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A energia do Tarô da semana entre 30 de março e 05 de abril. Energia de cura e recomeços

Com a Estrela como carta regente, a energia é de cura, esperança e recomeços guiados pela verdade interior.

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No Tarô, a Estrela é um dos arcanos mais luminosos, associada à purificação, à simplicidade e a um senso de direção quase intuitivo. Sua presença é como um ponto de luz em meio à escuridão, um sinal de que há caminho, mesmo após os momentos mais difíceis.

O Arcano XVII fala de esperança, inspiração e conexão espiritual. Indica um período de renovação, em que sonhos podem ganhar forma e processos de cura, tanto emocionais quanto espirituais, começam a se consolidar.

A Estrela indica que você está no caminho certo para realizar seus desejos, mas pede atenção para manter os pés no chão e não se perder em expectativas irreais.

Um novo capítulo começa

Na jornada dos Arcanos Maiores, a Estrela surge imediatamente após a Torre. Essa sequência não é casual; ela revela uma das passagens mais significativas do caminho simbólico do tarô. Depois da ruptura, do colapso das estruturas e da queda das certezas, a Estrela aparece como uma energia restauradora, quase silenciosa, mas profundamente transformadora.

Se a Torre expõe, a Estrela compreende. Se a Torre desestabiliza, a Estrela acolhe. Ela não anula o que aconteceu, ao contrário, ela dá sentido.

É a partir desse lugar que entramos na energia desta semana, que atravessa a Sexta-feira da Paixão e se abre para a Páscoa. Existe aqui um paralelo inevitável entre o simbolismo espiritual desse período e a mensagem da Estrela. Antes da ressurreição, há o sacrifício.

Antes da luz plena, há a travessia da dor. E é justamente nesse intervalo — entre o fim de um ciclo e o início de outro — que a Estrela se manifesta. O ovo de Páscoa fala de renascimento; a Estrela ilumina esse novo começo.

Ela não traz respostas prontas, mas oferece algo mais essencial: compreensão. A compreensão é o verdadeiro ponto de virada. É quando deixamos de apenas reagir ao que vivemos e passamos a integrar a experiência. A presença da Estrela pode ser sentida naqueles momentos em que, após um período difícil, algo dentro de nós começa a se reorganizar.

Não necessariamente porque tudo mudou do lado de fora, mas porque uma nova percepção se instala por dentro. É como se, de repente, a vida respirasse de novo. Uma brisa sutil de otimismo, uma sensação de alinhamento, uma clareza que não estava disponível antes.

Essa é a energia que se apresenta agora: uma oportunidade de reconstrução baseada em verdade.

Ao atravessar as provações e tribulações do passado, você começa a acessar uma compreensão mais profunda não apenas dos acontecimentos, mas de si mesmo. E isso muda tudo. Porque, a partir desse novo entendimento, novas escolhas se tornam possíveis.

A Estrela não propõe um recomeço ingênuo, mas um recomeço consciente. Ela liberta do que não faz mais sentido e abre espaço para que algo diferente possa ser manifestado, algo que esteja mais alinhado com quem você se tornou.

Existe, também, um movimento importante de retorno a si. A Estrela reconecta você com a sua essência, com aquilo que permanece mesmo quando tudo o mais se transforma. Em meio às camadas de expectativas, medos e condicionamentos, há uma luz constante, uma dimensão mais essencial que não se perde.

No entanto, essa luz nem sempre é facilmente acessível. Muitas vezes, ela fica soterrada sob as experiências difíceis, sob as exigências do mundo, sob as narrativas que criamos sobre nós mesmos.

A Estrela surge justamente para lembrar que essa luz existe e que é possível voltar a ela.

Na simbologia tradicional, vemos uma mulher ajoelhada à beira de um riacho, derramando água de dois cântaros. Um deles nutre a terra; o outro retorna à água. Esse gesto simples carrega um significado profundo. Ele fala de fluxo, de troca, de equilíbrio entre o dar e o receber.

Fala também de nutrição, não apenas no sentido físico, mas espiritual e emocional. A água que ela derrama representa uma energia que precisa circular. E, talvez, esse seja um dos grandes ensinamentos desta carta: para seguir em frente, é preciso primeiro se reabastecer.

O que, dentro de você, tem se sentido seco? Que partes foram negligenciadas ao longo do caminho? O que precisa ser cuidado, nutrido, restaurado?

A Estrela convida a esse movimento de reconexão interna. Ela sugere que você reserve um tempo para si, que desacelere, que encontre a quietude necessária para escutar sua própria sabedoria. Porque é nesse espaço de silêncio que a compreensão se aprofunda.

E, dentro da compreensão, nasce a clareza. E, da clareza, surge uma nova forma de esperança, não como expectativa ilusória, mas como uma confiança tranquila no desenrolar da vida.

Há também, nessa carta, uma dimensão de confiança no invisível. A ideia de que existe uma ordem maior em funcionamento, mesmo quando não conseguimos enxergar. Não é uma carta de inação, mas de aceitação. Aceitar não significa se conformar, mas reconhecer o que é, sem resistência desnecessária. É nesse estado que a energia volta a fluir.

Muitas vezes, o sofrimento se intensifica quando insistimos em negar a realidade ou em tentar forçar caminhos que já não se sustentam. A Estrela suaviza essa tensão. Ela lembra que nem tudo precisa ser resolvido imediatamente, que existe um tempo próprio para cada processo. E que, ao confiar nesse tempo, novas possibilidades se revelam.

Nesse sentido, ela também nos reconecta com algo maior. Existe uma dimensão espiritual na Estrela que transcende o plano individual. Ela nos lembra de que fazemos parte de um todo, de uma rede maior de significado. Somos, de alguma forma, parte de uma ordem mais ampla, de um desenho que nem sempre conseguimos compreender por completo, mas do qual participamos.

E é a partir dessa consciência que surge um outro movimento importante: o de compartilhar.

A mulher da carta não apenas recebe, ela também devolve. Ela entende que, ao se nutrir, se torna capaz de nutrir o mundo ao seu redor. Existe aqui uma responsabilidade sutil: aquilo que você acessa, aquilo que você cura, aquilo que você compreende, não precisa ficar restrito a você. Pode se transformar em gesto, em presença, em contribuição.

Pequenos atos já são suficientes. Um cuidado, uma escuta, uma gentileza. O trabalho da Estrela não é grandioso no sentido externo, mas é profundamente significativo no essencial. Ele reabastece não apenas o indivíduo, mas o coletivo.

Ao longo dessa semana, você é convidado a aplicar tudo o que aprendeu até aqui. Não como um acúmulo de experiências, mas como sabedoria viva. Existe uma nova energia disponível, um senso renovado de possibilidade.

Talvez seja o momento de fazer um pedido. Não no sentido literal, mas como um gesto interno de intenção. O que você deseja manifestar a partir de quem você é hoje? Que caminho faz sentido agora, considerando tudo o que você viveu?

A Estrela também nos lembra de olhar para o propósito. Não como algo distante ou grandioso, mas como um alinhamento entre aquilo que somos e aquilo que expressamos no mundo. Quando essa coerência se estabelece, há uma sensação de direção, mesmo que o caminho ainda não esteja completamente definido.

Amor

A Estrela traz cura e reconexão. É um momento de suavizar mágoas, abrir espaço para o diálogo e resgatar a leveza nas relações. Para quem está solteiro, o reencontro consigo mesmo favorece conexões mais verdadeiras. Você começa a se abrir para o amor novamente e a ter esperança de atrair relacionamentos mais significativos.

Dinheiro

A energia pede calma, confiança e visão de longo prazo. É hora de rever crenças sobre dinheiro e fazer ajustes conscientes. O fluxo se fortalece quando há propósito e verdade no que se faz. Planeje suas finanças com otimismo e segurança na sua capacidade de crescer.

Trabalho e carreira

Momento de realinhamento e retomada da confiança. Após pressões, surge clareza para repensar caminhos e resgatar ideias com mais maturidade. Oportunidades se abrem a partir da autenticidade. Sua estrela vai brilhar nesta semana.

A Estrela e o sentido de recomeçar

Essa carta funciona como uma espécie de guia silencioso, uma estrela do norte que orienta sem impor. Ela não diz exatamente o que fazer, mas indica um estado a partir do qual as decisões se tornam mais claras. E, talvez, o ponto mais importante seja este: você não está começando do zero. Você está começando de um lugar mais consciente, mais integrado, mais verdadeiro.

Tudo o que foi vivido, inclusive os momentos mais difíceis, contribuiu para isso. Nada foi em vão. A compreensão que emerge agora é fruto desse percurso. E é ela que sustenta o novo capítulo que se inicia.

Em uma semana que simboliza morte e renascimento, a Estrela atua como essa ponte delicada entre o fim e o recomeço. Ela não acelera o processo, mas o ilumina. Não elimina a escuridão, mas revela que há luz mesmo dentro dela.

E essa luz não vem de fora. Ela vem de você.

Permita-se confiar nisso. Permita-se respirar com mais calma. Permita-se existir sem tanta pressão. Há uma inteligência maior conduzindo os processos, e você faz parte dela.

A sua estrela interior segue acesa, mesmo quando você não a percebe. Nesta semana, ela se torna visível novamente. E, a partir dela, um novo caminho começa a se desenhar.

E, como na icônica canção “Se uma Estrela Aparecer” ("When You Wish upon a Star") do filme Pinóquio (1940) da Disney, que atravessa gerações, existe uma sabedoria simples e profunda nesse gesto de desejar. “Quando você deseja a uma estrela / não faz diferença quem você é / qualquer coisa que seu coração deseja / virá para você.”

Mais do que uma promessa literal, essa mensagem fala sobre fé, não apenas no mundo, mas em si mesmo. A Estrela, como arcano regente, nos lembra que o verdadeiro milagre não está apenas em pedir, mas em se alinhar com aquilo que se deseja.

Quando há verdade no coração, quando há conexão com a própria essência, o caminho se abre, às vezes de formas inesperadas, mas sempre significativas. Porque, no fim, desejar a uma estrela é reconhecer que existe uma luz guiando você… e que essa luz também é sua.

Uma ótima semana e feliz Páscoa!

Ana Cristina Paixão

bons hábitos & autodesenvolvimento

Aulas de teatro vão muito além da arte e contribuem para uma boa saúde

Da timidez à descoberta de novas habilidades, aulas de teatro trabalham comunicação, criatividade, expressão corporal, convivência e autoconfiança

21/09/2026 09h00

 O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos

O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos Divulgação

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Para algumas pessoas, fazer teatro começa com o desejo de subir ao palco. Para outras, nasce da curiosidade, da vontade de conhecer novas pessoas ou até da necessidade de enfrentar uma dificuldade.

Há quem procure as aulas para melhorar a comunicação, quem queira desenvolver a expressão corporal e quem simplesmente esteja em busca de uma atividade diferente.

O que acontece depois, porém, muitas vezes ultrapassa o objetivo inicial.

Durante uma aula de teatro, decorar e interpretar um texto são apenas algumas das etapas de um processo que envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação.

Aos poucos, o participante é colocado diante de situações que exigem presença, criatividade e disposição para experimentar – inclusive quando existe vergonha ou medo de errar.

É nesse processo que o teatro pode se tornar uma ferramenta que vai além da formação artística.

As habilidades trabalhadas em cena podem aparecer em situações cotidianas, como uma apresentação na escola ou na faculdade, uma entrevista de emprego, uma reunião de trabalho, uma conversa com desconhecidos ou simplesmente na maneira como alguém passa a perceber o corpo e a se relacionar com outras pessoas.

“Eu não acredito que todo mundo que faz teatro precisa querer ser ator”, afirma Daniel Smidt, diretor da Escola e Companhia de Teatro (Adote), que atua há 25 anos em Campo Grande.

Para ele, cada aluno pode encontrar na experiência uma transformação particular.

“Cada pessoa pode encontrar uma coisa diferente aqui. Pode ser a coragem para falar, a confiança para se posicionar, a capacidade de trabalhar em grupo, a criatividade ou simplesmente a liberdade de ser quem é”, afirma.

O PRIMEIRO APRENDIZADO

A comunicação é uma das primeiras habilidades que podem ser percebidas no trabalho teatral. No palco, não basta saber o que dizer: é preciso pensar em como aquilo será dito, compreender o espaço, perceber quem está ouvindo e utilizar voz, corpo e expressão para transmitir uma ideia.

Esse exercício pode ser levado para fora da sala de aula.

Falar diante de outras pessoas, sustentar uma opinião, apresentar um trabalho ou participar de uma conversa exigem, em diferentes níveis, algumas dessas mesmas ferramentas. O teatro permite que o aluno experimente essas situações em um ambiente de aprendizagem, no qual errar também faz parte do processo.

Daniel conhece essa transformação por experiência pessoal.

“Eu também já fui uma pessoa tímida. O teatro foi me dando ferramentas para me expressar, para me comunicar, para olhar para o outro e também para me enxergar de uma maneira diferente. Quando olho para quem eu sou hoje, percebo o quanto tudo aquilo que aprendi através da arte contribuiu para a minha vida”, reflete o diretor.

O CORPO FALA

Outro aspecto trabalhado no teatro é a expressão corporal. Antes mesmo de uma pessoa dizer qualquer palavra, sua postura, seus movimentos e sua maneira de ocupar um espaço podem transmitir informações.

Perceber isso ajuda o aluno a desenvolver consciência sobre o corpo. Em cena, ele precisa compreender como determinado movimento contribui para a construção de uma personagem ou para a comunicação de uma situação. Fora dela, essa percepção pode ajudar na forma como se posiciona e se expressa.

A estudante Charlie Budib, de 19 anos, chegou ao teatro justamente buscando enfrentar a timidez e se sentir mais segura para se expressar. A recomendação partiu de sua psicóloga e a identificação com as artes ajudou a transformar a sugestão em experiência.

“Eu buscava me abrir mais para as pessoas. Conseguir falar melhor em público, me desafiar, sair da zona de conforto. Me sentir mais segura em me expressar”, conta.

Depois das aulas, ela percebe mudanças inclusive em situações que não têm relação direta com o palco.

“O teatro mudou bastante o jeito que eu ajo. Eu me sinto muito mais tranquila sobre a minha expressão corporal no dia a dia. Coisas que antes eu não conseguiria dizer ou fazer agora são muito mais simples”, diz.
Para Charlie, a sala de aula também se tornou um espaço de segurança para experimentar.

“É um ambiente que eu me sinto acolhida. Eu posso acertar ou errar, mas no final, a gente sempre bate palmas um para o outro. Todo mundo está sempre evoluindo e se ajudando. É um lugar que eu posso realmente me soltar”, afirma.

A ARTE DO IMPROVISO

Quem nunca fez teatro pode imaginar que a atividade depende principalmente da memorização de textos. Mas a preparação de um ator envolve muito mais do que decorar falas.

Improvisações e jogos teatrais fazem parte do processo justamente porque colocam os participantes diante do inesperado. Uma proposta pode mudar no meio do exercício, uma cena pode tomar um caminho diferente do planejado e o aluno precisa encontrar uma maneira de continuar.

A habilidade de improvisar, nesse sentido, não significa simplesmente “inventar qualquer coisa”. Ela envolve atenção, escuta e capacidade de responder ao que está acontecendo naquele momento.

Essa experiência pode contribuir para que o participante lide melhor com situações nas quais não possui controle absoluto sobre o resultado.

Foi algo que Maysa Garcia encontrou nas aulas. Ela chegou ao teatro pensando na formação necessária para se tornar atriz e, posteriormente, seguir o caminho da dublagem. Procurava técnicas para trabalhar voz, postura e presença.

Mas acabou encontrando também uma forma de enfrentar inseguranças.

“Me deu mais confiança para viver o mundo como eu mesma, de realmente ocupar um espaço sem culpa”, relata. Para ela, o teatro ajudou a transformar uma orientação comum dentro das aulas – enfrentar uma cena mesmo quando existe medo – em uma postura que também pode ser aplicada à vida.

“O teatro nos ensina: se está com medo, vai com medo mesmo. Isso é para a cena, mas na nossa vida isso também se aplica”, pontua.

ABRAÇO ÀS DIFERENÇAS

O teatro também pode ser uma experiência de inclusão. Cada participante chega com características, habilidades e dificuldades únicas e a aprendizagem não acontece necessariamente no mesmo ritmo.

É o caso de Evelyn Machado, que tem deficiência intelectual e participa das atividades da Adote há alguns anos.

Ela conta que, no início, tinha dificuldades principalmente para memorizar, falar diante de outras pessoas e realizar atividades novas. O nervosismo e a vergonha também apareciam, mas não impediram sua permanência.

“No teatro eu encontrei um espaço onde eu posso fazer as coisas do meu jeito, aprender no meu tempo e também ser incentivada a tentar”, conta.

Ao longo desse período, Evelyn participou de apresentações, atividades e festivais. Também recebeu duas premiações em competições.

“Para mim foi uma felicidade muito grande, porque eu nunca imaginei que poderia subir em um palco, competir e ainda receber um prêmio”, relata.

A experiência, segundo ela, também contribuiu para a comunicação e a autoconfiança.

“O teatro me ajudou muito. Eu fiquei mais comunicativa, perdi um pouco da vergonha e passei a acreditar mais em mim. Cada vez que eu entro no palco é uma conquista”, pontua.

Para Evelyn, a deficiência não define o que ela é. “Eu tenho minhas dificuldades, assim como todo mundo tem as suas, só que algumas coisas para mim são mais difíceis e eu preciso de mais tempo ou de ajuda. Mas também tenho minhas capacidades e gosto muito quando as pessoas acreditam em mim e me dão oportunidade”, destaca.

EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA

Se para alguns o teatro é uma descoberta individual, para Miriam Amada de Oliveira, de 54 anos, que faz teatro ao lado do marido, Sueiyoshi Altino de Lima, de 55 anos, a atividade também se tornou uma experiência compartilhada.

Os dois decidiram fazer o curso juntos. Sueiyoshi chegou interessado pela relação entre cinema e atuação.

Queria entender como funciona o processo de construção de um ator e descobriu, nas aulas, que interpretar vai muito além de decorar e repetir falas.

Miriam, por sua vez, carregava desde jovem a curiosidade de conhecer os bastidores e entender como uma pessoa se prepara para atuar.

Fazer o curso lado a lado acrescentou uma dimensão inesperada à experiência: conhecer melhor um ao outro.

“Então, o fato de fazer o teatro junto com minha esposa fez eu conhecer mais um lado dela que não está ali no cotidiano, no dia a dia. Eu consigo ver mais a pessoa, a parte mais criativa dela, outras partes que a gente não vê no dia a dia”, conta Sueiyoshi.

Miriam também percebeu mudanças na relação.

“Quando a gente tem as mesmas vontades, tudo fica melhor”, afirma. Segundo ela, os dois passaram a conversar sobre os exercícios, ensaiar em casa e discutir as atividades realizadas nas aulas.

Para ela, o teatro ampliou a admiração que já existia entre os dois. “Você começa a conhecer o outro lado dela [da pessoa]. Então foi muito bom a gente fazer juntos, porque assim como ele vê como eu interpreto, como eu faço os exercícios, ele também vê esse meu lado, eu vejo o lado dele”, relata.

felpuda

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje

Confira a Coluna Diálogo desta segunda-feira (21)

21/09/2026 00h01

Coluna Diálogo

Coluna Diálogo ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...

Coluna Diálogo

Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Coluna DiálogoNádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal
Coluna DiálogoMaisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

  • Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
  • Geise Helena da Silva,
  • Renan Vera de Almeida,
  • Celina Colman de Oliveira,
  • Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
  • Luis Adriano Garcia Corrêa,
  • Efigenia Gavilan Franco,
  • João Henrique Souza Guerino,
  • Mateus Garcia Pires,
  • Maria Lice Fernandes Couto Citino,
  • José Valeriano de Souza Fontoura,
  • Maucir Pauletti,
  • Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
  • Amanda Denise de Lima,
  • Wolmir Silva de Farias,
  • Ademir Koki Tibana,
  • Antonio Foletto,
  • Derly Ramão Lopes,
  • Osvaldo Francisco dos Santos,
  • Cristiane Gomes,
  • Eduardo Esgaib Campos,
  • Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
  • Oilton Albres da Silva,
  • Yone Silveira de Mello,
  • Rafael Arnaldi,
  • Carolina Dalpasquale Gomes,
  • Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
  • Felix Sorgatto,
  • Laura Regine Silveira,
  • Alvaro Ramos do Amaral,
  • José Marcos Maksoud,
  • Dra. Paulinne de Souza Arruda,
  • Vera Lúcia Castelli,
  • Elton Soares Timoteo,
  • Agnaldo dos Santos Souza,
  • Manoel Ferreira Nery,
  • Augusto Martinho,
  • Othavio Fernandes Siqueira,
  • Dr. Francisco Wilson Rocha,
  • Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
  • Aline Rodrigues Zacarini,
  • Lúcia de Toledo Câmara Neder,
  • Lucy Kosurian Sayegh,
  • Francisca Galvão,
  • Walter Augusto Martinho,
  • Adair Aparecido de Freitas,
  • Aryovaldo Maria Bento,
  • Norman Gomes,
  • Zirley de Moraes Lima,
  • Cristovão Espíndola,
  • César Augusto Herwiny,
  • Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
  • Joana Molina Rodrigues,
  • Liliane Paschoaletto Trindade,
  • Cleber Teixeira Mello,
  • Marco Aurélio Pallacio,
  • Ruggero Barbosa Ferraz,
  • Fernando João Rosa Serra,
  • Adair Garcia Anache,
  • Roberto Alexandre Ajul Rezende,
  • Leonardo Farias da Silva,
  • Josevaldo Cordeiro Manso,
  • Nelson Ribeiro Peres,
  • Otavio Adami Gomes,
  • Pierangelo Camillo,
  • Luiz Edmundo Ramos Freire,
  • Sandra Regina Motta,
  • Raul Vítor dos Santos,
  • Márcio Vieira Menezes,
  • Rodrigo Lima Arakaki,
  • Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
  • Marcelo Ribeiro Vorus,
  • Rosângela Yule Queiroz,
  • Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
  • Inácio Clacier Roeder,
  • Aldenir Lima da Silva,
  • Valdeir Marques dos Santos,
  • José Martins Coutinho,
  • Efigênia Espindola Gimenes,
  • Rosa Maria Iazer,
  • Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
  • Orlando Teixeira,
  • Giulliano Lima da Cunha,
  • Isaac Rodrigues dos Santos,
  • Mohamad Akrama Eljaji,
  • Leandra Henriques Bunazar Abes,
  • Orivaldo Pereira,
  • Dielze Almeida Rosa,
  • Eliza Yule,
  • Flávio Casarim Moretti,
  • Ana Paula Dyszy,
  • Hermes Bocca Salineiro,
  • Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
  • José Orlando Marques Pedrosa,
  • Michael Luiz Menuci,
  • Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
  • Aislan Luis Massoni,
  • Juliano Folle,
  • Diego Gatti,
  • Roberto Carlos Zulato,
  • Valter Carlos Rossignollo Venditti,
  • Henrique Ribeiro Benatti,
  • Jaqueline Duarte Yusuf,
  • Valdir Matos Betonti.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO *

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