Correio B

Literatura

Augusto César Proença tem sua obra celebrada e analisada pela ASL

Autor de vários títulos que resgatam a cultura do Pantanal, além de uma diversificada bibliografia que se estende a outros temas, Augusto César Proença hoje tem sua obra celebrada e analisada, em mais uma edição do clube de leitura da ASL

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A obra do escritor sul-mato-grossense Augusto César Proença será abordada nas leituras e Conversas que a Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL) realiza hoje, com entrada franca, no auditório da instituição, às 19h30min. Lenilde Ramos, Maria Adélia Menegazzo e Sylvia Cesco são as imortais que apresentam e coordenam, na ASL, as edições do clube de leitura que a Academia promove ao público. 

Como convidada, a corumbaense Suzylene Araújo, professora da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, participará do evento, contribuindo com análises sobre a obra de Proença.

Segundo o presidente da ASL, o escritor e publicitário Henrique de Medeiros, Proença foi “muito ligado à cultura e história pantaneira, retratando a vida, a cultura e sua natureza, sempre com um estilo realista e regionalista, abordando personagens e situações típicas da região”. Para Medeiros, Proença “buscou, também, resgatar a memória e a identidade pantaneira, valorizando suas tradições e sua diversidade”.

PROENÇA

Augusto César Proença (1937-2023) ocupou a cadeira nº 28 da ASL. Professor, contista, historiador brasileiro e pesquisador da cultura pantaneira e regional, Proença era natural de Corumbá e formado em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras da Região dos Lagos (Cabo Frio, Rio de Janeiro).

Foi membro da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, da Academia Corumbaense de Letras e do Sindicato dos Escritores do Município do Rio de Janeiro. Durante décadas, colaborou com o Suplemento Cultural (Caderno B) do Correio do Estado (Campo Grande); e com a Revista da ASL.

Entre suas obras publicadas, estão “Snackbar” (1979), “Raízes do Pantanal” (1989), “A Sesta” (1993), “A Condução” (1995), “Pra Qualquer Lugar” (1995), “Nessa Poeira Não Vem Mais Seu Pai” (1996), “Pantanal: Gente, Tradição e História” (1997), “Corumbá de Todas as Graças” (2003) e “Memória Pantaneira” (2004). Foi roteirista e diretor do curta-metragem “A Poeira”, baseado no seu conto “Nessa Poeira Não Vem Mais Seu Pai”. Participou também de várias antologias nacionais.

Augusto César Proença recebeu várias premiações, entre elas, a do Concurso de Contos Ulisses Serra (Campo Grande), Prêmio de Edição Concurso Academia Valenciana de Letras e Contos (Valença/RJ), o Prêmio de Edição Concurso da Editora Litteris (Rio de Janeiro/RJ) e o primeiro lugar no Grande Concurso de Contos e Poesia do Brasil Editora Litteris (Rio de Janeiro/RJ). 

Bastante participativo culturalmente, Augusto César Proença se fez presente e participou de inúmeros encontros, festivais, congressos e simpósios relativos a atividades literoculturais. A Cadeira nº 28 da ASL pertenceu anteriormente ao saudoso acadêmico Lécio Gomes de Souza.

LENILDE

Natural de Campo Grande, Lenilde Ramos é escritora, musicista, cantora, compositora e ativista cultural. Com décadas de atuação também como jornalista, a eclética artista escreveu diversas obras literárias e consagrou-se na música graças ao seu talento vocal e em instrumentos como o piano, o acordeon e o violão. Cadeira n° 31 da ASL, ela já representou Mato Grosso do Sul internacionalmente, inclusive na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

“História sem Nome – Lembranças de Uma Menina Quase Gêmea”, que ganhou edição italiana, “Imagens e Palavras” e “Do Baú da Tia Lê – Crônicas” são as suas principais obras. Lenilde também é autora do capítulo do livro “Vozes da Literatura” (FCMS, 2014), apresentando aspectos biográficos do saudoso escritor e historiador Paulo Coelho Machado.

“Uma mulher de muita coragem, não apenas por escancarar seu talento em palavras, mas na maneira nua e crua de virar suas memórias, vivências e emoções pessoais do lado avesso”, escreveu Valmir Batista Corrêa, membro da ASL, sobre Lenilde.

SYLVIA

Sylvia Cesco também nasceu em Campo Grande, é graduada em Letras Neolatinas e em Pedagogia. Especializou-se em Língua Portuguesa pela Universidade de Taubaté (SP)e em Roteiro para Rádio, TV e Vídeo pela Fertel. Como escritora, além de cronista e poeta, é autora e diretora de peça de teatro, letrista de músicas e foi roteirista auxiliar do filme “Nasce Uma Estrela”, sobre Glauce Rocha. 

Tem os seguintes livros publicados: “Guavira virou”; “Mulher do Mato”; “Sinhá Rendeira”; “Três Poetas Uma Via: Aldravia” (em coautoria); “Ave Marias, Cheias de Raça”; “Histórias de Dona Menina”; “A Glória Dessa Morena” (coautora e organizadora); “Amor e Volezza – Amor Incondicional” (em coautoria); “Vozes da Literatura” (em coautoria); “Palavras Pelo Correio” (coautora e organizadora) e “Um Palmo e Meio de Proseio”.

Exerceu cargos de assessoria e gestão em órgãos como a Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor (Ministério de Assistência Social), participou da elaboração do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e da implantação dos Conselhos Tutelares em MS. Como presidente da União Brasileira de Escritores de Mato Grosso do Sul (UBE-MS), criou a Revista Literária Piúna.

MARIA  ADÉLIA

Maria Adélia Menegazzo nasceu em Apucarana (PR) e reside em Campo Grande desde 1981, quando passou a dar aulas na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). É licenciada em Letras (português/francês) pela Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho (Unesp). Mestre pela Universidade Federal de Goiás e doutora pela Faculdade de Ciências e Letras de Assis (Unesp).

Em 2009, realizou estágio de pós-doutorado no Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Foi professora da UFMS de 1981 a 2010 e, desde 2006, na mesma instituição, leciona Teorias da Narrativa. No Mestrado em Estudos de Linguagens da UFMS, foi coordenadora na fase de implantação, de 2006 a 2008.

Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), entre as suas obras, estão “Alquimia do Verbo e das tintas nas Poéticas de Vanguarda” (1991), “A Poética do Recorte – Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea”, pela Editora da UFMS. Foi organizadora, entre outros volumes, de “Memória da Arte em MS – Histórias de Vida” (1992, em parceria com Maria da Glória Sá Rosa e Idara Duncan Rodrigues).

SERVIÇO

Leituras e Conversas na ASL – “Augusto César Proença”

Hoje, às 19h30min.

Auditório da ASL.
Rua 14 de Julho, nº 4653, Altos do São Francisco.

Entrada gratuita.
Traje esporte.

Música

Na UFMS, Ney Matogrosso recebe o título de doutor honoris causa

Honraria reconhece trajetória de um dos maiores artistas da música brasileira e marca início de três dias de intensa programação cultural voltada à juventude na UFMS

25/03/2026 09h00

Arquivo

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A abertura do Festival da Juventude 2026, marcada para amanhã, às 19h30min, promete entrar para a história do evento ao prestar uma das mais altas homenagens acadêmicas ao cantor e performer Ney Matogrosso.

O artista receberá o título de doutor honoris causa durante cerimônia realizada na Cidade Universitária da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande, em um momento que une arte, reconhecimento institucional e diálogo entre gerações.

A entrega da honraria integra a programação oficial do festival, que ocorre entre quinta-feira e sábado, e deve atrair estudantes, artistas e o público em geral. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos a partir das 17h30min no Teatro Glauce Rocha, local onde será realizada a solenidade.

O momento simboliza o encontro entre a universidade pública e a cultura brasileira em sua forma mais potente. Ao reconhecer Ney Matogrosso, a UFMS destaca a relevância de sua obra, assim como também o impacto social e político de sua trajetória.

O título de doutor honoris causa é a mais alta distinção concedida por instituições acadêmicas a personalidades que contribuíram de forma excepcional para o desenvolvimento da sociedade, das artes e do pensamento.

Ao longo da história, essa honraria foi atribuída a nomes que transformaram suas áreas de atuação – e, no caso de Ney, a escolha dialoga diretamente com uma carreira marcada pela ruptura de padrões e pela constante reinvenção.

Natural de Bela Vista, no interior de Mato Grosso do Sul, o artista construiu uma trajetória que ultrapassou fronteiras geográficas e culturais.

Sua origem sul-mato-grossense adiciona um significado ainda mais especial à homenagem e aproxima o público local de uma figura que ganhou projeção internacional sem perder a conexão com suas raízes.

Desde a década de 1970, quando despontou como vocalista do grupo Secos & Molhados, Ney Matogrosso se destacou por sua capacidade de transformar o palco em um espaço de experimentação estética e liberdade de expressão.

Em um período marcado por repressão política no Brasil, sua presença artística desafiava normas e abria caminhos para novas formas de manifestação.

Com figurinos ousados, maquiagem marcante e performances carregadas de teatralidade, o artista redefiniu o papel do intérprete na música popular brasileira. Sua voz aguda e singular, aliada a uma presença cênica intensa, rapidamente o consolidou como um dos nomes mais inovadores de sua geração.

Ao seguir carreira solo, Ney expandiu ainda mais seus horizontes artísticos. Seu repertório transita por diferentes gêneros e estilos, sempre marcado pela liberdade criativa e pela recusa em se limitar a rótulos.

Essa postura o transformou em um símbolo de autenticidade e resistência, características que continuam a inspirar artistas e públicos até hoje.

Ao longo das décadas, sua trajetória dialogou com temas fundamentais como identidade, corpo, sexualidade, política e liberdade – questões que permanecem centrais nas discussões contemporâneas, especialmente entre os jovens. É justamente essa conexão que torna a homenagem no contexto do Festival da Juventude ainda mais significativa.

A escolha de conceder o título durante o evento reforça a proposta do festival de promover encontros entre diferentes gerações. Ao celebrar um artista que desafiou convenções e abriu caminhos, o FestJuv estabelece um elo entre o passado, o presente e o futuro da cultura brasileira.

A cerimônia seguirá o protocolo acadêmico tradicional, com sessão solene, leitura da resolução que concede o título, entrega do diploma e discurso do homenageado. 

NOITE DE ABERTURA

Após a outorga do título, Ney Matogrosso permanece no palco do Teatro Glauce Rocha para uma apresentação em formato de palestra-show. A atividade será conduzida por Febraro de Oliveira e Isabê, dois jovens participantes do festival, para promover o diálogo intergeracional.

Nesse formato, o artista compartilha histórias de sua trajetória, reflexões sobre o fazer artístico e interpretações de canções que marcaram sua carreira.

A proposta é criar um ambiente mais próximo e intimista, no qual o público possa conhecer o artista e o pensamento por trás de sua obra.

A apresentação aposta na simplicidade estética: vestido de preto e sem grandes adereços, Ney conduz o encontro com a presença cênica que o consagrou.

Entre relatos e performances, o público acompanha um percurso que atravessa décadas da cultura brasileira.

A programação da noite de abertura não se limita à cerimônia. Também nesta quinta-feira, o público poderá acompanhar a abertura da Vila das Letras e o show da Orquestra Indígena com participação da MC Anarandá, no Palco Livre, localizado na Praça da Juventude, em frente ao teatro.

Essas atividades marcam o início de três dias de intensa circulação cultural dentro da universidade, que se transforma em um espaço de convivência, criação e troca de experiências.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

No sábado e domingo, o Festival da Juventude apresenta uma programação diversa, que inclui oficinas formativas, palestras, espetáculos, mostras de cinema, debates, batalhas de rima, concursos literários e concurso de cosplay.

Entre os destaques nacionais estão a psicanalista Maria Homem, a escritora indígena Geni Nuñez e o cantor Chico Chico, responsável pelo show de encerramento.

O festival também abre espaço para artistas locais, como Circo do Mato, Teatro Imaginário Maracangalha, Jackeline Mourão, Cia Pisando Alto e Karla Coronel, promovendo a valorização da produção cultural regional.

FORMAÇÃO ARTÍSTICA

Além de proporcionar o acesso à cultura, o evento também tem como proposta incentivar jovens a desenvolverem sua expressão criativa por meio de diferentes linguagens.

As oficinas formativas abrangem áreas como literatura, audiovisual, tecnologia e poesia falada. Com vagas limitadas e certificação, as atividades proporcionam contato direto com profissionais atuantes no mercado.

Para o produtor e curador do evento, Febraro de Oliveira, essa dimensão é essencial. “As oficinas transformam o festival de palco em laboratório.

Enquanto os shows oferecem inspiração e visibilidade, as oficinas oferecem processo e aprofundamento. Elas deslocam o jovem da posição de espectador para a de criador”, destaca.

OFICINAS

Entre os destaques está a oficina Em Cena, a Ação, conduzida pela atriz Shirley Cruz, que compartilha experiências acumuladas ao longo de mais de 25 anos de carreira no cinema e na televisão.

Outro nome importante é o cineasta Joel Pizzini, responsável pela oficina de roteiro cinematográfico, que propõe uma reflexão sobre o processo criativo no cinema.

Na literatura, a escritora Monique Malcher conduz uma oficina de escrita criativa, enquanto Vinicius Barbosa aborda a mediação de leitura. E a multiartista Alessandra Coelho ministra oficina de slam, destacando a poesia falada como ferramenta de expressão e resistência.

NOVA GERAÇÃO

A programação musical também destaca novos talentos. Um dos principais nomes é Chico Chico, que apresenta o show Let It Burn – Deixa Arder.

O repertório mistura influências de blues, folk, milonga e música popular brasileira, além de releituras de clássicos. A apresentação marca uma fase mais madura do artista, combinando tradição e contemporaneidade.

>> Serviço

Festival da Juventude 2026

Local: Campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Campo Grande.
Data: de 26 a 28 de março.
Abertura: amanhã, às 19h30min, no Teatro Glauce Rocha.
Entrada gratuita.

Mais informações:
Site: festjuv.com.br/2026.
Instagram: @festivaldajuventudems.

FELPUDA

A vereadora Isa Jane Marcondes está andando em campo minado, pois a cada...Leia a coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (25)

25/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Millôr Fernandes - escritor brasileiro

"Ninguém sabe o que você ouve, mas todo mundo ouve muito bem o que você fala”.

 

FELPUDA

A vereadora Isa Jane Marcondes está andando em campo minado, pois a cada fiscalização que realiza e posta em suas redes sociais, torna-se alvo de saraivada de ataques, inclusive dos seus colegas da Câmara Municipal de Dourados. Persistente, ela anda se desviando das minas espalhadas em cada órgão público que visita para constatar se os serviços estão indo ao encontro do que a população quer. Ela verifica, inclusive, o que teria sido varrido para debaixo do tapete. A realidade, dizem, é que há aqueles que desejam tirá-la do páreo de voos mais altos. Vai saber...

Diálogo

Eclético

O deputado Paulo Duarte está buscando novo rumo e, assim, deve deixar o PSB para se filiar, ao que tudo indica, no PSDB. O parlamentar tem trajetória partidária um tanto quanto extensa em sua vida política. Ele foi filiado ao PT.

Mais

E, inclusive, integrou o “núcleo duro” da administração petista em MS. Saiu do PT em 2016 e migrou para o PDT. Mas não durou muito, pois logo mudou de sigla, filiando-se ao MDB. Posteriormente, buscou abrigo no PSB e agora consta que estaria indo para o PSDB. Ufa!

DiálogoDr. Afonso Simões Corrêa, que está participando do programa de residência médica em Oncologia Clínica na USP, em São Paulo

 

DiálogoFlávia Ceretta

Eu juro!

O governador Eduardo Riedel jurou por todos os santos e arcanjos que não conversou sobre política com Lula, quando ele esteve em Campo Grande. Disse que o diálogo entre eles foi sobre, em suas palavras, “investimentos no Estado; falei para ele a respeito da rota bioceânica, da necessidade de manter o aporte para o acesso; conversamos do êxito da concessão, que foi uma delegação de parte das rodovias federais, e também de projetos que estão na Casa Civil e devem ser enviados ao Senado para aprovação da CAE, aqueles 200 milhões de dólares, que temos 50 de contrapartida”. Então, tá...

Palanque

A ministra Simone Tebet bateu o martelo com Lula e trocará MDB, seu partido por três décadas, pelo PSB, cuja figura mais ilustre é o vice-presidente Alckmin. Ela disputará uma das vagas ao Senado, mas por São Paulo, estado com maior colégio eleitoral do País, para “fazer palanque” para o lulismo. Em sua trajetória política em Mato Grosso do Sul foi deputada estadual, prefeita, vice-governadora e senadora.

Recuo

Com a reta final da janela partidária e algumas definições para composição de chapas e, até mesmo, interesse de alçar outros voos, políticos decidiram fazer análise mais detidamente do cenário eleitoral. Assim, já se verifica certa disposição de algumas pré-candidaturas serem mantidas. Uma delas seria a da vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL). Ela teria cogitado até se filiar ao Novo para disputar o Senado. Porém...

Aniversariantes

Elaine Batista de Oliveira,
Alfredo Zamlutti Júnior,
Lauane Braz Andrekowiski Volpe Camargo,
Vilmar Vendramin,
Andréa Elizabeth Ojeda,
Clelia Casanobas Pereira,
Ilda Vilalba Lima,
Aline de Oliveira Silva,
Cicero Pucci,
Antônio Fernandes Teixeira,
Constantinos Mastroyannis,
Goro Shiota,
Izaura Saad do Amaral,
José Aparecido Miguel,
Luis Adolar Camargo Kieling,
Paulo Ricardo Sbardelote,
Darci Rocha Rodovalho,
Elcimar Serafim de Souza,
Marizeth de Faria Molina,
Eva Lefreve,
Miguel Cherbakian Primo,
Amaury D’Anunzio de Miranda Leal,
Eduardo Orsi Abdul Ahad,
Dra. Janete Lima Miguel,
Dr. Sidney Valieri,
Pércio de Andrade Filho,
Ana Carolina Correia,
Adelino Augusto Arakaki Martins,
Maria Neusa de Souza,
Thomaz Lipparelli,
Cristiane Iguma Câmara,
Bertildes Oliveira de Abreu,
Rose Mary Monteiro,
Joaquim Alcides Carrijo,
Luis Antonio de Oliveira,
Wagner Dagoberto Baptista,
Osmar Marques do Amaral,
Aparecido Camazano Alamino,
Alceu Roque Rech,
Zely Vieira Recalde,
Antônio Vladimir Furine,
Hélio Aldo dos Santos,
Magdalena Ferraz Baís,
Roseny Rodrigues Nogueira,
Maria Pereira Motta,
Leôncio de Souza Brito Filho,
Dr. Carlos Benigno Tokarski,
Nilza Maria Coutinho,
Maria Helena Pinheiro,
Zulmira de Freitas,
Nilton Nantes Coelho,
Arialú Paula Nogueira,
José Ernesto de Souza Faria,
Gabriel Meudau Lemos,
Marilda Coelho Lima,
Otávio Otaviano da Silva Pereira,
Maria Emília da Silva,
Pedro Paulo Gentil,
Dirceu Teixeira Nogueira,
Mirna Gonçalves,
Geraldo Carvalho Corrêa,
Nilson Arantes,
Altagno Sandin Bacarje,
Dilma Alvarenga da Silva,
Agenor de Figueiredo,
Fábio da Costa Rondon,
Maria Aparecida Barros de Moura,
Lodemir Cânepa Penajo,
Carlos Augusto Melke,
Taís Oliveira Pena,
Cristina de Melo Hamana,
Assis Alves Pimenta,
Allan Kardec Victor Hugo dos Santos,
Juliene Aparecida da Silva Gomes,
Wanir Maria Gasparetto da Silva,
Edilson Carlos Araujo de Oliveira,
Dayselene de Lara,
Anuncia Gimenes Ayala,
Antonio da Silva,
José Mário Facioli,
Gustavo Kiotoshi Shiota,
Everton Santos Garcia,
Edmilson Amaral da Rosa,
Carlos Uechi,
José Antonio Amaral Camargo,
Milton de Souza Leite,
Rodrigo Fernandes Ramos,
Silvia Aparecida da Silva Rocha,
Eloisa Fernandes dos Santos,
Ademir Gonçalves da Silva,
Thamara Silva Dauzacker Furlan,
Andreia Gomes Gusman,
Guilherme Coppi,
Rubens José Franco Cozza,
Silvania Gobi Monteiro Fernandes,
Márcio José da Cruz Martins,
Cenise Fatima do Vale Montini Jonson,
Dianary Carvalho Borges,
Carlos Eduardo Tedesco Silva,
Douglas Tiago Campos,
Katiussia Ribeiro Vieira,
Nelma Ortolan Franzim,
Sara Rosane Barcelos Moreira,
Luciane de Araújo Martins,
Everton Armôa Martos,
Humberto Dauber,
Carlos Henrique Suzuki,
Vicente Martins,
Quirino Areco

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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