Correio B

Diálogo

A novela da possível cassação da vereadora Isa Marcondes ganha mais um... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna deste quinta-feira (18)

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John Kennedy - Político Americano

"Quando escrito em chinês a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade”.

FELPUDA 

A novela da possível cassação da vereadora Isa Marcondes ganha mais um capítulo na segunda-feira (22), quando será lido o relatório, desta vez com relação a denúncia envolvendo sua entrada no espaço de descanso dos servidores da saúde, onde teria feito gravações da galera. Há quem veja quebra de decoro parlamentar; há quem enxergue excesso de sensibilidade dos “barnabés” diante ds iniciativa de uma vereadora, cujo papel é justamente fiscalizar. Enquanto isso, a plateia acompanha tudo de binóculo, dividida entre o drama institucional e a comédia política. Vai daí que...

Divulgação/Prefeitura de Dourados

A tenente-coronel Gabriella Letícia Fernandes de Oliveira assumiu o comando do 3º Batalhão da Polícia Militar em Dourados. Essa é a primeira vez que uma mulher comanda aquela unidade, a maior do interior de Mato Grosso do Sul. A solenidade oficial foi realizada no último dia 10. Com quase 18 anos de carreira na Polícia Militar, Gabriella afirmou nunca ter enfrentado resistência por ser mulher dentro da instituição e acredita que o respeito é conquistado pelo trabalho. “Lugar de mulher é onde ela quiser estar. Espero que essa conquista inspire outras meninas a sonharem e acreditarem que podem ocupar qualquer espaço, seja na segurança pública, na aviação ou em qualquer profissão que desejarem seguir”. Antes, ela comandava o 14º Batalhão da PM em Fátima do Sul. Além da nova comandante do 3º BPM, Dourados também conta com a tenente-coronel Cláudia Karoline Rodrigues Ribeiro Porto à frente do 2º Grupamento de Bombeiros Militar.

Theresa Hilcar, trocando de idade hoje Theresa Hilcar, trocando de idade hoje - Foto: Arquivo Pessoal

 

Julia HennJulia Henn - Foto: Arquivo Pessoal

Na frente

A pesquisa IPR/Correio do Estado reforça o momento político favorável de Reinaldo Azambuja e Eduardo Riedel. Em 2022, o ex-governador apostou no então secretário de Governo e o conduziu ao comando de MS. Agora, repete a dobradinha: Riedel buscará a reeleição, enquanto Azambuja disputará o Senado. Se o governador conquistar novo mandato, o ex-governador consolidará um feito raro: eleger e reeleger o próprio sucessor.

Pódio

A mesma pesquisa revela dado incômodo para a esquerda na disputa pelo Senado: quem lidera é a rejeição. O deputado federal Vander Loubet (PT), com seis mandatos consecutivos, aparece com 13,14%, seguido pela senadora Soraya Thronicke (PSB), com 12,76% e que encerra seus oito anos de vida parlamentar. Os dois apostam numa arrancada embalada pelo governo Lula. Mas, a menos de três meses da eleição, há quem considere essa esperança mais um ato de fé.

Inédita

A intervenção na concessionária do transporte coletivo da Capital, decretada dia16, inaugura uma medida inédita na cidade. A administração garante que o trabalho será conduzido de forma pacífica, sem interrupção na circulação dos ônibus. O processo terá duração de 180 dias para diagnosticar as causas da crise e propor soluções. Em até 30 dias será instaurado o procedimento administrativo, assegurando o direito de defesa da empresa. Um relatório preliminar deverá ser apresentado em 90 dias. Sei não...

ANIVERSARIANTES 

Theresa Hilcar;
Dr. Fábio Augusto Moron de Andrade;
Mércia Chaves;
Dr. Eduardo da Silva Bronze;
Vilma Maria Inocêncio Carli;
Samuel Lopes Nascimento;
Marina Rosemberg Biscaya;
Claudinei Rodrigues Monteiro;
Luiz Quite Kanashiro;
Elza Oshiro;
João Alberto Rodrigues Rosa;
Marcelo Cristian Vieira;
Regina Célia Kopes;
Vanusa Menegazzi Braga;
Bruno Cortes de Carvalho;
Marina Gomes da Costa;
Angela Cristina Rodrigues da Cunha Castro Lopes;
Soraya Villalba Gutierrez de Almeida;
Ana Cláudia Cabanha Paniago Almada;
Dulce Nogueira Galvão;
Marinice Pinheiro Duarte;
Maria Keico Arashiro;
Rosangela Silva Rigo;
Vanya da Silva Santos;
Luiz Takahashi;
Dirce Almeida;
Zaira Neiva Motti Fernandes;
Tatiana dos Santos Acosta;
Claudio Monteiro;
Letícia Andrighetto Hardoim;
Marcos da Silva;
Alsig Tadashi Queiroz Sugumoto;
José Garcia de Freitas (Zé Braquiária);
Adilta Portela Novaes de Alencar;
Karla Castoldi;
Elves Cabreira de Arruda;
Fabio Moreira;
Valdir do Amaral Alves;
Zenith Rodrigues Vieira;
Rosângela Souza Zanatta;
Nicola Humsi Rayses Junior;
Dr. João Américo Domingos;
Fabiana Figueiredo Cândia;
Maria Ângela Paiva Maurmann;
Cristhiane Bossay Albuquerque;
Darli Méri Pinto Saldanha;
Guiomar Martinez de Barros Lima;
Cleython da Silva Vasconcelos;
Nelson de Souza Jorge;
Denise Jovê Cesar;
Lúcio Flávio do Amaral;
Maria Aparecida Guimarães Chalub;
Sueli Siqueira Cavalcante;
Mara Luiza Peixoto Stiehler;
Carolina Ishy Cândia;
Julieta Alves Marques;
Orlando Alves Santana;
Edson Corrêa de Arruda;
Marly Honda Flôres;
José Rogério Salles;
Evilásia Aparecida Hermes;
Nadir Fontoura Silva;
Eulina Oliveira;
Kátia Bernardo Lopes;
Dr. Evandro Carlos Ribeiro Lopes;
Vera Lucia Medina;
Francisco Magnun Paulino Pacheco;
Olivio Borghezan;
Maria Aparecida Lima;
Jani Maria José Guedes;
Kelly Cristiny de Lima Garcia;
Maria Aparecida Soares;
Erica Cristina de Souza Franzon;
Clóvis Rampazo;
Luiza Oshiro;
Ezio Antonio Angelier;
Olívia Gomes Miranda Neta;
Ilson Cordeiro de Oliveira;
Roberto Barreto de Melo Junior;
Lucimara Gomes Vilela;
Antonio Carlos de Queiroz;
Cleide Marreira;
Daniel Souza Matos;
Katiuscia Pereira Gonçalves de Rezende;
Luiz Alberto Moura Fernandes Rojas;
Luiz Carlos Saldanha Rodrigues Júnior;
Marco Antonio Silva Bosio;
Noel Procópio Monteiro da Silva;
Sinara Alessio Pereira;
William Medeiros;
Paula Prado;
Alberto Moreira Bueno;
Edson Luiz de David;
Antonio João Graça Delgado;
Mariano Marques de Sampaio;
Anestella Cegatto Martins Barbosa;
Cristiane Haguio;
Soraia Aparecida Noscett;
Cristiane Travalão Tripoli;
Karoline Rodrigues Ribas;
Ana Karla Targas de Oliveira;
Giovana Julieta Bascope Barba;
Tiago dos Reis Ferro;
Janice Vargas de Carvalho Linhares.

Colaborou com Tatyane Gameiro

cultura

Festival de Inverno de Bonito terá shows de Seu Jorge, Ferrugem e Leo Foguete

Evento será realizado de 26 a 30 de agosto de 2026, com ampla programação cultural e gratuita

16/06/2026 14h30

Ferrugem, Leo Foguete e Seu Jorge são atrações já confirmadas no Festival de Inverno de Bonito

Ferrugem, Leo Foguete e Seu Jorge são atrações já confirmadas no Festival de Inverno de Bonito Foto: Reprodução

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O Festival de Inverno de Bonito será realizado de 26 a 30 de agosto neste ano, com ampla programação cultural, todas gratuitas. As atrações nacionais já confirmadas incluem os cantores Ferrugem, Leo Foguete e Seu Jorge.

Para esta nona edição, a programação integra arte, território, memória e identidade, apresentando uma proposta inspirada na ideia de que a arte nasce de muitos lugares e se manifesta em diferentes linguagens, conectando pessoas, histórias e experiências.

A identidade visual desta edição tem como símbolo o udu-de-coroa-azul, ave emblemática de Bonito, reforçando a relação entre cultura, natureza e pertencimento.

Os shows nacionais serão realizados nas seguintes datas:

  • 27 de agosto - Leo Foguete
  • 28 de agosto - Ferrugem
  • 29 de agosto - Seu Jorge

Além dos shows, a programação cultural também conta com apresentações de dança, espetáculos teatrais, exposições de artes visuais, feira de artesanato, atividades formativas e uma edição especial do Cine Câmara.

De acordo com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), nos próximos dias será lançado o edital para seleção das atrações regionais que integrarão a programação, com espaço para artistas, grupos e coletivos culturais de todas as regiões do Estado.

A programação completa será divulgada posteriormente, após a seleção de todas as atrações.

Expectativa

O diretor-presidente da FCMS, Eduardo Mendes, afirma que a expectativa é de uma edição histórica.

"O Festival de Inverno de Bonito é um dos maiores patrimônios culturais do nosso Estado. Estamos preparando uma edição que une grandes atrações nacionais à força da nossa produção artística regional, promovendo cultura, turismo e desenvolvimento econômico. A expectativa é receber milhares de visitantes e proporcionar experiências inesquecíveis para quem vive e para quem visita Mato Grosso do Sul", afirmou Mendes.

O prefeito de Bonito também destaca a importância do evento para o município, destacando que o festival fortalece a identidade de vocação natural para receber pessoas do mundo inteiro.

"É um evento que movimenta a economia, gera oportunidades para empreendedores locais e valoriza nossa cultura. Estamos felizes em receber mais uma edição desse grande encontro entre arte, natureza e comunidade", disse.

O Festival de Inverno de Bonito é realizado pelo Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundação de Cultura, em parceria com a Prefeitura de Bonito.

SÁUDE

Junho Verde reforça a importância do diagnóstico precoce da escoliose para evitar agravamentos

Campanha do Junho Verde reforça a importância do diagnóstico precoce para evitar agravamentos e ampliar as chances de tratamento da condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo

16/06/2026 08h30

Tratamento da escoliose varia de caso a caso, de acordo com a gravidade da curvatura

Tratamento da escoliose varia de caso a caso, de acordo com a gravidade da curvatura Divulgação

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Um ombro mais alto que o outro, a cintura desalinhada, uma costela mais evidente de um lado do corpo ou até mesmo uma camiseta que parece vestir de forma desigual podem ser sinais de escoliose, uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

Muitas vezes silenciosa e sem provocar dor nos estágios iniciais, a alteração na coluna pode passar despercebida durante anos e ser descoberta apenas quando a curvatura já está mais acentuada.

O tema ganha destaque durante o Junho Verde, campanha internacional de conscientização sobre a escoliose, que tem o dia 27 de junho como marco mundial, para ampliar a informação sobre a doença e reforçar a importância do diagnóstico precoce.

Muito além da questão estética, a escoliose pode trazer impactos significativos para a saúde. Dependendo da gravidade, a condição pode provocar dores, fadiga muscular, limitações de movimento e, em casos mais severos, comprometer a capacidade respiratória.

Em crianças e adolescentes, as alterações visíveis no corpo também podem afetar a autoestima, as relações sociais e o bem-estar emocional.

O QUE É?

A escoliose é caracterizada por uma curvatura lateral anormal da coluna vertebral, geralmente acompanhada da rotação das vértebras. Na prática, isso significa que a coluna não apresenta apenas um desvio para os lados, mas sofre alterações tridimensionais que afetam todo o alinhamento corporal.

Essa mudança pode influenciar a posição dos ombros, da cintura, das costelas e até mesmo a forma como o corpo distribui peso e equilíbrio durante atividades simples do cotidiano.

Por ser uma condição que nem sempre causa sintomas evidentes no início, especialistas alertam para a necessidade de observação constante, principalmente durante a infância e a adolescência.

PERÍODO CRÍTICO

Embora a escoliose possa surgir em qualquer fase da vida, a adolescência é considerada o período de maior risco para o aparecimento e a progressão da doença. A chamada escoliose idiopática do adolescente é a forma mais comum da condição, representando cerca de 80% dos casos diagnosticados.

Ela costuma se manifestar entre os 10 anos e os 16 anos, justamente durante o estirão de crescimento, quando o corpo passa por mudanças aceleradas. As meninas são as mais afetadas e apresentam maior risco de evolução da curvatura.

Dados citados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam que a escoliose idiopática do adolescente atinge entre 2% e 4% da população.

A boa notícia é que, quando identificada precocemente, grande parte dos casos pode ser estabilizada por meio de tratamentos conservadores específicos, evitando a necessidade de procedimentos cirúrgicos.

Tratamento da escoliose varia de caso a caso, de acordo com a gravidade da curvaturaDaniely Rosa, fisioterapeuta - Foto: Divulgação

Para a fisioterapeuta Daniely Rosa, que atua há duas décadas nas áreas de postura, ortopedia e pilates, detectar a alteração nos estágios iniciais faz toda a diferença.

“Quando a alteração é identificada no início, é possível acompanhar a evolução da curvatura, orientar a família e indicar a melhor conduta para cada caso. Nem toda escoliose exige o mesmo tratamento, mas toda suspeita precisa ser avaliada”, afirma.

SINAIS

Um dos principais desafios relacionados à escoliose é justamente o fato de que ela pode evoluir sem causar dor. Por isso, pais, responsáveis e educadores desempenham papel fundamental na identificação dos primeiros sinais.

Entre os indícios mais comuns estão: ombros em alturas diferentes; cintura assimétrica; inclinação do tronco para um dos lados; escápulas em posições diferentes; costela mais saliente de um lado do corpo; quadris desalinhados; alterações no caimento das roupas; sensação frequente de cansaço muscular.

A fisioterapeuta Stéfany Vanin destaca que a ausência de desconforto não significa que a coluna esteja saudável.

“Em muitos casos, a escoliose começa de forma silenciosa. Por isso, os pais devem observar a postura no dia a dia, no caimento das roupas, na posição dos ombros e até na forma como a criança ou o adolescente se inclina. Pequenas assimetrias podem ser o primeiro sinal de que a coluna precisa ser avaliada”, explica.

Segundo especialistas, exames simples realizados por profissionais de saúde podem identificar alterações precocemente e indicar a necessidade de avaliações complementares.

DIAGNÓSTICO

Após a suspeita clínica, exames de imagem são utilizados para confirmar o diagnóstico e medir a gravidade da curvatura. O principal parâmetro utilizado pelos especialistas é o chamado ângulo de Cobb, que permite classificar a escoliose em diferentes níveis de severidade.

De forma geral, as curvaturas podem ser classificadas como leves, moderadas, graves ou muito graves. No entanto, a definição do tratamento não depende apenas desse número.

A idade do paciente, o estágio de crescimento, a presença de sintomas, o impacto na rotina diária e o risco de progressão da curva também são fatores considerados pelos profissionais de saúde.

“É preciso avaliar a idade, o potencial de crescimento, os sintomas, a limitação funcional, o impacto na rotina e o risco de progressão. Cada paciente precisa ser olhado de forma individual”, ressalta Daniely Rosa.

TRATAMENTO

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, não existe um tratamento único para todos os pacientes com escoliose. A conduta é personalizada e depende das características de cada quadro.

Nos casos leves, o acompanhamento periódico e a realização de exercícios específicos costumam ser suficientes para monitorar a evolução da curvatura. Quando a escoliose apresenta risco de progressão, podem ser indicados programas de fisioterapia especializados.

Já os casos moderados podem exigir a combinação de exercícios terapêuticos com o uso de coletes ortopédicos, especialmente durante a fase de crescimento.

Em situações mais graves, quando há comprometimento importante da coluna ou risco para outras funções do organismo, a cirurgia pode ser considerada como alternativa.

Os especialistas reforçam que o objetivo principal do tratamento não é apenas corrigir a curvatura, mas preservar a funcionalidade, reduzir desconfortos e garantir melhor qualidade de vida ao paciente.

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