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Cinema B+: Com Roubo nas Alturas, Kevin Hart se lança em franquia de aventura

Filme da Netflix se propõe a mais uma franquia no gênero de aventura que alimenta sucessos na TV e no cinema

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Parece estranho prometer que 2024 será o ano em que os filmes devem recuperar o prestígio que tinham acima das séries, especialmente porque as greves de roteiristas e atores em 2023 atrasaram muitas produções, mas veremos mais filmes.

Um dos lançamentos que abre o ano é o despretensioso Roubo das Alturas (Lift), estrelado pelo comediante Kevin Hart. Diverte.

Há muitos gêneros e subgêneros que o cinema americano sabe fazer muito bem. Um deles é onde George Clooney criou uma carreira: filmes de golpes.

Um grupo de golpistas se une para um roubo impossível e nos embarcamos na total suspensão de realidade para acompanhar as reviravoltas incríveis que em geral nos levam a viajar o mundo em jatos, iates e hóteis de luxo. É, claro, a fórmula aqui. e se acha que já viu algo parecido antes, é porque viu mesmo.

Dirigido por F. Gary Gray, que assinou The Italian Job e um dos Velozes e Furiosos, a premissa é a mesma de alcançar o impossível. Aqui, o ladrão de arte internacional Cyrus Whitaker (Kevin Hart) e sua equipe de criminosos experientes em tecnologia são chantageados para roubar 500 milhões de dólares em ouro.

Se isso já não fosse um desafio suficiente, aqui está o principal: precisam fazer tudo a bordo de um jato de passageiros.

Filme da Netflix se propõe a mais uma franquia no gênero de aventura que alimenta sucessos na TV e no cinema - Foto: Divulgação Netflix

O que os críticos reclamam, e me junto a eles, é que não funciona tão bem aqui, mesmo distraindo. Não desenvolvem nenhum dos golpistas a ponto que seja possível criar uma conexão, por isso fica apenas a diversão pela diversão.

Eles aludem a um passado e a uma série de golpes que parecem mais interessantes do que estamos vendo, o que deixa claro que o projeto é apenas um piloto. Sim, há potencial para vê-los mais vezes.  

Dessa forma, Roubo nas Alturas tem a sensação de descartável, mas é também bem vindo. O que lamento é que ao colocar Hart como astro de ação, perdemos sua veia cômica e ela seria essencial aqui. Nada que a continuação não resolva, sim, porque duvido que não tenha uma!

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King & Conqueror é o epílogo de Vikings: Valhalla que eu esperava

Mesmo com um roteiro irregular, a série acerta ao transformar a conquista normanda em um drama humano sobre poder, ambição e legado

13/06/2026 13h00

King & Conqueror é o epílogo de Vikings: Valhalla que eu esperava

King & Conqueror é o epílogo de Vikings: Valhalla que eu esperava Foto: Divulgação

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Desde que King & Conqueror foi anunciada, eu a enxergava como algo muito específico: uma espécie de epílogo de Vikings: Valhalla. Talvez por isso tenha me surpreendido ver tantas comparações com Game of Thrones ao longo dos últimos meses.

É fácil entender por quê. A série tem disputas sucessórias, alianças instáveis, promessas quebradas, guerras e dois homens convencidos de que possuem direito legítimo ao mesmo trono.

Além disso, conta com Nikolaj Coster-Waldau no elenco e agora pode até reivindicar uma ligação adicional com Westeros através de James Norton, que interpreta Ormund Hightower em House of the Dragon. Ainda assim, reduzir King & Conqueror a uma espécie de versão histórica de Game of Thrones parece ignorar aquilo que a torna mais interessante.

A produção da BBC está em destaque na plataforma do Universal Channel e se você, como eu, é fã de História, é uma dica a não ser ignorada.

A história acompanha os acontecimentos de 960 anos atrás, que levaram à Batalha de Hastings, em 1066, um dos eventos mais importantes da história inglesa. Após a morte de Eduardo, o Confessor, sem herdeiros diretos, a sucessão do reino mergulha em crise.

Harold Godwinson, líder da família mais poderosa da Inglaterra, assume a coroa. Do outro lado do Canal da Mancha, William, duque da Normandia, acredita que Eduardo lhe havia prometido o trono anos antes e interpreta a coroação de Harold como uma traição. A partir desse momento, a série acompanha a escalada de uma disputa que acabaria mudando para sempre a história britânica.

O que torna o conflito tão interessante é que King & Conqueror se recusa a oferecer respostas simples, mesmo que Harold seja apresentado como um usurpador ganancioso. Há contexto, há espaço para interpretações. William também não surge apenas como um invasor estrangeiro movido pela ambição. Pelo contrário.

A série constrói dois homens profundamente convencidos de que a coroa lhes pertence por direito. Ambos possuem justificativas plausíveis. Ambos acreditam estar protegendo algo maior do que seus próprios interesses. E ambos são capazes de cometer erros devastadores.

King & Conqueror é o epílogo de Vikings: Valhalla que eu esperavaKing & Conqueror é o epílogo de Vikings: Valhalla que eu esperava - Divulgação

O resultado é um drama que funciona muito mais como um estudo sobre legitimidade e poder do que como uma simples narrativa de conquista.

É justamente nesse ponto que o elenco faz toda a diferença. Como mencionado, a escolha de Nikolaj Coster-Waldau para interpretar William foi inspirada. O ator traz consigo a credibilidade de alguém que já habitou um dos universos políticos mais complexos da televisão moderna, mas encontra aqui um registro diferente. Seu William é ambicioso, determinado e estrategicamente brilhante, mas também inseguro.

Existe uma vulnerabilidade constante por trás da figura do futuro conquistador. A necessidade de provar seu valor, de justificar suas reivindicações e de convencer os outros — e talvez a si mesmo — de que merece aquilo que busca transforma William em um personagem muito mais complexo do que a figura histórica frequentemente lembrada apenas pelo resultado de Hastings.

Já James Norton encontra uma complexidade semelhante em Harold Godwinson. Há algo quase irônico em vê-lo interpretar esse personagem justamente quando passa a integrar o universo de Westeros. Norton possui exatamente o perfil físico dos heróis tradicionais: carismático, seguro, magnético e naturalmente confortável na posição de líder.

A série, porém, utiliza essas características para construir algo mais interessante. Seu Harold é inteligente e corajoso, mas também orgulhoso, impulsivo e incapaz de perceber certas consequências das próprias decisões. Em vez de transformar um dos lados em herói e o outro em vilão, King & Conqueror encontra humanidade nos dois.

Como acontece com praticamente toda produção baseada em acontecimentos reais, a série toma diversas liberdades históricas. Algumas mudanças certamente chamarão atenção dos espectadores mais familiarizados com o período. Determinados personagens recebem trajetórias diferentes das registradas pela História, relações pessoais são ampliadas e certos eventos são reorganizados para servir melhor à narrativa.

O exemplo mais evidente talvez seja a forma como a série trabalha acontecimentos envolvendo Emma da Normandia. Ainda assim, nenhuma dessas alterações me parece particularmente problemática. O objetivo da produção nunca foi funcionar como documentário. Seu compromisso principal está com o drama, e não com a reprodução literal dos fatos.

Curiosamente, os problemas da série não estão nas adaptações históricas. Estão no roteiro.

Em vários momentos, King & Conqueror parece assumir que o espectador já conhece aquelas figuras e entende a importância de cada relação política. Para quem domina a história inglesa, talvez isso não represente um obstáculo. Para grande parte do público internacional, porém, a narrativa pode se tornar mais confusa do que deveria.

King & Conqueror é o epílogo de Vikings: Valhalla que eu esperavaKing & Conqueror é o epílogo de Vikings: Valhalla que eu esperava - Divulgação

A série nem sempre explica satisfatoriamente quem são determinados personagens, qual a relevância de certas alianças ou por que algumas decisões possuem consequências tão profundas. Há ainda momentos em que acontecimentos importantes parecem apressados, avançando mais rapidamente do que o desenvolvimento dramático permitiria.

Esse é justamente o aspecto que impede a produção de alcançar um patamar ainda mais alto. Não falta orçamento. Não faltam atores. Não falta uma boa história. Falta, ocasionalmente, um roteiro mais paciente, disposto a conduzir o espectador por esse universo político sem presumir conhecimento prévio.

Ainda assim, saí da temporada gostando bastante do resultado. Talvez porque ela tenha entregado exatamente aquilo que eu esperava encontrar desde o início. Durante anos, Vikings e Vikings: Valhalla acompanharam a lenta transformação da Inglaterra através das disputas entre saxões, vikings e normandos.

A ascensão da família Godwin, a influência crescente da Normandia e o reinado de Eduardo, o Confessor, já apontavam para esse momento. King & Conqueror apenas assume o bastão e acompanha as consequências finais desse processo.

Por isso, enquanto muitos espectadores talvez procurem nela uma versão histórica de Game of Thrones, aqui encontram algo diferente, como a conclusão de uma história que a televisão vinha contando havia mais de uma década.

Uma história sobre a queda de um mundo e o nascimento de outro. Um drama que aconteceu há quase mil anos, mas continua fascinante justamente porque fala de temas que permanecem atuais: ambição, legitimidade, identidade, poder e a eterna convicção humana de que somos os protagonistas da nossa própria versão da História.

Talvez King & Conqueror não seja perfeita. Mas é uma boa série histórica, sustentada por excelentes atuações e por um acontecimento real tão extraordinário que continua inspirando narrativas quase um milênio depois.

E, para quem acompanhou a jornada iniciada por Ragnar Lothbrok e continuada por seus descendentes, ela funciona exatamente como eu imaginava desde o anúncio: o epílogo de Vikings: Valhalla que nunca tivemos.

Diálogo

A Câmara Municipal de Campo Grande tem 29 vereadores, mas na votação... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna deste sábado (13) e domingo (14)

13/06/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Ileides Muller - poeta de MS 

"Qual andorinha voando alhures pela tarde morna, um verso poente procura poente para dormir”

FELPUDA

A Câmara Municipal de Campo Grande tem 29 vereadores, mas na votação do reajuste dos servidores só 23 “deram as caras” no placar: 18 votaram a favor e cinco contra. Os outros seis, tudo indica, resolveram exercer o misterioso direito de desaparecer justamente na hora da decisão. O aumento, que já ficou aquém do esperado por imposição constitucional, pelo menos teve uma parcela antecipada pelos vereadores. Já a presença de todos os parlamentares... Essa continua sem previsão no calendário.

DiálogoFoto: Divulgação

Mato Grosso do Sul reforçou sua estratégia de promoção turística durante a 4ª edição do Workshop Diversa 2026, realizado em Campos do Jordão (SP). A Fundação de Turismo (Fundtur-MS) participou do encontro, que reuniu cerca de 400 profissionais do setor de todo o país. A equipe estadual promoveu capacitações, participou de rodadas de negócios e realizou ações de relacionamento com aproximadamente 300 agentes de viagens. O objetivo foi ampliar a comercialização dos destinos sul-mato-grossenses e fortalecer a presença de MS nos principais mercados emissores. Ecoturismo, aventura, pesca esportiva, turismo de negócios e eventos estiveram entre os segmentos destacados. A expectativa é que a participação gere novas parcerias, aumente a visibilidade dos atrativos locais e contribua para elevar o fluxo de visitantes nos próximos meses.

DiálogoNeli Braga de Souza e Claudio de Souza - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoDira Paes - Foto: Bruno Ryfer

Descoberta

Na política, nem sempre o maior problema é enfrentar adversários. Às vezes, o desgaste vem de dentro de casa. O vereador Maicon Nogueira descobriu isso, pois mesmo ocupando a liderança do PP na Câmara, fez duras críticas à prefeita Adriana Lopes, companheira de partido. O resultado não demorou. Após conversa com a cúpula partidária, deixou a liderança e viu o cenário mudar rapidamente.

Sem espaço

Nos bastidores, os comentários são de que em função da “rebeldia”, os planos de Maicon Nogueira em disputar uma vaga de deputado estadual ficaram “estacionados”. Sem liderança, sem espaço garantido e cada vez mais distante da condição de voz independente dentro do partido, o vereador vem experimentando uma velha lição da política: “Quem decide atirar para o lado dos companheiros, corre o risco de ficar sem abrigo quando a tempestade chega”.

Liderando

Em maio, a Jucems registrou a abertura de 1.348 empresas, das quais 1.008 são do setor de Serviços, 299 do Comércio e 41 da Indústria. No acumulado de 2026, já são 7.712 novos negócios, sendo 5.953 em Serviços, 1.546 no Comércio e 213 na Indústria. No mês passado, Campo Grande liderou com 579 registros.

Aniversariantes

Sábado (13)

Dr. Alessandro Araújo Falchembak;
Dra. Heda Maria Medeiros Rodrigues;
Melissa de Andrade Ayache;
Dra. Irma Vieira de Santana e Anzoategui;
Leandro Torres Martins;
Akira Yamada;
Antonio Francisco dos Santos;
Ricieri Zanella Gnoato;
Valdenice Maria de Oliveira Celeri;
Tonia Regina de Melo;
Manoel Pires Bezerra;
José Arlei Dias Cristaldo;
Paulo Henrique Piaia;
Marcio Juliano Centurião Torres;
Maria Antonia Martins de Ulhoa Cintra;
Alcindo Souza Almeida;
Maria Eduarda Ferraz Rodrigues;
Raquel de Oliveira Branco Dantas;
André Stuart Santos;
Antonio Francisco do Nascimento;
Antônio Carlos Salomão (Tony);
Antônio Saldanha Derzi;
Marcia Cristina Barbosa dos Santos;
Ernesto Antônio Figueiró;
Flávio Castelão;
Maria Sandra Bezerra;
Raíra Gomes Camargo;
Alberto Barbosa Teixeira;
Regina Márcia de Queiroz Nunes;
Karin Kollon Massulo;
Marco Antônio Silveira;
Walfrido Salvi;
Antônio Teixeira Barros;
Antônio Norberto de Almeida Couto;
Marco Antonio Jacob;
Douglas Veratti Campos;
Celso Antônio de Campos;
Jorge Manuel Moreira Martins;
Marcos Antonio Rolon Romero;
Elisabete Romero Nobre Leal;
Antônio Paulo Ramos;
Marco Antônio Martins;
Antonia Anaurelina Nogueira;
Manoel Roberto Ovídio;
Marcos Asper;
Maria Helena Simões Corrêa Maymone;
Eva Mariza Nogueira do Amaral;
Dr. José Aêdo Camilo;
Dr. Antonino de Oliveira Paredes;
Márcia Regina Uehara;
Antônio João Vilalba Gutierrez;
Antônio Coelho Neto;
Alcides Patussi;
Sandra Silvia Barbosa;
Carlos Alberto Salim Duailibi;
Antônio Hazino Oyadomari;
Maria Jerusa Pithan Rodrigues;
Alessandra Cavalcanti Flôres;
Pe. José Winkler;
Aracy Antunes Bakargi;
Daniel Stello;
Paulo Pinheiro;
Mariana Colamarino;
Alex Maidana;
Antonio Carlos Toffoli;
Carlos Alberto Baldasso;
Antonio Carlos Klein;
Cláudia Midori Nakasse Mori;
Andrea Carla Franchini Melani;
Pe. Paulo Fernando Vendrani.

Domingo (14)

Tânia Márcia Josetti Sandim;
Dra. Eliana Setti Albuquerque Aguiar;
Patrícia de Albuquerque Jallad;
Roberto Santos Cunha;
Maria Helena Espirito Santo Coelho;
Cristina Barbosa Velasques;
Ilma Tavares Tatebe;
José Antonio do Prado;
Wilberto Antonio Amaral;
Elcio Emilliano Barbosa Moreno;
Claudia Tumelero Gomes;
Antonio de Pádua Thiago;
Gabriel Corrêa Basmage;
João Antonio Marchini;
Moacir Antonio Marchini;
Renata Higa de Oliveira;
Oseas Chara de Oliveira;
Roberto Fabiane;
Izaltino Ferreira de Souza;
Claudemir Souza dos Santos;
Ronaldo de Carvalho Francisco;
Maria Luiza Borges;
Maria Aparecida Amorim;
Ângelo Marcos Vieira de Arruda;
Angela Abdulahad Hildebrand;
Lawrenne Ide Kohatsu;
Elpídio Nunes da Cunha;
Selma Ferreira Corrêa;
Maria Auxiliadora Mourão Passos;
Heromi Nemoto da Silva;
Maria Aparecida Farias;
José Márcio Carvalho;
Daniel Carneiro;
Rodrigo de Oliveira Chaves;
Alice Alves Chaves;
José Carlos Aguiar;
Eulina da Silva;
Antônio Pires;
Palmira Alves de Alencar Claudino;
Ari Antônio Culere;
Dirceu Pedro Bacarin;
Pamela Cristina Lima Barbosa;
Laudemira da Costa;
Sônia Maria dos Santos;
Rita de Fátima Oliveira;
Andréia Curvelo da Silva;
Orlando Guaracy Barros Cardoso;
Allan Kardec de Brito Lima;
Jucimeire Soares Genes Ibanes;
Dra. Rosimara Delmoura Caldeira;
Odilete Zonatto;
Eny da Trindade;
Neusa Marques;
Roselina Messias do Nascimento;
Jorge Guilherme Garcia de Almeida;
Maria Aparecida Sola Belvis;
Luis Roberto Pasquotto Mariani;
Sérgio Donha Yarid;
Katiuscia Marques Trajano Fonte;
Jackeline Souto Carpes;
Christopher Pinho Ferro Scapinelli;
Rosângela Hedissa Guilardi;
Elisa Eiko Denise Goncalves Aguero;
Kuwakino Stanke;
Wilsa Sette Morais Figueiredo;
João Carlos Scaff;
Carlos Augusto Nacer;
Elyseo Colman;
Mariana Vieira Panovitch.

Colaborou Tatyane Gameiro

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