Correio B

Correio B+

B+: 4 plataformas on-line de recompensas para aproveitar melhor seu tempo livre na internet

Pontos que viram recompensas, inclusive em dinheiro. Entenda como funcionam as plataformas que estão fazendo tanto sucesso

Continue lendo...

Imagine-se nesta situação: você está em sua casa, num momento de descanso, e recebe um questionário on-line para responder. Num primeiro momento, você pode não sentir vontade de participar da pesquisa... mas, e se dissermos que, ao responder, você poderá ganhar inúmeras recompensas, o que faria?

Nas chamadas “plataformas on-line de recompensas”, é exatamente isso que ocorre: o usuário se cadastra e recebe questionários de acordo com seu perfil, os quais, uma vez respondidos, conferem-lhe pontos para serem trocados por recompensas.

“As plataformas de recompensas são espaços para as pessoas compartilharem suas experiências, potencializando a sua independência e liberdade para o consumo.  Todos saem ganhando: os usuários, que economizam e aproveitam as oportunidades de compra por terem ajudado o estudo como respondentes, e as empresas que contratam as pesquisas com o objetivo de entender seu público”, explica Fabiane Quero, gerente de Negócios da MindMiners, empresa de tecnologia detentora da plataforma MeSeems.

Além das recompensas conquistadas a partir do envio das respostas, esta modalidade de plataforma digital possibilita ao usuário mais autonomia no processo de decisão de compras, uma vez que também podem oferecer informações sobre produtos e serviços. “É como uma comunidade, na qual pessoas pedem indicação de produtos, lojas, marcas, e outros usuários colaboram com suas experiências. Assim, é possível fazer compras mais precisas, a partir de experiências de pessoas reais”, conta Fabiane.

“Entendemos que todos nós, enquanto seres humanos, precisamos nos sentir motivados para realizar as atividades do dia a dia, principalmente porque vivemos acelerados, cumprindo tarefas. No caso das pesquisas, como as pessoas precisam dedicar um tempo especial para respondê-las, sabemos da importância de incluir benefícios, oportunidades de desconto ou compras. Dessa forma, também estimulamos o usuário a ter mais comprometimento”, acrescenta a gerente de Negócios.

Fique atento as dicas - Foto:Pinterest

Confira agora mesmo 4 plataformas on-line de recompensas e participe.

1- MeSeems: Já são mais de 4 milhões de pessoas que utilizam a plataforma da MindMiners em todo o Brasil. Nela, um usuário pode ganhar, em média, até 500 pontos respondendo 10 pesquisas. Os pontos podem ser trocados por recompensas como recarga de celular, crédito para usar no McDonald's, iFood, Outback e em lojas como Americanas.com, Casas Bahia, Lojas Renner, entre outras.

Outra possibilidade é acumular até 4 pontos por Real gasto no Compre & Ganhe, o marketplace da MeSeems. São mais de 130 lojas on-line como Casas Bahia, Extra, Ponto, Carrefour, AliExpress e outras. Para este ano, a MindMiners anunciou duas novidades para o MeSeems: o “convide e ganhe”, com o qual quem indicar a ferramenta ganhará pontos, e recompensas em dinheiro, pagas por meio de PIX, impulsionando a liberdade de compras dos usuários.

2- Google Opinion Rewards: Desenvolvida pelo Google, a plataforma recompensa em dinheiro cada opinião dada pelo usuário. Porém, os valores só podem ser usados para consumir serviços e produtos da Google Store, como filmes, músicas, jogos, e-books e até planos de assinatura, como do Youtube Premium.

3- Toluna: Nesta plataforma, os pontos são distribuídos de acordo com a extensão da pesquisa, podendo variar de 15 a 5.000 pontos. Entre os diferenciais do site estão sorteios mensais e o sistema “indique e ganhe”. Para receber a recompensa em dinheiro, é necessário alcançar 32.000 pontos acumulados.

4- Mundo de Opiniões: Aqui, os usuários também ganham pontos ao responder pesquisas de mercado on-line sobre produtos e serviços, que podem ser trocados por vale-presentes para plataformas, serviços e lojas online como Americanas, Amazon, Shoptime, Skype, Submarino, GoCash, entre outras. Para participar, é preciso morar no Brasil e ter mais de 16 anos de idade.

Gastronomia Correio B+

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Quase unanimidade nas mesas brasileiras, o famoso pão de queijo ganha um recheio ainda mais saboroso

23/08/2026 09h30

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa Foto: Divulgação

Continue Lendo...

MINEIRINHO DE COSTELA

Ingredientes:

Massa

  • 2 xícaras de chá de polvilho azedo
  • ½ xícara de chá de leite
  • ¼ xícara de chá de óleo
  • 1 ovo
  • 1 xícara de chá de queijo meia-cura ralado
  • ½ colher de chá de sal

Recheio de costela

  • 250 gramas de costela bovina cozida e desfiada
  • ½ cebola pequena picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa do caldo do cozimento da costela
  • 1 colher de sopa de cheiro-verde picado
  • Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Comece aquecendo o leite com o óleo até levantar fervura. Coloque o polvilho em uma tigela e despeje a mistura quente, mexendo bem para escaldá-lo. Deixe amornar e acrescente o ovo, o sal e o queijo. Misture e amasse até obter uma massa homogênea e fácil de modelar.

Para o recheio, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente a costela desfiada e um pouco do caldo do cozimento. Refogue até a carne ficar úmida e suculenta, mas sem excesso de líquido. Finalize com cheiro-verde e pimenta.

Montagem:

Pegue uma porção da massa, abra na palma da mão e coloque uma quantidade generosa de costela no centro. Feche cuidadosamente e modele no formato de pão de queijo.

Disponha as unidades em uma assadeira, deixando espaço entre elas. Asse em forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 25 a 30 minutos, ou até os pães de queijo crescerem e ficarem dourados. Espere amornar e sirva.

Obs importante: Tempo de preparo: 45 minutos (Considerando a costela já cozida)
Fonte Água Doce Cachaçaria 

Moda Correio B+

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos?

22/08/2026 17h30

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália? Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Uma sandália preta, de linhas mínimas, que deixa praticamente todo o pé à mostra e cobre apenas o calcanhar. A história muda quando descobrimos que ela é Chanel e custa cerca de R$ 8 mil? 

Recentemente, Margaret Qualley apareceu usando o modelo e a imagem circulou pelas redes sociais. Mas, olhando para aquele sapato, fiquei pensando: se retirássemos a etiqueta Chanel, quanto estaríamos dispostos a pagar por ele?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos? Se encontrássemos exatamente aquela sandália sem identificação em uma pequena loja, talvez passássemos por ela sem prestar muita atenção.

Coloque o nome de uma das maisons mais desejadas do mundo e, de repente, o objeto ganha história, desejo, exclusividade e alguns milhares de reais no preço.

É claro que seria simplista dizer que uma peça de luxo vale apenas por causa da etiqueta. Quando compramos Chanel, não estamos comprando somente couro, salto e algumas tiras.

Existe por trás daquele nome mais de um século de história, savoir-faire, construção de imagem, desfiles, campanhas e uma influência enorme sobre a maneira como mulheres se vestiram ao longo de gerações. Tudo isso também compõe o valor de um produto.

Mas quanto desse valor conseguimos enxergar no objeto e quanto enxergamos porque sabemos quem o assinou?

Durante muito tempo, riqueza precisava parecer riqueza. Tecidos preciosos, bordados, joias, detalhes elaborados e peças que denunciavam imediatamente seu valor. Hoje, parte do luxo parece brincar justamente com o contrário. Uma camiseta branca pode custar milhares, um tênis pode chegar à loja com aparência de usado. Uma bolsa pode parecer propositalmente desgastada e uma sandália pode ser reduzida a quase nada.

Há nisso também uma espécie de código cultural. Quem conhece moda reconhece a peça, a coleção, a assinatura, a referência. 

A pergunta que não quer calar é: Será que desejamos determinadas peças porque realmente as consideramos bonitas e especiais ou aprendemos a desejá-las depois que descobrimos quem as criou? A moda sempre viveu de símbolos. Uma bolsa nunca foi apenas uma bolsa, assim como um relógio de luxo nunca serviu apenas para mostrar as horas. Vestir também é comunicar pertencimento, repertório, aspiração e identidade.

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Não vejo problema em desejar uma Chanel. Muito pelo contrário: a moda também é feita de sonho, história e emoção. Mas talvez seja saudável, de vez em quando, retirar mentalmente a etiqueta daquilo que desejamos. Olhar apenas para o objeto e perguntar: eu ainda gostaria disso se não soubesse a marca?

Antes de pagar pela etiqueta: 5 perguntas para fazer a si mesma

1. Eu compraria se não soubesse a marca?

Faça o exercício de retirar mentalmente o logo e a etiqueta. Você ainda acha a peça bonita e especial? Se a resposta for sim, há grandes chances de existir um desejo genuíno pelo design.

2. Estou pagando por qualidade ou principalmente por desejo?

No luxo, o preço não é determinado apenas pelo material e pela fabricação. História, exclusividade, marketing e prestígio também entram nessa conta. Entender isso ajuda a fazer uma escolha mais consciente.

3. Essa peça conversa com o meu estilo?

Uma tendência pode desaparecer e uma it-piece pode perder relevância rapidamente. Antes de investir, pense em quantas vezes e de quantas maneiras aquela peça realmente entraria no seu guarda-roupa.

4. O custo por uso faz sentido?

Uma bolsa cara usada durante dez anos pode representar um investimento mais coerente do que uma peça mais barata usada uma única vez. Divida mentalmente o preço pela quantidade de vezes que imagina usá-la.

5. Eu quero a peça ou quero o que ela representa?

Talvez seja a pergunta mais difícil. Às vezes desejamos um objeto; outras vezes, desejamos pertencimento, status ou a imagem associada a ele. Nenhuma dessas respostas precisa ser julgada, mas vale saber qual delas está guiando a compra.

No fim, na minha opinião é fundamental conhecer suficientemente o próprio estilo para decidir quando uma etiqueta importa e quando ela não importa.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).