Correio B

Correio B

BBB 26: Público poderá substituir participantes; entenda

O funcionamento da votação, assim como o momento em que ela será oferecida ao público, ainda não foi revelado

Continue lendo...

Se você já se irritou com um participante "planta" no Big Brother Brasil, os seus desejos foram atendidos para a nova temporada. Pela primeira vez na história do programa, o público poderá substituir qualquer jogador da casa durante o andamento do reality show.

Segundo a Globo, pessoas previamente selecionadas estarão prontas para entrar na casa no lugar dos confinados. Ao longo do programa, a produção do BBB poderá abrir uma votação popular para substituir participantes que não se entregam verdadeiramente ao jogo.

O funcionamento da votação, assim como o momento em que ela será oferecida ao público, ainda não foi revelado. Em nota divulgada à imprensa, no entanto, a Globo garante que a medida visa criar um "mecanismo de combate às plantas".

"Essa substituição virá de um espaço extra desafiador, um laboratório onde um grupo de pessoas confinadas precisará conquistar o público e provar que sabe jogar e que merece uma das vagas na casa do 'BBB'. Sem regalias, os integrantes desse espaço viverão desafios e perrengues suficientes para que o público os conheça e decida quem terá a grande chance de entrar na disputa", explicou o comunicado.

"A gente espera que o público brinque conosco, que ele seja mais um jogador ali, que se sinta parte do domínio desse jogo que é o 'Big Brother'. Todo brasileiro gosta de opinar e de participar. Antes, essa participação estava restrita a algumas dinâmicas específicas ou à eliminação", revelou a diretora-geral Angélica Campos.

O Big Brother Brasil 26 estreia na próxima segunda-feira, 12 de janeiro. A temporada promete começar com novidades, como as cinco Casas de Vidro espalhadas pelo Brasil e a participação de veteranos do reality. Ao todo, serão três grupos de participantes - Pipocas (anônimos), Camarotes (famosos) e Veteranos (Ex-BBBs).

 

 

Gastronomia Correio B+

Dia das Crianças (12/10): Panquecas Coloridas são opções criativas para surpreender a criançada

No dia delas, diversão e sabor à mesa com uma sugestão para a criançada cozinhar e se divertir com a família

11/10/2026 10h30

Dia das Crianças (12/10): Panquecas Coloridas são opções criativas para surpreender a criançada

Dia das Crianças (12/10): Panquecas Coloridas são opções criativas para surpreender a criançada Foto: Divulgação

Continue Lendo...

O Dia das Crianças é uma oportunidade de celebrar a alegria, a criatividade e os pequenos momentos que se transformam em grandes lembranças. E que tal aproveitar a data para reunir a família na cozinha e preparar uma receita divertida, colorida e cheia de sabor? Além de estimular a imaginação dos pequenos, cozinhar juntos é uma maneira deliciosa de compartilhar experiências e despertar o interesse das crianças pelos alimentos.

Para deixar a comemoração ainda mais especial, o Divino Fogão ensina a preparar uma panqueca colorida, que promete conquistar a criançada pelo visual e pelo sabor. Uma receita prática e criativa para transformar a hora da refeição em uma verdadeira brincadeira gastronômica. Quer aprender a fazer essa delícia em casa? Confira o passo a passo e entre nessa aventura de cores e sabores!
 

PANQUECAS COLORIDAS

Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de leite
  • 1 ovo
  • 1/2 cenoura, espinafre e beterraba pequena cozidas.
  • 1 colher de sopa de óleo
  • 1/2 colher de chá de fermento químico
  • 1 pitada de sal

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter uma massa lisa e homogênea. Aqueça uma frigideira antiaderente, coloque pequenas porções da massa e doure dos dois lados. Sirva em seguida.

 

Saúde Correio B+

Roer unhas pode provocar desgaste irreversível dos dentes e alterar a mordida, alertam especialistas

Hábito frequentemente associado à ansiedade pode causar danos permanentes ao esmalte dentário, sobrecarregar a mandíbula e aumentar o risco de infecções por bactérias presentes sob as unhas

10/10/2026 15h00

Roer unhas pode provocar desgaste irreversível dos dentes e alterar a mordida, alertam especialistas

Roer unhas pode provocar desgaste irreversível dos dentes e alterar a mordida, alertam especialistas Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Muito além de uma simples mania, roer unhas pode provocar danos permanentes à saúde bucal. O hábito, conhecido clinicamente como onicofagia, favorece o desgaste irreversível do esmalte dentário, pode alterar a mordida, sobrecarregar a articulação da mandíbula e aumentar a exposição da boca a bactérias presentes sob as unhas.

Frequentemente associado à ansiedade e a outros comportamentos repetitivos relacionados ao estresse emocional, o problema pode surgir em qualquer idade e, muitas vezes, evoluir de forma silenciosa. Como os danos costumam aparecer gradualmente, é comum que só sejam percebidos quando a estrutura dos dentes já foi comprometida.

Segundo a cirurgiã-dentista Dra. Jose Daniela Delgado, especialista em GBT (Guided Biofilm Therapy) da EMS e especialista em Estomatologia e Odontologia Legal e Forense, a onicofagia não deve ser encarada apenas como um hábito estético.

“A onicofagia é um comportamento repetitivo frequentemente relacionado à ansiedade e que acontece de forma inconsciente. Não representa falta de controle ou fraqueza, mas uma maneira que algumas pessoas encontram para lidar com determinadas emoções. O problema é que, quando se torna frequente, pode causar consequências importantes para a saúde bucal”, explica.

Embora fatores como rotina acelerada, excesso de estímulos e estresse sejam frequentemente associados ao aumento da ansiedade, a especialista ressalta que não existe um único gatilho para esse comportamento.

“Cada pessoa manifesta a ansiedade de uma forma diferente. Assim como algumas comem compulsivamente, outras desenvolvem hábitos repetitivos, como roer as unhas. Por isso, é importante compreender a origem desse comportamento para tratá-lo adequadamente”.

Um dos principais riscos está no desgaste do esmalte dentário, camada responsável por proteger os dentes e que não possui capacidade natural de regeneração.

O atrito constante entre os dentes provocado pelo hábito acelera esse processo e pode comprometer permanentemente sua estrutura.

“Diferentemente da pele, o esmalte do dente não se regenera. Quando ele é perdido, não volta naturalmente. Dependendo da extensão do desgaste, o paciente pode precisar de restaurações, facetas ou coroas para recuperar a função e a estética dos dentes”, alerta.

Além do desgaste, a onicofagia pode favorecer pequenas fraturas dentárias, aumentar a sensibilidade e provocar alterações na mordida. O esforço repetitivo também sobrecarrega a articulação temporomandibular (ATM), responsável pelos movimentos da mandíbula, favorecendo dores, inflamações, estalos e alterações funcionais da mastigação, especialmente em pessoas que também apresentam bruxismo ou apertamento dental.

Outro risco pouco conhecido está relacionado à contaminação por microrganismos.

As unhas entram em contato diariamente com diferentes superfícies e acumulam biofilme bacteriano. Ao levá-las repetidamente à boca, esses microrganismos podem ser introduzidos na cavidade oral, aumentando o risco de infecções e desequilíbrios da microbiota bucal.

“As unhas acumulam bactérias presentes nas superfícies que tocamos ao longo do dia. Ao levá-las repetidamente à boca, aumentamos a exposição a microrganismos que não fazem parte da microbiota bucal, favorecendo infecções e outros problemas de saúde”.

Além dos impactos físicos, a onicofagia é reconhecida pela comunidade médica como um comportamento repetitivo focado no corpo (Body-Focused Repetitive Behavior – BFRB). O transtorno está descrito no Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5-TR), da American Psychiatric Association, e integra o grupo dos transtornos obsessivo-compulsivos e relacionados. Revisões científicas também apontam associação entre o hábito e desgaste dentário, alterações na mordida, lesões gengivais, disfunções da ATM e maior exposição da cavidade oral a microrganismos potencialmente patogênicos. 

Para interromper o comportamento, a especialista destaca que simplesmente tentar parar de roer as unhas costuma não ser suficiente.

“Parar de roer as unhas sem tratar a causa costuma ser apenas uma solução temporária. É preciso identificar o gatilho emocional. Dependendo do caso, o tratamento pode envolver acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, além de recursos odontológicos para proteger os dentes durante esse processo”.

Ela alerta ainda que muitas pessoas acabam substituindo a onicofagia por outros hábitos igualmente prejudiciais, como morder tampas de caneta, lápis ou outros objetos rígidos, o que pode intensificar o desgaste dentário.

Além do controle do comportamento, o acompanhamento odontológico periódico é fundamental para identificar precocemente sinais de desgaste e de acúmulo de biofilme. Nesse contexto, protocolos preventivos como o Guided Biofilm Therapy (GBT) permitem evidenciar o biofilme antes da remoção, tornando a limpeza profissional mais precisa e ajudando o paciente a compreender melhor sua condição e participar de forma mais ativa dos cuidados com a saúde bucal.

Para a Dra. Daniela, o principal alerta é não subestimar hábitos aparentemente inofensivos. “Quando um hábito começa a desgastar os dentes, alterar a mordida ou provocar dores na mandíbula, ele deixa de ser apenas uma mania e passa a ser uma questão de saúde. Quanto mais cedo o problema for identificado e tratado, maiores são as chances de evitar consequências permanentes”.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).