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Diálogo

Briga por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul dev... Leia na coluna de hoje

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Rubenio Marcelo - poeta de ms

Quando escurece, dialogo com a estrela que ainda fica refletida nas minhas pupilas em harmonia... Cá em mim, dialogo e logo é dia em meus caminhos”.

Felpuda

Briga por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul deverá ser na base de cotoveladas em Dourados. Há pré-candidatos saindo pelo ladrão, seja da direita, seja da esquerda. De olho nas vagas têm interessados na reeleição, ex-prefeitos, vereadores, servidores públicos, etc. e tal. A raia de largada está sendo preparada e os postulantes às vagas estão se aquecendo, com olho no cronômetro para início da corrida em direção ao pódio eleitoral deste ano. Vale lembrar que o município é o segundo maior colégio eleitoral de MS.

Recado

O presidente estadual do PL, Reinaldo Azambuja, decidiu se manifestar em suas redes sociais, pregando a necessidade da união das forças conservadoras para chegar a um projeto político vitorioso. Depois de elogiar a caminhada do deputado Nikolas Ferreira, afirmou que a iniciativa ultrapassou o campo do gesto individual e assumiu caráter coletivo, tornando-se chamado à coesão política em torno de um projeto maior para o Brasil.

Cobiça

Depois do Carnaval, políticos de todas as cores partidárias intensificarão suas atuações em Campo Grande, maior colégio eleitoral de MS. São 620.523 eleitores, conforme o TRE-MS. Trata-se de contingente feminino formado por 338.886 pessoas e o universo masculino totaliza 281.637 em condições legais de irem às urnas. O número maior de quem tem título eleitoral é formado por pessoas com Ensino Médio completo: 180.229 no total.

Dividida

Segundo político com trânsito no círculo mais fechado do setor, a direita tem demonstrado que está extremamente dividida em Mato Grosso do Sul. Isso, segundo ele, poderá comprometer o projeto do ex-presidente Jair Bolsonaro, que é de ampliar a força do campo conservador conquistando governos, legislativos estaduais e federais, além de cadeiras no Senado.

Descoberta

Pesquisadores da Embrapa Pesca e Aquicultura (TO), descobriram que cápsulas de alho vendidas em farmácias demonstraram eficácia no combate a parasitas que atacam alevinos de pirarucu. A alternativa pode reduzir perdas na produção e diminuir dependência de produtos químicos no setor. Estudo nesse sentido foi publicado na revista científica Veterinary Parasitology.

Celebrando

A antenada colunista Loreta Zardo comemorou sua entrada na casa dos 70 anos rodeada do carinho de familiares e amigos. Foi dia 23 de janeiro, no Casablanca Adega & Bistrô. Os flashes são do arquivo pessoal.

ANIVERSARIANTES

SÁBADO (31)

Elizete Conceição Rodrigues Feitosa (Kinha),
Dr. João de Deus Gomes de Souza,
Amanda Kuibida, 
Maristela Franzim Souza,
Jonathan Pereira Barbosa,
Valentina Campos Gomes da Silva,
Aldo Rolim de Moura,
Edilson Vicente da Silva,
Francisco Mesquita de Mello,
Giselda Lopes de Lima Saravi,
Hugo Silva da Costa,
Isva Batista Schroeder Marques,
Luciana Ganiko,
Nelson Mitugo Yamashita,
Weverton Vieira Nogueira,
Giuvani Dias da Silva,
Berenice Nascimento de Souza, 
Cleiton Rocha, 
Waldir Neves Barbosa, 
Eurides Balaniuc,
Vicente Maximiano de Barros,
Camila Maksoud Torrecilha Cancio, 
Edson Uete Kamá,  
Maria da Glória Paim Barcellos, 
Alfredo Gomes, 
Rômulo Lolli Chetti, 
Dr. Rogério Fernandes Neto,  
Luiz Manzione Filho,  
Ieda Maria Amado,  
Simone Abdalla Rezek,  
José Paulo da Costa Aoki,
Ruy Fernandes Freitas de Carvalho,
Denise Maria de Campos Haendchen Gonsalez, 
Miguel Gomes Filho,
Irene Maria Pereira de Souza,
Getúlio Ribas, 
Ramiro Borges Júnior,
Osvaldir Flores Nunes,
Sirlei Aparecida Rulli Teodoro, 
Daniela Nogueira,
Danilo Nogueira,
Rafael Francisco Filho, 
Lourdes Oliveira Coelho, 
Itamar Falcão da Rocha, 
Edson Alves Mota,
Félix Jara Júnior, 
Nádia Cristina Pereira Carvalho,  
Wanda Eulina Nowak Cruz, 
Vilma Chaparro Lino, 
Dulce Maria Martins,  
Dr. Luiz Augusto Morelli Said, 
Elizabeth Márcia Tramarin, 
Maria Inês Banducci Amizo, 
Zenira Rodrigues de Freitas, 
Rogério Silva Espíndola,
Celso Marchioro,
Tereza Salete Zamboni,
Suelem Karoline Campoçano,
Murilo Bezerra Sabka,
Rosemary Rodrigues Baís do Vale,
Sizuo Uemura,
Dr. César Augusto Sobrinho,
Nilson Olimpio Battiston,
Carlota Wendisch, 
Dr. João Bosco de Araújo Alarcon,  
Débora Frossard Pasquali Yamamoto,  
Cleber Spigoti, 
Racib Panage Harb, 
José Carlos Macena de Britto Junior,
Marina Castilhos Souza Umaki,
Cristina Aguiar Santana Moreira,
Diego Baltuilhe dos Santos,
Joice Bitencorte Bielsa Marcato.

DOMINGO (1º/2)

Ieda de Faria Molina, 
Dr. Alexandre Cury, 
Josyne Andréa Simioli Fontoura Correa, 
Luiz Adive Palmeira,
Nasmen Mahfouz,
Kelly Cristina Nascimento Saad,
Ignácia Vera de Andréa,
Taltiney Amabile Vendramini Duran,
Waldir Pedroso de Oliveira,
Célia Ramires da Silva,
Anacleto Gheno, 
Juçara Gois Pais,
Mauro Lutterbach Lobato,
Sandra Rodrigues Oruê da Silva,
Gilson dos Reis,
Antonio Toshime Arashiro,
Gervasia Del Socorro Saldanha,
Kilza Corrêa Botelho,
Mirian Satsuko Abe,
Nestor Catelan,
Pedro Nunes de Siqueira Júnior,
Rubens Keniti Nakaya,
Rui Manoel Alves Tavares,
Maria Salete Zenhofen,
Mariá Recalde Grilo,  
Neuza Graziano Russo,
Alan Gustavo Barbosa Monteiro, 
Dânia Cristina Correia Sotoma Arguelo,
José Manuel Dias Alves,
Jaqueline Carvalho 
Pinheiro dos Santos,
Eliza Ibrahim Zaher do Nascimento,
Tânia Aparecida Pinto,
Maria Eliane Filizola Costa,
Dr. Jonas Escórcio Neto, 
Lianey Barbosa, 
Audalio de Freitas Souza,
Eduardo Eugênio Siravegna,
Beatriz Helena de Souza 
Bexiga de Carvalho,
João Benedito Yama Higa, 
David Melgarejo,
Bruno Rodrigues Almeida, 
Antônio João Flôres, 
Eunice Azevedo,
Marlene Mansour Mendes,
Daniella Souza Freire,
Durval Lima Ferreira,
Marcelo Fernandes Braz,
Marilúcia Martins,
José Maria Lopes,
Laura Rodrigues Mello,
Juliano Coelho Arakaki,  
Dr. Celso Fetter Hilgert,  
Carmem Kamiya Nakao, 
Dr. José Nogueira de Souza Júnior, 
Simão Pedro mMonteiro Haddad,
Emygdio Alves de Queiroz Neto,  
José Inácio Correia,
João Carlos de Assumpção Filho,
Fernando Soiti Kinjo,
Emory Alves Peres,
Ednéia Pegoraro Florêncio Cilli,
Regiane Cléia Borges Nanni,
Mohamed Reni Alves Akre,
Anna Paula Falcão Bottaro Machado,
Bonifacio Tsunetame Higa Júnior,
Magda Janete Wilde Callegaro, 
Edson Takeshi Nakai,
Fábio Corcioli Miguel,
Robson Nicola Dichoff,
Matheus Valerius Brunharo.

*Colaborou Tatyane Gameiro

FOLIA

Bebeu muito no Carnaval? Veja dicas de nutricionista para amenizar a ressaca

Ressaca acontece por conta de desidratação, hipoglicemia, efeitos tóxicos do álcool e acetaldeído no cérebro

15/02/2026 17h00

Pessoa com ressaca - Imagem de ilustração

Pessoa com ressaca - Imagem de ilustração

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Milhares de foliões pulam Carnaval nesta sexta (13), sábado (14), domingo (15), segunda (16) e terça (17).

Mas, muitos aproveitam a festa como se não houvesse amanhã e exageram na dose alcoólica. Como consequência, a ressaca é a primeira a 'dar as caras' no dia seguinte.

Ressaca é um conjunto de sintomas físicos e mentais, que causam dor de cabeça, sensibilidade à luz e som, fadiga, sede, tontura, náusea, vômito, boca seca, cansaço, sudorese e falta de apetite.

O álcool, em excesso, afeta a alteração da absorção de nutrientes, causa sobrepeso e aumento da barriga, altera a flora intestinal, interfere na imunidade, prejudica a pressão arterial e causa cirrose.

Em entrevista ao Correio do Estado, a nutricionista pós-graduada em Nutrição Esportiva, Lauana Emanuela Oliveira, afirmou que o fígado é o órgão do corpo que mais sofre com o excesso de álcool.

"O fígado é responsável por transformar substância tóxicas em não tóxicas no nosso organismo e o álcool é uma substância tóxica. Quando o álcool chega no fígado, é transformado em ácido acético, que é uma substância que não nos faz mal. Mas, antes desse processo acontecer, ele é transformado em acetaldeído, que é algo mais tóxico ainda. Então, o nosso organismo não fica apenas exposto apenas a uma substância tóxica, mas sim a duas", explicou.

"A sensação de mal estar é causada pelo acetaldeído. O fígado ficou trabalhando para processar o álcool e deixou de executar funções importantes, como liberar glicose nos momentos de jejum. O cansaço do dia seguinte é resultado de um corpo intoxicado que ficou lutando contra os baixos níveis de açúcar no sangue", finalizou.

As dicas que a especialista dá, para amenizar a ressaca, são:

  • Comer melancia, melão, abacaxi e laranja (frutas com alto teor de líquido)

  • Tomar bastante água

  • Ficar em repouso

  • Se alimentar bem

  • Tomar café preto

Coma alcoólico

Coma alcoólico é quando se ultrapassa o limite de metabolização do álcool pelo fígado. Com isso, o órgão não consegue mais realizar seu papel e o nível de álcool continua alto no sangue, causando intoxicação nos órgãos internos e no cérebro.

O excesso ocorre quando há mais de uma grama de álcool por litro de sangue e depende não apenas da dosagem que é consumida, mas também do peso, altura, alimentação e constituição física da pessoa. 

A partir das três gramas por litro, já é possível aparecer problemas cardiorrespiratórios, perda de consciência, desmaios, convulsão e hiportermia.

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme

"Viver Elke Maravilha foi um trabalho de observação e detalhes muito grandes"

15/02/2026 16h00

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme Foto: Arturo Cordero

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Celebrando 15 anos de carreira, Gabi Spaciari pode ser vista em duas produções recentes do streaming: Na Netflix, a atriz interpreta Elke Maravilha no longa “Silvio Santos vem aí”, ao lado de Leandro Hassum. Já na Prime Video, ela pode ser vista nos filmes “O armário mágico” e “Um caso de outro mundo”, que protagoniza ao lado de Glauce Graieb e Nívea Maria.

Paranaense, Gabi também é produtora. Entre seus projetos está o curta-metragem "Broken Hills", dirigido por Edmilson Filho. A obra, que ela escreveu e estrelou, recebeu diversos prêmios e indicações de Melhor Atriz em festivais internacionais. Atualmente, a artista está em fase de pós-produção do documentário longa-metragem "Mom Street", que dirigiu e produziu, abordando a comunidade de Skid Row, em Los Angeles, e possíveis soluções para a situação das pessoas em situação de rua.

Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Gabi Spaciari também atuou nos longas brasileiros "Love in Quarantine" e “Fora de Cena”.  Ela ainda tem trabalhos na Espanha, nos Emirados Árabes e nos Estados Unidos, onde participou da série americana "The Bold and the Beautiful", exibida pela CBS, e da peça "Paisaje Marino con Tiburones y Bailarina" - vencedora do Encore Award no Hollywood Fringe Festival (2018).

Gabi também tem no currículo campanhas para marcas nacionais e internacionais, como O Museu do Luvre, Warner Bros, Museu Sheik Zayed, e participações em videoclipes “Maresia", do cantor português Gohu, e "One Last Time", da cantora canadense Maggie Szabo.

Gabi é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre carreira, trabalhos e seu papel como a icônica Elke Maravilha em filme. 

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filmeA atriz Gabi Spaciari é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Arturi Cordero - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Gabi você interpreta Elke Maravilha no filme “Silvio Santos Vem ai’”, que está disponível na Netflix. Como foi dar vida a esse ícone nacional? Como a caracterização impactou na sua atuação?
GS -
 Foi uma delícia! Não tem como colocar um ornamento na cabeça de 30 centímetros e agir naturalmente, imediatamente a gente vira Elke! Elke tem muitas camadas, nesse filme a gente vê só a caracterização. 

CE - Você também pode ser vista nos longas “O armário mágico” e “Um caso de outro mundo”, do qual é protagonista, na Prime Video. Como você observa o espaço que streaming dá para produções e artistas hoje?
GS -
Acho que é uma via de mão dupla, custa tanto para fazer uma produção que ter uma quantidade tão diversa de filmes, sem precisar produzir é extremamente lucrativo para os streamings. E para os filmes é essencial exposição. Então, acho que ambos se beneficiam.

CE - Apesar de vários filmes no currículo, você ainda não tem novelas. Sonha em trabalhar nesse tipo de produção no Brasil?
GS -
Claro que sim! Poder ir ao set durante meses seguidos deve ser uma delícia para o ator. No cinema, as produções que participei duraram de 2 semanas a 2 meses. 

CE - Acha que fazer novela e TV aberta são ainda fundamentais para a visibilidade dos artistas?
GS -
 Depende do país que estamos falando. Se for Brasil, com certeza, já que somos o país das telenovelas. Ao redor do mundo, não. Os programas mais vistos não são novelas.

CE - Você fez vários trabalhos pelo mundo, como nos EUA e na Espanha. O que enxerga de diferente no mercado internacional? E como é se manter trabalhando fora do país?
GS -
 Cada país difere muito em termos de produção audiovisual. Os EUA são mais estruturados e acessíveis em termos de acesso aos castings, por exemplo. A Espanha é um mercado aquecido da Europa, onde já fiz comercial. Mas, em qualquer parte do mundo, oO caminho é sempre o mesmo: agências, testes, conhecer gente, manter material atualizado, continuar aprendendo…

CE - Em Paralelo à vida de atriz, você é produtora e tem curtas em festivais e está finalizando outros. Como é assumir as rédeas de projetos pessoais? 
GS -
 É gratificante ver ideias que eram só suas ganhando vida e sendo abraçadas por outras pessoas. Acho que esse é o poder da comunicação. Acredito que é uma necessidade contar histórias e, às vezes, elas ainda não foram abordadas por determinado ângulo. Então, surge daí a minha necessidade de contá-la.

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filmeA atriz Gabi Spaciari é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você está festejando 15 anos de trajetória artística. Qual avaliação você faz da sua carreira até aqui? 
GS -
 Às vezes, eu olho pra trás e parece que já vivi várias vidas. A menina que fazia teatro na cidade de 6 mil habitantes é muito diferente da que trabalhou em Los Angeles. Sempre o que me motivou foi o aprendizado como ser humano para ser uma artista melhor. Acredito que ter morado e trabalhado em várias culturas ao redor do mundo transformou muito minha visão e trajetória enquanto artista.

CE - Você mora em Dubai. Como é a vida por ai? Como é atravessar oceanos pra fazer trabalhos como atriz?
GS -
 Sim! Em Dubai trabalho em comerciais e fotos para marcas bem conhecidas como Museu do Louvre e Warner Bros, por exemplo. Também como assistente de direção em produções locais. Sempre se ganha algo e se perde algo! Aqui as produções cinematográficas são quase inexistentes. 

CE - Quais seus sonhos profissionais?
GS -
 Quero continuar produzindo histórias com senso crítico social, como o documentário que estou trabalhando sobre Skid Row. E participar de filmes e projetos que sejam interessantes! De história, de equipe, mais do que quantidade estou buscando alinhamento e qualidade. 

CE - Quais os próximos projetos a caminho?
GS - 
Mom Street, meu documentário que está em pós-produção. Ele tem direção e produção assinadas por mim e aborda a comunidade de Skid Row, em Los Angeles, e possíveis soluções para a situação das pessoas em situação de rua.

 

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