O número de brasileiros habilitados a votar fora do País representa um aumento de 31,82% em relação à eleição de 2022, quando cerca de 697 mil eleitores estavam aptos a participar do pleito no exterior.

Por causa da diferença de fuso horário entre os países, a votação no exterior começa antes da abertura das seções eleitorais no Brasil e se estende por mais de 29 horas. O processo teve início às 16h de sábado, 24, pelo horário de Brasília, na Nova Zelândia, e só termina na noite deste domingo, no Canadá, com o fechamento das últimas seções.

Em geral, os locais de votação fora do território nacional funcionam das 8h às 17h, conforme o horário de cada país.

Depois da Nova Zelândia, as urnas são abertas na Austrália e em países da Ásia, ainda na noite de sábado. Na madrugada e ao longo da manhã de domingo, é a vez dos brasileiros que vivem na Europa votarem.

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