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Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos?

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Uma sandália preta, de linhas mínimas, que deixa praticamente todo o pé à mostra e cobre apenas o calcanhar. A história muda quando descobrimos que ela é Chanel e custa cerca de R$ 8 mil? 

Recentemente, Margaret Qualley apareceu usando o modelo e a imagem circulou pelas redes sociais. Mas, olhando para aquele sapato, fiquei pensando: se retirássemos a etiqueta Chanel, quanto estaríamos dispostos a pagar por ele?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos? Se encontrássemos exatamente aquela sandália sem identificação em uma pequena loja, talvez passássemos por ela sem prestar muita atenção.

Coloque o nome de uma das maisons mais desejadas do mundo e, de repente, o objeto ganha história, desejo, exclusividade e alguns milhares de reais no preço.

É claro que seria simplista dizer que uma peça de luxo vale apenas por causa da etiqueta. Quando compramos Chanel, não estamos comprando somente couro, salto e algumas tiras.

Existe por trás daquele nome mais de um século de história, savoir-faire, construção de imagem, desfiles, campanhas e uma influência enorme sobre a maneira como mulheres se vestiram ao longo de gerações. Tudo isso também compõe o valor de um produto.

Mas quanto desse valor conseguimos enxergar no objeto e quanto enxergamos porque sabemos quem o assinou?

Durante muito tempo, riqueza precisava parecer riqueza. Tecidos preciosos, bordados, joias, detalhes elaborados e peças que denunciavam imediatamente seu valor. Hoje, parte do luxo parece brincar justamente com o contrário. Uma camiseta branca pode custar milhares, um tênis pode chegar à loja com aparência de usado. Uma bolsa pode parecer propositalmente desgastada e uma sandália pode ser reduzida a quase nada.

Há nisso também uma espécie de código cultural. Quem conhece moda reconhece a peça, a coleção, a assinatura, a referência. 

A pergunta que não quer calar é: Será que desejamos determinadas peças porque realmente as consideramos bonitas e especiais ou aprendemos a desejá-las depois que descobrimos quem as criou? A moda sempre viveu de símbolos. Uma bolsa nunca foi apenas uma bolsa, assim como um relógio de luxo nunca serviu apenas para mostrar as horas. Vestir também é comunicar pertencimento, repertório, aspiração e identidade.

Não vejo problema em desejar uma Chanel. Muito pelo contrário: a moda também é feita de sonho, história e emoção. Mas talvez seja saudável, de vez em quando, retirar mentalmente a etiqueta daquilo que desejamos. Olhar apenas para o objeto e perguntar: eu ainda gostaria disso se não soubesse a marca?

Antes de pagar pela etiqueta: 5 perguntas para fazer a si mesma

1. Eu compraria se não soubesse a marca?

Faça o exercício de retirar mentalmente o logo e a etiqueta. Você ainda acha a peça bonita e especial? Se a resposta for sim, há grandes chances de existir um desejo genuíno pelo design.

2. Estou pagando por qualidade ou principalmente por desejo?

No luxo, o preço não é determinado apenas pelo material e pela fabricação. História, exclusividade, marketing e prestígio também entram nessa conta. Entender isso ajuda a fazer uma escolha mais consciente.

3. Essa peça conversa com o meu estilo?

Uma tendência pode desaparecer e uma it-piece pode perder relevância rapidamente. Antes de investir, pense em quantas vezes e de quantas maneiras aquela peça realmente entraria no seu guarda-roupa.

4. O custo por uso faz sentido?

Uma bolsa cara usada durante dez anos pode representar um investimento mais coerente do que uma peça mais barata usada uma única vez. Divida mentalmente o preço pela quantidade de vezes que imagina usá-la.

5. Eu quero a peça ou quero o que ela representa?

Talvez seja a pergunta mais difícil. Às vezes desejamos um objeto; outras vezes, desejamos pertencimento, status ou a imagem associada a ele. Nenhuma dessas respostas precisa ser julgada, mas vale saber qual delas está guiando a compra.

No fim, na minha opinião é fundamental conhecer suficientemente o próprio estilo para decidir quando uma etiqueta importa e quando ela não importa.

CULINÁRIA

Especialista explica a importância da proteína para a alimentação e como a incluir no dia a dia

Especialista explica por que o nutriente é importante para a alimentação, como incluí-lo no dia a dia e por que o consumo adequado varia de pessoa para pessoa

22/08/2026 09h15

Fugir das proteínas óbvias e variar o cardápio é importante para explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparo

Fugir das proteínas óbvias e variar o cardápio é importante para explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparo Foto: Pexels

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O café da manhã ganha ovos, o lanche da tarde recebe whey protein e, cada vez mais, barrinhas, bebidas, iogurtes e até sorvetes passaram a destacar no rótulo a quantidade de proteína presente na composição.

A valorização do nutriente ganhou espaço entre pessoas que buscam emagrecer, ganhar massa muscular ou simplesmente adotar uma alimentação considerada mais equilibrada. Mas, diante de tantas opções e informações circulando nas redes sociais, uma dúvida aparece com frequência: é realmente necessário consumir proteína em todas as refeições para perder peso?

A resposta, segundo especialistas, não é tão simples quanto associar maior consumo de proteína a um emagrecimento mais rápido. Para adultos saudáveis, a recomendação geral de ingestão proteica é de 0,8 grama por quilo de peso corporal por dia.

Essa referência, no entanto, não representa uma prescrição específica para quem deseja perder peso e pode variar de acordo com características individuais, como composição corporal, nível de atividade física, idade e objetivos.

O interesse pelo nutriente também aparece no comportamento do consumidor. Entre janeiro e outubro de 2025, as vendas de whey protein cresceram 124% em volume, segundo levantamento da Scanntech, em parceria com a McKinsey.

De acordo com a nutricionista Fernanda Lopes, a proteína pode ser uma aliada durante um processo de redução de peso, principalmente, por contribuir para a saciedade e ajudar na preservação da massa muscular.

Isso, porém, não significa que seja necessário transformar todas as refeições em preparações altamente proteicas.

“O processo depende do equilíbrio entre diferentes nutrientes, da energia consumida e da qualidade das refeições. A proteína tem uma função importante nesse contexto, mas aumentar sua presença no cardápio não é suficiente para emagrecer nem significa que ela precise estar em tudo o que se come”, explica.

VARIEDADE

Uma das orientações da nutricionista é não depender apenas de alimentos que se tornaram populares nas dietas voltadas ao emagrecimento, como frango e ovos.

Peixes, carnes, leite e derivados, além de leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico, também podem fazer parte do cardápio. A alternância permite explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparo.

No caso das proteínas vegetais, elas podem aparecer tanto como acompanhamento quanto como ingrediente principal de determinadas receitas. O grão-de-bico pode virar salada, pasta ou bolinho assado. A lentilha pode compor sopas, saladas e ensopados. Já o feijão, tradicional na mesa brasileira, pode acompanhar o arroz ou ser utilizado em outras preparações.

“Não devemos olhar apenas para a presença da proteína no prato. A qualidade e a combinação dos alimentos também importam para construir uma alimentação que possa ser mantida no dia a dia”, afirma Fernanda.

SUPLEMENTO É COMPLEMENTO

Muito prático, o whey protein pode ser incorporado a vitaminas, iogurtes, mingaus e outras preparações, mas a nutricionista ressalta que o suplemento não deve ser tratado como um alimento obrigatório para quem deseja emagrecer.

“O whey não é um produto emagrecedor, mas pode ser útil em determinadas situações. Antes de acrescentá-lo, precisamos entender o que a pessoa já come e se existe realmente necessidade de suplementação”, orienta.
A principal função do suplemento, nesse contexto, é ajudar a complementar a ingestão proteica quando existe dificuldade de atingir a quantidade indicada por meio da alimentação convencional.

Isso significa que tomar um shake de whey sem avaliar o restante da dieta pode não trazer o benefício esperado. Dependendo da preparação, outros ingredientes podem ser acrescentados, aumentando o valor energético da refeição.

QUANTIDADE IDEAL

Outro ponto fundamental é evitar comparações. A quantidade de proteína necessária para uma pessoa não necessariamente será adequada para outra.

A recomendação geral de 0,8 g por quilo de peso corporal ao dia é uma referência para adultos saudáveis, mas necessidades individuais podem ser diferentes. Pessoas com níveis distintos de atividade física, composição corporal e objetivos nutricionais podem precisar de estratégias específicas.

Por isso, aumentar a quantidade de carne no almoço, acrescentar ovos ao café da manhã e ainda incluir um shake no lanche não significa necessariamente que o processo de emagrecimento será acelerado.

“Mais importante do que buscar um consumo elevado é entender quanto cada pessoa realmente precisa. A avaliação profissional permite definir o aporte e sua distribuição ao longo do dia de acordo com as características do paciente”, esclarece Fernanda.

A orientação profissional também permite avaliar o restante da alimentação. Afinal, não adianta aumentar significativamente a proteína enquanto frutas, verduras, legumes, fibras e outros nutrientes ficam de fora do cardápio.

EQUILÍBRIO

A popularização dos alimentos proteicos pode ser positiva quando estimula as pessoas a prestar mais atenção à alimentação, mas existe o risco de transformar um único nutriente no centro da dieta.

Uma refeição equilibrada pode reunir diferentes grupos de alimentos. No almoço e no jantar, por exemplo, legumes e verduras podem dividir espaço com uma fonte proteica e alimentos ricos em carboidratos, como arroz, batata, mandioca ou outros cereais e tubérculos. O feijão também pode participar dessa composição.

Nos lanches, frutas podem ser combinadas com iogurte, leite, queijo, ovos ou outras opções, dependendo da necessidade individual. Já no café da manhã, diferentes combinações podem fornecer energia e nutrientes para começar o dia.

Essa diversidade também abre espaço para receitas práticas e saborosas. O objetivo não precisa ser transformar cada refeição em uma preparação “fitness”, mas encontrar formas de inserir alimentos nutritivos na rotina sem abrir mão do prazer de comer.

Creme de lentilha com legumes

Fugir das proteínas óbvias e variar o cardápio é importante para explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparoFoto: Pexels

Ingredientes

  •  1 xícara (chá) de lentilha;
  •  1 cenoura picada;
  •  1 abobrinha picada;
  •  1 tomate picado;
  •  1/2 cebola;
  •  2 dentes de alho;
  •  1 litro de água;
  •  1 folha de louro;
  •  Sal a gosto;
  •  Pimenta-do-reino a gosto;
  •  Cheiro-verde a gosto;
  •  1 fio de azeite.

Modo de Preparo

Refogue a cebola e o alho em uma panela com um fio de azeite. Acrescente o tomate, a cenoura, a abobrinha e a lentilha. 

Cubra com a água, adicione a folha de louro e deixe cozinhar até que a lentilha e os legumes estejam macios. 
Retire o louro e, se desejar uma textura mais cremosa, bata parte da preparação com um mixer ou liquidificador. Ajuste o sal e finalize com cheiro-verde.

Salada de grão-de-bico com atum

Fugir das proteínas óbvias e variar o cardápio é importante para explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparoFoto: Pexels

Ingredientes

  •  1 xícara (chá) de grão-de-bico cozido;
  •  1 lata de atum em água, escorrido;
  •  1 tomate picado;
  •  1/2 pepino picado;
  •  1/4 de cebola roxa fatiada;
  •  Folhas de alface a gosto;
  •  Suco de 1/2 limão;
  •  1 fio de azeite;
  •  Cheiro-verde a gosto;
  •  Sal a gosto.

Modo de Preparo

Em uma tigela grande, misture o grão-de-bico, o atum, o tomate, o pepino e a cebola. 

Acrescente as folhas de alface e finalize com limão, azeite, cheiro-verde e uma pequena quantidade de sal. Misture delicadamente e sirva.

A preparação pode ser consumida como refeição principal ou acompanhamento, de acordo com a organização do cardápio.

Diálogo

Tem candidato apostando na tese de que só merece voto quem nasceu, cresceu... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo deste sábado (22) e domingo (23)

22/08/2026 00h01

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Rafael Belo - poeta de ms

"Palavras erradas estão algemadas na escolha de dizê-las,
no porquê de sacá-las tão rápido,
e atirá-las certeiras ao alvo”.

Felpuda

Tem candidato apostando na tese de que só merece voto quem nasceu, cresceu e, se depender dele, até seja enterrado na Capital. O discurso, carregado de indignação, tenta vender a ideia de que Campo Grande virou “terra de ninguém” na política. Esquece apenas um detalhe elementar: nenhum candidato, em sã consciência, despreza o maior colégio eleitoral de Mato Grosso do Sul. Nesta área, o eleitor costuma separar o CEP do currículo. É, realmente política não é para amadores.

Dourados, segunda cidade mais populosa de Mato Grosso do Sul, com 243.368 habitantes, passa por uma profunda transformação urbana. Estudo da Universidade da Grande Dourados (UFGD) mostra que a expansão da cidade criou uma configuração marcada por bairros, condomínios fechados e conjuntos habitacionais espalhados pelo local. Segundo a professora Maria José Martinelli Silva Calixto, a cidade deixou para trás a antiga divisão entre centro valorizado e periferia pobre. Hoje, existem diferentes tipos de periferia, incluindo áreas de alto padrão e regiões populares com menor acesso à infraestrutura. A expansão urbana também aproximou loteamentos fechados da Reserva Indígena, criando novas fronteiras e contradições. Dourados se tornou também um importante polo regional de comércio, serviços e infraestrutura. Para a pesquisadora, esse processo produz uma cidade mais fragmentada e marcada por desigualdades socioespaciais.

Marcos Vollkopf e Janete Vollkopf
Rener Oliveira

Prova

O candidato ao Senado Capitão Contar carrega nos ombros a responsabilidade de provar que sua escolha para a disputa, depois de muitas polêmicas, foi acertada. Ele saiu da convenção como candidato e assumiu o desafio. Agora, terá de transformar o capital político acumulado em votos. A urna será a prova definitiva.

No vermelho

A inadimplência segue em alta e acende o alerta em MS: 6,41 milhões de consumidores estão negativados no Centro-Oeste, cerca de 48,39% da população adulta. O índice supera a média nacional, de 44,75%, segundo dados de julho da CNDL e do SPC Brasil. Em um ano, o número de inadimplentes na região cresceu 6,34%, pressionando o comércio e o orçamento das famílias. As contas de água e energia lideraram a alta das dívidas, com avanço de 22%, seguidas por bancos e comunicação.

Bolão

Mais de 1,4 mil ovos serão usados no gigantesco bolo preparado pelo Sistema Comércio MS para comemorar os 127 anos de Campo Grande, no dia 26. As massas vão consumir mais de 540 quilos de ingredientes e, com recheio e cobertura, o bolo deverá ultrapassar 800 quilos. Ele terá nada menos que 32 metros de extensão, reproduzindo o letreiro Campo Grande 127 Anos.

Aniversariantes

SÁBADO (22)

  • Palmira Amélia Campos de Figueiredo Massud,
  • Dra. Kátia Carine Volpe
  • Jucimara Costa Pereira,
  • Raquel Araujo de Oliveira Barros,
  • Ronaldo Queiroz dos Santos,
  • Albertin Fogolin,
  • Aurora de Matos,
  • Luiz Abel Piccinin,
  • Genilson da Silva Amarilha,
  • Jânio Luiz Golin,
  • Ricardo Abrão Siufi,
  • José de Paula Brandão,
  • Rogério Alvares Melchior,
  • Maciel Ferreira,
  • Odevanil Rodrigues dos Santos,
  • Shigeo Matsunaga,
  • Norma Rejane Santos Ribas,
  • Leoneida Ferreira,
  • Darlene Barros Serra,
  • Muriel Monteiro Machado,
  • Karla Monteiro Machado Estrela,
  • Giovana Bigolin,
  • Isabela Fiori Travain,
  • João Walter de Vasconcelos,
  • Juliane Genova Moreno,
  • Marcelo Martinusso Duarte,
  • Maurício Pinto Hugo,
  • Eduardo Gasperin Andriguetti,
  • Thaís Aparecida Abrão Vieira,
  • Catarina Ferraz da Silva Pedrossian,
  • Ana Carolina Lyrio de Oliveira Hatschbach,
  • Edson Seitsi Arakaki,
  • Arsenio Gomes Almiron,
  • Maria Alves Benitez,
  • Valmir Vilas Boas,
  • Tayara Guessy,
  • Roberto Alcântara,
  • Elizabeth de Castro,
  • Rafael José Teixeira Machado,
  • Julho Herminio,
  • Adrianne Bertola Carvalho,
  • Maria Célia Ferreira,
  • Janeide Marciano Pouso,
  • Maria da Rosa Salomão,
  • Hélio Pinto de Almeida,
  • Iracema Almeida Barbosa,
  • Elina Nantes Braga,
  • Patrícia Neto Braga,
  • Carlos José Rodrigues Medina,
  • José Antunes de Siqueira,
  • Katsue Missaka Sakai,
  • José Artoldo Cançado,
  • Dr. Mauri Luiz Comparin,
  • José Alexandre Ramos Trannin,
  • Maurício Odorizzi,
  • Mário William Carpes Espíndola,
  • Luís Eduardo Bechuate Saffar,
  • Kamila Garcia Gibim,
  • Eva Figueiredo,
  • Dr. Rafael Almeida da Silva,
  • Dulcinéa Tavares,
  • Alexandre Moraes,
  • Lênis Gonçalves de Matos,
  • Elmar de Almeida,
  • Elizabete Fátima Pastorello Panachuk,
  • Lidiane de Brito Curto,
  • João Luiz Marques Salvadori,
  • Thomas Piacsek,
  • Márcia Maria Abdalla,
  • José Nelson Paschoalim Júnior,
  • Cerenita dos Santos Polati,
  • Thaisa de Molon Zanin,
  • Ana Cláudia Oliveira Marquês Medina,
  • Miriã Leão Congro,
  • Thiago Jovani,
  • Bianca Maria Lorenzano,
  • Solange de Cássia Minelli.

DOMINGO (23)

  • Antônio Carlos Arroyo,
  • Daniela Arroyo Vargas,
  • Oswaldo Mochi Junior,
  • Juliana Vieira de Carvalho Mandetta,
  • Cláudio George Mendonça,
  • Alceu Ponce Arantes,
  • Camilla Rubya Gonçalves de Oliveira,
  • Cláudia Davina Benites Ribeiro,
  • Elio Tognetti,
  • Wagner Cordeiro Chagas,
  • Wanda Alves do Amaral,
  • Alvarina Miranda Quevedo,
  • Jayme Dias Bravo,
  • Georgina Davina Ribeiro,
  • Fabiano Roque Bondejam,
  • Juvanil da Silva Campos,
  • Sérgio Ricardo Souto Vilela,
  • Elaine José Araújo,
  • Sibele Soares Vasques,
  • Dr. Adir Pires Maia,
  • Larissa Rezek Pereira,
  • Gabriela Sobral de Figueiredo Melke,
  • Alda de Brito,
  • Ubirajara de Oliveira,
  • Vicente Gomes dos Santos,
  • Amaro da Silva Santos,
  • Isamara Andrighetto Hardoim,
  • Dra. Jussara Arguello Rodrigues,
  • Marcos Rafael Coelho,
  • Valério Antunes Arguelho,
  • Nelinton Cardoso Braff,
  • Valcir Silva Miranda,
  • Emerson Renato Milani,
  • Wilson Vieira Loubet,
  • Randerson Lima,
  • Vilma Rodrigues de Aguiar,
  • Silvio Maciel da Cruz,
  • Terezinha Fernandes,
  • Medson Janer da Silva,
  • Israel Alves Nogueira,
  • Marilene Coelho,
  • Antônio Fontoura Paes,
  • Irene Valdez Freitas,
  • Eza Jacques Leite,
  • Antônio Salmi,
  • Zeni Ferreira de Andrade,
  • João Jorge Moreira,
  • Elisabeth Madalena da Silva,
  • Dr. Flávio Augusto Bacha,
  • Francisco Medeiros Rocha,
  • Eloy Martins de Oliveira,
  • Wagner de Albuquerque,
  • Eliane Silva Oliveira,
  • Grace Sílvia Tambelini,
  • Uber de Souza Barbosa,
  • Dr. João Bosco de Barros Wanderley,
  • Gisele Cristina Rodrigues Luvizuto,
  • Neuza Yamada Suzuke,
  • Fernanda Luiza Cândido Stinghin,
  • Christina Paula Naste Shirado,
  • Francisco Jacinto da Silva,
  • Juliano Barros de Souza,
  • Angelo Budib,
  • Gleicy Ivana Salvi Vilela,
  • Vanice Godoy,
  • Eduardo Serafim de Souza,
  • Maria Inês Rodrigues Brasil,
  • Waldir Cezaretti de Freitas,
  • Adriana Sá Fichino,
  • Andreya Ytacyara de Barros,
  • Augusto Eiji Oshiro,
  • Nilton Massao Aguena,
  • Bruno Schneider Pereira Selli,
  • Eduardo Azato,
  • Beatriz Viegas Machado Azambuja,
  • Aparecido Silva Cação,
  • Duraid Yassim,
  • Eliane Jacob de Brito

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