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Caroline Dallarosa encara mudança e seu primeiro papel em novelas

Caroline Dallarosa encara mudança e seu primeiro papel em novelas

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Caroline Dallarosa, que vive a dura Anjinha de “Malhação”, soube ainda criança que queria seguir a carreira artística. Natural de Campo Largo, no interior do Paraná, a atriz de 21 anos teve como primeira e principal referência profissional um dos maiores nomes do pop mundial: o cantor americano Michael Jackson, que faleceu há 10 anos. “Eu quis virar atriz por causa do Michael Jackson (risos). Eu era muito fã e queria fazer um clipe com ele. Então, comecei a fazer a teatro”, lembra. Em seu primeiro papel na televisão, Caroline mergulhou em um universo totalmente inédito. No ar desde abril, a atriz passou a encarar uma rotina exaustiva de gravações. “Passamos, às vezes, 12 horas por dia gravando milhares de cenas. É um ritmo muito cansativo, mas compensa quando a gente vê o trabalho no ar. É preciso estar muito bem psicologicamente”, explica.

Na história de Emanuel Jacobina, Anjinha é filha do viúvo Marco Rodrigo, interpretado por Julio Machado. Jogadora de futebol e lutadora de muay thai, ela tem conflitos com o seu jeito de ser. Apaixonada por Cléber, papel de Gabriel Santana, a jovem precisa lidar com os ciúmes e a superproteção do pai para curtir seu relacionamento com tranquilidade. “A trama é de uma complexidade muito boa, cada assunto abordado é feito com muita delicadeza, tudo é pensado e feito com muito cuidado. A Anjinha representa, a meu ver, a fragilidade e utiliza alguns escudos para lidar com isso. Ela é explosiva, sem filtro, debochada, raivosa e original”, defende Caroline, que encarou seu primeiro teste para televisão durante a seleção para a novela adolescente. “Sempre tive vontade de participar de ‘Malhação’, mas era um sonho distante, até que me convidaram para fazer um teste. Sempre gostei muito de novelas, séries e filmes adolescentes. Está sendo um sonho”, completa.

Ao longo do enredo, Anjinha dá sinais de insegurança quanto a sua aparência, autoestima e a relação com os garotos. Porém, diferentemente da personagem, Caroline é mais vaidosa em seu dia a dia. “Sou, na medida do possível. Tenho muita vaidade em relação a me cuidar esteticamente. Com roupa, sou um pouco despojada, não me arrumo demais, não. Busquei construir a Anjinha a partir de pessoas reais. Nunca quis estereotipar a Anjinha, então busquei ir a jogos de futebol, que é uma paixão dela, para saber me comportar no campo, fui entendendo várias coisas para moldá-la”, ressalta. Namorando o administrador Solano Rodrigo, Caroline está aprendendo a lidar com a repercussão intensa de uma novela. O casal Anjinha e Cléber é um dos principais destaques do enredo adolescente. Não à toa, os dois contam com uma torcida forte nas redes sociais para engrenarem um romance na vida real. “Acho engraçado, porque somos muito amigos. Então, tudo é levado muito na esportiva. Gosto de ver que a gente está passando uma química boa na tevê, que a galera acha que tem de ir para realidade”, ressalta.

Por conta das gravações de “Malhação”, Caroline precisou se mudar para o Rio de Janeiro. Na nova cidade, a atriz tem encarado novas experiências. Pela primeira vez, ela mora sozinha e está aprendendo a se virar como pode sem o auxílio da família por perto. “Tudo é novo. Lavo roupa ao chegar em casa, tenho de cozinhar, arrumar a casa, coisas simples, mas confesso que, na casa da minha mãe, tinha uma mordomia a mais (risos)”, compara.

Correio B+ - Empreendorismo

Bailarina e médica cria ponteira moldável e inédita no Brasil

Neurocirurgiã pediátrica cria solução inovadora para bailarinas que enfrentam dificuldades com a rotina usando sapatilhas de pontas

18/07/2026 18h00

Raquel Rodrigues  Fundadora da FlexPointe

Raquel Rodrigues Fundadora da FlexPointe Foto: Sérgio Bemfica

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A FlexPointe surgiu a partir da necessidade pessoal da fundadora da marca, Raquel Rodrigues, que ao iniciar no universo da dança como bailarina adulta, enfrentou muitas dificuldades com o desconforto das sapatilhas de ponta.

Fora das aulas, ensaios e apresentações, Raquel é médica neurocirurgiã pediátrica, e transferiu o seu amor pelo cuidado à saúde adquirido na profissão para o ballet, que se tornou outra grande paixão, e assim ela teve a ideia de criar uma ponteira moldável personalizada à anatomia individual do pé de cada bailarina.

“Incomodada com as limitações das opções disponíveis no mercado, comecei a estudar materiais, processos de moldagem e possibilidades de personalização que pudessem resolver esse problema. Foi desse trabalho que nasceu a FlexPointe, uma marca dedicada ao desenvolvimento de soluções inovadoras que contribuam para a experiência, a proteção e a performance bailarinística”, conta Raquel fundadora da FlexPointe que dedica de 18 a 20 horas semanais ao ballet.

Nascida no Rio de Janeiro (RJ), Raquel Rodrigues, 40, se formou em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Posteriormente, se mudou para São Paulo (SP), onde concluiu a sua formação em Neurocirurgia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e construiu a sua trajetória profissional na capital paulista, onde mora atualmente.

Ao acreditar que nunca é tarde para começar novos desafios, ela iniciou no ballet apenas na fase adulta, há cerca de oito anos.

Em novembro de 2025 foi quando ela fez do amor pela dança um propósito também científico que pudesse revolucionar o universo do ballet, proporcionando mais qualidade de vida à saúde dos pés das bailarinas brasileiras.

Raquel Rodrigues  Fundadora da FlexPointe Raquel Rodrigues - Foto: Sérgio Bemfica

“Minha formação médica me ensinou a observar, investigar, testar hipóteses e buscar soluções baseadas em evidências. O ballet me ensinou a importância da escuta do corpo, da persistência infinita e da atenção aos mínimos detalhes. A união dessas experiências acabou se transformando em um projeto empreendedor”, destaca a fundadora da FlexPointe.

A marca possui quatro modelos de ponteiras são inspirados em seus personagens preferidos no ballet: Odette, Aurora, Aspícia e Fada Lilás. Ainda que a FlexPointe tenha surgido a partir das ponteiras moldáveis personalizadas, a proposta da marca foi ampliada para outras soluções inovadoras ao ballet.

Além das ponteiras moldáveis, a FlexPointe também dispõe dos produtos FlexBag (bolsa para acessórios, feito de tecido antibacteriano), FlexPad (protetor de atrito para os pés) e FlexGlide (sachê protetor para a pele).

Beleza Correio B+

Seis mitos e verdades sobre o filtro solar oral que todo mundo deveria conhecer

Médica esclarece as principais dúvidas sobre o fotoprotetor oral e explica quando ele realmente pode ser um aliado da saúde da pele

18/07/2026 16h30

Seis mitos e verdades sobre o filtro solar oral que todo mundo deveria conhecer

Seis mitos e verdades sobre o filtro solar oral que todo mundo deveria conhecer Foto: Freepik

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Em julho é celebrado o Dia Mundial da Saúde da Pele. A data, uma iniciativa da Liga Internacional de Sociedades Dermatológicas em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, foca na conscientização de que o cuidado dermatológico vai muito além da estética, sendo essencial para a saúde.

Em meio ao crescimento da busca por soluções que unem beleza, bem-estar e prevenção, o filtro solar oral passou a ganhar espaço na rotina de skincare. Apesar da popularidade, muitas dúvidas ainda cercam seu funcionamento e seus benefícios, principalmente nas redes sociais, onde informações equivocadas costumam ganhar repercussão.

“O filtro solar oral é um excelente aliado para proteger a pele dos danos causados pela radiação solar, mas faz parte de uma estratégia de cuidado. O uso diário do protetor solar, associado a outras medidas de fotoproteção, continua sendo indispensável para preservar a saúde da pele e prevenir o envelhecimento precoce e doenças relacionadas ao sol”, afirma a médica atuante em dermatologia, Dra. Isadora Ragognete.

- O filtro solar oral substitui o protetor solar tradicional. Mito!

O fotoprotetor oral não cria uma barreira contra os raios ultravioleta. Sua ação ocorre por meio de antioxidantes que ajudam a reduzir os danos celulares provocados pela exposição solar. “O filtro solar oral nunca substitui o protetor solar aplicado na pele. Ele complementa a proteção e potencializa os cuidados, mas não bloqueia a radiação UV”, explica a Dra. Isadora

- O filtro solar oral pode beneficiar pacientes com melasma e outras condições dermatológicas. Verdade!

Pacientes com melasma, rosácea, fotossensibilidade, histórico de câncer de pele ou que realizam procedimentos dermatológicos podem receber indicação para utilizar o suplemento como parte da estratégia de tratamento. “Existem situações em que o fotoprotetor oral oferece benefícios importantes, principalmente quando associado aos demais cuidados indicados pelo médico”, complementa a médica.

Quem toma filtro solar oral pode permanecer mais tempo no sol. Mito!

Nenhum suplemento aumenta o tempo seguro de exposição solar ou elimina os riscos causados pela radiação ultravioleta. “Mesmo utilizando o fotoprotetor oral, é fundamental reaplicar o filtro solar, utilizar barreiras físicas e evitar a exposição nos horários de maior intensidade solar”, comenta a doutora.

Os antioxidantes presentes no filtro solar oral ajudam a reduzir os danos provocados pelo sol. Verdade!

Ativos como Polypodium leucotomos, licopeno e luteína auxiliam na redução do estresse oxidativo e contribuem para minimizar os efeitos do fotoenvelhecimento quando associados à fotoproteção tópica. “Os antioxidantes fortalecem os mecanismos naturais de defesa da pele e ajudam a reduzir os impactos da radiação solar sobre as células”, relata Isadora.

Todo mundo deve tomar filtro solar oral diariamente. Mito!

O suplemento não faz parte de uma recomendação universal. A indicação depende das características da pele, da rotina e das necessidades clínicas de cada paciente. “O tratamento deve ser individualizado. Nem toda pessoa precisa utilizar o fotoprotetor oral, por isso a avaliação médica é fundamental”, ressalta a médica.

 A melhor fotoproteção é a combinação de diferentes estratégias. Verdade!

Além do filtro solar oral, especialistas recomendam o uso diário do protetor solar, reaplicação ao longo do dia, roupas com proteção UV, chapéus, óculos escuros e a redução da exposição solar nos horários de pico. “A proteção da pele não depende de um único produto. Os melhores resultados são alcançados quando diferentes medidas são adotadas de forma conjunta”, explica  Isadora.

A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de reduzir os danos causados pela radiação ultravioleta e preservar a saúde cutânea ao longo da vida.

“A fotoproteção é um investimento diário em saúde. Quanto mais cedo esse hábito é incorporado à rotina, maiores são os benefícios na prevenção do envelhecimento precoce, das manchas e até do câncer de pele. O filtro solar oral pode ser um grande aliado, mas sempre como parte de um cuidado completo e orientado por um profissional”, conclui.

 

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