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Adriana Calcanhoto volta à Capital para apresentar show em homenagem a Gal Costa

Três semanas após participar de evento literário em Campo Grande, Adriana Calcanhotto volta à Capital para apresentar o show "Errante", em que faz uma homenagem a cantora Gal Costa

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Três semanas depois de marcar presença na 35ª Noite da Poesia, no Teatro Glauce Rocha, Adriana Calcanhotto está de volta a Campo Grande. Desta vez, a cantora estará no palco para apresentar o show 
“Errante”, em que, além de trazer, no repertório, todas as canções do seu álbum de mesmo nome, o 13º gravado em estúdio, além de clássicos de sua carreira, Adriana presta uma homenagem a Gal Costa (1945-2022).

Na verdade, a homenagem e os clássicos meio que se entrecruzam no programa, já que, por exemplo, “Esquadros” e “Livre do Amor”, compostas pela cantora gaúcha, ganharam interpretações antológicas da baiana. O show será amanhã, no Bosque Expo, com portões abertos a partir das 19h.

Na banda de acompanhamento estarão Domenico Lancellotti (bateria), Guto Wirtti (baixo acústico), Jorge Continentino (saxofone, flauta e teclados), Diogo Gomes (trompete e flugelhorn), Marlon Sette (trombone) e Pedro Sá (guitarra). “Maresia”, “Vambora”, “Mais Feliz” e “Naquela Estação” são outras faixas que não faltarão. Ingressos ainda podem ser comprados pelo site mktproduções.com.br.

A turnê já passou pela Europa e volta para lá depois da temporada brasileira. Em seguida, segue para os EUA e para o Japão. “Foi muito legal ter ido para aí [Campo Grande], na Noite da Poesia, no começo do mês. Deu um gostinho de quero mais”, brincou a cantora em entrevista na semana passada.

“Agora, chego com ‘Errante’, com uma banda maravilhosa, e acredito que vai ser uma festa. Aproveito para convidar todo mundo, vai ser bem bonito. Já, já eu estou aí de novo”, afirmou Adriana Calcanhotto.

“Vai ser muito bom voltar, fazia tempo, sei lá, uns 10 anos, que eu não vinha para Campo Grande. Acredito que vai ser um grande encontro com os fãs, com as pessoas que curtem o meu trabalho”, apostou.

Falando sobre o novo álbum, a cantora recorda como foi dar sonoridade às composições de “Errante” a partir de violões que pertenceram a ninguém menos que Nara Leão (1942-1989) e Orlando Silva (1915-1978).

“Achei legal levar o violão do Orlando e o da Nara para o estúdio, para registrar o som deles no álbum. Mas eles ficam bem guardadinhos”, adicionou.

CAVUCADA

De hoje a domingo, a Cia Dançurbana apresenta a performance “Cavucada” pela Temporada Quanto Custa?. Durante o espetáculo, o público é convidado para se mover junto aos artistas na pista de dança do Ponto Bar.

Em todos os dias de performance haverá intérprete de libras, enquanto no domingo terá audiodescrição disponível. 

O título do espetáculo, que celebra os 20 anos da companhia, faz uma referência a um passo de dança do brega-funk.

“Cavucada” rememora coreografias do repertório da Cia Dançurbana, além de danças festivas de diversas referências presentes em filmes, em videoclipes, no TikTok, entre outras fontes.

Em cena, apresentam-se Ariane Nogueira, Daniel Andrade, Jackeline Mourão, Livia Lopes, Maura Menezes, Reginaldo Borges, Renata Leoni, Roberta Siqueira, Rose Mendonça e Wagner Gomes – intérpretes-criadores com diferentes experiências artísticas que vão do hip hop até a dança contemporânea, do vogue até as danças sensuais de empoderamento feminino.

As apresentações dessa temporada vão contar com a participação de Afrodite Fetake, que é performer, hostess e faz parte da House Hands Up MS. A artista tem como referência o vogue e outros elementos da cultura ballroom.

A direção do espetáculo é da dupla de artistas Jorge Alencar e Neto Machado, que vieram de Salvador (BA) para Campo Grande exclusivamente para trabalhar com a companhia.

Para assistir o espetáculo, basta só escolher o dia e reservar o ingresso pela internet. Ao fazer isso, o interessado pode ou não fazer uma contribuição voluntária. As apresentações acontecerão na Rua Doutor Temistocles, nº 103, Centro, sempre às 20h. Mais informações pelo site dancurbana.com.br e pelo Instagram @ciadancurbana.

CINEMA 1

Para celebrar o Dia Internacional da Animação (DIA), o cineclube TransCine – Cinema em Trânsito organizou diversas sessões. A primeira delas, a Mostra de Animação Infantil, foi realizada ontem no Núcleo Humanitário da Nhanhá.

Hoje, tem lugar, no Museu da Imagem e do Som (MIS), a 1ª Mostra Regional de Animação, com 14 títulos. Já amanhã, data oficial do DIA, estará em cartaz a Mostra Nacional e Internacional de Animação, 
no Armazém Cultural, a partir das 19h30min. A entrada é gratuita para todas as sessões.

“O Dia Internacional da Animação é uma celebração da riqueza e da diversidade do cinema de animação. Estamos entusiasmados em trazer essa celebração para Campo Grande e dar destaque ao talento local. A animação é uma forma de arte incrivelmente expressiva, e estamos ansiosos para compartilhar essas histórias cativantes com o público”, afirma a cineasta Mariana Sena, produtora da TransCine.

CINEMA 2

No circuito das telonas, nas salas de shopping centers, entre os destaques da semana estão “Mavka – Aventura na Floresta” e “Hypnotic – Ameaça Invisível”, com direção de Robert Rodriguez e Ben Affleck e Alice Braga no elenco.

Confira a sinopse do thriller: “Determinado a encontrar sua filha desaparecida, um detetive se vê caindo em uma toca de coelho enquanto investiga uma série de crimes que distorcem a realidade. Auxiliado por um médium talentoso, ele persegue um espectro letal”.

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Gastronomia Correio B+

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Quase unanimidade nas mesas brasileiras, o famoso pão de queijo ganha um recheio ainda mais saboroso

23/08/2026 09h30

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa Foto: Divulgação

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MINEIRINHO DE COSTELA

Ingredientes:

Massa

  • 2 xícaras de chá de polvilho azedo
  • ½ xícara de chá de leite
  • ¼ xícara de chá de óleo
  • 1 ovo
  • 1 xícara de chá de queijo meia-cura ralado
  • ½ colher de chá de sal

Recheio de costela

  • 250 gramas de costela bovina cozida e desfiada
  • ½ cebola pequena picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa do caldo do cozimento da costela
  • 1 colher de sopa de cheiro-verde picado
  • Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Comece aquecendo o leite com o óleo até levantar fervura. Coloque o polvilho em uma tigela e despeje a mistura quente, mexendo bem para escaldá-lo. Deixe amornar e acrescente o ovo, o sal e o queijo. Misture e amasse até obter uma massa homogênea e fácil de modelar.

Para o recheio, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente a costela desfiada e um pouco do caldo do cozimento. Refogue até a carne ficar úmida e suculenta, mas sem excesso de líquido. Finalize com cheiro-verde e pimenta.

Montagem:

Pegue uma porção da massa, abra na palma da mão e coloque uma quantidade generosa de costela no centro. Feche cuidadosamente e modele no formato de pão de queijo.

Disponha as unidades em uma assadeira, deixando espaço entre elas. Asse em forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 25 a 30 minutos, ou até os pães de queijo crescerem e ficarem dourados. Espere amornar e sirva.

Obs importante: Tempo de preparo: 45 minutos (Considerando a costela já cozida)
Fonte Água Doce Cachaçaria 

Moda Correio B+

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos?

22/08/2026 17h30

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália? Foto: Divulgação

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Uma sandália preta, de linhas mínimas, que deixa praticamente todo o pé à mostra e cobre apenas o calcanhar. A história muda quando descobrimos que ela é Chanel e custa cerca de R$ 8 mil? 

Recentemente, Margaret Qualley apareceu usando o modelo e a imagem circulou pelas redes sociais. Mas, olhando para aquele sapato, fiquei pensando: se retirássemos a etiqueta Chanel, quanto estaríamos dispostos a pagar por ele?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos? Se encontrássemos exatamente aquela sandália sem identificação em uma pequena loja, talvez passássemos por ela sem prestar muita atenção.

Coloque o nome de uma das maisons mais desejadas do mundo e, de repente, o objeto ganha história, desejo, exclusividade e alguns milhares de reais no preço.

É claro que seria simplista dizer que uma peça de luxo vale apenas por causa da etiqueta. Quando compramos Chanel, não estamos comprando somente couro, salto e algumas tiras.

Existe por trás daquele nome mais de um século de história, savoir-faire, construção de imagem, desfiles, campanhas e uma influência enorme sobre a maneira como mulheres se vestiram ao longo de gerações. Tudo isso também compõe o valor de um produto.

Mas quanto desse valor conseguimos enxergar no objeto e quanto enxergamos porque sabemos quem o assinou?

Durante muito tempo, riqueza precisava parecer riqueza. Tecidos preciosos, bordados, joias, detalhes elaborados e peças que denunciavam imediatamente seu valor. Hoje, parte do luxo parece brincar justamente com o contrário. Uma camiseta branca pode custar milhares, um tênis pode chegar à loja com aparência de usado. Uma bolsa pode parecer propositalmente desgastada e uma sandália pode ser reduzida a quase nada.

Há nisso também uma espécie de código cultural. Quem conhece moda reconhece a peça, a coleção, a assinatura, a referência. 

A pergunta que não quer calar é: Será que desejamos determinadas peças porque realmente as consideramos bonitas e especiais ou aprendemos a desejá-las depois que descobrimos quem as criou? A moda sempre viveu de símbolos. Uma bolsa nunca foi apenas uma bolsa, assim como um relógio de luxo nunca serviu apenas para mostrar as horas. Vestir também é comunicar pertencimento, repertório, aspiração e identidade.

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Não vejo problema em desejar uma Chanel. Muito pelo contrário: a moda também é feita de sonho, história e emoção. Mas talvez seja saudável, de vez em quando, retirar mentalmente a etiqueta daquilo que desejamos. Olhar apenas para o objeto e perguntar: eu ainda gostaria disso se não soubesse a marca?

Antes de pagar pela etiqueta: 5 perguntas para fazer a si mesma

1. Eu compraria se não soubesse a marca?

Faça o exercício de retirar mentalmente o logo e a etiqueta. Você ainda acha a peça bonita e especial? Se a resposta for sim, há grandes chances de existir um desejo genuíno pelo design.

2. Estou pagando por qualidade ou principalmente por desejo?

No luxo, o preço não é determinado apenas pelo material e pela fabricação. História, exclusividade, marketing e prestígio também entram nessa conta. Entender isso ajuda a fazer uma escolha mais consciente.

3. Essa peça conversa com o meu estilo?

Uma tendência pode desaparecer e uma it-piece pode perder relevância rapidamente. Antes de investir, pense em quantas vezes e de quantas maneiras aquela peça realmente entraria no seu guarda-roupa.

4. O custo por uso faz sentido?

Uma bolsa cara usada durante dez anos pode representar um investimento mais coerente do que uma peça mais barata usada uma única vez. Divida mentalmente o preço pela quantidade de vezes que imagina usá-la.

5. Eu quero a peça ou quero o que ela representa?

Talvez seja a pergunta mais difícil. Às vezes desejamos um objeto; outras vezes, desejamos pertencimento, status ou a imagem associada a ele. Nenhuma dessas respostas precisa ser julgada, mas vale saber qual delas está guiando a compra.

No fim, na minha opinião é fundamental conhecer suficientemente o próprio estilo para decidir quando uma etiqueta importa e quando ela não importa.

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