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Capa Especial Dia das Mães B+: Entrevista exclusiva com a atriz e roteirista Danni Suzuki

Entre seus próximos lançamentos estão as séries "Capoeiras" (Disney+) e "(In)Vulneráveis" (E! Entertainment).

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Multifacetada e dona de um currículo de peso, que envolve desde sua formação em direção e atuação na NY Film Academy até o bacharelado em Desenho Industrial (PUC-RJ) e pós-graduação em neurociência (PUC—RS), Danni Suzuki estrelou no último ano seu primeiro filme em inglês.

A atriz, que é também apresentadora, diretora, roteirista, palestrante, e se tornou a primeira atriz brasileira com ascendência asiática a protagonizar um longa-metragem no país com a estreia do suspense nacional "Secrets", seu segundo trabalho no idioma, após atuar ao lado de Penélope Cruz em "Sabor da Paixão", de 2003.

Neste projeto, já disponível no Prime Video, ela assume o papel de Naomi em uma narrativa densa, eletrizante e envolta de mistérios, que explora as entrelinhas dos relacionamentos abusivos, o firmamento de uma fachada feliz incompatível com a realidade em prol do status, expectativas amorosas distorcidas, e a revelação de grandes segredos desconhecidos mesmo após 7 anos de relacionamento conjugal.

Com um enredo que mistura thriller e romance, o longa-metragem explora como a verdade pode ser libertadora, mas também destrutiva.

A produção da Ruschel Studios, em parceria com a Great Movies e distribuição da A2 Filmes, já conquistou reconhecimento internacional, sendo premiada como "Melhor Filme de Drama" no Monthly Film Festival, na Sérvia, e no Marbella International Film Festival, na Espanha. Nacionalmente, entre os prêmios recebidos estão o de Melhor Atriz no Festival Cine Santo André e no Festival Bananeiras de Cinema.

Além de seu retorno ao cinema, Danni, que recentemente dublou para Dream Works Animation, personagens centrais em “Patos” e “Kung Fu Panda 4”, também está presente nas telas de TV e no streaming. A apresentadora, que conquistou o público em duas temporadas do “The Voice Brasil” (2012 e 2015), lançou o reality show de moda “New Faces” no canal E! Entertainment.

Sob a direção de Bernardo Bôscoli, o programa, disponível também no Universal+, redefine padrões de beleza, com foco na diversidade feminina, equidade e a inclusão, abordando marcas de vida como cicatrizes, tatuagens e rugas.

Com um elenco de oito participantes dispostas a enfrentar uma série de oficinas e desafios, a competição promete revelar talentos que desafiam os padrões tradicionais da moda. A vencedora ganhará um contrato com a agência Rock.

Também como apresentadora, esteve à frente de vários programas de cobertura dos mais importantes festivais de música, entrevistas de celebridades nacionais e internacionais, e morou com diversos povos de diferentes culturas pelo mundo filmando para o Multishow.

Com quase 30 anos no audiovisual, em destaque na Globo em novelas como "Malhação", "Bang Bang" e "Viver a Vida", Danni tem ampliado seu repertório no streaming. Entre seus projetos mais recentes estão "Arcanjo Renegado"(Globoplay) e "Desjuntados" (Prime Video), e seus futuros lançamentos "Capoeiras" (Disney+) e “(In)Vulneráveis” (E!).

Em paralelo à carreira de atriz, nos bastidores da indústria cinematográfica, ela também desponta como diretora e roteirista. Seu curta-metragem de estreia, "Pulso", lançado em 2016, recebeu prêmios em grandes festivais, como no argentino Mar del Plata, e nos americanos “LABRRIF” e “Olympus Film Festival”, realizados em Los Angeles. O filme também foi exibido no Laemmle Theater, em Hollywood.

Sua experiência se estende também ao campo das palestras, tendo participado de quatro edições do TEDx e atuado pela segunda vez como júri do International Emmy Awards. Como se não bastasse, atua também na área da educação integrando o corpo docente do MBA da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), no curso de Influência Digital e Neuromarketing.

Com compromisso social entre as suas marcas, foi embaixadora das organizações internacionais não governamentais "Waves for Water", que promove o acesso à água potável em comunidades vulneráveis, e "Make a Wish", que realiza sonhos de crianças e jovens com doenças graves, progressivas e degenerativas.

Somando 26 anos dedicados a ações humanitárias, realizando também seus próprios projetos sociais, Danni tem voltado atenção especial, desde 2016, para trabalhos que envolvem o apoio a famílias refugiadas, inclusive foi anunciada esse ano como Apoiadora de Alto Perfil da ACNUR — a Agência da ONU para Refugiados.

Entre suas iniciativas recentes, uma obra um tanto especial e que vai usufruir de toda a expertise adquirida: a direção de um documentário sobre crianças nessa situação, filmado em locais como Turquia, Líbano, Síria e na fronteira entre Brasil e Venezuela.

Danni é Capa exclusiva e Especial de Dia das Mães do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre carreira, novos trabalhamos e o papel de ser mãe neste dia tão especial.

A atriz Danni Suzuki é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Nanda Araújo - Diagramação: Denis Felipe -
Por Flávia Viana

CE - Sua carreira atravessa diversas funções — atriz, apresentadora, diretora e até palestrante — ao longo de mais de 20 anos. Quais foram os momentos mais transformadores dessa trajetória, e como essas diferentes experiências se complementam na sua vida artística? 
DZ -
 Foram experiências muito diversas e algumas muito fortes, como as do programa "Pé no Chão", quando eu morei com diversos povos diferentes pelo mundo. Uma vivência que ampliou a minha vontade de estudar mais o comportamento humano. Cada experiência da minha carreira foi compondo um pedacinho de mim e construindo minha história. Sou muito grata a todas, desde as mais simples às mais profundas. 

CE - Você estreou como diretora e roteirista com o curta-metragem “Pulso” em 2016, obra que foi premiada em diversos festivais. O que a motivou a assumir a direção, e como estar por trás das câmeras mudou sua perspectiva de contar histórias em comparação com atuar? 
DZ -
 Dirigir sempre foi um desejo desde antes de ser atriz. Sinto que posso compartilhar de forma mais ampla a minha perspectiva. Me dá autonomia e fala mais do que eu verdadeiramente sinto e como vejo o mundo. É um desafio diferente e extremamente gratificante ver um projeto ganhar vida de uma forma que eu idealizei.

CE - Além das artes, você se especializou em Neurociência e Comportamento e chega a dar aulas sobre influência digital e comportamento humano. De onde veio esse interesse pela ciência, e de que forma esse conhecimento influencia sua maneira de atuar, dirigir ou se comunicar com o público? 
DZ -
 A neurociência expandiu muito o meu conhecimento de mim mesma. Estudar o cérebro e seu funcionamento realmente muda sua expectativa de vida. Esse interesse pela ciência é antigo e se intensificou com minha curiosidade sobre como as pessoas pensam e porque se comportam da forma que se comportam. Esse conhecimento é fundamental, especialmente nas artes, pois me ajuda a compreender melhor as personagens que interpreto, que crio e como conectá-las com o público. Nas minhas palestras, posso integrar o comportamento humano à performance, tornando a comunicação e a habilidade de conexão emocional mais impactante.

CE - Tem algum personagem que adoraria interpretar? Qual seria o papel dos sonhos?
DZ -
 Papéis fortes e inspiradores onde grandes batalhas são vencidas, para o bem. 

CE - Entre seus próximos lançamentos estão as séries "Capoeiras" (Disney+) e “(In)Vulneráveis” (E! Entertainment). O que pode adiantar sobre elas? 
DZ - 
Ambas abordam temas relevantes e contemporâneos, com personagens que vão ressoar com o público de maneiras diferentes. A mistura de luta e drama em “Capoeiras” é algo que promete ser bem divertido! E a força emocional de (In)Vulneráveis vai arrancar aí algumas lágrimas e sorrisos do público. 

A atriz Danni Suzuki é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Nanda Araújo - Diagramação: Denis Felipe -
Por Flávia Viana

CE - Seu engajamento em causas sociais é notório: você atua como apoiadora de alto perfil do ACNUR e desenvolveu projetos como cursos de inteligência emocional para refugiados , além de estar produzindo um documentário sobre crianças refugiadas. O que a levou a mergulhar tão profundamente nessas causas humanitárias, e de que maneira essas vivências influenciam sua visão de mundo e os projetos que você escolhe realizar? 
DZ -
 Certamente vem do meu compromisso com Deus de cada vez mais me tornar um ser humano construtivo para humanidade, e meu desejo de fazer a diferença. Essas experiências me tocaram profundamente e moldam minha visão de mundo. Acredito que todos temos uma responsabilidade social e, através do meu trabalho, busco dar voz a quem precisa, desenvolver, realizar e inspirar ações positivas.

CE - Você é uma das artistas de ascendência asiática mais reconhecidas no Brasil, mas já enfrentou situações em que o mercado não abraçou essa diversidade. Como foi superar esses obstáculos, e qual é sua visão hoje sobre representatividade e oportunidades para artistas asiáticos ou com ascendência asiática na mídia brasileira?
DZ -
 Ser uma artista de ascendência asiática no Brasil tem seus desafios, mas também uma grande oportunidade de quebrar estereótipos. Enfrentei obstáculos, mas hoje vejo uma mudança positiva em relação à representatividade, mas também vejo que ainda temos muito a conquistar. É fundamental que artistas asiáticos tenham mais espaço e oportunidades, e estou comprometida em ser parte dessa transformação.

Ela é apoiadora da ACNUR e luta dos refugiados - Divulgação

CE - Ano passado você alcançou o marco história de se tornar a primeira atriz brasileira com ascendência asiática a protagonizar um longa-metragem nos cinemas; no caso, "Secrets". Qual foi a sensação ao saber disso? E como foi a experiência de gravar totalmente em inglês pela segunda vez, em comparação com a primeira?
DZ -
 Foi um marco incrível saber que eu seria a primeira atriz brasileira de ascendência asiática a protagonizar um longa. A sensação foi de orgulho e responsabilidade. Gravar em inglês pela segunda vez foi desafiador, mas também libertador, pois pude explorar uma nova forma de expressar emoções em uma língua diferente. E me deu a certeza que estou pronta pra me expandir e atuar em qualquer parte do mundo. 

CE - A maternidade ocupa um lugar central na sua vida — você mesma afirmou “me sinto muito mãe, acima de qualquer coisa” após o nascimento do seu filho. Como ser mãe transformou a maneira como você encara o mundo? Que ensinamentos dessa experiência você mais procura transmitir ao seu filho no dia a dia?
DZ - 
A maternidade me fez perceber ainda mais o milagre que é a vida. Poder olhar o mundo com uma compreensão da espiritualidade e valorizar cada minuto como algo muito valioso. Procuro transmitir ao meu filho a importância da bondade, da curiosidade e do respeito, do amor e da fé. Esses valores são fundamentais para formar um ser humano íntegro.

CE - Depois de tantas experiências variadas, da arte à ciência, da fama ao trabalho comunitário, o que hoje dá sentido à vida de Danni Suzuki? Em suas palestras e TEDx, você frequentemente aborda o propósito e o “valor de ser humano” nas nossas ações. Como você define seu propósito pessoal neste momento da sua jornada? 
DZ -
 Hoje, o que dá sentido à minha vida é crescer em todas as áreas da vida enquanto busco impactar positivamente as pessoas ao meu redor. O propósito vai além da minha carreira; está em fazer pelo outro, definitivamente; e em inspirar outros a encontrarem seu valor e suas melhores habilidades enquanto ser humano. E é sobre isso que palestro. Para que compreendam que o mundo não é só sobre nós. Essa é uma das minhas missões atualmente.

Com o filho Kauai - Divulgação

 

Música

Na UFMS, Ney Matogrosso recebe o título de doutor honoris causa

Honraria reconhece trajetória de um dos maiores artistas da música brasileira e marca início de três dias de intensa programação cultural voltada à juventude na UFMS

25/03/2026 09h00

Arquivo

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A abertura do Festival da Juventude 2026, marcada para amanhã, às 19h30min, promete entrar para a história do evento ao prestar uma das mais altas homenagens acadêmicas ao cantor e performer Ney Matogrosso.

O artista receberá o título de doutor honoris causa durante cerimônia realizada na Cidade Universitária da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande, em um momento que une arte, reconhecimento institucional e diálogo entre gerações.

A entrega da honraria integra a programação oficial do festival, que ocorre entre quinta-feira e sábado, e deve atrair estudantes, artistas e o público em geral. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos a partir das 17h30min no Teatro Glauce Rocha, local onde será realizada a solenidade.

O momento simboliza o encontro entre a universidade pública e a cultura brasileira em sua forma mais potente. Ao reconhecer Ney Matogrosso, a UFMS destaca a relevância de sua obra, assim como também o impacto social e político de sua trajetória.

O título de doutor honoris causa é a mais alta distinção concedida por instituições acadêmicas a personalidades que contribuíram de forma excepcional para o desenvolvimento da sociedade, das artes e do pensamento.

Ao longo da história, essa honraria foi atribuída a nomes que transformaram suas áreas de atuação – e, no caso de Ney, a escolha dialoga diretamente com uma carreira marcada pela ruptura de padrões e pela constante reinvenção.

Natural de Bela Vista, no interior de Mato Grosso do Sul, o artista construiu uma trajetória que ultrapassou fronteiras geográficas e culturais.

Sua origem sul-mato-grossense adiciona um significado ainda mais especial à homenagem e aproxima o público local de uma figura que ganhou projeção internacional sem perder a conexão com suas raízes.

Desde a década de 1970, quando despontou como vocalista do grupo Secos & Molhados, Ney Matogrosso se destacou por sua capacidade de transformar o palco em um espaço de experimentação estética e liberdade de expressão.

Em um período marcado por repressão política no Brasil, sua presença artística desafiava normas e abria caminhos para novas formas de manifestação.

Com figurinos ousados, maquiagem marcante e performances carregadas de teatralidade, o artista redefiniu o papel do intérprete na música popular brasileira. Sua voz aguda e singular, aliada a uma presença cênica intensa, rapidamente o consolidou como um dos nomes mais inovadores de sua geração.

Ao seguir carreira solo, Ney expandiu ainda mais seus horizontes artísticos. Seu repertório transita por diferentes gêneros e estilos, sempre marcado pela liberdade criativa e pela recusa em se limitar a rótulos.

Essa postura o transformou em um símbolo de autenticidade e resistência, características que continuam a inspirar artistas e públicos até hoje.

Ao longo das décadas, sua trajetória dialogou com temas fundamentais como identidade, corpo, sexualidade, política e liberdade – questões que permanecem centrais nas discussões contemporâneas, especialmente entre os jovens. É justamente essa conexão que torna a homenagem no contexto do Festival da Juventude ainda mais significativa.

A escolha de conceder o título durante o evento reforça a proposta do festival de promover encontros entre diferentes gerações. Ao celebrar um artista que desafiou convenções e abriu caminhos, o FestJuv estabelece um elo entre o passado, o presente e o futuro da cultura brasileira.

A cerimônia seguirá o protocolo acadêmico tradicional, com sessão solene, leitura da resolução que concede o título, entrega do diploma e discurso do homenageado. 

NOITE DE ABERTURA

Após a outorga do título, Ney Matogrosso permanece no palco do Teatro Glauce Rocha para uma apresentação em formato de palestra-show. A atividade será conduzida por Febraro de Oliveira e Isabê, dois jovens participantes do festival, para promover o diálogo intergeracional.

Nesse formato, o artista compartilha histórias de sua trajetória, reflexões sobre o fazer artístico e interpretações de canções que marcaram sua carreira.

A proposta é criar um ambiente mais próximo e intimista, no qual o público possa conhecer o artista e o pensamento por trás de sua obra.

A apresentação aposta na simplicidade estética: vestido de preto e sem grandes adereços, Ney conduz o encontro com a presença cênica que o consagrou.

Entre relatos e performances, o público acompanha um percurso que atravessa décadas da cultura brasileira.

A programação da noite de abertura não se limita à cerimônia. Também nesta quinta-feira, o público poderá acompanhar a abertura da Vila das Letras e o show da Orquestra Indígena com participação da MC Anarandá, no Palco Livre, localizado na Praça da Juventude, em frente ao teatro.

Essas atividades marcam o início de três dias de intensa circulação cultural dentro da universidade, que se transforma em um espaço de convivência, criação e troca de experiências.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

No sábado e domingo, o Festival da Juventude apresenta uma programação diversa, que inclui oficinas formativas, palestras, espetáculos, mostras de cinema, debates, batalhas de rima, concursos literários e concurso de cosplay.

Entre os destaques nacionais estão a psicanalista Maria Homem, a escritora indígena Geni Nuñez e o cantor Chico Chico, responsável pelo show de encerramento.

O festival também abre espaço para artistas locais, como Circo do Mato, Teatro Imaginário Maracangalha, Jackeline Mourão, Cia Pisando Alto e Karla Coronel, promovendo a valorização da produção cultural regional.

FORMAÇÃO ARTÍSTICA

Além de proporcionar o acesso à cultura, o evento também tem como proposta incentivar jovens a desenvolverem sua expressão criativa por meio de diferentes linguagens.

As oficinas formativas abrangem áreas como literatura, audiovisual, tecnologia e poesia falada. Com vagas limitadas e certificação, as atividades proporcionam contato direto com profissionais atuantes no mercado.

Para o produtor e curador do evento, Febraro de Oliveira, essa dimensão é essencial. “As oficinas transformam o festival de palco em laboratório.

Enquanto os shows oferecem inspiração e visibilidade, as oficinas oferecem processo e aprofundamento. Elas deslocam o jovem da posição de espectador para a de criador”, destaca.

OFICINAS

Entre os destaques está a oficina Em Cena, a Ação, conduzida pela atriz Shirley Cruz, que compartilha experiências acumuladas ao longo de mais de 25 anos de carreira no cinema e na televisão.

Outro nome importante é o cineasta Joel Pizzini, responsável pela oficina de roteiro cinematográfico, que propõe uma reflexão sobre o processo criativo no cinema.

Na literatura, a escritora Monique Malcher conduz uma oficina de escrita criativa, enquanto Vinicius Barbosa aborda a mediação de leitura. E a multiartista Alessandra Coelho ministra oficina de slam, destacando a poesia falada como ferramenta de expressão e resistência.

NOVA GERAÇÃO

A programação musical também destaca novos talentos. Um dos principais nomes é Chico Chico, que apresenta o show Let It Burn – Deixa Arder.

O repertório mistura influências de blues, folk, milonga e música popular brasileira, além de releituras de clássicos. A apresentação marca uma fase mais madura do artista, combinando tradição e contemporaneidade.

>> Serviço

Festival da Juventude 2026

Local: Campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Campo Grande.
Data: de 26 a 28 de março.
Abertura: amanhã, às 19h30min, no Teatro Glauce Rocha.
Entrada gratuita.

Mais informações:
Site: festjuv.com.br/2026.
Instagram: @festivaldajuventudems.

FELPUDA

A vereadora Isa Jane Marcondes está andando em campo minado, pois a cada...Leia a coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (25)

25/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Millôr Fernandes - escritor brasileiro

"Ninguém sabe o que você ouve, mas todo mundo ouve muito bem o que você fala”.

 

FELPUDA

A vereadora Isa Jane Marcondes está andando em campo minado, pois a cada fiscalização que realiza e posta em suas redes sociais, torna-se alvo de saraivada de ataques, inclusive dos seus colegas da Câmara Municipal de Dourados. Persistente, ela anda se desviando das minas espalhadas em cada órgão público que visita para constatar se os serviços estão indo ao encontro do que a população quer. Ela verifica, inclusive, o que teria sido varrido para debaixo do tapete. A realidade, dizem, é que há aqueles que desejam tirá-la do páreo de voos mais altos. Vai saber...

Diálogo

Eclético

O deputado Paulo Duarte está buscando novo rumo e, assim, deve deixar o PSB para se filiar, ao que tudo indica, no PSDB. O parlamentar tem trajetória partidária um tanto quanto extensa em sua vida política. Ele foi filiado ao PT.

Mais

E, inclusive, integrou o “núcleo duro” da administração petista em MS. Saiu do PT em 2016 e migrou para o PDT. Mas não durou muito, pois logo mudou de sigla, filiando-se ao MDB. Posteriormente, buscou abrigo no PSB e agora consta que estaria indo para o PSDB. Ufa!

DiálogoDr. Afonso Simões Corrêa, que está participando do programa de residência médica em Oncologia Clínica na USP, em São Paulo

 

DiálogoFlávia Ceretta

Eu juro!

O governador Eduardo Riedel jurou por todos os santos e arcanjos que não conversou sobre política com Lula, quando ele esteve em Campo Grande. Disse que o diálogo entre eles foi sobre, em suas palavras, “investimentos no Estado; falei para ele a respeito da rota bioceânica, da necessidade de manter o aporte para o acesso; conversamos do êxito da concessão, que foi uma delegação de parte das rodovias federais, e também de projetos que estão na Casa Civil e devem ser enviados ao Senado para aprovação da CAE, aqueles 200 milhões de dólares, que temos 50 de contrapartida”. Então, tá...

Palanque

A ministra Simone Tebet bateu o martelo com Lula e trocará MDB, seu partido por três décadas, pelo PSB, cuja figura mais ilustre é o vice-presidente Alckmin. Ela disputará uma das vagas ao Senado, mas por São Paulo, estado com maior colégio eleitoral do País, para “fazer palanque” para o lulismo. Em sua trajetória política em Mato Grosso do Sul foi deputada estadual, prefeita, vice-governadora e senadora.

Recuo

Com a reta final da janela partidária e algumas definições para composição de chapas e, até mesmo, interesse de alçar outros voos, políticos decidiram fazer análise mais detidamente do cenário eleitoral. Assim, já se verifica certa disposição de algumas pré-candidaturas serem mantidas. Uma delas seria a da vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL). Ela teria cogitado até se filiar ao Novo para disputar o Senado. Porém...

Aniversariantes

Elaine Batista de Oliveira,
Alfredo Zamlutti Júnior,
Lauane Braz Andrekowiski Volpe Camargo,
Vilmar Vendramin,
Andréa Elizabeth Ojeda,
Clelia Casanobas Pereira,
Ilda Vilalba Lima,
Aline de Oliveira Silva,
Cicero Pucci,
Antônio Fernandes Teixeira,
Constantinos Mastroyannis,
Goro Shiota,
Izaura Saad do Amaral,
José Aparecido Miguel,
Luis Adolar Camargo Kieling,
Paulo Ricardo Sbardelote,
Darci Rocha Rodovalho,
Elcimar Serafim de Souza,
Marizeth de Faria Molina,
Eva Lefreve,
Miguel Cherbakian Primo,
Amaury D’Anunzio de Miranda Leal,
Eduardo Orsi Abdul Ahad,
Dra. Janete Lima Miguel,
Dr. Sidney Valieri,
Pércio de Andrade Filho,
Ana Carolina Correia,
Adelino Augusto Arakaki Martins,
Maria Neusa de Souza,
Thomaz Lipparelli,
Cristiane Iguma Câmara,
Bertildes Oliveira de Abreu,
Rose Mary Monteiro,
Joaquim Alcides Carrijo,
Luis Antonio de Oliveira,
Wagner Dagoberto Baptista,
Osmar Marques do Amaral,
Aparecido Camazano Alamino,
Alceu Roque Rech,
Zely Vieira Recalde,
Antônio Vladimir Furine,
Hélio Aldo dos Santos,
Magdalena Ferraz Baís,
Roseny Rodrigues Nogueira,
Maria Pereira Motta,
Leôncio de Souza Brito Filho,
Dr. Carlos Benigno Tokarski,
Nilza Maria Coutinho,
Maria Helena Pinheiro,
Zulmira de Freitas,
Nilton Nantes Coelho,
Arialú Paula Nogueira,
José Ernesto de Souza Faria,
Gabriel Meudau Lemos,
Marilda Coelho Lima,
Otávio Otaviano da Silva Pereira,
Maria Emília da Silva,
Pedro Paulo Gentil,
Dirceu Teixeira Nogueira,
Mirna Gonçalves,
Geraldo Carvalho Corrêa,
Nilson Arantes,
Altagno Sandin Bacarje,
Dilma Alvarenga da Silva,
Agenor de Figueiredo,
Fábio da Costa Rondon,
Maria Aparecida Barros de Moura,
Lodemir Cânepa Penajo,
Carlos Augusto Melke,
Taís Oliveira Pena,
Cristina de Melo Hamana,
Assis Alves Pimenta,
Allan Kardec Victor Hugo dos Santos,
Juliene Aparecida da Silva Gomes,
Wanir Maria Gasparetto da Silva,
Edilson Carlos Araujo de Oliveira,
Dayselene de Lara,
Anuncia Gimenes Ayala,
Antonio da Silva,
José Mário Facioli,
Gustavo Kiotoshi Shiota,
Everton Santos Garcia,
Edmilson Amaral da Rosa,
Carlos Uechi,
José Antonio Amaral Camargo,
Milton de Souza Leite,
Rodrigo Fernandes Ramos,
Silvia Aparecida da Silva Rocha,
Eloisa Fernandes dos Santos,
Ademir Gonçalves da Silva,
Thamara Silva Dauzacker Furlan,
Andreia Gomes Gusman,
Guilherme Coppi,
Rubens José Franco Cozza,
Silvania Gobi Monteiro Fernandes,
Márcio José da Cruz Martins,
Cenise Fatima do Vale Montini Jonson,
Dianary Carvalho Borges,
Carlos Eduardo Tedesco Silva,
Douglas Tiago Campos,
Katiussia Ribeiro Vieira,
Nelma Ortolan Franzim,
Sara Rosane Barcelos Moreira,
Luciane de Araújo Martins,
Everton Armôa Martos,
Humberto Dauber,
Carlos Henrique Suzuki,
Vicente Martins,
Quirino Areco

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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